Notas iniciais
Oi Penúltimo capítulo galerinha... Vou tomar vergonha e responder os comentário, okay? E a Carol apareceu gente! Bem vinda flor! Último hentai Sem mais delongas... Enjoy

Assim que meu turno acabou chamei Dani para me acompanhar em algumas compras.

–Qual a ocasião? – Perguntou Dani quando eu a levei para a Rua Fifth Avenue, uma das principais em Manhattan. Encontramos as lojas das marcas mais famosas do mundo aqui.

–Vou a um jantar com a família de John está noite – Respondi olhando as vitrines — As mulheres daquela família só se vestem com roupas de marcas ou exclusivas... – Comento suspirando.

–Eita! – Disse Dani – Temos que escolher algo muito, mais muito bom mesmo! – Diz agitada e entramos na Moët & Chandon.

Demoramos uma hora para encontrar o vestido perfeito.

–Pena que não tem nenhuma joia... – Disse Dani suspirando quando saímos.

–É verdade... Mas este vestido vai dar conta – Eu disse nervosa – Agora é arrasar na maquiagem e no cabelo para mudar o foco da ausência de joias... – E dou um sorriso esperançoso para Dani.

Dani estreitou os olhos, entendendo na hora, e depois suspirou – Tudo bem, vou fazer seu cabelo e sua maquiagem – Murmurou.

–Ah! Obrigada! Obrigada amiga! Você é 10, diva!

–Eu sei, eu sei... – Disse dando os ombros.

Dani foi para minha casa para me ajudar a me arrumar. Tomei um banho corrido para dar tempo de fazer tudo. Minha amiga foi bem paciente, admito, e como sempre ela conseguiu me deixar incrível!

–Ah! Estou tão... É... Gostosa! Porra! – Digo girando em frente ao espelho – Obrigada, nee-san!

Dani riu e desejou-me boa sorte, indo embora. Ela não quis me dizer, mas eu tinha quase certeza que ela estava saindo com alguém. Dani safadinha...

Cinco minutos depois John chegou à minha casa.

–Nossa...! – Disse John encantado enquanto eu descia as escadas.

–Obrigada – Murmurei lhe dando um beijo, com um sorriso estúpido no rosto.

Nós fomos conversando até próximo à Nova Jersey. Desta vez eu aprestei atenção ao local. A presença italiana ali é forte, os comércios em sua maioria tinha o nome italiano.

John não parou o carro na casa de Giovanni como pensei.

–Está é a casa do Anthony... – Explicou.

–Ah! A casa da Bia! – Eu disse com um sorriso.

John concordou e abraçou minha cintura enquanto andávamos até a casa.

–Você está incrível hoje – Disse apertando minha cintura.

O vestido parece que foi feito para mim. Ele se ajustou perfeitamente no meu corpo, mostrou minhas curvas. Ah, a alta costura...

Assim que entramos na casa ouvimos o borbulhar de vozes, por que todos tem que falar em italiano?!

A sala de visitas da Bia estava lotada. Todos estavam bem arrumados e sorridentes. Cristine e Bia vieram imediatamente me cumprimentar e me apresentaram seus pequenos filhos, que logo saíram correndo e rindo pela casa. Elas me apresentaram a outras mulheres, que foram muito gentis por sinal.

Eu podia sentir o olhar de John sobre mim enquanto eu conversava, ele estava preocupado, queria ver se eu estava me entrosando bem com sua família. Foi quando eu percebi o quanto ele queria que eu gostasse de sua família e que eles gostassem de mim...

Maia apareceu instantes depois anunciando que o jantar estava pronto e todos foram para a sala de jantar. Havia quase 30 pessoas naquela noite e todas se sentaram na imensa mesa de carvalho polido. A quantidade de comida era incrível! Tudo se tornava mais encantador com a decoração com velas e flores. Ter a mesa farta e tantas pessoas ao redor realmente faz você se sentir em uma família.

Acabei comendo três vezes, três tipos de comida! Não por que eu quis, mas por que colocaram no meu prato, estavam achando que eu estava sem graça... Deus eu vou explodir...

–E vocês vão se casar quando?! – Perguntou Giovanni e eu me engasguei com meu vinho, fazendo todos rirem.

John deu uma risada e olhou para mim rapidamente antes de responder a Giovanni – A Olivia não acredita em casamento.

–Bobagem! – Diz Giovanni para mim – Tenho certeza que John cumprirá os votos do casamento, isso é algo sagrado para nós! Ninguém se separou até hoje nesta família – Diz sério e todos concordaram.

