Antes que seja tarde

18 O Magrelo Gostoso pra Dédeu e o Sr. Chris Rodriguez


Notas iniciais
o título esta péssimo, mas eu achei muito bom o capítulo. Nos vemos nas notas finais! BOA LEITURA!!!

Leo POV’s

Quando as aulas acabaram eu corri até meu armário, peguei meus cadernos correndo e fui voando para casa. Cheguei em casa e Chris não estava lá, foi então que me lembrei de que ele ficaria na cidade hoje. Melhor para mim, afinal eu tinha que pensar num lugar para levar Reyna. Tinha que ser legal, divertido e romântico, mas onde seria tal lugar?! Pensei um pouco e nada me veio a mente. Então fui almoçar e fazer dever.

No meio do dever veio um lampejo em minha mente e então eu já sabia onde leva-la. Corri até meu quarto, abri a mochila e peguei meu celular. Digitei uma mensagem rápida para Reyna e sorri satisfeito com minha ideia. A mensagem era:

“Não use nada muito chique ou coisa do tipo, roupa normal. Passo ai às 19h00min horas! Não se esqueça! E se você não quiser ir te arrastarei comigo do mesmo jeito!”

“Leo, o Magrelo Gostoso pra Dedéu.”

Fui até o banheiro, tomei um banho, fiz minha higiene e escolhi uma roupa. Peguei uma calça jeans escura, uma camiseta verde e uma camisa xadrez verde e preta para colocar por cima, calcei meu all star preto. Passei um pouco de perfume e peguei meu celular na esperança de ter uma resposta, mas não tive. Ela deve estar no banho ou se arrumando, pensei nervoso. Desci e olhei no relógio, já estava quase a na hora do encontro, peguei as chaves do meu carro, um Cadillac Ciel Concept preto, e fui até a garagem.

Fiquei o caminho todo pensando se ela gostaria do nosso encontro, do lugar onde a levaria e do que faríamos. Parei o carro em frente a sua casa e desci nervoso, minhas mãos suavam, meu corção estava acelerado, meu estômago embrulhando e eu não conseguia parar de sorrir. Qualquer um que me visse naquele estado pensaria que eu era louco. Então respirei fundo, me acalmei, respirei novamente, tirei aquele sorriso forçado do meu rosto, enjuguei o suor de minhas mãos, respirei uma ultima vez e então apertei a campainha. Ouvi passos apressados na escada e dei um sorriso bobo, afinal tudo indica que ela esta tão ansiosa quanto eu. Ouvi o barulho da chave se mechendo e vi a maçaneta girando. E...

Roupa da Reyna (para quem esqueceu): http://www.polyvore.com/reyna/set?id=114721873

Fiquei parado com um sorriso bobo no rosto, ela estava realmente linda! Deslumbrante! Usava uma toquinha preta, uma blusa verde meio transparente que ia descendo em camadas cada vez mais escuras, por baixo uma regata preta, um cachecol preto, uma calça jeans clara rasgada e um all star preto também. Estava perfeita. Acho que ela percebeu que eu estava em transe e riu, estalou os dedos algumas vezes e eu parei de encará-la daquele jeito.

– Esta voando Valdez?! – perguntou ela rindo.

–É que você esta muito linda – confessei sem querer, ela corou e eu também ao perceber que havia dito aquilo em voz alta.

– Bem... Para onde vamos? – perguntou ela olhando para o chão, mas então voltou a olhar para mim.

Dava para ver a curiosidade em seus olhos que brilhavam como as estrelas, resolvi brincar com ela e disse:

– Você tem três chances para adivinhar – respondi com um sorriso no canto dos lábios e vi um sorriso brincar em seus lábios – Enquanto isto vamos indo para o local – disse estendendo minha mão para ela.

Ela ignorou minha mão e passou reto por mim ainda sorrindo, cheia de si. Ela foi até o carro e olhou para trás. Alargou ainda mais o sorriso ao ver que eu continuava lá parado, só que agora virado para ela.

– Você não vem? – perguntou ela vitoriosa. Eu alarguei o sorriso e fui até ela. Abri o carro e ela entrou.

