Anuon 9999 (The Last A' prequel)
76 Vs Piece 1: o planejamento de todos
Notas iniciais
PROGRAMA FORMAT.EXE
Função: neutralizar nanotecnologia
Utilização: programa de computador.
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Ainda na sala de estar se senhor Gino, na pasta continha alguns dados sobre Piece 1 e outros Anis que teriam os mesmos poderes. Tratava-se de um projeto secreto, onde somente alguns cientistas e oficiais do governo sabiam de seu andamento.Todos agruparam-se e começaram a ler e observar fotos e localidades do mundo todo. Logo Ethan pergunta:
— Animais de todos os continentes... Porque?
E o ex veterinário do centro de pesquisas do governo diz:
— Cada continente apresenta condições climáticas e de fauna bem distintos. Animais da Floresta Amazônica são muito resistentes a umidade e calor excessivo. Da América do Norte, resistentes a radiação solar, por ter a maior concentração de degradação da camada de ozônio por causa da poluição desenfreada dos EUA. No Europeu, encontramos os animais de vida noturna. Da África, com aquele clima seco, encontramos animais ricos em energia vital, pois muitos precisam viver como nômades para sobreviver. E da Ásia e Oceania, encontramos os animais resistentes no meio marinho e anfíbio.
— Mas Piece 1 não se enquadra em nenhum destes lugares. Aqui neste documento mostra que era especial... e se diferenciava de todos.
— Sim, isso é verdade. Bem, eu não deveria contar, mas...Ele foi sintetizado em laboratório.
— Como assim? — Perguntou Kaede.
— O verdadeiro Piece 1 havia morrido nos primeiros testes. Mas seu DNA era diferente dos outros animais alí pesquizados.
— Perai... Primeiro Piece 1?! — Perguntou Ryoga, surpreso.
— Sim. Houveram vários clones de Piece 1. Porque acha que o batizamos com esse nome?
— Cara, que loucura... Como é que essa gente pensou em fazer um borogodango desse?!
— Continuando... Como não queríamos perder um espécime de tanto valor, reconstituímos seu corpo, fazendo um meio clone.
— Meio clone?
— Também usamos um pouco de nossa nanotecnologia para agilizarmos o procedimento. A fecundação de um clone tem a mesma duração da respectiva espécie dele e, sabido disso, conseguimos fazer um corpo praticamente igual anatomicamente. Somente implantamos seu DNA e continuamos o projeto.
— A respeito da nanites... — Continuou Ryoga — Vocês tinham licença das Nações Unidas para desenvolverem esta pesquisa?
— Ryoga, que loucura é essa? — Perguntou Ethan.
— Loucura nada, Ethanol adulterado. Tem regra pra fazer essas bodegas aí. Sem aprovação internacional, sem ganho. Tão mexendo com coisa séria, que é modificar o DNA de seres vivos. Isso com o tempo só vai fazer brotar monstrinho na Terra pra Pokémon Company nenhum botar defeito. Ou seja, criaram outra Game Freak!
Mas Moonsand não gostou do comentário de Ryoga:
— Então nos observa como monstros, humano insolente?
— Não, lobo! Relaxa. Só disse por dizer mesmo... Nada pessoal. Se for pra falar de monstro por monstro, tem muito humano aí que já tá com passagem comprada pra conhecer o inferno e sem viagem de volta.
— Grr... Eu concordo com você. Escolheu bem as palavras...
— Ufa!
E Gino, olhando para Ryoga, diz:
— Este tipo de pesquisa era restrita e somente os altos oficiais do governo tinham conhecimento. Nem mesmo o 1º ministro sabia de sua existência. Respondendo sua pergunta, jovem: só os envolvidos sabiam de tudo. Ou seja, estavam escondendo isso de todo o mundo.
— E decidiram desenvolver este tipo de ciência em animais e os criaram para terem armas perfeitas... — Disse Moonsand, mostrando irritação — Grr... Humano, já lhe disse: muito me dá vontade de acabar com sua vida aqui. O que fizeram é algo monstruoso.
