Ao Mundo Real
13 Capítulo 8 - Carteira de Motorista? Não, hoje não!
Notas iniciais
Cinco e meia da manhã. Era o horário que o relógio marcava na casa dos Chasers. Dio e Sieghart, como tinham que acordar justamente a esse horário para ir trabalhar, já estavam de pé, tomando banho, escovando os dentes, etc, etc. As crianças também tinham que acordar, já que a aula começava as 7H00.
Lire – Acorda pessoal! – A loira gritou fazendo todos que estavam dormindo acordarem. Ah, e claro, para completar ela estava batendo numa panela com uma colher.
Elesis – Maldita! Que horas são? – A ruiva, esquentada como sempre, se levantou tremendamente irritada.
Lire – Érr... – Ela olhou para o relógio da sala – Seis horas.
Arme – Seis horas? – Outra que se levantou – A aula começa ás 7H00! E tem um montão de gente pra tomar banho! Eu sou a primeira! – A roxinha correu direto para o banheiro para tomar banho, porém bateu de cara na porta.
Amy – Tarde demais! – A rosada gritava de dentro do banheiro – Eu cheguei primeiro, pirralha!
Arme – Pirralha? Eu sou mais velha que você! Agora saia logo da droga do banheiro!
Lass – Que alvoroço é esse, hein? – O albino, que também havia acabado de acordar, se manifesta – Eu estou tentando dor... – Ia terminar de falar, quando é interrompido por uma ruiva esquentada tampando sua boca.
Elesis – Acha que nós também não queremos dormir? Pare de reclamar! E vá logo tomar seu banho! – A menina estava arrastando Lass pela cabeça na direção do banheiro.
Lass – O que vai fazer? A Amy está se arrumando!
Elesis – Não está mais! – Irritada, arremessa o albino na porta do banheiro, arrombando-a, revelando uma figura com cabelos rosados cantando com uma escova, olhando para o espelho.
Amy – [Gritando] Sua idiota! O que pensa que está fazendo? Eu estava me arrumando!
Elesis – Não, não estava não! Você já tinha acabado de se arrumar! Agora estava cantando em frente do espelho! – Os cabelos de Elesis pareciam que pegavam fogo.
Lire – Érr... Elesis... – A loira cutucava a amiga – Você vai logo tomar seu banho ou...
Elesis – Pode ir! [Empurrando Lire]
Lire – Mas a porta está...
A ruiva pega a porta e a coloca no lugar novamente.
Elesis – Não está mais!
Arme – Nossa... Agora eu vou comer cereal...
Amy – Eu também... – A menina ainda estava assustada pelo que aconteceu.
Elesis – Vão mesmo!
Todos os adolescentes desceram para tomar café, e logo após Lire terminar, tomarem banho. Sentaram-se a mesa e serviram-se rapidamente, para não ter mais nenhum imprevisto com certa ruiva. Lire terminou de tomar banho e, quando abriu a porta do banheiro, uma figura de cabelos roxos adentrou rapidamente o local, trancando a porta logo em seguida.
Arme – Minha vez! – Gritou de dentro do banheiro.
Depois de todos os adolescentes tomarem banho, eles foram para a escola.
[Enquanto isso com Sieg e Dio]
Dio – Sieghart, seu maldito! Me ajuda aqui! – Como sempre, o restaurante estava cheio. Dio estava indo de um lado para o outro, tentando atender todos os clientes.
Sieg – Acha que está fácil aqui, maldito velho? Nós acordamos em cima do horário, e, ainda por cima, demoramos a chegar ao trabalho!
Gerente – Vocês não ter carro? – O dono do restaurante apareceu do nada.
Dio – Carro? E fala sério, esse cara não sabe falar direito?
Gerente – Sim, sim. Carro. Vocês não ter carro?
Sieg – Não. A gente não tem carro... Acho que não temos nem... Como aquilo se chama? Ah, carteira de motorista!
Gerente – Vocês não ter carteira de motorista? Que tipos de adultos vocês ser? – Perguntava o dono.