Não sei por que, mas eu olhei para a minha frente. Havia uma mulher olhando para mim. Assim que ela notou meu olhar ela olhou para John rapidamente e abaixou a cabeça. Antes que eu pudesse dizer algo Maia chamou minha atenção dizendo que nós deveríamos casar logo, eu fiquei desconcertada e John saiu ao meu socorro.

***

–Desculpe por essa noite... – Disse John rindo, pegando minha mão.

Eu concordei e ele ligou o carro, saindo da casa de Anthony.

–Quem é aquela mulher de vestido amarelo? – Eu perguntei de repente.

–Quem?!

Eu suspirei – A mulher que estava no jantar, jovem, de vestido amarelo, próxima de nós... – Eu digo.

–Ah...!

–Ah... Você não me respondeu.

–É a Natalie – Diz rapidamente e fica em silêncio.

Eu me virei para ele no banco e pus o dedo sobre a boca – Hum... Interessante! Conte-me mais sobre a Natalie!

John bufou e olhou para mim rapidamente – É uma antiga namorada, dos tempos de colégio. O avô dela era primo do meu... Nós tivemos um relacionamento rápido e só. Fim da história.

–Interessante essa história! E por que você ainda levou sua atual namorada para um jantar em família onde a sua ex estava presente – Digo sínica.

–Olivia, eu não poderia tê-la impedido de ir! Ela é da família ainda, distante, mas é! – Diz exasperado.

–Não! Não! Eu sei disso! Só que... Você poderia ter me contado... – Disse calma.

–É... Sinceramente eu nem me lembrei disso – Diz sincero. Ele parecia confuso.

–Hum...

–Você está com ciúme por acaso? – Perguntou com um sorriso maroto.

–Por que deveria estar? – Perguntei normalmente.

–Não... Mas vocês mulheres são complicadas, você pode ter pensado que eu prefiro ela me vez de você ou algo assim... – Diz dando os ombros e depois sorriu para mim.

Ah! Homens e seu estúpido desejo de serem disputados...

–Pelo contrário. Não tenho esse tipo de pensamento, afinal, sou eu quem te fode melhor, senão você estaria com ela e não comigo – Digo dando os ombros.

John deu uma boa gargalhada e se virou para mim com os olhos brilhando.

–Porra, mulher! – Disse passando a mão pelo cabelo e eu ri.

Ele passou o resto da viagem um sorriso bobo no rosto.

John me deixou em casa e foi para a sua, ele disse que tinha que organizar algumas coisas. Já havia decidido não me intrometer nesses assuntos, então não comentei nada. E nem teria tempo, meu plantão começa em duas horas.

***

Estava exausta até a alma.

Está noite não tive tempo para me sentar, meus pés estavam inchados por tantas horas em pé.

Quando saí do hospital fui direto para casa, precisava descansar.

Apesar de estar amanhecendo ainda podia ver o quanto o dia seria lindo. O sol surgia resplandecente mostrando as tonalidades de azul da noite que se despede.

Quando cheguei em casa o carro de John estava parado na minha calçada, e eu não pude deixar de sorrir. É claro que ele viria dormir comigo, independente do horário. Assim que abri a porta o cheiro de café fresco me invadiu.

–Cheiro bom... – Murmurei adentrando na cozinha.

–Oi, amor... – Disse John e me deu um beijo na testa – Comprei nosso café da manhã – Diz.

Havia várias coisas gostosas para comer sobre a mesa, meu estômago roncou por isso.

–Vou tomar um banho e já volto – Disse e saí correndo para o banheiro.

Tomei banho o mais depressa possível, e saí de roupão mesmo para a cozinha. John já estava colocando o café em nossas xícaras quando eu me sentei para comer.

Ficamos conversando amenidades enquanto comíamos.

–Você parece cansada... – Comentou John.

Eu suspirei – E estou – Respondi – Passei a noite em pé – Comentei mostrando meus pés inchados.

–Hum...

Assim que terminamos de comer fomos para o quarto. John também não havia dormido. Ele disse que havia ido para casa e depois foi chamado para ir à casa de Giovanni.

–Vocês estão preparando outro assalto? – Sussurrei. Eu não aguentei, precisava perguntar!

Eu me sentei na cama esperando por sua resposta e peguei o hidratante para os pés. John suspirou e se sentou na minha frente.

–Não fique com isso na cabeça... – Aconselhou-me brando e pegou uma caixa pequena do bolso da calça, eu fiquei em choque – Não é o que você está pensando! – Disse me tranquilizando – Ainda não é o momento. Aqui, tome... É apenas um brinco – Disse me entregando a caixinha.

–Nossa! John... – Sussurrei quando abri. Eram brincos de diamantes incríveis!

