Ao Mundo Real

13 Capítulo 8 - Carteira de Motorista? Não, hoje não!


Notas iniciais
Bom, pessoal... eu sei que passei um MILÊNIO fora do Nyah! Mas isso não é motivo para desavenças, não é? [Leva pedrada] Ok, ok ... eu deveria pedir desculpas... Deveria não! Eu devo e vou pedir desculpas. Muitas pessoas devem ter achado que eu parei de postar, mas eu ainda continuo! Pois bem, estou postando esse capítulo hoje e talvez poste o próximo sábado ou sexta, ok? Bem, ai segue o capítulo. Não sei se está muito bom, mas vamos ver o que vcs vão achar! Espero que ainda estejam acompanhando... Qualquer erro me avisem. Até lá embaixo!

Cinco e meia da manhã. Era o horário que o relógio marcava na casa dos Chasers. Dio e Sieghart, como tinham que acordar justamente a esse horário para ir trabalhar, já estavam de pé, tomando banho, escovando os dentes, etc, etc. As crianças também tinham que acordar, já que a aula começava as 7H00.

Lire – Acorda pessoal! – A loira gritou fazendo todos que estavam dormindo acordarem. Ah, e claro, para completar ela estava batendo numa panela com uma colher.

Elesis – Maldita! Que horas são? – A ruiva, esquentada como sempre, se levantou tremendamente irritada.

Lire – Érr... – Ela olhou para o relógio da sala – Seis horas.

Arme – Seis horas? – Outra que se levantou – A aula começa ás 7H00! E tem um montão de gente pra tomar banho! Eu sou a primeira! – A roxinha correu direto para o banheiro para tomar banho, porém bateu de cara na porta.

Amy – Tarde demais! – A rosada gritava de dentro do banheiro – Eu cheguei primeiro, pirralha!

Arme – Pirralha? Eu sou mais velha que você! Agora saia logo da droga do banheiro!

Lass – Que alvoroço é esse, hein? – O albino, que também havia acabado de acordar, se manifesta – Eu estou tentando dor... – Ia terminar de falar, quando é interrompido por uma ruiva esquentada tampando sua boca.

Elesis – Acha que nós também não queremos dormir? Pare de reclamar! E vá logo tomar seu banho! – A menina estava arrastando Lass pela cabeça na direção do banheiro.

Lass – O que vai fazer? A Amy está se arrumando!

Elesis – Não está mais! – Irritada, arremessa o albino na porta do banheiro, arrombando-a, revelando uma figura com cabelos rosados cantando com uma escova, olhando para o espelho.

Amy – [Gritando] Sua idiota! O que pensa que está fazendo? Eu estava me arrumando!

Elesis – Não, não estava não! Você já tinha acabado de se arrumar! Agora estava cantando em frente do espelho! – Os cabelos de Elesis pareciam que pegavam fogo.

Lire – Érr... Elesis... – A loira cutucava a amiga – Você vai logo tomar seu banho ou...

Elesis – Pode ir! [Empurrando Lire]

Lire – Mas a porta está...

A ruiva pega a porta e a coloca no lugar novamente.

Elesis – Não está mais!

Arme – Nossa... Agora eu vou comer cereal...

Amy – Eu também... – A menina ainda estava assustada pelo que aconteceu.

Elesis – Vão mesmo!

Todos os adolescentes desceram para tomar café, e logo após Lire terminar, tomarem banho. Sentaram-se a mesa e serviram-se rapidamente, para não ter mais nenhum imprevisto com certa ruiva. Lire terminou de tomar banho e, quando abriu a porta do banheiro, uma figura de cabelos roxos adentrou rapidamente o local, trancando a porta logo em seguida.

Arme – Minha vez! – Gritou de dentro do banheiro.

Depois de todos os adolescentes tomarem banho, eles foram para a escola.

[Enquanto isso com Sieg e Dio]

Dio – Sieghart, seu maldito! Me ajuda aqui! – Como sempre, o restaurante estava cheio. Dio estava indo de um lado para o outro, tentando atender todos os clientes.

Sieg – Acha que está fácil aqui, maldito velho? Nós acordamos em cima do horário, e, ainda por cima, demoramos a chegar ao trabalho!

