Notas iniciais
Ooi gente! Me desculpem a demora! Aqui vai mais um capítulo dedicado a Jeanrissey pela linda recomendação... obrigada lindona! E boa leitura para todas!

– Ah, esqueci de dizer. Brad mandou eu te falar que hoje ele volta tarde.

– O que? — pergunta Liza, não acreditando no que acabara de ouvir.

– Brad volta tarde hoje. Liza, você está bem?

– Acho que estou passando mal. — diz ela, sentindo uma leve tontura, mas forte o bastante para deixar Angel preocupada e sem saber o que fazer.

– Meu Deus Liza! Quer um copo de água? Chá? Senta no sofá, vou ligar para o hospital. — diz Angel, toda afobada.

– Não precisa, querida. — responde Liza, calma como sempre. — Só um copo de água, por favor.

***

Algumas horas se passaram e Liza já não estava tão mal como antes, mas Brad ainda não havia voltando e já se passavam das duas da manhã.

– Liza, o que está acontecendo? Por que parece que algo de ruim está para acontecer e você não me conta nada? Como posso ajudar se não sei o que está acontecendo?

– Angel, querida, vou me deitar já. Boa noite. — diz Liza, levantando-se e dirigindo-se ao seu quarto. Jared passara a maior parte do tempo dentro de seu escritório, então Angel não obteve qualquer tipo de informação da parte dele, então resolveu esperar até Brad chegar e pedir um explicação dele.

O ponteiro do relógio continuava a fazer seu caminho habitual e nada de Brad chegar. Angel caiu em um sono profundo enquanto pensava em Bradley.

"Ding dong! Ding dong!". Angel acorda assustada com o toque da campainha. Quem seria a essa hora?

– Quem é? — pergunta ela, chegando perto da porta.

– Abre a porta! Sua ladra de fechadura! — ela ouve um homem gritar.

– Quem é? Vou chamar a polícia! — ela conseguia ouvir a pessoa do outro lado tentar colocar a chave, mas sem sucesso.

– Abre a porcaria dessa porta! Mãe?!! Abre a porta, mãe! Dona Elizabeth! Abre essa porta!

– Brad? — pergunta Angel.

– Brad? Acho que sou eu, não sou? — Angel rapidamente destranca a porta e vê um Bradley nada arrumado e fedido. Fedia álcool. Bradley estava bêbado.

– Onde é que você estava?

– Não é da sua conta, menina! Eu nem te conheço!

– Olha aqui, meu nome é Angelina e você sabe muito bem quem eu sou! Agora vai tomar um banho, você está fedendo a lixo! — diz Angel, subindo as escadas, apavorada e ao mesmo tempo irritada. Como ele não conheceria ela?

***

– Bom dia. — diz Brad quando Angel desce as escadas. Já eram mais de 2h da tarde.

– Oi. — responde ela, seca.

– Dormiu bem?

– Sim. — mas a verdade era que ela não conseguira relaxar durante a noite toda. Pensava em Brad, no que estava acontecendo com ele e em como ficara chateada por ele dizer que não a conhecia, apesar de estar bêbado, magoou ela.

– Que bom. Olha Angel, sobre ontem, não importa o que eu tenha falado, eu sei que fui um babaca. Desculpe.

– Tanto faz. — diz ela, tentando ser o mais fria possível.

– Vai me ignorar até quando?

– Até você me contar o porque de sua mãe estar tão preocupada com sua repentina noite fora.

– Isso eu... — começa ele a responder, olhando para Angel, que ergue as duas sobrancelhas, esperando a resposta. — Isso eu não posso te dizer. Sinto muito Angel.

– Tá. — diz ela, pegando uma maçã e abrindo a porta da sala.

– Onde você está indo?

– Encontrar um amigo. — responde Angel, fechando a porta com força.

– Amigo? — pergunta Bradley, pensativo.