– Nós vamos a algum restaurante? – perguntou ela curiosa assim que liguei o carro.

– Não, passou longe! – respondi

– Hm... Se não é num restaurante... Na praia? – perguntou ela novamente.

– Também não. – disse sorrindo

– Ah! Esta muito difícil! Dá uma dica! – perguntou ela fazendo a cara do gato do Shrek.

– Hm... É um lugar muito legal, colorido, divertido. Temos vários na cidade e sempre tem crianças – respondi com um sorriso travesso nos lábios, foi então que, olhando para ela, eu percebi. Alarguei o sorriso e perguntei – Por acaso você foi lá em casa escondido para saber com que roupa eu iria? Estamos iguais! Verde e preto. Você andou me espionando?!?! – perguntei arregalando os olhos surpresos.

– Engraçado... Eu é quem devia perguntar isto a você, afinal quem esta interessado aqui é você. – disse ela com um sorriso irônico.

– E você não esta?! – disse tentando parecer brincalhão, mas no fundo eu estava realmente preocupado com a resposta dela.

– Ér... – disse ela corando e virando o rosto para a janela. Eu sorri comigo mesmo e continuei a dirigir.

Ficamos o resto do caminho assim, até que um pouco antes deu virar a esquina que leva ao lugar esperado, ela se virou com o rosto iluminado e um sorriso nos lábios.

– Estamos indo ao parque de diverções!!!

– Acertou em cheio – respondi rindo de sua alegria

– Eu adoro parques! Como você descobriu?

– Não descobri, eu simplesmente amo parques de diverções e quis te trazer a um deles.

– Pois saiba que você acertou em cheio no local.

– Obrigado, vindo de você é mais que um elogio – disse e ela fez uma careta.

Saimos do carro e fomos comprar os bilhetes, resolvemos comprar pulseirinhas, sabe aquelas que te dão ascesso ilimitado a parque durante um dia, assim porderíamos ir a todos os brinquedos mais de uma vez. Seus olhos brilhavam, admirava as luzes piscando, as crianças correndo, rindo, gritando, pulando e os brinquedos girando, subindo e descendo. Ela virou-se para mim ansiosa e perguntou:

– Em qual iremos primeiro?

– Em qual você quiser.

– Que tal na montanha russa? – perguntou com os olhos brilhando ainda mais.

– Demoro.

Corremos para montanha russa, a fila nem estava grande, afinal era segunda feira, ninguém vai a um parque na segunda feira! Foi muito bom, íamos de um briquedo para o outro sem nos preocupar. Realmente estávamos nos divertindo. Paramos no meio do parque e ela me olhou com um sorriso travesso no rosto.

– Vamos no bate-bate?

– Prepare-se para perder!

– Nunca perderei para você Valdez!

Corremos até o brinquedo e escolhemos nossos carrinhos, a aquela hora não tinha mais nenhuma criança no parque, só nós, alguns casais adultos e um grupo de adolescentes, por isso não havia ninguém no brinquedo. Afastamos os outros carrinhos para o canto e ficamos frente a frente. Olhavamos nos olhos um do outro e havia um sorriso de canto em nossos lábios. Ela me olhava desafiadoramente, o menino que cuida de tudo avisou que havia ligado o brinquedo, mas nem eu nem ela demos importancia ao que ele disse. Fomo um contra o outro. O baque veio logo a seguir, olhamos um para o outro e começamos a rir, demos meia volta e eu comecei a fugir dela, já que com a batida ela havia ido para tras e ficado presa nos carrinhos encostados nos cantos e ela estava brava porque não estava conseguindo sair. Eu ria muito, mas quando ela conseguiu se desprender ela tinha no rosto uma expressão assassina. Peguei no volante e comecei a fugir novamente. E quando seu carrinho estava quase encostando no meu, o tempo acabou e eles pararam de funcionar. Comecei a rir demais e ela saiu do carrinho com muita raiva, quando me levantei levei um tapa na cabeça de brincadeira.

– Ai! Aonde iremos agora?

– Não sei também.