Gerente – Vocês não ter carro? – O dono do restaurante apareceu do nada.

Dio – Carro? E fala sério, esse cara não sabe falar direito?

Gerente – Sim, sim. Carro. Vocês não ter carro?

Sieg – Não. A gente não tem carro... Acho que não temos nem... Como aquilo se chama? Ah, carteira de motorista!

Gerente – Vocês não ter carteira de motorista? Que tipos de adultos vocês ser? – Perguntava o dono.

Dio – É que chegamos recentemente ness... – Sieg percebeu que Dio iria falar besteira e tampo sua boca.

Sieg – O que ele quis dizer é que... Nunca fizemos esse teste... – Tentou explicar-se com um sorriso enorme em seu rosto.

Gerente – Hum... – O gerente pareceu refletir sobre isso – Hoje, após terminarem o expediente, vocês vão tirar sua carteira de motorista.

Dio – Mas é que...

Gerente – Sem mais! Tirar carteira! Essa tarde!

Sieg – Mas não acha que vai ficar muito tarde?

Gerente – Ter razão... Então amanhã vocês irão tirar a carteira de motorista de vocês! Amanhã! – Gritou, empurrando os dois de volta ao trabalho.

[Com os adolescentes]

Lire – Elesis... Estão todos olhando – A garota estava envergonhada com toda aquela situação. Elesis, a nova protetora dos nerds da escola, estava, simplesmente, espancando um valentão. Nossa, naquela escola havia muitos.

Elesis – E agora? O que vai fazer hein, rolha de poço? – A ruiva estava segurando o brutamonte pela gola da camisa.

Amy – Isso! Bate nele! Espanca ele! Destrói a... [Boca sendo tampada]

Lire – Amy! O que é isso? Precisamos parar com esse pavio-curto da Elesis!

Arme – Ah, vamos deixar a esquentada fazer o que quiser... – Se intrometia a roxinha – Ela agora é a nova guardiã dos CDF’s da escola...

Amy – O que é CDF? – Indagava a outra garota que, por acaso, estava prestando atenção dessa vez.

Arme – Nerds, Amy... CDF’s são nerds... – Explicou.

Amy – Ah, bom!

O tumulto se agravava cada vez mais. Uma roda de pessoas começava a se formar em volta da ruiva e do valentão. Com o imenso barulho das pessoas gritando “briga, briga”, o diretor acabou se dirigindo a direção do “conflito”.

Elesis – Bem, eu vou te dar só mais uma chance! Vai pedir desculpas para aqueles nerds?

Valentão – Nunca! – Ele se negava a fazer qualquer coisa que uma garota pedisse. Ainda mais uma com mais força do que ele.

Diretor – Mocinha! – O diretor havia acabado de chegar à cena do “conflito” – Você tem que soltar esse garoto agora!

Elesis – Ele não me deu outra escolha! Ele atormentou meus amigos nerds! E agora irá pagar!

Diretor – Senhorita Elesis! Irei contar até três para você largar esse garoto... – Advertiu o diretor – Um... – Mas a garota não o ouvia – Dois... – Ela continuava segurando o garoto – Três!

Elesis – Ele não pediu desculpas! – Com a força que tinha, Elesis acabou por arremessar o brutamonte na direção da parede, fazendo uma pequena rachadura nela, por causa do peso do valentão e também pela força da ruiva.

Diretor – Muito bem! Essa é sua segunda advertência! O que significa suspensão! – Gritou.

Lire – Suspensão? Elesis, você não pode ser suspensa! Amanhã tem uma prova importante!

Elesis – Que se dane... – Ela limpou as mãos e deu de ombros – Pelo menos eu ensinei aquele valentão quem é que manda.

Arme – Droga... Ela era a minha dupla pra prova de amanhã...

Amy – Agora não é mais... Que pena. A propósito, eu estou sem dupla pra prova de amanhã! Que tal fazermos uma dupla?

Arme – É... Se eu ia fazer uma dupla com aquela ruiva desmiolada, eu posso fazer dupla com você também – A roxinha sorriu.

Amy – Ah, bom! – Depois de uns 20 segundos, Amy percebeu que aquilo não tinha sido bem um elogio.