Dio – É que chegamos recentemente ness... – Sieg percebeu que Dio iria falar besteira e tampo sua boca.
Sieg – O que ele quis dizer é que... Nunca fizemos esse teste... – Tentou explicar-se com um sorriso enorme em seu rosto.
Gerente – Hum... – O gerente pareceu refletir sobre isso – Hoje, após terminarem o expediente, vocês vão tirar sua carteira de motorista.
Dio – Mas é que...
Gerente – Sem mais! Tirar carteira! Essa tarde!
Sieg – Mas não acha que vai ficar muito tarde?
Gerente – Ter razão... Então amanhã vocês irão tirar a carteira de motorista de vocês! Amanhã! – Gritou, empurrando os dois de volta ao trabalho.
[Com os adolescentes]
Lire – Elesis... Estão todos olhando – A garota estava envergonhada com toda aquela situação. Elesis, a nova protetora dos nerds da escola, estava, simplesmente, espancando um valentão. Nossa, naquela escola havia muitos.
Elesis – E agora? O que vai fazer hein, rolha de poço? – A ruiva estava segurando o brutamonte pela gola da camisa.
Amy – Isso! Bate nele! Espanca ele! Destrói a... [Boca sendo tampada]
Lire – Amy! O que é isso? Precisamos parar com esse pavio-curto da Elesis!
Arme – Ah, vamos deixar a esquentada fazer o que quiser... – Se intrometia a roxinha – Ela agora é a nova guardiã dos CDF’s da escola...
Amy – O que é CDF? – Indagava a outra garota que, por acaso, estava prestando atenção dessa vez.
Arme – Nerds, Amy... CDF’s são nerds... – Explicou.
Amy – Ah, bom!
O tumulto se agravava cada vez mais. Uma roda de pessoas começava a se formar em volta da ruiva e do valentão. Com o imenso barulho das pessoas gritando “briga, briga”, o diretor acabou se dirigindo a direção do “conflito”.
Elesis – Bem, eu vou te dar só mais uma chance! Vai pedir desculpas para aqueles nerds?
Valentão – Nunca! – Ele se negava a fazer qualquer coisa que uma garota pedisse. Ainda mais uma com mais força do que ele.
Diretor – Mocinha! – O diretor havia acabado de chegar à cena do “conflito” – Você tem que soltar esse garoto agora!
Elesis – Ele não me deu outra escolha! Ele atormentou meus amigos nerds! E agora irá pagar!
Diretor – Senhorita Elesis! Irei contar até três para você largar esse garoto... – Advertiu o diretor – Um... – Mas a garota não o ouvia – Dois... – Ela continuava segurando o garoto – Três!
Elesis – Ele não pediu desculpas! – Com a força que tinha, Elesis acabou por arremessar o brutamonte na direção da parede, fazendo uma pequena rachadura nela, por causa do peso do valentão e também pela força da ruiva.
Diretor – Muito bem! Essa é sua segunda advertência! O que significa suspensão! – Gritou.
Lire – Suspensão? Elesis, você não pode ser suspensa! Amanhã tem uma prova importante!
Elesis – Que se dane... – Ela limpou as mãos e deu de ombros – Pelo menos eu ensinei aquele valentão quem é que manda.
Arme – Droga... Ela era a minha dupla pra prova de amanhã...
Amy – Agora não é mais... Que pena. A propósito, eu estou sem dupla pra prova de amanhã! Que tal fazermos uma dupla?
Arme – É... Se eu ia fazer uma dupla com aquela ruiva desmiolada, eu posso fazer dupla com você também – A roxinha sorriu.
Amy – Ah, bom! – Depois de uns 20 segundos, Amy percebeu que aquilo não tinha sido bem um elogio.
Jin – Agora temos que ir pra aula!
Lin – Também acho... Temos que entregar o trabalho que o senhor Miltonsvaldo passou – Explicou.
Ryan – [Brotando do nada] E ai, pessoal!
