Ao Mundo Real

3 Capítulo 2 - Ao Trabalho, Vagabundos!


Notas iniciais
Então, eu estou com uma ENORME imaginação para postar capítulos dessa FanFic ( aos acompanhantes de ''A Saga dos Deuses, não se preocupem, irei postar quando minha imaginação tiver ideias de batalhas >.< ) . Já que tive comentários, vou caprichar nesse capítulo! Curtam e comentem!!!

Elesis — Então, é isso, não é? [Olhando pra Arme]

Arme — Claro. O que mais podemos fazer?

Lupus — [Pigarro] Eu tenho uma sugestão [Sentado numa moto] Eu não vou trabalhar coisa nenhuma! Eu vou sair mundo a fora me aventurando! Quem vem comigo?

Rey — Eu vou! [Pulando na moto] Tchauzinho, otários!

E assim, Lupus e Rey saíram mundo a fora com a moto do rapaz.

Elesis — Mas, mas...

Amy — Aonde ele arranjou aquela moto? Porque, fala sério, nós não temos dinheiro aqui!

Edel — Ele roubou aquela moto...

Dio — Como se não soubéssemos que ele faria isso! Aposto que o seu irmãozinho irá seguir seus passos! [Apontando pra Lass]

Lass — E-eu? Eu não sou igual a ele! E nunca serei!

Amy — Ah, é? Então, onde arranjou esse celular? [Apontando pro celular]

Lass — [Escondendo o celular] Que celular? Eu não sei de nada! Foi a Elesis!

Elesis — Eu?! Eu não fiz nada!

Lire — Calem a boca todos vocês! Não já basta?

Elesis — Não já basta o que?

Lire — Nada, Elesis, nada [Gota]

Arme — Ótimo! Não temos tempo para ficar parados aqui!

Elesis — É isso ai! Ao trabalho, vagabundos!

Então assim, todos eles — os mais velhos, é claro — saíram em busca de emprego. Se dividiram em várias partes da cidade para ver se conseguiriam arranjar algo em que fossem bons. Sieghart foi para o centro. Ouvira falar por intermédio de pessoas conversando, que estavam procurando um garçom num famoso restaurante chinês.

Sieg — Ótimo! É uma boa! — O que ele não sabia era que, nesse restaurante, o gerente não era muito generoso em questão de salário dos funcionários.

O moreno já havia chegado no centro. Se dirigiu até onde o restaurante ficava e abriu as portas dele, indo direto até o balcão, levando consigo a placa de ''Precisa-se de Garçom''.

Sieg — Estou aqui para pegar o cargo de garçom! — Ele se apoiou no balcão com seu cotovelo esquerdo, olhando atentamente para o gerente.

Gerente — Hum, você não tem cara de garçom. Tem certeza de que é apto para isso?

Sieg — Claro que sim!

Gerente — Ótimo! O salário é um dólar por hora. Você trabalha das Cinco e meia da manhã até as cinco e meia da tarde. Pode começar agora?

Sieg — Ô, se posso!

Gerente — Legal. Aqui está o seu uniforme [Entregando o uniforme] A caneta, e o seu bloco de anotações. A mesa três chamou o garçom tem uns dez minutos! Vai lá! [Empurrando Sieg]

Sieg — Anotar... pedidos? Isso é fácil! Não é?

* * *

Mari, sendo bem mais inteligente, resolveu ir procurar emprego numa dessas lojas de informática. Diferente do restaurante onde Sieg fora trabalhar, as lojas de informática ficavam espalhadas pela cidade, sendo assim meio difícil da azulada achar uma tão fácil.

Mari — Hum. Acho que deveria pedir informação — Viu uma mulher passando na rua, e resolveu falar com ela — Ei.

Mulher — Pois não?

Mari — Será que você saberia me dizer, aonde se localizam as chamadas ''lojas de informática'' dessa cidade?

Mulher — Hum — A mulher parou para pensar um pouco e responder — Ah! Tem uma loja da Apple há uns, quatro quarteirões daqui, indo naquela direção [Apontando a direção]

Mari — Me foi muito útil [Sai andando]

Mulher — Nossa, que menina apática.

* * *

Ronan como não tinha nenhuma experiência em nada, resolveu vagar a exmo pela cidade a procura de algum trabalho que pudesse fazer.