Jin – Agora temos que ir pra aula!

Lin – Também acho... Temos que entregar o trabalho que o senhor Miltonsvaldo passou – Explicou.

Ryan – [Brotando do nada] E ai, pessoal!

Amy – [Se assustando] De onde você saiu?

Ryan – Ah, e que o autor ali tinha me esquecido... Mas agora eu tô de volta à ativa!

Arme – Ah, certo... Agora que tal irmos pra aula?

Ryan – Do Sr.Miltonsvaldo? Claro!

Lass – Mas que diabo de nome é esse?

Lire – Esqueça...

Amy – Vai ver a mãe dele era doente... Sei lá!

Lire – Amy!

Amy – Mas só estou dizendo a verdade...

[Com Mari e Bender]

Bender – Não estou interessado em trabalhar! Portanto irei cair fora desse estabelecimento precário!

Gerente – Mas que droga! Marina, esse robô que você construiu não serve pra nada! – O gerente estava a ponto de explodir. Só fazia cinco minutos que Bender estava “trabalhando” ali e ele já tinha insultado 16 clientes, expulsado a pontapés 12 e destruído dois computadores.

Mari – É Mari! E garanto que ele só está um pouco... Preguiçoso hoje! – Tentou explicar a garota – Eu acho que ele tem grande potencial e... – Ela olhou para o robô, que havia acabado de beber mais uma cerveja – Outra cerveja?

Bender – Calada, garota! Eu bebo quantas cervejas eu quiser beber! Você não manda em mim! – Resmungou o robô alcoólatra.

Mari – Eu criei você! E posso muito bem te desconstruir! – Ameaçou a azulada.

Bender – Isso se você conseguir me pegar! – E saiu correndo.

Mari – Volte aqui!

Bender – Não, obrigado!

Bem, o dia estava quase acabando. Dio e Sieg já estavam saindo do restaurante, Ronan estava arrumando seu material de professor também, Edel não havia conseguido arrumar um emprego para ela, Mari havia chegado também e Zero estava cansado de outro dia de trabalho, mas psicologicamente do que fisicamente. E as crianças já estavam em casa a essa hora.

Elesis – Muito bem, seus vagabundos! Agora podem passar o dinheiro para cá! – Estendeu a mão para pegar a grana dos adultos.

Dio e Sieg – Conseguimos vinte e quatro dólares...

Amy – [Olhos brilhando] Cada um?

Dio e Sieg – Os dois...

Amy – [Brilho apagado] Bom, dêem o dinheiro á ruiva esquentada ali para que ela possa colocar no nosso cofre.

Sieg – Aqui... – Ele entregou o dinheiro dele e de Dio para Elesis.

Mari – Aqui está! Quinhentos dólares! – Ela estendeu a mão – Eu teria conseguido mais se certo robô não tivesse feito o que fez.

Elesis – Eu falei que ele era um problema! Um grande e bêbado problema!

Mari – Detesto ter que admitir, mas... Você estava certa.

Elesis – Eu falei!

Zero – Bom, hoje não teve muito trabalho... – Ele estendeu a mão e entregou á Elesis cinco mil dólares.

Amy – Cinco mil? Imagina se tivesse tido trabalho!

Lire – Incrível como conseguimos nos adaptar tão bem a esse mundo! – Comentou.

Sieg – Érr... Mas ainda tem uma coisa que devemos fazer para nos adaptarmos melhor...

Lire – E o que seria?

Sieg e Dio – Tirar nossa carteira de motorista!

Elesis – Carteira de motorista? Tipo para dirigir um carro? – A ruiva despencou no chão de tanto rir – Os dois idosos vão tirar suas carteiras agora?

Sieg – Em Ernas não precisávamos dirigir! E era melhor assim! Mas, nesse mundo, precisamos ter um carro para nos deslocarmos melhor! Entendeu?

Elesis – Mas é claro que sim! – Ela fez desdém – Aliás, por que não tiram suas licenças para a festinha do chá? Podem comprar vestidinhos combinando e convidar suas amiguinhas para se deliciar com saborosos biscoitinhos que eu mesmo irei preparar – A garota começava a saltitar pela sala.

Sieg – Ruivinha! Isso é sério! – Gritou.