– Que tal na roda gigante? – perguntei sem prestar atenção.

– Valdez!

– Que foi??

– Nada – respondeu ela corando – Vamos logo – ela pegou em minha mão e saiu me puxando.

Admito que eu gostei quando ela pegou a minha mão, mas não entendi sua reação. Mulheres... A roda gigante estava vazia. Sentamos na cabine. Estávamos quietos olhando pelas janelas qu tinha, apreciando a vista. Quando estávamos no topo olhaie para ela, percebi que ela me olhava. Seus olhos castanhos me convidavam a se aproximar, estendi a mão e tirei os fios rebeldes que estavam em seu rosto, me aproximei ainda mais sentindo seu delicioso perfume. Por fim selei nossos lábios com um beijo doce e terno, seus lábios tinha gosto de cereja, macios e quentes. Nossas linguas travavam uma batalha onde nenhuma delas fazia questão de ganhar. O momento estava perfeito. Separamos-nos e um sorriso brincou em nossos lábios, não desfazemos o contato fisual até que ela corou e virou o rosto.

Depois disto saimos da roda gigante e fomos para o meu carro. Parecia que eu iria explodir, iria voar do carro e explodir no céu como fogos de artifício. Meu coração parecia querer sair do meu peito e nada seria capaz de tirar meu sorriso. Olhei pelo canto do olho para ela, que parecia feliz, com um sorriso brincando em seus lábios e as mãos mechendo sem parar. Parei em frente a casa dela, sai do carro e abri a porta para ela, que corou e pegou a mão que eu havia estendido. Levei-a até a porta. Virou-se para mim ainda com aquele sorriso e disse:

– Eu adorei a noite. Obrigada – ela agradeceu e meu plantou um beijo na bochecha. Virou-se para a porta, abriu-a e entrou.

Eu fiquei parado como um bobo por um por um bom tempo, paralizado. Até que sacudi a cabeça para ter certeza de que não era um sonho, virei-me para o carro sorrindo e fazendo uma dancinha (ridícula) da vitória. Passei o resto da noite na cama lembrando-me de cada momento, podem achar isto coisa de maricas, mas aquele encontro havia sido perfeito, inacreditável, incrível, maravilhoso, mágico. Certamente eu estava indo pelo caminho certo.

Clarisse POV’s

Estávamos, eu e Chris, andando pela rua, havíamos acabado de sair da escola e já eram 14h00min, maldita detenção!! Maldita hora que fui ajudar o Chris! Apesar de que eu não teria ido ajuda-lo se ele não estivesse em perigo, então malditos meninos do terceiro ano idiotas e machistas!!! Ah homens machistas são tão estúpidos! Como eles podem achar que não somos capazes de fazer tudo que eles fazem! Idiotas! Isso que eles são! Mas okay, vamos voltar a narrar. Saímos da escola e fomos tomar sorvete, convite feito por ele, já estou começando a me arrepender de ter aceitado isto tudo, apesar de que ele é um gatinho, loiro e musculoso. Só que isto não vem ao caso.

Saímos da escola felizes, afinal acabou a detenção! Mas suspeito que a felicidade dele vinha de outro acontecimento no momento. Estávamos imitando o Senhor D. e rindo. Passamos por uma rua onde crianças correndo atrás umas das outras, rindo, pulando amarelinha e também jogando bola. Olhei de relance para Chris e ele olhou para mim com o mesmo sorriso travesso. Corremos para o meio das crianças e começamos a jogar bola com elas. No começo elas se assustaram, mas logo voltaram a correr que nem loucas.

– Passa para mim!! Pra mim! – gritava um menininho ruivo e com sardinhas.

Passei para ele, que fez um ótimo gol. Corri até ele e nos cumprimentamos com um daqueles toquinhos, vários meninos correram até ele e fizeram o mesmo. Chris não deixou por menos e marcou dois gols seguidos pro time dele e veio até mim com um sorriso presunçoso no rosto.

