Notas iniciais
Oi gente, desculpa a demora. Obrigado quem comentou o capitulo passado :) Aproveitem o capitulo.

Pov Austin

Sentado na mesa da cafeteira, com Tate ao meu lado se lambuzando com um bolo de chocolate, eu esperava Cassie chegar.

Levei a mão ate o pescoço da pequena e conferi sua temperatura, a febre havia passado. Resolvi sair apenas para distraí Tate. Liguei para o escritório e mandei cancelar todos os compromissos de hoje.

-Oi.- disse Cassie me assustando.

—Oi desculpa, estava distraído.- respondi levantando apenas para lhe dar um abraço.

Olhei bem para Cassie e hoje ela vestia uma calça de couro preta e uma bota também preta e uma camisa branca, deixando claro que ela tem estilo.

—Quem é essa coisa fofa?- perguntou Cassie olhando para senhorita sujeira ao meu lado.

—Sou Tate.- disse tirando a atenção do seu bolo apenas para falar com Cassie.

—Oi Tate, eu sou Cassandra, mas pode me chamar de Cassie.- disse passando a mão nos fios loiro da pequena.

—Não podemos demorar muito, Tate esta doente. Vim porque marquei e ela precisava se distrair.

—Tudo bem, eu preciso voltar para meu ateliê rápido.- sorriu.

—O que é um Aterlíe?- perguntou Tate.

Não deixamos de sorri pela pronuncia errada.

—É ateliê, Tate.- disse.

—É onde eu desenho e faço roupas.- respondeu Cassie.

—Você desenha? Eu adolo desenhar. Você pode fazer uma roupa de plincesa para mim? Meu aniversálio está perto e tio Austlin ila fazer uma fexta.

Tagarelou a loirinha me deixando confuso, enquanto Cassir ouvi com atenção.

— Tate ela tem muita coisa para fazer.

—Eu faço.- disse Cassie- vou adorar fazer.

Vi quando ela puxou da bolsa o bloquinho e uma caneta.

—Tudo bem, depois acertemos o valor.- disse.

—Não precisa, será meu presente de aniversário.- disse piscando o olho direito.- Então Tate como quer seu vertido.

—Rosa, com muito brilo. Quelo que ele seja longo, que bata no meu pé.

-Quer uma luva?- perguntou Cassie tirando uma fita métrica do sua bolsa e eu a olhei confuso- Oque? Eu seu uma estilista Austin, sempre terei esse tipo de coisa a bolsa. Tate você pode levantar?

Clalo.

Ela tirou todas as medidas de Tate e anotou no bloquinho. Conversamos mais um pouco até que a pequena Tate reclama de enjoo e sono. Nos despedimos. Eu prometi a Cassie um encontro.

Quando voltamos encontramos Ally na entrada. Ela nos olhou preocupada e veio pegar Tate.

— Ela está bem?- perguntou.

— Sim, fomos apenas a cafeteria aqui perto.

—Ah...- murmurou.

—Comi bolo de chocolate.- disse Tate.

—Tate, não era para contar.

—Oh desculpa tio Austin.- lamentou deitando a cabeça no ombro de Ally.

Ally me lançou um olhar reprovador. Me virei e fui ate a porta de casa e entrei. Quando chegamos a sala larguei meus pertences na mesa de telefone.

—Assistam um filme comigo?- pediu Tate.

—Tudo bem.- concordamos juntos.

Tate escolheu Hotel Transilvânia. Jogamos almofadas e lençóis no chão da sala e nos deitamos. Sentei e Tate veio parar no meu colo. Ally sentou ao meu lado. O filme começou e assistíamos com atenção.

—Por que vocês não podem ser como Mavis e Johnny?- questionou Tate.

—Como assim meu amor?- perguntei alisando seu cabelo.

—Ah, vocês poderiam virar namolados de verdade.

—Olha...- começou Ally, mas Tate a interrompeu.

—Eu só quelia ter um papai e uma mamãe.

—Você quer?- perguntei com os olhos marejados, lembrando de Arya e Logan. A pequena assentiu.

—Você quer que eu seja sua mamãe?- perguntou Ally.

Quelo, tio Austlin poderia ser meu papai.

—Podemos sim princesa.- disse Ally sorrindo, mas a pequena não sorriu.- qual o problema?

—Como você e ele pode ser meu papai e minha mamãe se não namolam mais?

Ficamos em silencio um olhando para o outro Confusos. Não sabíamos os que responder. Ally puxou Tate para o seu colo e fez com que a garota a olhasse.

—Eu sou sua mamãe e Austin seu papai. Tudo bem?

—Mas...- disse Tate, mas Ally a interrompeu.

—Austin e eu vamos casar de verdade. Olha, eu amo o seu ti... papai- disse Ally sorrindo.- Seremos uma família linda.

Abracei Ally e peguei o embalo.

—Pois é, Tate. Na verdade nos já somos uma família.

—Então vocês não vão namolar Cassie nem Grant?- Ally me olhou perguntando quem era Cassie, mas logo desistiu daquele assunto. Nos concordamos com o que a pequena falou.- Oba, vou dizer a Beth que agola eu tenho mamãe e papai.

Acabamos assistindo a segunda franquia do filme e Tate assistiu de olhos atentos, enquanto Ally e eu estávamos abraçados.

...

Depois do jantar, Ally finalmente conseguiu fazer Tate dormir. Eu fiquei na cozinha limpando nossa bagunça do jantar. Era incrível como mantemos aquela casa enorme em ordem sem precisar de empregados.

Ouvi Ally boceja entrando na cozinha. Continuei lavando o ultimo prato. Quando terminei Ally me olhava. Continuei arrumando e ela não parava. O silencio era constrangedor.

—Obrigado.- falei.- Acho que Tate precisava disso.

