Após a escolha

4 Um pedido. Uma surpresa


CAPÍTULO 4

Lembrei do diário de Gregory Illéa. Sera... Sera que Maxon poderia me contar mais? Sera que eu poderia ler, agora que eu era a rainha? Resolvir perguntar.

–Maxon... – me prendir nos pensamentos. Suspirei e retomei a falar – Sera que você poderia me contar mais sobre o diário de Gregory – pedi com uma voz adorável.

– Ames, preciso ser sincero com você – falou com um tom de voz triste – meu pai me pediu o diário. Pra que não sei. Logo após não sei do destino do diário. – suspirou – Mas que tal irmos procurara-los juntos?

– Você esta falando serio,Max? – Falei triunfante — Eu posso ?

– Claro! Você agora faz parte da família real, acima de tudo é rainha. É mais que justo você saber. – falou sorrindo — Acho bom começamos logo, afinal, este castelo é imenso.

– Que tal começarmos pela biblioteca real – propus

– Ótima ideia – ele concordou e me puxou correndo a caminho da biblioteca – vamos, rápido!

Ao chegar na biblioteca real resolvir começar primeiro pelas pilhas de livros que estavam expostas sobre a mesa. Enquanto Maxon procurava pelas instantes.

– ACHEI – gritei sem querer – Aqui Maxon.

– Pegue Ames – ele falou alegremente, me empurrando em direção ao diário

Queria muito saber mais sobre o diário. Mas estava curiosa e com medo, não sabia o certo o que fazer. Mas como eu poderia ser rainha e não saber o que se passou pelo meu país. Peguei. Observei um papel cair do diário. Uma carta?

– Eu pego querida – falou enquanto se abaixava para pegar a carta. Derrepente ele arregalou os olhos. Lançou um olhar assustado e admirado ao mesmo tempo.

Mil coisas me passaram pela cabeça. O que era de tão importância para deixa-lo atônito? Ficamos em silencio. Resolvi quebrar o silencio .

– O que houve Max? O que há de tão impotante? – falei me aproximando. Botei a mão em seu ombro.

– Ames é uma carta – falou surpreso – Uma carta do meu pai, America.

– Como assim Maxon? – perguntei sem entender

– É para você! – exclamou ele. Esticando a mão e me entregando a carta.

– Para mim, uma carta do seu pai? – fiquei atônita

– Abra Ames, abra – Maxon falou com um tom curioso.

–Sera... – me perdir em pensamentos – sera que devo max?

– Claro Ames. É uma carta – o interrompi – mas Maxon e se for mais uma de suas agreções ? é típico dele – lembrei dos momentos em que ele me tratou com ignorância. Falei chorosa – Não aguentaria mais humilhação, Max.

– Ames, meu amor. Eu te amo. Eu à escolhir e nada nem ninguém ira me fazer desistir de você. – ele falou enquanto passava a mão em meu rosto, limpando as minhas lagrimas – Não são palavras que irão. – ele me abraçou – O meu pai deixou esta carta com algum intuito. Como saberia que você iria buscar pelo diário? Com qual motivo colocou esta carta neste diário? Você não tem nem um pouco de curiosidade, Ames? – ele me beijou e entregou a carta nas minhas mãos e saiu da biblioteca .

Não vou negar, fiquei curiosa. Vá que fosse mais uma das aberrações do rei? Uma ofensa por uma cartar? Não duvidada nada do rei. Não aguentaria mais uma humilhação. Mas lembrei das perguntas retoricas que Maxon fez. Com qual intuito o rei escreveria uma carta, colocar no diário? Encontrei coragem. Comecei a ler.

Querida America.

Sei que com o decorrer do tempo. Acabei pegando muito no seu pé. Começamos do modo mais errado que há. Peço-lhe desculpas do modo que passei a lhe tratar. Sei que não agir corretamente ao entrevistar todas selecionadas, menos você. Do modo que falei com você após o jornal de Illhea, quando você falou do diário. Acho que à essas alturas você já sabe do segredo do príncipe, e do meu segredo. Fiquei furioso e ao mesmo tempo orgulhoso quando Maxon me enfrentou. Fiquei também desesperado quando cheguei ao abrigo e não vi Maxon, nem a senhorita. America, quando Maxon me falará que você o salvou, que você cuidou dos ferimentos que causei. Amberlly estava totalmente desesperada ao pensar que Maxon teria morrido. O que eu a diria? Que ele não estava lá, porque eu o bati. Talvez ela nunca me perdoaria. Fiquei extremamente grato ao ver maxon entrar no meu quarto, Amberlly, deu saltos de alegria. Como sempre você metida nas história, você e Maxon, sempre juntos. Maxon sempre ultrapassando os limites por você. Ele te ama, America! Ate então eu não queria aceitar.

Quando Amberlly contou que ele iria pôr um fim na seleção e a escolheria. Por fim, tinha que aceita-la. Se você dava felicidade ao meu filho e forças para ele enfrentar quem ele mais teme, Como eu poderia inferniza-la? Não seria tão baixo.

Admiro lhe muito. Como já disse, Você é muito ingênua. Só em lembrar que você ariscou sua vida para salvar suas criadas. Por mais besteira que fizerá. Defender Marlee enquanto era acoiçada. Comecei a analisar, Amberlly e Maxon estavam certos. Você tem gestos de rainha. Você tem tudo que uma rainha precisa,America. Você tem compaixão,coragem e acima de tudo ama o meu filho.

Enfim, America, Posso lhe chamar de minha nora, minha rainha? Espero que me compreenda.

Perdão.

Seu Sogro.

Clarkson

Como assim? O rei me pedindo o meu perdão? Aquele cara que tanto me infernizou que me jogou contra o próprio Maxon? Ele esta me aceitando, é isto? Não so como a esposa do seu filho e sim como rainha? Enxuguei as lagrimas ainda atônita fui para o salão das mulheres. Lembrei da seleção. Não aguentei, cair em prantos.

– O que houve America? – pergunta Marlee preucupada.

– Marlee veja com seus próprios olhos – dei a carta em suas mãos – ele me aceitou, Marlee, me aceitou. – falei com um tom de voz surpresa – me pediu perdão.

Precisava ter a certeza que não era um sonho. Precisava contar a Maxon. Ele precisava saber que eu fui aceita por seu pai.

– America! – falou Marlee surpresa – Maxon já viu isto? – ela falou apontando para carta.

– Não. Mas pretendo conta-lo hoje. De preferência após o jantar.