Amy – [Se assustando] De onde você saiu?
Ryan – Ah, e que o autor ali tinha me esquecido... Mas agora eu tô de volta à ativa!
Arme – Ah, certo... Agora que tal irmos pra aula?
Ryan – Do Sr.Miltonsvaldo? Claro!
Lass – Mas que diabo de nome é esse?
Lire – Esqueça...
Amy – Vai ver a mãe dele era doente... Sei lá!
Lire – Amy!
Amy – Mas só estou dizendo a verdade...
[Com Mari e Bender]
Bender – Não estou interessado em trabalhar! Portanto irei cair fora desse estabelecimento precário!
Gerente – Mas que droga! Marina, esse robô que você construiu não serve pra nada! – O gerente estava a ponto de explodir. Só fazia cinco minutos que Bender estava “trabalhando” ali e ele já tinha insultado 16 clientes, expulsado a pontapés 12 e destruído dois computadores.
Mari – É Mari! E garanto que ele só está um pouco... Preguiçoso hoje! – Tentou explicar a garota – Eu acho que ele tem grande potencial e... – Ela olhou para o robô, que havia acabado de beber mais uma cerveja – Outra cerveja?
Bender – Calada, garota! Eu bebo quantas cervejas eu quiser beber! Você não manda em mim! – Resmungou o robô alcoólatra.
Mari – Eu criei você! E posso muito bem te desconstruir! – Ameaçou a azulada.
Bender – Isso se você conseguir me pegar! – E saiu correndo.
Mari – Volte aqui!
Bender – Não, obrigado!
Bem, o dia estava quase acabando. Dio e Sieg já estavam saindo do restaurante, Ronan estava arrumando seu material de professor também, Edel não havia conseguido arrumar um emprego para ela, Mari havia chegado também e Zero estava cansado de outro dia de trabalho, mas psicologicamente do que fisicamente. E as crianças já estavam em casa a essa hora.
Elesis – Muito bem, seus vagabundos! Agora podem passar o dinheiro para cá! – Estendeu a mão para pegar a grana dos adultos.
Dio e Sieg – Conseguimos vinte e quatro dólares...
Amy – [Olhos brilhando] Cada um?
Dio e Sieg – Os dois...
Amy – [Brilho apagado] Bom, dêem o dinheiro á ruiva esquentada ali para que ela possa colocar no nosso cofre.
Sieg – Aqui... – Ele entregou o dinheiro dele e de Dio para Elesis.
Mari – Aqui está! Quinhentos dólares! – Ela estendeu a mão – Eu teria conseguido mais se certo robô não tivesse feito o que fez.
Elesis – Eu falei que ele era um problema! Um grande e bêbado problema!
Mari – Detesto ter que admitir, mas... Você estava certa.
Elesis – Eu falei!
Zero – Bom, hoje não teve muito trabalho... – Ele estendeu a mão e entregou á Elesis cinco mil dólares.
Amy – Cinco mil? Imagina se tivesse tido trabalho!
Lire – Incrível como conseguimos nos adaptar tão bem a esse mundo! – Comentou.
Sieg – Érr... Mas ainda tem uma coisa que devemos fazer para nos adaptarmos melhor...
Lire – E o que seria?
Sieg e Dio – Tirar nossa carteira de motorista!
Elesis – Carteira de motorista? Tipo para dirigir um carro? – A ruiva despencou no chão de tanto rir – Os dois idosos vão tirar suas carteiras agora?
Sieg – Em Ernas não precisávamos dirigir! E era melhor assim! Mas, nesse mundo, precisamos ter um carro para nos deslocarmos melhor! Entendeu?
Elesis – Mas é claro que sim! – Ela fez desdém – Aliás, por que não tiram suas licenças para a festinha do chá? Podem comprar vestidinhos combinando e convidar suas amiguinhas para se deliciar com saborosos biscoitinhos que eu mesmo irei preparar – A garota começava a saltitar pela sala.
Sieg – Ruivinha! Isso é sério! – Gritou.