—Você não tem o que me agradecer.

Peguei os talheres e fui guardar na gaveta perto da bancada onde Ally estava sentada. Quando terminei de guardar tentei sair, mas Ally me segurou e me puxou me deixando entre as pernas dela.

Ela me olhou no olhos e uniu nosso lábios. O beijo era calmo e inebriante. Levei minha mão ate a sua cintura com um pouco de receio. Ela entrelaçou o braço em meu pescoço e me puxou para mais perto e eu fui de bom grado.

-Eu falei serio.- disse Ally.

—Não entendi.- disse confuso e desnorteado ainda pelo beijo.

— Você me magoou muito Austin, mas eu nunca deixei de ti amar. Quando ouvi Tate falando aquilo me deu um aperto no coração e me fez ver que nos merecemos outra chance.

—Eu... – levei minhas mãos ate seus rosto e a trouxe para mim.- Eu te amo- lhe beijei nos lábios.- Eu te amo.

Ally sorriu e me abraçou.

—Quem é Cassie?

—Cassandra, é uma garota que conheci no bar ontem.

—E já levou Tate para conhecer ela? Que rápido.- Ally tentou sair dos meus braços, mas eu a segurei.

—Deixe de ser boba. Eu amo você.

—Não quero você de papinho com ela.- disse enquanto eu beijava seu pescoço.

—Nem eu quero ver você de papinho com o Grant.

—Nossa que homem possessivo.- disse Ally retribuindo as carícias.

—Não tenha duvidas.- disse sorrindo.

Começamos a nos beijar. Puxo Ally para a ponta da bancada e ela me aperta mais. Nossa intimidades se encontram. Ela me aperta mais e geme quando o chupo seu pescoço.

Puxei ela para meu colo e fiz ela entrelaçar as pernas na minha cintura. Levei ela até a sala e a prensei na parede. Eu estava tendo um déjà vu. Foi exatamente aquilo que fizemos naquela noite em que a pedi em namoro.

Fui em direção a escada, mas nem cheguei a pisar no primeiro degrau, a campanha logo tocou.

— Está esperando alguém?- perguntei.

—Não, são oito da noite. Quem poderia ser?

-Não sei, a gente pode ignorar e continuar de onde paramos.

—Ainda bem que apagamos todas as luzes.- disse voltando a beijar seu pescoço.- Vamos ignorar.

Ela sorriu e nós subimos. Quando chegamos em meu quarto, Ally tirou minha roupa e eu fiz o mesmo com as dela. Tirei cada peça com extremo cuidado. Toquei, apalpei e chupei cada parte do seu corpo.

Ouvi seus gemidos suplicantes, enquanto ela se contorcia de prazer em baixo de mim, era uma sensação incrível. Eu a amava e ela me amava. Quando a preenchi de mim senti ela me apertar e sussurrar “eu te amo” em meu ouvido, me deixando louco de desejo.

Eu a amei aquela noite. A amei em minha cama, no chuveiro e depois em minha cama novamente. Nos fomos um só aquela noite. Eu fechei os olhos e desejei ser sempre assim.

...

Na manhã seguinte, apesar de não termos dormido nada, acordamos cedo. Não juntos, porque eu acordei primeiro e a venerei como se aquilo fosse um sonho que eu não queria acordar.

— Bom dia.- com a voz manhosa.

— Bom dia.- respondi e beijei sua testa. Fui beija-la, mas ela se afastou.

—Podemos escorva os dentes primeiro?- pediu com a mão na boca. Eu sorri e concordei. Pulamos da cama e corremos para o banheiro.

Minutos depois a fiz minha na pia do banheiro. Tomamos banho e passamos no quarto da pequena que ainda dormia. Descemos e fui ate a cozinha preparar o café da manhã.

Quando terminamos sentamos no sofá para espera um tempo até irmos acordar a Tate. Ally jogou suas pernas nas minhas e ficou quase sentada no meu colo enquanto eu a abraçava. Ela mexia em minha gravata até que percebi a aliança da minha mãe em sua mão.

-Faremos uma festa grande agora?- pergunto beijando seus dedos.

— Sim. Hoje mesmo vou atrás de tudo. Igreja, bufe, decoração... Tudo mesmo. Ah, não esquecendo da festa da Tate que você prometeu.

— Posso mandar minha secretaria cuidar das fasta de Tate.

—Não precisa. Eu faço. Sexta enviamos o convite do nosso casamento e da festa de Tate, podemos fazer a lista hoje quando você chegar do trabalho?

—Sim. Onde quer passar a lua de mel?

—Brasil.- respondeu animada.- podemos ir para uma cidade mais tranquila lá.

—Não acha melhor Paris?

—Não, Tate vai com a gente. Ela vai se divertir mais no Brasil.

— Mas é a nossa lua de mel, Tate não vai.- choraminguei.

— Ela vai sim. Tate precisa de nós Austin. Eu prometo que quando voltarmos te levo a Vegas.

—Eu vou cobrar.- disse.- Então como foi ontem?

—Onde?

— Na gravadora.

— Ah eu consegui.

— Você conseguiu?- perguntei de olhos arregalados.

—Sim.

— E você diz assim como se não importasse? – Ela sorriu e eu repeti parabéns varias vezes enquanto distribuía beijos em seu rosto, até que a campainha toca.

-Nossa alguém esta mesmo atrás de um de nos dois, vim a essa hora.- disse Ally.- Você vai atender e eu vou ver a Tate.

—Tudo bem.

Levantei e por um instinto peguei a aliança em meu bolso e coloquei no dedo, afinal eu agora era noivo de verdade. Distraído abri a porta para a pessoa apressada que tocaba sem parar e levei um belo susto.

—Você?

Notas finais
Cometem :) Até mais...