Anti-Heróis
56 Extra 3: A Loucura Cai Melhor Ao Corpo
Notas iniciais
Bella Cullen
Nós entramos entre tropeços e risadas em nossa casa, tendo alguma dificuldade de fechar a porta enquanto nos beijávamos. Quando Edward conseguiu este feito, me pressionou contra a madeira e voltou a atacar os meus lábios com vontade, envolvendo sua cintura com as minhas pernas.
Havíamos voltado de uma noite divertida com sua irmã, seu cunhado, Tanya e Royal, bem como os seus atuais namorados. Comemoramos o sucesso do novo filme que Jasper e Edward haviam produzido na Cullen Whitlock Produções, a empresa da nossa família. Eu, Alice e Tanya estávamos no elenco enquanto Royal havia colaborado na produção das estrelas. Todos ali mereciam estar comemorando aquele sucesso porque trabalharam dia e noite para que tudo desse certo, por isso acabamos bebendo além da conta.
Sabendo que poderíamos passar dos limites, os pais de Edward se dispuseram a cuidar de todos os netos. Nettie já tinha os seus seis anos, Adam completara três anos, Riley — segundo filho de Jasper e Alice — estava com dois anos enquanto os nossos gêmeos Liam e Randall completariam um ano no mês seguinte. Nós dissemos que era loucura e nos dispusemos a pagar uma babá, mas eles ficaram irredutíveis. Eu liguei algumas vezes durante a noite e me tranquilizei apenas quando recebi uma foto deles dormindo juntos e tranquilos em colchões na grande sala da casa do apartamento dos avós.
— Quero tanto te comer. — Edward rosnou em meu pescoço.
— Vamos pra cama. — Pedi, saindo do seu colo e o puxando para as escadas.
Edward me agarrou por trás na escada e eu comecei a rir, tentando me equilibrar para terminar de subir sem derrubar nós dois.
— Bella, eu te amo tanto. — Ele falou , afastando o meu cabelo para beijar o meu pescoço. — Porra, a gente faz tanto filho lindo.
Eu não consegui conter a gargalhada, me virando para ele e beijando os seus lábios, cambaleando na direção da cama.
— Vamos fazer mais um. — Disse em meio ao beijo, vendo os seus olhos se arregalarem na minha direção. — Vamos fazer vários filhos até sair uma menina. — Disse com manha e acariciando os cabelos da sua nuca.
— Me desculpa por só fazer garotos. — Pediu, selando os nossos lábios. — Vou me esforçar para fazer uma menina em você dessa vez.
Eu ri de novo e me afastei, tirando os meus sapatos e vendo o homem fazer o mesmo. Tirei a minha blusa e minha saia enquanto Edward tirava a sua calça e sua camisa. Ficamos apenas com nossas peças íntimas, sem cerimônias, admirando um ao outro.
— Como você consegue ser tão linda? — Ele perguntou, se aproximando de mim e tocando a minha cintura. — A mulher mais linda que já pisou na face da Terra. — Declarou, selando os nossos lábios e eu senti as minhas bochechas corarem.
— Eu quero dar pra você hoje... Oh! — Gemi, sentindo ele apertar a minha bunda. — Isso, eu quero dar de quatro pra você.
Edward afastou o rosto para me olhar, tocando a minha cintura e pintando seriedade no rosto. Fazia um tempo que vínhamos tentando a posição e, depois de anos tratando o meu trauma, eu estava começando a superar o meu trauma. Estava feliz de finalmente conseguir voltar a sentir prazer naquela posição depois de mais de dez anos.
— Tem certeza? — Perguntou, colocando uma mexa do meu cabelo atrás da orelha.
— Absoluta. — Assenti e fiquei na ponta dos pés para morder o seu lábio inferior. — Quero que você me chupe, me coma, me faça gozar enquanto eu estiver de quatro na nossa cama.
— Merda. — Edward rosnou e voltou a me beijar com ferocidade.
Nós nos deitamos na cama e eu o alojei entre minhas pernas, sentindo o homem pressionar os quadris contra os meus, sua ereção roçando na minha buceta úmida. Agarrei a sua bunda, incentivando os seus movimentos e gemendo contra os seus lábios.
— Eu vou gozar na cueca como um maldito adolescente. — Ele disse quando afastou os nossos lábios.
— Deixa eu te chupar. — Pedi, empurrando o seu peito.