Ronan — Ah, droga. O que eu vou... — Estava andando quando viu uma placa de ''Procura-se professor de Ciências'', pregada num poste — É isso! Vou ser professor de ciências. Mas, espera ai... eu não sei nada de ciências! Ah, mais não deve ser tão difícil assim, não é? [Gota] Eu posso pedir ajuda a Mari e a Arme! Claro, claro!

* * *

Edel — Hum! É claro que já sei o que vou fazer! Quem melhor que eu para ser professora de esgrima? — Sem dúvida a garota já havia se decidido. Fora treinada desde nova na arte da esgrima, e sabia de tudo. Com certeza daria uma ótima tutora — Só que primeiro, preciso achar uma academia de esgrima.

Homem Estranho — [Aparecendo do nada] Você disse esgrima?

Edel — [Se assustando] De onde você... é! Eu disse esgrima! Será que você conhece alguma academia aqui por perto?

Homem Estranho — Se conheço? Claro que sim. Eu sou dono de uma!

Edel — Jura? Porque, cá entre nós, você não parece ser dono de nada — Falou a garota olhando as vestimentas do homem. Estava vestido com trapos velhos e encardidos — literalmente -.

Homem Estranho — Ora, mais o que é isso? Não se deve julgar o livro pela capa.

Edel — E nem o homem pelo cheiro! Mais pelo amor de deus! Quando foi a última vez que você tomou banho? [Tampando o nariz]

Homem Estranho — [Começando a se irritar] Mais que droga! Você quer ensinar a droga da esgrima, sim ou não?!

Edel — Quero, quero! Mais não precisa gritar! Sério, o seu bafo está horrível!

Homem Estranho — Venha, por aqui!

Edel — Obrigada, senhor...

Homem Estranho — Morty! Meu nome é Morty.

* * *

Já com Zero a situação era diferente. Inacreditavelmente o garoto já havia recebido cinco proposta de emprego. Não se sabe ao certo porque mas, as empresas queriam um rosto jovem e descolado para representá-las, e segundo elas, Zero era exatamente esse rosto. Dentre todas as propostas, o garoto escolheu a que mais lhe agradou: trabalhar pra uma agência de modelos.

Zero — Nossa, quem diria! Eu, modelo. Ouviu isso, Grandark? Ah, é, sem poderes ou armas.

Agente — Está falando com quem?

Zero — Com ninguém! Só estava aqui pensando alto [Gota]

Agente — Bom. Então, vamos falar de negócios?

Zero — Claro! Quando posso começar?

* * *

Dio ainda estava tendo dificuldades em arranjar um emprego, mas, não desistiria tão fácil assim. Se lembrou de ter visto em algum lugar, um cartaz de ''Precisa-se de garçom''.

Dio — O restaurante chinês! — Havia se lembrado de onde era o cartaz — Ah, eu odeio trabalhar.

Lire — [Brotando do chão] Mas você ainda nem começou!

Dio — [Gritando que nem uma menininha] Quer dizer [Gritando que nem homem] De onde você saiu?

Lire — Não interessa! Vá trabalhar!

Dio — Tá bom, mamãe!

* * *

Sieg — Aqui está [Entregando os pedidos] Agora com licença, preciso atender a outra mesa ali [Apontando pra mesa] Olha, até que eu levo jeito pra garçom!

[A porta se abre]

Dio — Alô! Alguém ai?

Sieg — Essa voz...[Se vira] Dio! O que você tá fazendo aqui?

Dio — Eu é que pergunto!

Sieg — Eu trabalho aqui agora. E você?

Dio — Eu vim procurar um emprego também! E o único lugar que eu achei contratando foi aqui!

Sieg — Mas você não pode trabalhar aqui!

Gerente — [Chegando de fininho] Mais é claro que pode! Dois ser melhor que um!

Dio — ''Dois ser melhor que um?''

Sieg — [Sussurrando] É que ele não aprendeu a falar o nosso idioma por completo.

Dio — E qual é o nosso idioma? Aliás, qual é o maldito idioma desse lugar?!

Sieg — Eu sei lá! Pergunte a ele! Bom, a ele não, né.

Gerente — Que bom, que bom! Estar aqui seu uniforme [Entregando o uniforme a Dio] Além de sua caneta e do seu bloco de anotações. O salário ser um dólar por hora. Você começa ás cinco e meia da manhã e vai embora ás cinco e meia da tarde, sem horário pra almoçar.