Elesis – Mas eu também estou falando sério, cadáver – Agora ela espalhava pétalas de rosas por toda a casa.
Amy – Aonde ela arrumou aquelas pétalas?
Arme – Aonde ela arrumou aquela cesta?!
Elesis – Poderiam também comprar carrinhos rosinhas para, quando forem trabalhar, as pessoas falarem o quão são bonitos seus carrinhos cor-de-rosa.
Lire – Agora já chega – A loira começava a puxar Elesis.
Elesis – E não se esqueçam do chá!
Sieg – Muito bem... Agora iremos descansar – Falou já subindo as escadas.
Amy – Mas ainda são seis horas!
Sieg – Dane-se! Estamos cansados!
Dio – É! E amanhã bem cedo temos que ir tirar nossas malditas carteiras!
Arme – Legal... Agora vamos ter dois motoristas na casa! Pra nos levar para onde quisermos! – Comemorou.
Elesis – [Brotando do nada] Claro! E eles vão poder nos servir deliciosos chás em seus lindos carros cor-de-rosa.
Ryan – Elesis, isso já encheu!
Elesis – Talvez eu esteja falando assim por que eu não consiga parar. Me ajude, Ryan, sua amiga tem sérios problemas mentais.
Lass – Mas que droga...
Lin – Pessoal, que tal irmos assistir TV?
Ryan – Ótima idéia... Só não deixe essa lunática aqui sentar perto de mim [Apontando pra Elesis]
Todos, menos Sieghart e Dio, se dirigiram a sala para poderem assistir TV. Ficaram vendo vários programas engraçados e conversando sobre eles. O tempo passou tão rápido que, quando viram, já eram 22h00min e precisavam ir dormir para no outro dia irem trabalhar e estudar.
[Na manhã seguinte]
Os olhos do imortal abriram-se vagarosamente, revelando um quarto meio claro, iluminado pelo sol da manhã. Deduziu pela claridade que poderia ser quase cinco horas da manhã. Num pulo repentino, saiu da cama e foi acordar o “asmodiano”.
Sieg – Dio! Acorda seu saco de carne roxo! Bem, você não é mais roxo! – Gritava enquanto sacudia o outro.
Dio – Me deixa... Eu ainda quero dormir por mais alguns minutos... – Resmungava o ex asmodiano com voz de sono.
Sieg – Acorda! – O moreno puxou os lençóis que cobriam Dio, arremessando-o ao chão.
Dio – Maldito! Como ousa me rumar no chão?! – Reclamava, gritando mais alto que qualquer outra pessoa gritou na vida.
Sieg – Temos que tirar nossa carteira de motorista!
Dio – Mas enquanto ao trabalho?
Sieg – Ele nos deu a manhã de folga, lembra? Para a gente tirar nossa carta!
Dio – Ah, maldição! É mesmo! Melhor irmos logo!
[Chegando à auto-escola]
Dio – Bom, aqui estamos... Onde estão os instrutores? – Assim que Dio terminou de falar, duas pessoas saíram das sombras – Ah, demônios!
Melissa – Ah, que é isso! Não somos tão maus assim! – Uma mulher de cabelos cacheados castanhos e olhos da mesma cor, se pronunciou. Seu nome era Melissa.
Armond – Está certa – Outra figura se pronunciou. Era um idoso. Seu nome era Armond.
Melissa – Seremos seus instrutores!
Dio – Ah, claro...
Sieg – Que legal! E é você que vai ser minha instrutora? – O moreno se aproximou de Melissa.
Melissa – Não – Ela puxou Armond – É ele que será seu instrutor! Eu vou ser a instrutora do esquisitão ali.
Dio – Do que você me chamou?
Armond – Bom, vamos entrar nos carros.
Melissa – Certo! – A mulher se dirigiu a um carro vermelho que estava bem ao lado dela. Sentou-se no banco de passageiro e esperou Dio entrar – Vamos! Eu não mordo! – Deu alguns tapas no banco do motorista, avisando que era para Dio se sentar.