Elesis – Mas eu também estou falando sério, cadáver – Agora ela espalhava pétalas de rosas por toda a casa.

Amy – Aonde ela arrumou aquelas pétalas?

Arme – Aonde ela arrumou aquela cesta?!

Elesis – Poderiam também comprar carrinhos rosinhas para, quando forem trabalhar, as pessoas falarem o quão são bonitos seus carrinhos cor-de-rosa.

Lire – Agora já chega – A loira começava a puxar Elesis.

Elesis – E não se esqueçam do chá!

Sieg – Muito bem... Agora iremos descansar – Falou já subindo as escadas.

Amy – Mas ainda são seis horas!

Sieg – Dane-se! Estamos cansados!

Dio – É! E amanhã bem cedo temos que ir tirar nossas malditas carteiras!

Arme – Legal... Agora vamos ter dois motoristas na casa! Pra nos levar para onde quisermos! – Comemorou.

Elesis – [Brotando do nada] Claro! E eles vão poder nos servir deliciosos chás em seus lindos carros cor-de-rosa.

Ryan – Elesis, isso já encheu!

Elesis – Talvez eu esteja falando assim por que eu não consiga parar. Me ajude, Ryan, sua amiga tem sérios problemas mentais.

Lass – Mas que droga...

Lin – Pessoal, que tal irmos assistir TV?

Ryan – Ótima idéia... Só não deixe essa lunática aqui sentar perto de mim [Apontando pra Elesis]

Todos, menos Sieghart e Dio, se dirigiram a sala para poderem assistir TV. Ficaram vendo vários programas engraçados e conversando sobre eles. O tempo passou tão rápido que, quando viram, já eram 22h00min e precisavam ir dormir para no outro dia irem trabalhar e estudar.

[Na manhã seguinte]

Os olhos do imortal abriram-se vagarosamente, revelando um quarto meio claro, iluminado pelo sol da manhã. Deduziu pela claridade que poderia ser quase cinco horas da manhã. Num pulo repentino, saiu da cama e foi acordar o “asmodiano”.

Sieg – Dio! Acorda seu saco de carne roxo! Bem, você não é mais roxo! – Gritava enquanto sacudia o outro.

Dio – Me deixa... Eu ainda quero dormir por mais alguns minutos... – Resmungava o ex asmodiano com voz de sono.

Sieg – Acorda! – O moreno puxou os lençóis que cobriam Dio, arremessando-o ao chão.

Dio – Maldito! Como ousa me rumar no chão?! – Reclamava, gritando mais alto que qualquer outra pessoa gritou na vida.

Sieg – Temos que tirar nossa carteira de motorista!

Dio – Mas enquanto ao trabalho?

Sieg – Ele nos deu a manhã de folga, lembra? Para a gente tirar nossa carta!

Dio – Ah, maldição! É mesmo! Melhor irmos logo!

[Chegando à auto-escola]

Dio – Bom, aqui estamos... Onde estão os instrutores? – Assim que Dio terminou de falar, duas pessoas saíram das sombras – Ah, demônios!

Melissa – Ah, que é isso! Não somos tão maus assim! – Uma mulher de cabelos cacheados castanhos e olhos da mesma cor, se pronunciou. Seu nome era Melissa.

Armond – Está certa – Outra figura se pronunciou. Era um idoso. Seu nome era Armond.

Melissa – Seremos seus instrutores!

Dio – Ah, claro...

Sieg – Que legal! E é você que vai ser minha instrutora? – O moreno se aproximou de Melissa.

Melissa – Não – Ela puxou Armond – É ele que será seu instrutor! Eu vou ser a instrutora do esquisitão ali.

Dio – Do que você me chamou?

Armond – Bom, vamos entrar nos carros.

Melissa – Certo! – A mulher se dirigiu a um carro vermelho que estava bem ao lado dela. Sentou-se no banco de passageiro e esperou Dio entrar – Vamos! Eu não mordo! – Deu alguns tapas no banco do motorista, avisando que era para Dio se sentar.

Dio – Claro... – Ele estava meio sem jeito. Entrou e se sentou – “Essa mulher parece muito burra para me ensinar alguma coisa...” – Pensou.