Edward deitou ao meu lado e eu fui para cima dele, tirando a sua cueca e me curvando sobre o seu corpo. Toquei o seu pau e passei o seu líquido por toda a sua extensão antes de pressionar a língua na glande, meus olhos sempre presos nos seus.
— Você é tão sexy. — Ele elogiou e mordeu o lábio inferior. — Vira de costas, eu também quero te chupar.
Fiz o que ele mandou, sentindo o homem afastar a minha calcinha para o lado e lamber a extensão da minha buceta. Eu tinha o seu pau dentro da minha boca e gemi, me agarrando com força na sua coxa. Com os dedos, Edward massageava o meu clitóris em movimentos circulares enquanto com a língua me penetrava.
Eu alternava entre chupar apenas a sua glande e todo o seu pau, acariciando as suas bolas com a mão livre vez ou outra. Rebolei no seu rosto, sentindo o meu orgasmo perto e Edward deu um tapa na minha bunda, fazendo com que eu desse outro gemido com o meu pau em minha boca. Não demorou para que ele se derramasse na minha boca e eu em deliciasse com o seu sabor.
Apoiei as mãos na sua barriga e senti ele penetrar dois dedos na minha buceta, sugando e lambendo o meu clitóris. Me agarrei à sua pele, fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás, gemendo o seu nome alto enquanto gozava em seu rosto, tendo o meu primeiro orgasmo da noite.
Com alguma dificuldade, saí de cima dele e me deitei ao seu lado, recuperando minhas forças para continuar a transar com ele. Edward se apoiou nos braços e me olhou com um sorriso malicioso, fazendo com que eu não conseguisse evitar uma risada.
— O que foi? — Perguntou, se debruçando sobre mim e enchendo o meu rosto de beijos.
— Você é bom em tudo o que faz. — Falei, abraçando o seu pescoço e vendo ele sorrir. — Vai pegar a camisinha e o lubrificante enquanto eu me recupero.
Edward me olhou de imediato e tinha a expressão chocada, fazendo com que eu risse.
— É sério? Hoje vai ter...
— Vai, Edward. Hoje nós vamos fazer sexo anal. — Garanti.
O homem levantou da cama em um pulo e eu voltei a rir, balançando a cabeça em negação. Nós fazíamos anal pouquíssimas vezes depois que eu superei o meu trauma e eu adorava, principalmente porque ele tinha a mesma reação todas as vezes. Terminei de tirar minha lingerie enquanto ele não voltava.
— Estou pronto. — Avisou, ajoelhando na cama e mostrando o pacote de camisinhas e o lubrificante.
Eu voltei a rir e me sentei na cama.
— Pra quê tanta camisinha? Você vai comer meu cu uma vez. — Mostrei o dedo indicador.
— Um homem pode sonhar. — Deu de ombros e eu balancei a cabeça em negação, revirar os olhos e rindo.
Peguei uma do pacote, deixando o resto de lado, e o abri. Acariciei o membro do homem, sentindo o seu pau ereto novamente, pronto para me foder, e o vesti com a camisinha. Virei de quatro e esperei até que ele passasse o lubrificante em seu pau. Logo depois, Edward pegou um pouco e passou em meu cu, alisando a região e me fazendo ficar cada vez mais excitada.
Como sempre gostava de fazer, Edward penetrou um dedo para que eu me acostumasse com ele quando estivesse dentro de mim. Empurrei meu corpo ao seu encontro, querendo que seu pau estivesse ali dentro e ele pareceu entender o recado.
Pouco a pouco, Edward me penetrou e esperou até que eu estivesse acostumada ao seu pau todo dentro de mim antes de começar a se movimentar. Agarrei os lençóis da cama, fechando os olhos e mordendo o lábio inferior enquanto sentia ele entrar e sair bem devagar.
— Mais rápido. — Pedi, rebolando em seu pau.
— Porra, Bella. — Rosnou, segurando o meu quadril com força. — Eu vou gozar desse jeito.
— Goza no meu cuzinho, goza. — Pedi manhosa e toquei o meu clítoris.
Edward grunhiu e passou a se movimentar com rapidez, fazendo com que meus gemidos de prazer se espalhassem pelo quarto. Não demorou para que ele desse uma última estocada, gemendo longamente e gozando dentro da camisinha.
— Você é tão safada. — Edward falou assim que saiu de dentro de mim.