– Ah é guerra que você quer?! Então é guerra que você terá! – disse sorrindo. Sai correndo atrás da bola, roubei-a de um carinha moreno e baixinho do time oposto, driblei todos que apareceram em meu caminho e marquei mais um gol pro meu time, enquanto Chris me olhava impressionado. Sorri presunçosa para ele, enquanto vários moleques vinham me cumprimentar – Quem brinca com fogo se queima – sussurrei no ouvido de Chris.

– E você esta prestes a se queimar La Rue – ele retrucou sorrindo.

– É o que iremos ver Rodriguez – respondi cínica e voltei a correr.

O goleiro do time adversário passou a bola para Chris, que foi correndo até o gol, eu não iria deixa-lo marcar por isso corri para impedi-lo, cheguei por trás, coloquei meu pé entre suas pernas e dei um chute na bola pro lado. Na hora que ele foi chuta a gol acabou chutando o vento, enquanto isto eu já tinha pegado a bola e estava chegando do outro lado do campo com a bola nos pés pronta para fazer o gol. Chutei e a bola passou direto pelo goleiro, virei-me para jogar na cara de Chris que eu era melhor, só que eu fui derrubada.

No chão agora estavam eu e Chris, o abestado veio correndo tentando me impedir de marcar um gol e esqueceu-se de frear e lá estávamos nós dois no chão rindo como loucos, ele em cima de mim, apesar da minha raiva não pude deixar de rir da situação, que apesar de estar bem tensa era engraçada. Parei de rir e olhei em seus belos olhos castanhos, calorosos como uma lareira acesa num dia de inverno e convidativos como um dia de sol, eles me hipnotizavam. Ele corou sem graça pela proximidade e se levantou. Ofereceu-me sua mão e eu aceitei. Assim que nos levantamos voltamos a rir um do outro. Dissemos thau às crianças, a maioria delas veio nos cumprimentar com toquinhos e um deles, o ruivinho que eu passei a bola no começo do jogo, puxou meu braço pedindo que eu me abaixasse, me abraçou e sussurrou em meu ouvido:

– Obrigado. Ninguém nunca passa a bola para mim, achavam que eu não jogava bem, mas agora que você passou e eu provei que sou bom eu tenho amigos! Então obrigado!

– Não há de que. Você merece os melhores amigos do mundo – respondi sorrindo e bagunçando seus cabelos. Ele riu, se despediu e correu de volta até os meninos que iriam começar outra partida.

Sorri para mim mesma enquanto observava o menino ruivo correr entre eles sorrindo e fazer outro gol, ele olhou para minha direção, sorriu e acenou. Acenei de volta e virei-me para Chris.

– Um sorvete agora cairia bem.

– Concordo plenamente – ele respondeu sorrindo de volta. Olhei para ele desafiadora e perguntei.

– Que tal uma corrida até a sorveteria?! – ele me olhou com o mesmo sorriso travesso que eu continha no rosto e disse.

– No três.

– Eu conto! Okay?

– Okay.

– Não flerte assim comigo Chris! – disse me referindo a “A Culpa é das Estrelas”. Comecei a rir e ele também.

– Okay Srta. Hazel Grace – disse com um sorriso galanteador e fazendo uma referencia.

– Três! – gritei me aproveitando de sua distração e comecei a correr como uma louca pela rua.

– Ei! Isto não vale! Trapaceira! – gritou ele começando a correr.

– O mundo é dos espertos Sr. Chris Rodriguez! – gritei de volta enquanto corríamos pela imensidão de ruas buscando a sorveteria mais próxima. O tempo todo com sorrisos brincando em nossos rostos.

Notas finais
Awnt que fofos!!! Lindoos!! Eu shippo!! Então, demorei né? Não me matem! Estava pensando em fazer uma proposta, é o seguinte: as pessoas que recomendarem a partir de hoje terão direitos a algumas coisinhas nas mensagens privadas: - Spoiler? - Parceria para o próximo capítulo? - Palpites para o próximo capítulo? - Exigências? - Pedidos de beijos? Eu não sei vocês que escolhem!! Além de um prêmio muito especial: minha amizade! É só recomendar. E já vou avisando!! A pessoa tem que se manter quieta! Nada de contar! Beijos Luhh