— Eu sinto muito por tudo. Não podia fazer nada além do que fiz...
— Não fez o suficiente... O que queria nos mostrar de tão importante assim?
— Sua irritação é justificável. Digo isso porque perdi muito naquele centro...
— Do que está falando? Você só era mais um humano imundo daquele centro... Você estar vivo é um prêmio e uma punição...
— Meu filho que trabalhava comigo como estagiário no centro foi morto por um dos animais.
— Um filhote humano tendo a vida ceifada por causa de ambições humanas. Vocês fazem isso o tempo todo. Essas coisas não são novidade...
— Não, você se engana...
— O que foi que aconteceu, humano?
E Gino, demonstrando tristeza em seu olhar, foi até uma janela, olhando para o jardim em seguida. Seu olhar estava distante, com seus olhos brilhando, já esboçando lágrimas. Melancólico, diz:
— Meu filho foi morto quando tentava ajudar um animal, que o estranhou e degolou-o na minha frente!
— O que?! — Disse Diana.
— Nada... praticamente nada pude fazer para ajudá-lo! Eu o sofrer até seu último suspiro, se engasgando em seu próprio sangue e eu insisto de fazer qualquer coisa... E tudo isso sob olhares daqueles homens inescrupulosos, que nada fizeram pra me ajudar.
— Que horrível! O meu pai estava lá?!
— Eu não sei... Só lembro do meu filho... Mesmo se Shidoshi estivesse lá, nada mudaria...
— Mudaria sim! Ele é meu pai!
— O que? Mas... Shidoshi nunca me disse que... Espere... Agora que você disse isso... ELE SE REFERIA A VOCÊ O TEMPO TODO ENTÃO!
— Hã? Meu pai?
— Não... Meu filho. Ele... Ele havia me enviado uma carta antes de morrer, talvez já desconfiando do que faziam por lá.. Ele me disse: "Pai, estes animais não merecem o que estão passando aqui... Não me refiro só aos maus tratos. Há algo grande acontecendo, eu sei." Só depois eu juntei as peças: o ataque não foi um acidente. A jaula estava danificada de propósito.
— Eles mataram o seu filho?! — Perguntou Ethan.
— Tudo leva a crer que sim... Mas como poderia provar? E... Mesmo assim... Tudo seria em vão! — Disse, começando a chorar.
— Grr... Como disse antes, vocês buscam a própria destruição todos os dias. Lamentável, porém inevitável — Moonsand completou.
Ethan logo foi até o senhor para consola-lo, colocando uma das mãos sobre seu ombro. Diana vira-se e, com um pouco de dificuldade, se aproxima de Moonsand, dizendo:
— Moonsand, por favor, pare de torturar este senhor. Não vê que já sofreu o bastante?
— Nada muda sobre o que penso sobre todos que estavam naquele centro. Porém respeito sua dor, Diana. Se quer que eu mostre empatia por ele, esqueça. Mas ficarei em luto como misericórdia pela alma do filhote humano.
E o lobo, após conversar com a humana, caminhou para perto do senhor e diz:
— Humano, lamentar agora em nada vai adiantar. Diga logo o que queria dizer. Seu filho havia pedido para que ajudasse aquales animais. Pois bem... Não o fez mas pode tirar o tempo perdido agora, se esta sua história for verdade realmente.
— Sim... Tem razão... — Disse Gino, enxugando seus olhos — Bem, deixe-me ver o restante das pastas...
Voltando suas atenções a pasta com documentos, não demora muito e o homem, mostrando um item em sua mão, diz:
— Estão vendo este pendrive*?
— Sim. O que se trata?
— Ele é o programa format.EXE.
— E para que serve?
— Pra fazer rodar Cyberpunk 2077 sem bugs no Playstation 4 base. Dã! — Disse Ryoga.
— RYOGA!
— Tá, calei...
— Bem... — Continuou Gino — Esse programa apagaria toda a nanotecnologia existente em Piece 1.
Todos ficam surpresos com o que acabam de ouvir. Anuon logo se manifestou:
— Piece 1 será destruído desta forma então?
— Precisamente, entretanto...
