Notas iniciais
atualizando pras 3 pessoas q leem essa fic, amo/obrigada vocês

Acordo com a dor. Parecia que as correntes estavam ainda mais apertadas, meu corpo latejava.

– Bom dia minha querida – disse a voz .

– O que tem de bom no dia? Pelo o que eu sei eu estou acorrentada em uma cama por um psicopata – disse com um meio sorriso irônico

– Psicopata? Assim você machuca meu coração – ele disse fingindo

– O que você quer de mim?

– Por enquanto que você fique quietinha sem dar um piu – olhei pra ele e parecia q seu eu desse mais um piu ele com certeza iria me matar, mas não me importava.

– Quieta, mais do que eu já to? Se você não percebeu meu amigo eu estou acorrentada, ficar mais quieta que isso é meio impossível – eu disse mais ironicamente possível.

– Sempre tem resposta pra tudo? – pergunta ele

– Não. Só pra quem tem pergunta pra tudo.

Irritado, ele sai do quarto e bate a porta, como de costume.

“E agora o que eu faço? Tenho que dar um jeito de sair daqui”

Cansada de tanto pensar e chegar a um resultado: nada. Resolvo dormir porque é mais produtivo.

Sonho com a Bonnie.

Estávamos em um campo de lírios. Bonnie estava sentada olhando pra as árvores, chego perto dela.

– Bonnie – digo, ela parece sair de algum tipo de transe, olha pra mim assustada. Depois de levar alguns minutos para assimilar o que via ela me abraçou e começou a me apalpar pra ver se eu estava machucada.

– Estou bem – eu disse sorrindo para a minha amiga.

– A Elena eu estou tão preocupada – dizia ela chorando, tão pequena ela parecia mas não imaginava o poder que tinha.

– Bonnie preciso que você me ajude a sair daqui, onde estou presa – digo segurando os ombros dela.

– Elena estamos fazendo de tudo, Damon não para quieto um segundo, fica andando de um lado pro outro tentando achar uma maneira de te salvar — Damon? Quando Bonnie tocou no nome do Damon meu coração disparou. Ah meu Damon, sempre vindo me salvar, meu herói. Nesse momento preciso dele mais que nunca. – Esse nosso encontro foi um feitiço que eu encontrei em um dos velhos grimórios da minha avó, mas não temos muito tempos, temos que ser rápidas ainda mais porque não tenho muito poder.

– Ok, mas eu não sei o que eu posso falar pra ajudar vocês, na verdade não sei nada – tento relembrar o acidente.

– Ai fica muito difícil – paramos alguns segundos para pensar em alguma solução – não se lembra de nada mesmo?

– Me lembro de estar saindo da casa do Stefan e passar pela ponte Wickery – digo tentando me lembrar de algo mais.

– É ISSO, A PONTE – disse Bonnie em uma felicidade – único lugar que a gente não procurou. Como somos idiotas. – disse ela batendo em sua testa.

– Se você acharem meu carro ou algo do tipo, Stefan ou Damon podem farejar meu rastro porque deve ter sangue em algum lugar.

– Perfeito – disse ela logo após reparo que miha visão está ficando turva.

– Bonnie o que está acontecendo?

– Elena tenho que ir, estou sem forças. Olha prometo que vamos te salvar – ela estava desaparecendo mas eu precisa falar algo pra ela antes

– Bonnie diga ao Damon que eu – não consegui terminar porque nesse momento fui arrancada do sonho.

Tinha voltado pra realidade, onde tudo era dor e sofrimento, mas ainda assim tinha o Damon, por enquanto.


“A donzela em perigo, eu, sempre eu” pensava Elena.

Eu já havia desistido de tentar sair dali, o que adiantaria? Ele poderia muito bem capturar ela de novo.

– Porque não me mata logo? – perguntei a ele.

– Porque matar se posso torturar — disse sorrindo logo depois saiu do quarto.

Dias se passavam, ou eram só horas, mas a cada segundo parecia que não tinha mais chance de sair de lá viva.

– Então está gostando da sua estadia aqui?

– Gostando não é bem a palavra que eu usaria.

– Não fique assim tão emburrada meu amor – ele riu

– Vai pro inferno.

– Desculpe lhe informar, mas já estamos nele.

Ele passou pela porta rindo.

– ESSA TORTURA VAI ACABAR QUANDO MEU DEUS? — gritei.

– Agora mesma – alguém disse.

– Quem é você? – perguntei tentando enxergar além do escuro.

– Seu salvador – eu senti as mãos firmes dele tirando as correntes do meu corpo. Por ele te conseguido arranca-las presumi que era um vampiro.

– Demorou um pouco não? – eu falei enquanto ele me segurava no colo.

– Me desculpe, precisa ter a certeza que nenhum dos meus irmãos me atrapalharia.

– Irmãos?

– Elena querida, se importa se eu explicar tudo depois que sairmos daqui? – ele perguntou me fitando – consegue ficar de pé?

– Não sei talvez – ele me colocou no chão, tirando as câimbras que eu sentia por ter ficado muito tempo deitada conseguia andar.

Ele me conduziu em direção a porta então corremos.

– Será que não dá pra correr mais rápido?

– Eu.não.sou. uma – respirava fundo a cada palavra que dizia – vampira, não posso correr como você – ainda ofegando, chego onde ele está parado.

–Melhor correr mais rápido se não quiser que aquele maníaco venha atrás da gente.

– Tarde de mais – disse o maníaco, agora que eu estava em um lugar mais claro, e estava um pouco mais centrada. Reparei na perfeição do rosto dele, uma pele perfeita morena, cabelos curtos e loiros, olhos pretos. Debaixo daquela camisa ele parecia ser bastante musculoso, estava com uma camisa azul escuro, calça Jeans preta e botas também pretas.

Meu salvador e o maníaco estavam se encarado. Aconteceu tudo muito rápido, um segundo eles estavam se encarando no outro eu estava sendo jogada na parede, o que me fez bater as costas e ficar ainda mais difícil de respirar.

O meu salvador foi pra cima do maníaco só que ele desviou do ataque, rápido demais – o que é claro, deve ser vampiro, claro que séria– o maníaco pegou o salvador pela gola da camisa e o atacou no outro lado da sala, ele se levantou e investiu contra o outro. Eu só olhava, vendo um atacar o outro. Chutes, socos, mordidas. Eles pararam ficaram de encarando quando de repente o salvador se taca em cima do maníaco o prende no chão.

– Ora ora olha quem resolveu aparecer para salvar o dia, geralmente quem salva a donzela em perigo são seus irmão – diz o maníaco.

– Verdade, mas o que tem ser o bom de vez em quando? Meus irmãos não podem levar todos os créditos.

– Você tentando ser bom? Boa piada – o maníaco ria o que era nojento porque escorria sangue pelo seu nariz e se juntava com aquela risada maléfica, o que o deixava com mais cara de maníaco.

Isso deixou o salvador irritado, ele segurou o pelo pescoço e começou a enforcá-lo.

– Irá me dizer o que você queria com a Elena ou terei que arrancar de você? – perguntou o salvador.

Ele sorriu e respondeu – O mesmo que você meu amigo – depois disso o pescoço dele foi quebrado.


Notas finais
e tbm atualizei pq tava com ciuminhos da fic Just a Dream da Bruna((q é melhor q a minha vida)) se quiserem o resto da minha fic, let me know
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.