–Eles me lembram dos seus olhos... São tão claros... – Comentou baixinho olhando para mim.

Eu me inclinei para ele e lhe dei um leve beijo nos lábios – Obrigada, amor... São divinos! – Disse carinhosa e John sorriu para mim.

–Eu sei que não sou o homem que você sonhou ficar... Que você correr perigo em ficar comigo... Eu só quero que você seja feliz, eu vou fazer de tudo para isso – Diz olhando-me nos olhos.

–Você me faz feliz... – Sussurrei tocando em seu rosto. John me olhou admirado, como se eu fosse à pessoa mais bela do mundo, agora eu me sinto assim...

Eu me ajoelhei na sua frente, ficando mais alta que ele.

–Eu não me importo com que você faz ou o que seja... Eu vou te seguir aonde você for... – Sussurrei tirando meu roupão.

John respirou fundo, seus olhos inflamarão. Minha pele queimou diante do seu olhar.

Ele beijou a ponta dos meus seios suavemente, sem nunca tirar os olhos de mim. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo vagarosamente.

–Sente-se... – Sussurrou beijando meu quadril.

Eu fiz o que ele mandou e John se levantou, tirando sua roupa.

–Abra as janelas... – Sussurrei – Eu quero te ver...

John andou gloriosamente nu até as janelas e as abriu, a luz do sol tomou todo seu corpo. Tão lindo...

John se ajoelhou no chão a minha frente e pegou o hidratante para massagear meus pés.

Eu suspirava cada vez mais alto enquanto suas mãos deslizavam e apertavam meus pés. Queria aquelas mãos dentro de mim... Já não estava mais aguentando, minhas pernas começaram a se mexer em busca de algum alivio.

–John... – Eu gemi agoniada.

Ele deu um sorriso imenso e me deitou na cama.

–Você está pronta para mim, bebê? – Perguntou, mas não esperou por minha resposta, enfiando dois dedos dentro de mim. Meu corpo arqueou e eu gemi – Ah... Está... – Disse tirando e enfiando meus dedos dentro de mim, lentamente, incessantemente.

Meus gemidos ficaram mais intensos. Eu gostava disso e ele também. Eu apoie meus cotovelos no colchão para poder vê-lo me fodendo com os dedos.

Gosta do que está vendo...? – E enfiou outro dedo me fazendo estremecer – Você adora que eu te foda...

John tirou seus dedos de dentro de mim e dobrou meus joelhos. Ele pegou o seu pau e foi enfiando bem lentamente até estar completamente dentro de mim. Ele grunhiu em satisfação por estar me sentindo, e deu uma tapa na minha coxa, metendo com força.

Olhe para mim, Olivia... Quero que você me veja te fodendo... – Sussurrou.

Eu gemi mais alto do jeito que ele gostava e ele começou a meter ainda mais rápido, entrando e saindo de mim. Eu fechei minhas pernas ao redor de sua cintura, o puxando para mim.

Mais... Mais! – Eu gritei sentindo as primeiras ondas.

John apertou meu pescoço e meu seio, beijando minha boca. Os primeiros tremores em meu corpo começaram e eu não consegui controlar os meus gemidos altos. Ele pegou minhas coxas e as apertou impiedosamente.

Isso... Goza para mim, Olivia... – Grunhiu mordendo meu pescoço.

Mais duas estocadas e eu gozei gloriosamente. Gritando/gemendo alto, sem pudor. John gozou logo em seguida, tremê-lo e arfante, desabando sobre mim. Nós nos abraçamos ouvindo nossas respirações alteradas, recuperando o fôlego.

O sol já se mostrava radiante, toda sua luz entrando em meu quarto, mais um dia glorioso que eu o tenho ao meu lado...

***

A direção do hospital onde Derik estava hospitalizado me ligou na terça dizendo que ele receberia alta. Havia dado meu número para eles.

Liguei para Mônica e pedi para ela me encontrar no hospital. John sabia que eu estava cuidando de Derik, ele não gostou, mas aceitou. Nós sabíamos que além de eu me sentir melhor em ajuda-lo eu poderia ficar de olho nele para o caso dele tentasse retomar as investigações.

Quando cheguei ao hospital Mônica já estava esperando por mim.

–Desculpe-me pelo atraso... – Eu disse enquanto entravamos no hospital.

–Tudo bem – Disse calmamente – Hoje o trânsito está caótico – Disse e olhou para mim curiosa – Você está... Diferente, Olivia – Concluiu pensativa.

–Estou? – Murmurei casualmente.

De fato eu estava andando, digamos que com mais... Classe. Na verdade eu queria impor mais minha presença, não queria me sentir diminuída por aquelas mulheres. É minha meta no momento.