Dio — Sem horário pra almoçar? Mais isso é trabalho escravo!

Gerente — Ou você trabalha ou vai pra rua! Rua, rua!

Dio — Já entendi! [Pegando o uniforme, o papel e a caneta] Agora, deixa eu começar o meu maldito trabalho!

Gerente — Ótimo! Ah, uma criança vomitou na mesa cinco. Limpa, limpa!

Dio — Mas eu sou garçom! Pensei que garçons servissem e não limpassem!

Gerente — Vocês também ser faxineiros. Agora toma [Entregando o balde e o esfregão]

Dio — Mais que DROGA!

Sieg — Ah, conforme-se! Pelo menos o salário é bom [Iludido]

Dio — Estamos nessa droga de mundo faz duas horas! Você nem sabe direito como as coisas funcionam aqui, seu lesado! E se um dólar for uma merreca?

Sieg — É o melhor que temos! Ou quer voltar pra nossa ''casa'' e dizer pra Elesis que foi demitido em pleno primeiro dia?

Dio — [Imaginando a cena] Glup! Não, obrigado. Aqui, toma [Joga o balde pra Sieghart] Se eu vou limpar, você também vai!

Sieg — Certo! Então, vamos logo. Não quero ter que vomitar limpando o vômito da criança.

Dio — Irônico...

* * *

Mari — Aqui está — A azulada finalmente havia chegado ao seu destino. Bem na sua frente se encontrava uma das inúmeras lojas Apple. Entrou na loja com a esperança de ser bem atendida, porém...

Gerente — Quem é você?

Mari — Sou Mari Ming Onette. Vim me candidatar ao emprego.

Gerente — Hum. E que habilidade você acha que tem pra vender os nossos produtos?

Mari — Não só pra vender, como pra concertar também. E quem sabe, eu possa até criar um novo produto. Um mais... avançado [Olhar desafiador]

Gerente — Do que está falando? A Apple é a companhia de eletrônicos mais avançada que existe no mundo inteiro!

Mari — Jura? Porque eu só vejo produtos ultrapassados...

Gerente — Ora sua! Então, você se acha muito inteligente, não é? Muito bem então! Se você conseguir consertar o nosso computador, está contratada.

Mari — O seu computador? O que tem ele?

Gerente — Ele quebrou faz alguns meses. Chamamos vários técnicos, mas todos eles disseram que precisaríamos joga-lo fora e comprar um novo. Então, já que se diz tão inteligente assim, será que pode consertá-lo?

Mari — Claro! Eu posso consertá-lo. E mais, eu posso faze-lo mil vezes mais rápido que antes!

Gerente — Uau! Realmente? Então, mãos a obra. Duvido que consiga...

[Vinte minutos depois]

Gerente — [Bebendo Milk-Shake] Ela não vai conse...

Mari — Terminei! Consertei o computador! Acelerei a sua CPU e ainda por cima troquei sua placa-mãe.

Gerente — Sua idiota! Todos nossos dados estavam naquela placa-mãe.

Mari — Acha que sou burra? Eu coloquei todos os seus dados nesse Pen Drive [Mostrando o objeto]

Gerente — Mas, mas, mas... você... você... está...

Mari — Contratada! [Pegando o crachá] Ah, eu já tenho uma foto minha pro meu crachá. Acho que vai ficar bonita.

Gerente — [De boca aberta]

Mari — Fecha a boca [Fechando a boca do gerente] Se não entra mosca. Eu vou começar agora mesmo, está bem? Obrigada!

* * *

Ronan — [Chegando na escola] Então, é aqui. Nada mal para uma escola pública.

Finalmente o azulado havia chegado na escola. Teve que andar vários e vários quarteirões até encontra-la. Era uma das poucas escolas públicas que existiam na cidade de Nova York. O resto eram particulares — e aliás, todas já tinham professores -. O professor de ciências dessa escola tinha se demitido, porque disse que não aguentava mais os alunos perturbados durante as aulas. O garoto agradecia mentalmente por ele ter se demitido, afinal, com sua demissão Ronan poderia se qualificar como professor.

Ronan — Bom, é isso, Public School. Escola Pública? Simplesmente isso? Nossa, eles não tiveram criatividade para colocar o nome nessa escola — Pensou enquanto entrava na grande construção de cimento.