— O que foi, humano?
— Ele precisa estar perto de algum computador potente para que os dados, que serão passados por meio dos transientes existentes nos fios de alta tensão, possam encontá-lo. Ou seja, uma soma grande de energia com processamento suficiente para que o programa rastreie exatamente o alvo indicado.
Lupa, até então quieta, se aproxima de Gino e diz:
— Senhor... creio que isso... seja possível...
— Como assim?
— Piece 1 localiza-se no prédio Shidoshi.
Ethan, surpreso, diz:
— Lupa, porque não nos disse isso mais cedo?!
E Moonsand, se colocando a frente de sua filha, diz:
— Grr... Não comece, humano!
— Moonsand, isso teria nos ajudado!
— Tudo em seu momento. Anteriormente eu sequer sabia que ela era minha filhote. Então tenha paciência e, principalmente, inteligência pra levar em dizer algo que lhe trata consequências no futuro.
— Tudo bem. Me desculpe.
Gino, se voltando para Lupa, diz:
— Jovem, se for verdade mesmo isso... É perfeito!
— Porque? — Perguntou Ethan.
— Não há lugar melhor do que esse para executarmos o plano! O prédio contém o mainframe de toda a instituição Shidoshi. O que me admira é porque ele está lá.
— Distância... e conhecimento — Disse Lupa — Piece 1 tem tudo que precisa por lá... e sem preocupações.
— Porque? — Perguntou Ryoga
E Diana, que ouvia a conversa, logo se lembrou de um detalhe:
— Apesar de meu pai ter morrido, ainda existem muitos prédios desativados mas que continuam funcionando... Bem, mesmo que não existam mais esses projetos, meu pai manteve bases secretas atuando com computadores por todo o Japão. Eles usam energia alternativa e conexão a internet ininterrupta totalmente wireless.
— Tô ligado... Mas Lupa, porque ele tá lá?
— Podia observar, junto a Spin, toda a cidade por meio de satélites... Ele sabia de todo esse sistema... que a humana acabou de dizer. Isolado de todos... sem ter ameaças.... sem medo.
Ethan, pasmo com esta declaração de Lupa, diz:
— Então ele podia nos observar mesmo que estivesse longe daqui pelo satélite?
— Sim. Piece 1 expandia seus poderes a uma escala ainda maior do que se encontra hoje... Os poderes psíquicos dele não tem origem mística...
— São frutos da nanotecnologia... Os nanites que pesquisávamos — Disse Gino, interrompendo Lupa.
— Putz, assim é covardia. O cara podia ver até a espinha do nariz da Kaede então! — Disse Ryoga, já correndo l
— Ryoga, CALE A BOCA! SENÃO VOU TE DAR UM SOCO! — Exclamou Kaede, irritada.
— Calma tia! Foi sem querer!
Finalmente informações extremamente críticas e importantes acerca do felino psíquico foram ditas. E junto a isso uma ação seria tomada.
Horas depois...
Gino havia contado como poderiam destruir Piece 1. Parte que tivessem mesmo chances, lhes entregou o disquete e todas as instruções, que Ryoga teve a gentileza de se oferecer para lê-la. O jovem estava mesmo disposto a ajudar de alguma forma.
Por estar tarde, o senhor havia convidado a todos a dormirem alí, mas os humanos recusaram, porém Moonsand, Gothic e Lupa ficaram, a exemplo de Diana. Mais uma vez, agora já quase de madrugada, os três humanos juntos novamente caminham em direção a suas casas. Os felinos os acompanham de longe, sobre os telhados, pulando uma a uma. Ryoga, após se despedir, seguiu para sua residência e assim que Ethan iria se despedir, Kaede pede para que espere, pois queria conversar sobre algo. O jovem então pede para que Anuon e Fhor fossem na frente. E já com os dois a sós, Kaede diz:
— O que acha disso tudo, Ethan?
— Um pesadelo. Somente um pesadelo.
— Pesadelo?
— Sim. Sabe, minha vida.. a de vocês... tudo mudou neste último mês...
— Mas você nada podeia fazer para evitar...
