Após a escolha

2 Tão esperado momento


Maxon fez questão de me levar no colo ate o quarto, como tradição. Estava nervosa e imagino que ele também estava. Estávamos a caminho do nosso quarto. Sorri ao lembrar de nossas histórias.

– Do que você lembrou? – perguntou ele. Me colocando no chão

– Lembrei dos nossos primeiros beijos – sorri – lembrei de quantas vezes lhe dei bronca, gritei ou até mesmo lhe machuquei. – falei com um tom de arrependimento. — sorrimos.

Era engraçado. Quem diria que eu participaria da seleção. Eu me apaixonar por aquele garoto frio que via toda vez que assistia o jornal de Ilhea. Que aquele garoto era com que eu me casaria. Que era com ele que eu passaria o resto da minha vida

– America Singer, quem diria, de um simples príncipe para amigo, de amigo para esposo – ele falou todo sorridente.

– você leu meus pensamentos — sorrimos.

–America Singer,minha esposa. — falou com um olhar triunfante. Em seguida me beijou.

Seus beijos eram leves e delicados. Estava com medo mas eu queria. Lembrei de quando estávamos no meu quarto, a noite em que dormimos juntos, nossos beijos. Lembrei do momento em que ele me pediu em casamento.

Os beijos ficavam cada segundo mais intenso. Desci as mãos por suas costas. Dessa vez, ele não parou. Suas mãos desceram para minha cintura, senti os seus dedos desabotoarem os botões de meu vestido. Sua voz era provocante. O modo em que ele tirava o meu vestido. O modo que ele me olhava Em seguida eu comecei a desabotoar sua camisa.

– Ames, você não sabe o quanto sonhei com este momento. – suspirou

–Max... e se você não gostar? — perguntei olhando para baixo.

Estava com medo. Com medo dele não gostar. E se fosse igual ao nosso primeiro beijo?

– America, minha querida. — falou com uma voz compreensiva. Levantando o meu rosto — Eu também estou.

Estas palavras bastaram. Devagar ele cravou seus olhos no meu e me beijou ferozmente. Estávamos só de roupas intimas. Não paramos, minhas mãos foram ao seu pescoço. Maxon estava confiante. Ele me puxava para mais perto com uma mão enquanto a outra desatava o meu sutiã.

– Ames, se você não estiver pronta podemos parar. – ele falou compreensivo

– Não Max! – o beijei – por favor. — eu imploro.

Ele desabotoa sua calça e se despe devagar. Os olhos aos meus o tempo todo. Minha pele arde. Estou ofegante. Ele se deita ao meu lado e me puxa pelo quadril. Passa sua mão pela minha cintura e outra pelo meu pescoço.

– Faça o que eu mandar — ele ordena com delicadeza. Ele fica imóvel por um momento. Sua respiração é áspera.