Antes dos Dezenove Anos depois
4 Capítulo 4- À Tôca
Notas iniciais
Desculpem a demora, é que a net, tá lenta demais hoje. De acordo com o Nyah, tenho 218 leitores, muito obrigada, então cade meus comentários? Preciso saber se tá tudo bem, se tem algo que vcs querem mudar, então opinem,se não como diz uma autora daqui que eu gosto muito (Lady), não vai ter próximo capítulo....l
Ah! Só pra constar a história tá começando a esquentar....
Pov Ginna
Graças a Deus, eu estava em casa, depois de dias tão conturbados, eu agora estava deliciada por estar no meu quarto. As coisas estavam bem agora, tirando a falta que Fred nos fazia, é claro, a tendência agora é que tudo melhore. Mamãe estava preparando o jantar, papai estava com meus irmãos e meu namorado na sala, eles fizeram Harry explicar cada detalhe da viagem deles até a batalha em Hogwarts, menos Gui..., ele tinha ido pra casa, Fleur estava sozinha a muito tempo e precisava dele, eu e Hermione estavamos aqui, em meu quarto, sozinhas, sem falar, nem ao menos nos mexer, mas a complicidade e o entendimento eram tantos que eu sabia e que ela sabia que à partir de agora nós 4 seríamos inseparáveis.
As aulas tinham sido canceladas, a escola precisava de reformas e todos foram mandados esperar novas notícias em casa, a professora Minerva que agora se tornara diretora Minerva, garantiu a todos os pais que daquele dia em diante a escola e o mundo bruxo seriam seguros de novo, e o melhor de tudo é que com a suspenção das aulas, eu teria o mês todo para curtir meu namorado e para fazê- lo descansar, ele merecia, e como merecia, depois de tudo que ele passou, ele precisava disso, e eu garantiria isso a ele, pra alguém incomodá- lo, no próximo mês, teria que passar por mim, e uma bruxa apaixonada, brava, e principalmente protetora, não seria um oponente assim tão, fácil.
Pov Harry
Depois de todas as homenagens e dispensas em Hogwarts, eu estava perdido, não sabia o que fazer e pra onde ir, eu queria ficar com Ginna, mas eu não queria incomodá- los, eles precisavam de um pouco de paz e sossego e eu estava disposto a dar isso à eles, mesmo que isso doesse muito, não queria ficar longe, eu já tinha perdido tanto...
_ Harry querido, vamos pra casa?
_ Mas senhora Weasley, talvez seja melhor não. Vocês estão exaustos.... Eu não quero incomodar.
_ E Você também está querido, não acha que depois de tudo isso que aconteceu, que nós o deixaríamos sozinho. Você é da família, sempre foi e agora mais do que nunca, eu perdi um filho e definitivamente ganhei você, então deixe de bobagem e vamos logo.
E com essas palavras minha sogra me convenceu, era fim de tarde guando chegamos a Hogsmead e aparatamos para à Tôca, Ginna me abraços forte e disse que iria com Mione para o quarto, e eu? Bem, eu fiquei aqui na sala sendo especulado de todas as maneiras, pela minha mais nova família, cada detalhe de minha viagem com Rony e Hermione, desde a caça as horcruxes, até a morte de Valdemort, eles esmiuçaram cada pedacinho da história, a cada fato novo os olhares aturdidos e surpresos deles me surpreendiam, Rony não ajudava nem um pouco, ele exagerava tanto, quando contava a parte dele que eu quase achava graça, mas eu não ria, eu não ia tirar esse prazer dele, nunca, ele estava estasiado com a idéia de que era melhor que os irmãos em alguma coisa e que pela primeira vez ele não fizera alguma coisa que Gui..., Carlinhos, Percy, ou Jorge já tinham feito, esse mérito, era inteiramente dele, e como ele mesmo disse:
\"_ Eu sou um dos principais motivos, para estarmos a salvo hoje.\"
Sim ele era, e eu estava muito feliz em vê- lo mais feliz ainda. O cheiro que vinha da cozinha, estava me inundando, eu estava faminto de novo, e a comida da minha sogra, me dominava, nunca vi nada igual, tomara que Ginna cozinhe tão bem, quanto ela.
_ Ah! Artur, deixe ele em paz, vamos, venham jantar. Giiiiiinna? Hermioooonnnee? O jantar está servido.
Como eu gosto dessa minha sogra, ela me salvou de meu interrogatório e ainda me daria um prêmio, tenho que me lembrar de recompensá- la um dia.
_ Vem Harry, vamos jantar.