Foi até a sala da direção falar com o diretor, para ver se poderia pegar o cargo de professor.

[Toc Toc]

Diretor — Pode entrar!

Ronan — Com licença [Entrando na sala] Você é o diretor?

Diretor — Sim, sou eu. E quem é você?

Ronan — Meu nome é Ronan. Vim para me candidatar ao cargo de professor de ciências.

Diretor — Finalmente [Levantando da cadeira] Seja bem-vindo [Apertando a mão de Ronan]

Ronan — Mas, o senhor nem vai perguntar se eu tenho experiência?

Diretor — Pra quê? Você é a primeira pessoa em meses a se candidatar pro cargo! As pessoas dizem ter medo dos alunos dessa escola.

Ronan — [Engolindo em seco] M-medo? Por quê medo?

Diretor — Sei lá. Descubra você [Empurrando Ronan pra fora da sala] Pode começar amanhã? Hoje não tem aula de ciências. Na verdade, hoje não tivemos aula.

Ronan — Espera! Eu mudei de ide... — O diretor fecha a porta na cara do garoto — Ah... por quê eu tinha que virar professor de ciências? E justo nessa escola? Eu não sei nada de ciências! E quero viver por mais alguns anos! Ah, Ronan... os alunos daqui não podem ser tão ruins — O azulado virou-se e viu escrito na parede:

''Professores que entrarem nesse escola morrerão''.

Ronan — [Engolindo em seco] N-não devem estar falando sério! Será que estão?

* * *

Morty — Chegamos! [Mostrando a academia]

Edel — Realmente... esse lugar precisa de uma reforma geral! — Criticou a garota, olhando para o estado do lugar.

O local realmente estava acabado. As paredes estavam descascadas, molhadas e ainda por cima, com mofo por toda a parte; o nome, ''Academia de Esgrima do Morty'', estava quase completamente apagado. A porta estava toda escancarada para o lado de dentro, além de vários vidros quebrados na porta, e nas janelas também.

Morty — Do que está falando? Esse lugar não é reformado a cinquenta anos!

Edel — Cinquenta anos?! A propósito... quantos anos você tem? — Perguntou dando ênfase ao ''Você''.

Morty — Ora, meu bom rapaz. Eu sou muito jovem [Um dente cai]

Edel — Eu sou garota!

Morty — Oh... realmente? Mas por quê usa os cabelos assim?

Edel — Ah... preciso mesmo responder? Esqueça isso! Apenas vamos entrar.

Morty — Claro, por quê não?

Os dois adentraram a mediana construção. Quando entrou, Edel pôde perceber condições piores que o lado de fora. Os tatames estavam sujos de poeira, mofo e algo vermelho que parecia ser geleia — mas Edel sabia que não era -.

Edel — E, então? Onde estão os alunos?

Morty — Alunos? [Sorriso maníaco] Não existe aluno nenhum! [Pulando em cima de Edel]

Edel — Ei! O que pensa que está fazendo?

Morty — Te assaltando! O que parece?

Edel — Ah, fala sério! [Chutando Morty] Me assaltando? Eu nem tenho dinheiro!

Morty — Não tem? Sua pobretona!

Edel — Do que me chamou? [Olhar flamejante]

Morty — Pobretona!

Edel — Ah, bem... achei que tivesse me chamado de vagabunda.

Morty — Você é também!

Edel — Peste! [Pega uma pedra e ruma]

Morty — Oh...[Cai no chão inconsciente]

Edel — Ah, droga! Eu matei ele? [Chega perto dele] Não tá respirando! Eu... eu... eu... ah, que se dane. Ele tentou me roubar! Mais qual é pior? Roubo ou assassinato? Eu vou ser presa! E não posso ir pra cadeia! Acabei de chegar nesse mundo! Mas... ninguém precisa saber que fui eu [Sorriso psicopata] Ninguém! [Sai assobiando]

* * *

Zero — Ótimo! Quando eu posso começar a posar como modelo?

Agente — Hoje mesmo! Vamos lá. Mas você sabe que vai ter que posar nu, não sabe?

Zero — Eu... eu... sei! Claro que sei!

Agente — Legal. Muito bom.

Zero — ''Droga, eu vou ter que ser um modelo nudista? Pelo menos vão pagar bem. Já vai dar pra comprar um apartamento na cidade, ou uma casa, sei lá''.