— Não trato o momento como obra do destino. O que me irrita é de como tudo isso foi acontecer.
— Como assim?
— Tudo isso não passa de pura ambição e monstruosidade do governo. É óbvio que projetos como estes existem em todo lugar e nada, absolutamente nada é feito para coibir tais atos.
— Ethan...
— Nós agora temos que arcar com as consequêncas. A raça humana está perto de seu fim agora e ninguém poderá nos ajudar! Estamos sozinhos nessa.
— Deveríamos dar parte as autoridades. Mas eu tenho quase certeza que eles também iriam dar um fim a todos nós. Como você disse, estamos sozinhos.
— Nosso envolvimento, o que sabemos sobre o centro de pesquisas, os Anis... Você está certa em dizer que nós estaríamos entre as ameaças. Teremos de resolver tudo isso nós mesmos. É atacar, derrotar Piece 1 e seguirmos com nossas vidas, seja como será depois...
E Ethan, ficando de costas para Kaede, como se fosse ir embora, diz:
— Mas mesmo assim, acho que posso tirar coisas boas desta história...
— Coisas boas?
— Conheci Anuon, que ajudou a me encontrar com o meu eu. Maeti e Kitsune, que me ensinaram a me defender... E te conheci melhor, Kaede.
— Hm? Como assim?
— Você me motivou a continuar lutando. A certeza de sempre contar com você em momentos de dificuldade me motiva a ir sempre mais longe, não temendo a ninguém...
— Ethan...
— Kaede, olhar para você me faz ter uma certa paz dentro de mim. Nem sei descrever o que é... até me faltam palavras... Como sou idiota, não é?
— É, um pouco.
— Kaede?! Você está me chamando mesmo de idiota?!
— Não, Ethan. Suas palavras, apesar de simples, só mostra como é humilde. Foi legal ouvir o que pensa de mim e...
— E o que?
—Ah... sei lá... digo, você sempe se preocupou com todos a sua volta e sempre tentou ajudar a todos também... Ah, eu também sou uma idiota em falar estas coisas mesmo...
Aproximando-se, Ethan abraça bem forte Kaede e diz, com sua cabeça sobre o ombro dela:
— Estamos prestes a entrarmos em um momento delicado, que não envolve somente nossas vidas e sim a todas as vidas da cidade... E talvez de todo o Japão!
— Ethan... *Ele... ele está em abraçando muito forte... Nunca ninguém me abraçou desta forma...*
Há uma pequena pausa nas palavras de Ethan. E continuando a abraçá-la mais forte e com uma voz suave diz:
— Kaede, não deixarei que nada aconteça a você. É uma promessa.
E Ethan a solta, rumo a sua casa. Kaede, imóvel, o olha ir embora. E assim que consegue perceber o que estava acontecendo, diz:
— ETHAN!!
— Hm? O que foi?
— Se me abraçar deste jeito de novo... EU ACABO COM VOCÊ, ENTENDEU?
Ele a olha nos olhos, mostrando que está tudo bem. Um pequeno sorriso estampado no roste de Ethan a tranquilizou. Ele, meio que retribuindo, diz:
— Até amanhã, Kaede.
— Você ouviu o que eu disse?
— Sim. Ouvi. Até amanhã, Kaede.
— Você não parece ter entendido...
— Você odeia que eu seja gentil com você. Eu entendi. Por isso eu fui gentil.
— Desgraçado!
— Até amanhã, Kaede.
— Idiota! Até amanhã! Que saco...
Tudo já havia sido combinado.
No dia seguinte, numa linda manhã, os jovens foram a escola como sempre. Fizeram suas lições, conversaram com seus amigos, dessa vez como se ficassem um bom tempo longe, estar como se fosse um longo período. Até mesmo os professores perceberam um brilho diferente nos olhos de cada um.
Lupa...
Ryoga...
Kaede...
Ethan...
O sinal de saída enfim soa, mostrando que a hora chama chegado. Os quatro jovens esperaram todos saírem do pátio . Olham uns para os outros e Ethan diz:
— Quem quiser desistir, que o faça agora. Não tem mais volta, gente. Essa galera toda da cidade não tem ideia do que está prestes a acontecer e... Bem, só nós sabemos e vai continuar assim. Então, quem está fora?
