Ao lado das cinzas da C.R.U.E.L.
1 Epílogo
Mark acordou com uma dor de cabeça terrível, como se dormisse por anos. Ele tentou abrir os olhos, mas não conseguiu: um clarão muito forte os queimava. Então era assim morrer. Ficar a eternidade deitado sem abrir os olhos. Pensou em Trina e em tudo o que tinha feito em seus últimos dias. De repente ouviu uma voz feminina o chamando:
-Mark? – era Trina!
-Trina? Onde você está? Não consigo abrir os olhos!
— Você tem que abrir os olhos. Se não, não vai conseguir abri-los nunca mais.
Mark fez um novo esforço.
— Mark – disse Trina – eu não sinto mais nada em minha cabeça, será que nós...
— Acho que sim. Vou tentar chamar o Alec. – e gritou por Alec várias e várias vezes durante horas. Tempo suficiente para sua visão voltar. Esse foi o problema: ao seu lado, jazia um esqueleto com as mesmas roupas que Alec usara no dia de sua morte.
— Será que...
-É ele. – interrompeu Mark.
-Talvez nós sobrevivemos e ele foi fazer o reconhecimento do local e devemos chamá- lo. – disse Trina. E voltou a chamar por Alec.
Então eles ouviram a voz de alguém:
-Alec nós não conhecemos nenhum. Meu nome é Minho, o do meu amigo aqui é Thomas e das duas damas é Brenda e Sonya.
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