Deitei a cabeça no travesseiro e continuei a massagear o meu clítoris, dando uma visão privilegiada à ele. Pelo ombro, consegui ver que Edward observava tudo admirado, já sem a camisinha, mas ficando duro novamente enquanto mantinha a mão em seu membro.
— Vem me chupar. — Pedi, colocando um dedo na minha buceta.
Ele se aproximou e substituiu meus dedos por sua língua, ora penetrando a buceta e ora sugando o meu clitóris do jeito que só ele sabia fazer. Suas mãos distribuíam tapas e apertavam a minha bunda, e eu já sentia o meu orgasmo tão perto.
— Eu quero você. — Gemi, segurando em seus cabelos. — Mete em mim. Mete na minha buceta.
Edward se ajoelhou atrás de mim e esfregou a sua glande no meu clítoris, me fazendo gemer e empurrar o corpo na sua direção, procurando pelo contato das nossas peles.
— Eu amo quando você fala safadeza.
Abri um sorriso malicioso, que morreu quando ele se enterrou em mim, passando a se movimentar com rapidez e me arrancando gemidos altos de prazer, bem como o meu segundo orgasmo rapidamente.
Edward não parou, continuou no mesmo ritmo, eu sentia que poderia desabar na cama de tanto prazer. Agarrei com força nos lençóis e senti minha buceta se contrair novamente. Edward grunhia, apertando minha bunda e, atrevidamente, voltando a colocar um dedo no meu cu. Nós gozamos juntos daquela vez, gemendo nossos nomes enquanto derramávamos nossos prazeres.
Quando Edward saiu de dentro de mim, eu desabei na cama, completamente exausta e sentindo o cansaço me tomar. Não queria parar agora, queria continuar transando com ele até o amanhecer.
— Quer ajuda pra se limpar? — Perguntou, me abraçando para si e enchendo o meu rosto de beijos.
— Quero tomar um banho. — Resmunguei e me virei de frente para ele, o abraçando pelo pescoço. — Com você. — Fiz um pequeno bico e ele riu, selando os nossos lábios.
— OK. O que acha de eu te acordar daqui meia hora e a gente pode se divertir no banheiro também? — Sugeriu, distribuindo beijos em meus lábios.
— Para mim está perfeito.
Edward se ajeitou na cama e me trouxe para o seu peito, acariciando os meus cabelos e costas. Eu estava quase caindo no sono quando resolvi olhá-lo e vi o seu sorriso na minha direção.
— Você vai me deixar comer o seu cu um dia?
— De novo isso, Bella? — Ele perguntou, rindo.
— Eu quero te dar prazer. — Fiz um pequeno bico.
— Você me dá muito prazer, amor. — Garantiu, beijando a minha testa.
— E se eu colocar um dedo?
— A gente pode conversar sobre isso outro dia? — Edward continuava a rir.
— Não, Edward. Para de graça. — Dei um tapa em seu peito e ri junto com ele.
— Eu não sei de onde você tirou isso, Bella. — Ele acariciou os meus cabelos e manteve o sorriso no rosto. — Não tenho nada contra quem gosta e não acho que dar o cu para a minha mulher me faria menos hétero, mas eu não tenho interesse nenhum nisso por enquanto.
— Mas se você tiver interesse em dar o cu, você vai me dizer? — Perguntei, acariciando o seu rosto.
— Prometo que você será a primeira a saber e comer o meu cu caso eu queira dar. — Disse, olhando em meus olhos.
— Tudo bem. Eu te amo, meu herói.
Eu o beijei por longos minutos, apenas acariciando o seu rosto e cabelos, sentindo os seus braços me apertando fortemente para si.
— Também te amo, meu anjo. — Sorriu, selando o nossos lábios longamente.
— Acho que estou pronta para tomar banho. — Confidenciei, abrindo um sorriso esperto.
— Mas já? — Assenti à sua pergunta. — Achei que estava caindo de sono há dois minutos.
— Eu estava, mas esse papo sobre anal me deixou excitada. — Confessei e ele riu. — O que acha?
— Estou sempre pronto para você. — Disse, se levantando e estendendo os braços na minha direção. — Vem, minha safada.
Abri um enorme sorriso e fui na direção dele, entrelaçando minhas pernas e braços à sua volta. Enquanto caminhávamos na direção do banheiro, iniciei outro beijo quente.
Eu não poderia ter pedido uma vida melhor ao lado do homem que eu amava.
Fale com o autor