Mas ninguém recuou. Todos estavam determinados e unidos. Dirigiram-se em seguida para suas casas com o único intuito: se prepararem e se despedirem.
Na casa de Kaede...
— Vó!
— Que foi?
— Eu amo a senhora! — Disse a jovem, abraçando forte sua avó.
— Hã? Eu também te amo, Kaede! Mas o que houve?
— Nada. Está tudo bem.
Na casa de Ryoga...
— Ô Moleque, porque chegou tão cedo?
— Tio, do que mais poderia ser? Pra te ver, é claro — Disse, abraçando seu único parente — Pô, gosto pra caraca de você! E decidi agradecer te dando um abraço.
— Tu tá ficando muito sentimental, hein. Tá estranho...
— Opa... Péra lá. Sou macho, tá ligado? *Maeti que o diga...*
— Moleque, o que você aprontou?
— Nada, é um lance aí. Liga não...
— Tudo bem. Confio em você.
— Valeu, tiozin!
Lupa, na casa de Gino...
— Senhor... Entregue isso ao seu filho... chamado Kenta — Disse, entregando um envelope.
— Tudo bem, mas o que é isso? — Perguntou Gino.
— Algo que talvez o ajude...
— Tudo bem... Mas você irá lutar?
— Desejo e irei... por mim... e pelo meu pai.
— Lupa! — Disse Moonsand.
— Sim, pai?
— Não quer ficar aqui? Não precisa lutar, eu faço isso por você. .
— Que filhote eu seria se abandonasse o próprio genitor em uma batalha? Ainda sabendo que sou... tão forte quanto ele?
— Hm... Gostei de ouvir isso... Natural de minha linhagem. Um sentimento que sinto... que os humanos nomearam como orgulho.
— Isso me agrada...
— Diana, fique aqui e faça companhia a Gino. Logo voltaremos.
— Tudo bem e tome cuidado — Disse Diana, sentada.
E Gothic, já pronta e caminhando para a saída, diz:
— Vamos, lobo. Não vamos atrasar esse fardo...
— De pleno acordo, pantera... — Disse Moonsand.
Na casa de Ethan...
Ele entrava lentamente olhando para a fachada de sua casa. Abriu então a porta e avista sua mãe, que estava limpando a estante. E parando a sua frente e ela, assustada, diz:
— O que houve, rapaz? Aprontou alguma?
— Mãe, a senhora e meu pai são tudo pra mim. Nem sei como agradecer por tudo que fizeram pra mim até hoje.
— Garoto, porque está dizendo isso?
E a abraça forte, o que a deixou ainda mais assustada:
— Ethan, porque está sendo tão carinhoso comigo?
— Não posso?
— Sim mas... tem algo errado? O que está acontecendo?
— Eu só quero fazer isso pra agradecer por tudo.
— Bem, se quer retribuir mesmo, arrume seu quarto.
— Tudo bem. Hehehe...
Ao mesmo tempo, no quarto de Ethan...
Os felinos estavam sobre acama de Ethan, conversando, a sua espera. Fhor logo diz a Anuon:
— Está ansiosa?
— Sim. É chegado o momento de confrontarmos Piece 1.
— Está temerosa?
— Sabemos do que Piece 1 é capaz. Não poderemos voltar atrás.
— Não se preocupe. Eu protejerei você até o fim.
— Quer dar uma de heroi agora? hehehe...
— Não, somente proteger quem eu amo...
E passam-se as horas.
Todos, agora já prontos, saem de suas casas e conforme andavam, iam se encontrando um com os outros pelas ruas da cidade. Anis e humanos, unidos para impedir a extinção da raça humana. Lupa havia dito que isso seria possível, pois Piece 1 havia conseguido manifestar todo o seu poder. Seria questão de tempo começar a destruição.
Agora, com todos eles já em frente do prédio, só esperacam o melhor momento para começar a batalha de suas vidas...
Continua.
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