Apaixonada Por Um Idiota Pervertido
26 Capítulo 26 - Desespero
Notas iniciais
Olá leitoras! Quanto tempo! Primeiro quero me desculpar pela demora. Tive uns dias difíceis por causa de umas crises e fui até no hospital, mas estou um pouco melhor já. Segundo: quero agradecer pelos comentários e me desculpem se não respondi alguns. E quero dar as boas vindas as ex-leitoras fantasmas! E que muitas ainda apareçam! Boa leitura gente!
– Eai, gata? Quer uma carona?
– Não. — digo, sem olhar para trás.– Qual é... você poderia pelo menos olhar para mim? — pergunta a voz masculina do carro, mas continuei andando, procurando alguém na rua para pedir socorro. – Angelina Andrews, você não reconhece a minha voz? — perguntou novamente. Parei de andar por ele saber meu nome. Virei-me e o olhei.***– Bradley, meu filho. Você sabe onde está a Angel? — perguntou Liza.– Como assim? Ela ainda não chegou? — pergunta Brad, preocupado. – Não. Normalmente ela volta com você, não é? Brad sai de casa e entra em seu carro. De repente toda a cena de algumas horas voltam em sua mente e ele pensa em como foi estúpido em não dar uma carona a ela. Agora ninguém sabia onde Angel estava, não atendia o celular e ninguém mais a conhecia no bairro. Deu várias voltas na cidade, ligou para muitas pessoas e entrou em desespero quando ninguém disse que a viu. Parou o carro em uma esquina movimentada. Todos os carros buzinando para ele, mas não ligava. Só queria saber onde Angel estava. As lágrimas ameaçavam cair e em seus olhos podia-se ver o sentimento de culpa. Era o que sentia. Voltou para casa desolado. Totalmente sem chão. Não sabia o que seria da vida dele sem a Angel e se lembrar de que ela ainda tentara se resolver com ele depois do ataque de ciúmes dela e ele não aceitou. Se sentiu o maior idiota do mundo. Porque a vida é assim: em um minuto você tem o mundo em suas mãos, mas qualquer erro pode o tirar de você. – Bradzinho... está tudo bem? — perguntou Alessandra, se aproximando dele.– Eu pareço bem pra você? — retruca Brad, um tanto grosso.– Olha, eu sei que é difícil perder alguém importante, mas eu estou aqui. Ajudarei você a esquecer ela.– Perder? Você acha que eu a perdi? Se toca garota! — grita ele, subindo para seu quarto. Será que era isso que parecia? Que ele teria perdido ela para sempre? O que poderia ter acontecido com ela? Sequestrada, perdida... morta? Brad se perdia em pensamentos ruins e toda vez que o telefone tocava ele corria desesperadamente para atende-lo, esperando notícias dela. Jared já contatou a polícia, que estavam procurando ela pelos arredores da escola e do bairro em que moravam, até que a campainha tocou. Brad foi o primeiro a ir atender a porta e então a abriu esperançoso.– Angel! — gritou Brad, abraçando a garota. — Você está bem? Alguém machucou você? – Não. — disse Angel. — Obrigada pela carona James. Você me salvou hoje. — disse, dando um abraço no amigo.– Não tem de que, Angel. Mas não fique mais andando pelas ruas de noite. — diz e vai embora.– Angel! — Jared e Liza gritaram de felicidade e a abraçaram. – Calma gente! Quanto desespero.– Claro, você estava sumida desde o momento que saiu do colégio! — diz Liza. – O que aconteceu, filha? — pergunta Jared, mostrando-se aliviado por te-la em casa novamente.– Bem, quando saímos do colégio, eu pedi uma carona para o Brad, que se recusou a me dar, então resolvi vir a pé para casa. Estava tão irritada com ele que não percebi que já tinha escurecido e que não estava encontrando a nossa casa. E em certo momento fiquei com medo, já que as pessoas se recusavam a me ajudar e meu celular estava sem bateria, até que um carro buzinou pra mim... – Flash back — – Eai, gata? Quer uma carona?– Não. — digo, sem olhar para trás.– Qual é... você poderia pelo menos olhar para mim? — pergunta a voz masculina do carro, mas continuei andando, procurando alguém na rua para pedir socorro. – Angelina Andrews, você não reconhece a minha voz? — perguntou novamente. Parei de andar por ele saber meu nome. Virei-me e o olhei.– James! — gritei de alívio. — Não sabe como estou feliz de te ver aqui! – Achou que eu era algum tarado do bairro? — perguntou ele, quase não conseguindo falar de tanto rir.– Achei mesmo! — digo, emburrada, entrando no carro.– Bom, talvez isso não seja mentira. — responde James, se aproximando mais de mim do que eu esperava. Fiquei tensa e ele cai na gargalhada novamente.– Você é hilária, Angel! — diz e começa a dirigir o carro.– Fim do flash back — – Então James te salvou? — pergunta Bradley, se corroendo de ciúmes. – Sim, ao contrário de quem me colocou nessa enrascada. — responde Angel, sem dó e nem piedade. Brad fecha a cara e sobe, deixando para trás uma garota com quem realmente se preocupou pela primeira vez na vida.– Você poderia ter sido menos rígida com ele. — diz Alessandra, que observava tudo atentamente.– Sim, você não sabe como ele entrou em desespero quando eu disse que você não tinha chego ainda. Saiu correndo procurar você, com olhos lacrimejados. — diz Liza, com ar sonhador, imaginando em como seu filho havia crescido mentalmente desde que Angel chegou.– Ele continua sendo culpado. — responde Angel, apenas tentando mostrar-se com raiva de Brad, mas no fundo estava feliz por ele ter se preocupado com ela. Saber que ele se importava com ela.
Notas finais
Comentem, favoritem e recomendem se gostaram! Beijocas
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