Dio – Claro... – Ele estava meio sem jeito. Entrou e se sentou – “Essa mulher parece muito burra para me ensinar alguma coisa...” – Pensou.
Do nada a expressão serena de Melissa se transformou completamente, mudando para uma expressão ameaçadora.
Melissa – Escute bem! Você vai fazer tudo que eu mandar! – Ela gritou e Dio se assustou – Agora coloque a droga do cinto e vamos lá!
Dio – C-Certo... – Estava assustado com a mudança súbita de personalidade da mulher – “Talvez ela seja bipolar” – Pensou já colocando o cinto de segurança.
Melissa – Agora vamos lá! – Ela pisou com toda a força no pedal de acelerar.
[Com Sieg]
Armond – Bem, vamos começar? – Perguntou gentilmente.
Sieg – Claro! – Respondeu com um sorriso no rosto – E então, como começamos?
Armond – Primeiro coloque o cinto de segurança.
Sieg – Certo... O cinto... – Ele tentava achar o tal “cinto de segurança” – “Afinal, o que diabos é um cinto de segurança?” – Pensou. Estava completamente perdido. Não tinha a menor idéia de como começar.
Armond – Aqui está – Ele ajudou Sieg puxando o cinto e o ajeitando.
Sieg – Ah, obrigado! E agora?
Armond – Damos a ré...
Sieg – Ré? Certo, a ré! Ré, ré, ré... – Tentava procurar o que seria essa tal de “ré”.
Armond – Ali está – Apontou para o pedal de dar a ré.
Sieg – Ah, ok... É só pisar certo?
Armond – Sim. Mas tem que ir deva... – Mal terminou de falar e o moreno pisou no pedal com toda a força que podia, fazendo o carro ir a toda velocidade para trás – Não! Não! Devagar! Por favor, vá devagar!
Sieg – Certo! Certo! Agora o que temos que fazer?
Armond – Tirar o pé do pedal! – Ele puxou a perna de Sieg, fazendo o carro parar – Ufa...
Sieg – Valeu... – O moreno olhou para outro pedal que ficava do lado do pedal da ré – Pra que serve esse aqui? – E, sem pensar duas vezes, pisou nesse pedal também, fazendo o carro ir a toda velocidade para frente.
[Com Dio]
Dio – “Essa mulher quer me matar! Ela vai me matar!” – Melissa não deixava Dio tirar o pé do acelerador de jeito nenhum.
Melissa – Continue assim! Você vai longe!
Dio – Eu vou longe pro inferno! Só se for! Precisamos parar! Podemos bater em outros carros!
Melissa – Não se preocupe! Eu já trabalho há muito tempo aqui! E nunca aconteceu nenhum acidente!
[Com Sieg]
Armond – Para! Para! Vamos morrer desse jeito! – O senhor não parava de gritar.
Sieg – Não se preocupe! Não iremos morrer! – Só que, na mesma hora, Sieghart acabou por atravessar uma rua e, do outro lado, vinha Dio a toda velocidade.
Armond/Dio – Vamos bater! – Os dois gritaram ao mesmo tempo.
Dio e Sieg não pensaram duas vezes. Cada um pegou seu instrutor e pulou do carro, deixando os dois carros colidirem e explodirem.
Sieg – Esses carros não são seguros...
Dio – Com certeza não... – Concordou – Mas, mudando de assunto, passamos no teste?
Melissa/Armond – Passar? Vocês não passaram! E nem nunca passarão!
[Chegando em casa]
Elesis – E ai, conseguiram tirar as carteiras de motorista para dirigir seus carrinhos cor-de-rosa? – A garota não parava com isso.
Dio/Sieg – Precisamos mesmo responder?
Amy/Arme – E ai, passaram?
Dio/Sieg – Vamos dormir... Boa noite...
E assim, termina o dia dos dois. Não conseguiram a carta de motorista, mas pelo menos ainda continuam vivos. E isso é o que importa, não é?
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