Estava usando um sobretudo de couro branco e sapatos da Louis Vuitton. Marcante eu diria. Apesar de estar fazendo sol o vento frio nos impedia de andar mais a vontade.

Derik já estava esperando por nós, sentado na cama. Ele olhou primeiramente para Mônica e depois para mim, constrangido por que eu o notei. Mônica é uma enfermeira bonita, tem um belo corpo e é jovem. Ele não poderia ignorar sua presença.

Eu os apresentei e Mônica logo o ajudou a vestir o casaco para sair.

–Mônica vai te levar para casa. Ela vai explicar os horários dela e o seu cronograma com a fisioterapeuta, Brenda é o nome dela, uma amiga dos tempos de faculdade, ela é uma boa profissional, não se preocupe quanto a isso – Eu disse.

–Tudo bem – Respondeu Derik um pouco desconcertado por eu estar controlando tudo – E você? Está bem?

–Melhor impossível – Murmurei – Pronto para ir embora? – Perguntei mudando de assunto.

–Sim – Respondeu suspirando e nós saímos do quarto.

Fui até o carro da Mônica com eles, e ajudei Derik a se sentar no carro.

–Manterei contato com você para saber como tudo anda – Eu disse para Derik.

–Vai cuidar de mim como eu cuidei de você? – Perguntou brincalhão.

–Algo assim... – Respondi com um sorriso e fechei a porta.

O carro partiu logo em seguida e eu fui em direção ao meu.

***

Quando terminei meu turno no hospital no dia seguinte, tentei novamente ligar para John Adam e novamente eu não consegui. Não falei com ele o dia inteiro. Agora eu ficava ansiosa e preocupada quando não conseguia conversar com ele, algo de ruim sempre me vem em mente.

Decidi ir para minha casa mesmo, ele com certeza iria me encontrar lá.

Quando cheguei aproveitei para limpar um pouco a casa e brincar um pouco com o Adalto, ele fica tão sozinho, coitado... Às oito da noite John bateu na minha porta.

–Oi, amor... – Disse beijando minha testa e entrando.

Ele sempre faz isso, como se fosse um ritual.

–Oi...

–Desculpe por não ter atendido o celular, estava em uma reunião com Giovanni... – Diz John.

–Reunião?! – Repeti surpresa me sentando e Adalto logo pulou para o meu colo.

John foi à cozinha e voltou com uma cerveja na mão, se sentando na minha frente.

–É... Estamos planejando, ou melhor, Giovanni está planejando outro... Assalto – Disse e tomou um grande gole de sua cerveja – Desta vez seria no Lower Manhattan, algo pequeno...

–John! Vocês não podem fazer isso! – Eu disse em choque – Vocês assaltaram um banco agora! Está muito recente! A polícia ainda está em cima de vocês!

John tomou outro grande gole, me olhando exasperado.

–Eu sei disso, amor! Eu sei! Eu falei isso com Giovanni! Ainda está muito recente... Mas ele quer fazer isso logo – E passou a mão pelos cabelos – Isso não vai dar certo... – Sussurrou.

–Então por que ele insiste? Vocês estão precisando de dinheiro? E o dinheiro do Banco Central? – Eu perguntei.

–Quando Giovanni cisma com alguma coisa ninguém consegue tirar isso da cabeça dele, e ele tem certeza que vai dar tudo certo – Responde seco – E por causa daquele filho da puta do Derik que abriu a investigação contra nós, tivemos que dar mais da metade do nosso lucro para calar a porra da polícia e a mídia!

–Ah...

–Por isso Giovanni está planejando outro assalto, por que ele sabe que eu não concordo, mesmo assim quer que eu organize tudo, como uma punição – E me olha com desgosto – Eles iriam matar o seu amiguinho por ter nos denunciado, mas eu pedi para deixa-lo em paz por que eu sabia que você ficaria chateada se algo acontecesse a ele.

–John... – Eu disse, mas ele levantou a mão me impedido.

–Não precisa se desculpar –Diz — Isso é entre mim e Giovanni.

–Tudo bem... – Eu sussurrei – Você tem mesmo que fazer isso, amor? Não vai dar certo John... Eu estou sentindo isso...

–Não se pode fugir do que essa família faz... – Diz se levantando.

Notas finais
AHHHHHHHHH Eu me coloquei na fic por que eu mereço também!! AHHHHHHHHH Tudo culpa do Derik... Ah... Esse Giovanni... Ele fez o que o John pediu, mas também não iria deixar barato, iria puni-lo de alguma forma... Então que acharam? Quais suas deduções para o último capítulo? Quinta nos vemos ^^ Até o grande final Bjubas Bree