Agente — Chegamos! — Falou o agente mostrando o estúdio aonde Zero iria trabalhar — Vai se preparar! Começaremos a tirar as fotos em cinco minutos, certo?

Zero — Claro! [Sorriso falso] Vou... tirar... as... minhas... roupas! [Sai correndo pro camarim] Calma Zero, calma! É só posar! Não precisa ser algo pessoal ou algo assim!

Fotógrafo — Está pronto, meu bem?

Zero — Você... é uma mulher certo?

Fotógrafo — [Dando risada] Quem dera eu! Eu sou o que chamam de ''Bixa festeira''

Zero — Bixa... festeira? [Gritando]

Fotógrafo — Calma, biba! Se controla! Não vai ter um ADP!

Zero — E que diabos é um ADP?!

Fotógrafo — Ataque de pelanca!

Zero — [Gritando mais ainda]

Fotógrafo — [Dando um tapa na cara de Zero] Chega! Agora, tira sua roupa, passa um pouquinho de vaselina e faz umas poses bem bonitas na frente da câmera!

Zero — Mas eu...

Fotógrafo — Sem mas! Agora!

Zero — Esse vai ser um longo dia...

* * *

Bom, no final do dia estavam todos reunidos no Central Park, conversando como foi o dia de cada um.

Sieg e Dio — Foi horrível! Preciso falar mais alguma coisa?

Elesis — Não. Aliás, não precisavam falar nada.

Lire — E você Mari?

Mari — Meu dia foi ótimo! Consegui um trabalho numa das lojas Apple! Eu ganho um ótimo salário!

Holy — Que legal! E você Zero?

Zero — [Tremendo] Eu não quero falar sobre isso!

Edel — O meu dia foi osso...! Nem preciso comentar.

Elesis — Claro que não! E agora, vamos falar da grana?!

Lire — Sim, Elesis. E então, quanto cada um de vocês conseguiram?

Sieg e Dio — Cinco dólares...

Elesis — Legal. O débi e o lóide ai só conseguiram dez dólares!

Dio — Vá você trabalhar naquele maldito restaurante então!

Elesis — Eu não posso! Sou menor de idade porra!

Lire — Relaxe... relaxe [Acalmando Elesis] Você, Mari.

Mari — Hum, deixa eu ver. Eu consegui cem dólares pelo meu primeiro dia.

Arme — Uau! Já temos cento e dez dólares! Enquanto a vocês, Ronan e Edel?

Ronan — Eu só começo a trabalhar amanhã, então... nada.

Edel — Quanto a mim, eu não consegui trabalho. Na verdade, hoje eu quase fui roubada.

Elesis — Tá, tá [Ignorando Edel] Zero! Me diga que você conseguiu bastante dinheiro!

Zero — [Ainda tremendo] Aqui está.

Arme — Nossa, quanto dinheiro. Quanto tem ai?

Zero — Dezesseis mil dólares!

Todos — WHAT?!

Lire — Zero! [Abraçando Zero] Com isso dá pra gente comprar uma casa grande o suficiente pra todos nós!

Elesis — Uhu! Zero é nosso herói!

Arme — Seja lá o que você estiver fazendo, não pare!

Zero — [Chorando] Por favor, não me obrigue a continuar!

Elesis — Calado! Você vai sim!

Sieg — Legal. Agora que tal irmos comprar aquela casa, hein?

Lire — Deixe amanhecer. Vamos dormir agora [Se deitando na grama]

Elesis — Estou cansada de dormir na grama.

Sieg — Só estamos aqui faz algumas horas. E você nem dormiu!

Elesis — Tá! Mais eu fiquei sentada aqui o dia todo, jogando pedra, papel ou tesoura!

Sieg — Legal... e eu com isso?

Arme — Calados! Vão dormir! Amanhã vamos todos comprar a casa.

Dio — Érr... vocês, né? Eu e o Sieghart temos que estar no restaurante ás cinco e meia.

Arme — Da tarde?

Dio — Da manhã!

Arme — Oh... então, vão dormir!

Todos — Boa noite!

Notas finais
Gostaram? Me esforcei muito pra fazer esse capítulo! Comentem dizendo o que acharam. E me desculpe se houver alguns erros, é que fiz na pressa! Até o próximo!