Do nada a expressão serena de Melissa se transformou completamente, mudando para uma expressão ameaçadora.

Melissa – Escute bem! Você vai fazer tudo que eu mandar! – Ela gritou e Dio se assustou – Agora coloque a droga do cinto e vamos lá!

Dio – C-Certo... – Estava assustado com a mudança súbita de personalidade da mulher – “Talvez ela seja bipolar” – Pensou já colocando o cinto de segurança.

Melissa – Agora vamos lá! – Ela pisou com toda a força no pedal de acelerar.

[Com Sieg]

Armond – Bem, vamos começar? – Perguntou gentilmente.

Sieg – Claro! – Respondeu com um sorriso no rosto – E então, como começamos?

Armond – Primeiro coloque o cinto de segurança.

Sieg – Certo... O cinto... – Ele tentava achar o tal “cinto de segurança” – “Afinal, o que diabos é um cinto de segurança?” – Pensou. Estava completamente perdido. Não tinha a menor idéia de como começar.

Armond – Aqui está – Ele ajudou Sieg puxando o cinto e o ajeitando.

Sieg – Ah, obrigado! E agora?

Armond – Damos a ré...

Sieg – Ré? Certo, a ré! Ré, ré, ré... – Tentava procurar o que seria essa tal de “ré”.

Armond – Ali está – Apontou para o pedal de dar a ré.

Sieg – Ah, ok... É só pisar certo?

Armond – Sim. Mas tem que ir deva... – Mal terminou de falar e o moreno pisou no pedal com toda a força que podia, fazendo o carro ir a toda velocidade para trás – Não! Não! Devagar! Por favor, vá devagar!

Sieg – Certo! Certo! Agora o que temos que fazer?

Armond – Tirar o pé do pedal! – Ele puxou a perna de Sieg, fazendo o carro parar – Ufa...

Sieg – Valeu... – O moreno olhou para outro pedal que ficava do lado do pedal da ré – Pra que serve esse aqui? – E, sem pensar duas vezes, pisou nesse pedal também, fazendo o carro ir a toda velocidade para frente.

[Com Dio]

Dio – “Essa mulher quer me matar! Ela vai me matar!” – Melissa não deixava Dio tirar o pé do acelerador de jeito nenhum.

Melissa – Continue assim! Você vai longe!

Dio – Eu vou longe pro inferno! Só se for! Precisamos parar! Podemos bater em outros carros!

Melissa – Não se preocupe! Eu já trabalho há muito tempo aqui! E nunca aconteceu nenhum acidente!

[Com Sieg]

Armond – Para! Para! Vamos morrer desse jeito! – O senhor não parava de gritar.

Sieg – Não se preocupe! Não iremos morrer! – Só que, na mesma hora, Sieghart acabou por atravessar uma rua e, do outro lado, vinha Dio a toda velocidade.

Armond/Dio – Vamos bater! – Os dois gritaram ao mesmo tempo.

Dio e Sieg não pensaram duas vezes. Cada um pegou seu instrutor e pulou do carro, deixando os dois carros colidirem e explodirem.

Sieg – Esses carros não são seguros...

Dio – Com certeza não... – Concordou – Mas, mudando de assunto, passamos no teste?

Melissa/Armond – Passar? Vocês não passaram! E nem nunca passarão!

[Chegando em casa]

Elesis – E ai, conseguiram tirar as carteiras de motorista para dirigir seus carrinhos cor-de-rosa? – A garota não parava com isso.

Dio/Sieg – Precisamos mesmo responder?

Amy/Arme – E ai, passaram?

Dio/Sieg – Vamos dormir... Boa noite...

E assim, termina o dia dos dois. Não conseguiram a carta de motorista, mas pelo menos ainda continuam vivos. E isso é o que importa, não é?

Notas finais
E ai, o que acharam? A ideia pra esse capítulo eu tirei de um Ep de DBZ. :P Eu sei que a quantidade de palavras não está muito boa... devido a demora que eu tive para postar. Só que, como eu já disse, não tive muitas ideias para esse capítulo. Mas o próximo sairá bom! Eu prometo! Espero que algumas pessoas ainda estejam acompanhando e que comentem dizendo o que acharam. Até o próximo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.