Apaixonada Por Um Idiota Pervertido
28 Capítulo 28 - Por enquanto
Notas iniciais
Hey gente! Acabei de escrever mais um capítulo, dedicado a mafe8tomasella! Boa leitura!
– Então, o que vamos fazer hoje? — pergunta Brad, sentando-se na mesa da cozinha.
– Como assim? — pergunta Angel.– Voce. Eu. Sem. Aula. – Ah, verdade. Tinha me esquecido que hoje não fui na aula. Mas eu tinha meus motivos. Voce não. Por que faltou? — responde Angel– Eu tinha os meus motivos. — responde, imitando uma voz afeminada.– Engraçadinho. – Eu sei. — responde, dando um beijo na bochecha dela.– Mas então, o que vamos fazer hoje? – O que voce acha de uma surpresa? – Adoro surpresas. — responde Angel, batendo palminhas de felicidade. Os dois resolvem levantar, mesmo estando contra o que o corpo deles queriam fazer. Dividem o banheiro com mais um companheiro.– Olha só! Nosso cachorrinho! Ele está tão fofinho! — diz a garota, abaixando-se para brincar com o pequeno filhote. – Sim, eu tenho cuidado bem dele já que a mãe praticamente o esqueceu.– Ei! A culpa é sua! — retruca Angel, fingindo estar irritada.– Sim, a culpa é minha por fazer voce ficar estressada. — diz Brad, rindo.– Exatamente! — responde Angel, saindo do banheiro com o cachorrinho. — Aliás, ainda não demos um nome pra ele.– Que tal ping? — sugere o garoto.– Para nós arranjarmos outro cachorrinho e chamarmos de pong? — pergunta Angel, arqueando uma das sombracelhas.– Isso! Aí iríamos chamar "Ping! Pong!" — diz Brad gargalhando, assim como Angel.– Por que não chamamos ele de Pipoca?– Sério mesmo, Angel?– Sim. – Então tá bom. — responde Brad, pegando o caozinho dos braços de Angel. — Pipoca! Coitado de voce. Imagina quando nós termos nossos filhos! — diz Brad para o novo membro da família.***– Para onde estamos indo? – Voce não disse que gostava de surpresas? – Sim, mas já estou morrendo de curiosidade! Brad não respondeu e tentou mudar o assunto no restante do caminho até pararem em frente a uma casa gigante, onde estava, muitos adolescentes.– Uma festa? — pergunta Angel, incrédula.– Na piscina. — completa Brad, sorrindo e saindo do carro.– Festa de quem? — pergunta Angel, saindo do carro e andando ao lado de Brad.– Do Rian. – Achei que voce odiasse ele. — diz ela, confusa.– E odeio. Mas adivinha só? – O que?– Isso é uma fes-ta. — responde Brad, rindo da cara da Angel, ao ver que ela se irritou com a resposta. -Relaxa. Ele não vai encostar em voce. — eles param de andar e o garoto pega a mão dela, cruzando seus dedos. — Porque voce é minha. E esse foi um daqueles momentos que voce já deve ter sentido. Aquele sorriso aparece de repente em seus lábios, sem nenhum esforço. Aquele momento que voce ouve exatamente o que queria ouvir. Aquele momento que voce finalmente percebe que está totalmente apaixonada.***– Olha só! Brad! Que bom que trouxe sua irmã! — grita Rian, para que posssamos ouvir entre tanto barulho.– Pois é cara, ela precisava se descontrair um pouco. — diz Brad, dando um aperto de mão em Rian. Angel apenas da um "oi" de longe.– Brad! — grita alguém. Uma garota.– Izabele? — Brad pergunta, talvez um pouco animado demais para Angel.– Quanto tempo! Que saudades! — diz Izabele, dando um grande abraço nele.– Sim, muito tempo. Por onde esteve todos esses meses? – Ah, tenho viajado por aí... Enquanto Brad conversava com a garota, Angel apenas olhava eles conversarem, sentindo-se totalmente excluída naquela festa, onde não conhecia niguém além de Bradley e Rian.– Quer dar uma volta? — pergunta Rian, percebendo que ela estava se sentindo estranha ali. E como não tinha o que fazer, apenas aceita.***– Então, qual a sua cor favorita? — pergunta Rian, tentando acabar com o silencio entre eles, enquanto andavam pelo imenso jardim.– Isso é sério? — pergunta Angel, rindo da pergunta do moreno.– Sério! — responde ele, rindo também.– Gosto de laranja.–Laranja? Esperava que voce dissesse rosa, roxo, azul...– Laranja me lembra o por do sol.– Hum, entendi. Se eu te fizer uma pergunta voce promete responder? — pergunta Rian.– Olha, se for mais uma pergunta idiota eu prometo que vou embora dessa festa. – Não, juro que não é.– Então pergunte.– Você me desculpa pelo idiota que eu fui quando nos conhecemos?– Por que eu deveria? – Porque eu não sou daquele jeito. Digamos que seja uma camuflagem.– Uma camuflagem da sua popularidade? — pergunta ela.– Tipo isso. As pessoas acham que eu só consigo ser popular se eu for estúpido. Mas não sou assim e eu não quero fingir ser um estúpido com você, até porque percebi que você me entende, eu acho.– Então era isso? Você até que consegue ter uma conversa normal com uma garota. — responde ela, abrindo um sorriso.– Então isso é um sim?– Sim. Podemos ser amigos. — responde ela, estendendo sua mão para ele apertar, num sinal de amizade.– Por enquanto me contento como amigo. — diz ele, sorrindo e apertando a mão — Por enquanto.
Notas finais
Então...?
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