Anyway, The Darkness Is Coming...

3 Monday - You must decide.


Notas iniciais
> < Eu ia colocar o capítulo só quando tiver reviews no outro, mas eu ia esperar 2 anos e não ia ter nenhum! HuashuashuashuashNinguém tá lendo, então nem sei pq to escrevendo isso xD

Manhã de segunda feira. Dia de aula. Os alunos chegavam pouco a pouco na escola. E o que isso tem de mais?

Realmente, nada. Nada de mais. Uma escola totalmente normal, igual as outras escolas por aí. Não tem nada de diferente. Nada de obsucro.

–- Isso... É o que todos pensam. — pensou ela em voz alta. Realmente, era o que todos acreditavam. Todos, menos ela. Ela sabia o que estava atacando o país — e ela sabia de onde vinham. Ela apertou a pedra negra no seu colar...

Logo no primeiro dia em que aquilo havia começado, ela encontrara uma estranha passagem, escura. A passagem parecia sugar a luz e a vida à sua volta. Ela tremera. Mas as pessoas estavam gritando, fugindo. E ela sabia que deveria fugir também. Entrara ali, acreditando que era sua única opção, e o que encontrara ali dentro mudara tudo que ela conhecia, e ela sabia que, a esta altura, era a única capaz de...

–- Yuuki, sei que talvez o seus pensamentos sejam mais interessante do que minha aula, mas creio que deveria prestar atenção — disse a professora a ela, que encarava o vazio com uma expressão vazia.

–- Perdão, professora. Por favor, prossiga — respondeu ela educadamente.

–- Obrigada. O quadrado da área...

Entretanto, ela continou absorta em seus pensamentos, sem prestar a mínima atenção na aula de Matemática. "Não sei porque" pensou, "estou perdendo meu tempo nesta escola quando deveria estar dando um jeito nisso."

Aquilo precisava acabar. Ela era a única que conhecia o segredo, portanto, a única que poderia terminar com aquilo. Mas não era o que ela queria. Ela queria ter uma vida normal. Ser uma pessoa normal. Sem riscos.

Mesmo assim... A dúvida era grande. Sentia-se egoísta ao pensar que gostaria de deixar isso nas mãos de pessoas incapazes, apenas para ter o prazer de ser normal.

Soou o sinal, e os alunos foram para o intervalo. Yuuki se aproximou de uma amiga, para perguntar-lhe o que fazer. Não conseguia decidir sozinha.

–- Olá, Heiko. Tem um minuto? É importante...

–- Ah, oi, Yuuki! Gente, eu já volto — disse ela para as outras meninas, que fizeram uma careta com a aproximação de Yuuki — O que foi? Você estava tão distraída na aula!

–- Heiko. Acho que se eu disser, você não vai acreditar, mas...

E contou toda a história. Do começo até o fim, até a dúvida. Mas não contou o mais importante: o segredo. Aquilo, ela sabia, era terrível de mais para se partilhar com os outros.

–- M-mas... C-como assim?! Isso é impossível! Você está brincando, não está?

–- Infelizmente, não. Eu preciso de ajuda, por favor. Não sei o que fazer.

–- Bem... Bem, você não pode nos deixar nessa confusão toda! Olhe em volta!

Ela olhou. Nos cantos, haviam alguns alunos deprimidos. Uma menina chorava desesperadamente ao contar para outra o que acontecera com algum amigo ou familiar. Poucos eram os que agiam como se nada estivesse acontecendo.

–- Eu sei que é horrível... Ter que decidir isso. Mas, Yuuki, veja bem... O que digo, é apenas a minha opinião. Acho que você deveria lutar contra isso. Você pode, não pode? Eu... Se eu pudesse ajudar, eu... — Heiko hesitou. Estivera prestes a fazer um pedido insano.

–- Sim... Você está certa. Não posso deixar tudo assim. Não aconteceu nada a alguém que eu conheça, mas não posso deixar p mundo à sua própria sorte. — Respirou fundo. Ela já havia se decidido há muito tempo, agora via. Apenas precisara que alguém jogasse na sua cara o quanto todos lamentavam, choravam e se desesperavam.

–- Yuuki... Eu sei que parece ser loucura, e sei que é muito perigoso, mas... Mas...

–- Sim? O que foi?

–- Eu... Posso ir com você?

Yuuko sempre fora uma garota solitária. Ela era fechada, não costumava conversar muito. Desconfiada. Poucas pessoas sabiam o motivo de tal exclusão. Nem mesmo ela tinha certeza. Heiko era a única pessoa que ela realmente confiava. Não era simplesmente uma amiga de confiança, era como se fosse uma irmã. Ela não podia deixar que sua amiga corresse perigo.

–- NÃO! NEM PENSAR! Não vou deixar você se arriscar assim, Heiko! — Gritou Yuuko, assustada. Era inconcebível que mais alguém encarasse tal horror.

–- Calma! Calma! Yuuko, eu quero ajudar! Não quero que as pessoas sofram assim! Não é justo só você poder fazer algo!

–- Não é uma questão de justiça! Eu não posso deixar você correr perigo! Não vou deixar meus amigos verem isso! É horrível demais...

–- Por favor, por favor, me deixa te ajudar! Yuuko... Eles... Eles levaram a minha irmã! Eu não posso ficar de braços cruzados, sabendo que há uma maneira de ajudá-la!

O choque deixou Yuuko sem fala. A irmã mais nova de Heiko tinha apenas 6 ou 7 anos. Era uma criança pequena.

–- Eles levaram sua irmã? — Sussurrou — Mas por que você estava tão calma?

–- Já faz... Quatro dias. E-eu... Eu tento esquecer, sabe, para não chorar, m-mas é difícil, e quero muito...

–- Eu não consigo. Não posso! Para que você possa me ajudar, precisa conhecer o segredo deles, e é horrível! Mas... Não posso negar que, se alguém muito próximo a mim fosse levado, não pouparia esforços para resgatá-lo.

–- Você me disse pra onde eles levam as pessoas desaparecidas. Isso quer dizer que minha irmã ainda está viva! Yuuko, me deixa te ajudar!

Ela respirou fundo. Odiava aquilo. Não queria partilhar o segredo obscuro que mudara totalmente sua vida.

–- Uma vez que você saiba, Heiko — ela disse com uma voz sombria — Não há como voltar atrás. É uma escolha para a vida.

–- Eu não vou deixar você ir sozinha nisso! — Heiko parecia meio desesperada — Você é a minha melhor amiga!

Yuuko notou que ela estava decidida, e que não adiantaria tentar convencê-la a desistir. Também não podia negar que se sentia (com desgosto por isso) um pouco aliviada por não ter que passar por tudo sem uma companhia.

–- Você que sabe. — Disse, mais calmamente. E contou o segredo.



Aquela noite foi o teste. As duas não sabiam o que fazer direito. Nem como lutar. Saíram na escuridão, com seus amuletos, para observar bem o que acontecia. As pedras negras impediam que as trevas as tragassem, portanto, ficaram protegidas, mesmo diante de tanto terror.

Notas finais
Preciso dizer alguma coisa? Eu sei que tá pequeno (MINÚSCULO!) mas escrever textos grandes e complexos vai além da minha capacidade.Se a linguagem estiver muito difícil pra vc, use um dicionário (ou o google) porque não vou mudar! MWHAWHAWHAWHA..