Ginna me agarrou pelo braço e me puxou até a mesa da cozinha, jantei a melhor refeiçao de minha vida. A comida tinha o gosto do mais puro amor que alguém sente para com os que vão comê- la, e isso a senhora Weasley transmira tão bem aos seus familiares, eu chegava as vezes a invejar Rony, como alguém podia amar tanto assim, era um amor diferente, um amor puro, um amor que com certeza minha mãe também sentia por mim, só que com uma diferença, Rony tinha como sentir o amor da mãe dele e eu não eu só podia supor como era o amor de minha mãe por mim, acho que fiquei um pouco triste pensando nisso, pois o olhar que Ginna me deu depois do jantar era de dor, parecia que ela refletia as emoções passadas em meu coração, e foi muito duro vê naquelo rosto lindo, se formando uma ruga na testa, não, eu não podia deixar isso acontecer as coisas agora mudariam eu seria feliz e principalmente, eu faria Ginna feliz, acho que mais uma vez ela notou minha mudança de humor, pois seu olhor logo se suavizou. Depois do jantar todos tomaram um rumo, Carlinhos e Percy, travaram uma verdadeira batalha no xadrez bruxo. Senhora Molly e senhor Artur, foram dormir. Jorge assitia impaciente a partida de xadrez, torcendo descaradamente para que Carlinhos, como disse ele, \"destrossasse\", Percy. Rony, Mione, Ginna e eu, estávamos no jardim, deitados na grama, olhando para um lindo céu, cheio de estrelas e com uma lua perfeita em seu alto, eles eram as únicas testemunhas de 2 casais, que estavam a ponto de explodir, por um pouco de privacidade.
Pov Ginna
Isso ainda não estava bom, estávamos juntos, mas a distância parecia enorme, acho que Rony, inibia Harry, e isso estava me irrtando, eu teria que dar um jeito nisso, eu já tinha esperado demais, eu precisava dele, agora.
Levantei, olhei um seus olhos ( aí que olhos, se eu não conhecesse Harry, eu juraria que aqueles olhos, poderiam ver até minha alma e meus segredos mais íntimos), como se cada gesto falasse mais que mil palavras, e disse:
_ Vem Harry Vamos pro outro lado do jardim?
Eu já estava arrastando ele.
_ Não! Por que? O que tem de errado em ficar aqui?
Rony, sempre Rony,será que ele não se tocaria nunca.
_ Aí Mione!
Ela deu- lhe uma cutucada nas costelas com o cotovelo, que até eu senti.
- Rony! Eles precisam \"conversar\", (ela fez as mesmas \"aspas\", que eu fiz agora, com os dedos), tenha dó Rony, não vá bancar o irmão ciumento agora né? Harry é seu amigo e além disso nós precisamos \"conversar\" ( as \"aspas\" de novo), também.
Minha cunhada era demais, ela sabia como dobrar meu irmão.
_ Tudo bem cara. Mas olha la o que vai fazer, eu vou estar de olho.
Ai meu Deus! Como ele podia ser tão idiota.
_ Ah Rony! Poupe- nós de seus ataques.
Eu precisava revidar.
_ Fique calmo Rony, nós só vamos matar as saudades. Deveria fazer o mesmo.
Harry nem olhou pra trás pra ver o olhar de azaração de Rony, me agarrou pela mão, e atravessamos o jardim, deitando em um lado, onde estaríamos a salvo dos olhares de meu irmão nervozinho.
Eu estava de costas no chão e ele estava de lado, firmando o cotovelo no chão e segurando a cabeça com uma mão, a outra ele acariciava meus cabelos e com os lábios, ele traçava caminhos curtos entre meu rosto, e meu pescoço, eram beijos pequenos, quentes e acima de tudo amorosos demais, parecia que ele queria mostrar em cada gesto quanta saudade sentiu. Eu me entreguei completamente ao momento, fechei meus olhos e deixei a sensação mais prazerosa que já senti na vida, me dominar, mas ainda não era o bastante, eu queria mais, e acho que ele também, pois no exato momento em que eu iria definitivamente agarrá- lo, ele me apertou ainda mais, acariciou meus lábios com os dedos, e como quase num sussurro disse:
_ Eu te amo, Ginna Weasley.
Eu gelei meu coração parou, eu tenho certeza que parou, ele nunca tinha dito que me amava, eu estava que não cabia em mim de tanta felicidade.
_ Eu também te amo, senhor Harry Potter.
Foi a última coisa que me lembro ter dito, pois depois disso ele me beijou, beijou como nunca havia me beijado, desejoso, ardente especulativo, eu como anciava por esse momento, retribui cada gesto dele, nem uma folha de pergaminho passava por nós, nossos corpos pareciam um só, nossas línguas travavam uma verdadeira batalha, desbravavam o mais íntimo que tínhamos em nós mesmos, eu estava toda arrepiada e minha cabeça vagava por um lugar de pura felicidade e êxtase. Estávamos cada vez mais sem fôlego, um sentimento de desejo pulsava cada vez mais em nós, tudo parecia novo, meu auto controle a tempos haviam sumido, Harry estava deitado sobre mim e sua mão agarrava firmente a minha perna, minhas mãos estavam entrelaçadas em seu cabelo e nossas bocas pareciam uma só, parecia que íamos sucumbir ao desejo, e isso era fato, nós dois desejavamos aquilo, e tudo estava indo pra ese rumo, quando de repente um lampejo de luz verde, atingiu Harry em cheio nos ombros, e o jogou até o outro lado do jardim, eu quase morri, gritei desesperada para ele, que já por impulso sacou a varinha, impunhando- a, mas logo em seguida, ele olhou para a janela de minha casa, baixou a varinha,sacudiu a cabeça e começou a rir, rir não, gargalhar e foi aí que eu entendi.
Da janela Carlinhos e Percy, nós observava e agora riam, como dois bestas que são, eu não acreditei, eles tinham estragado tudo.
_ Droga Carlinhos! Você podia ter matado ele!
Eu estava fumegando de tanta raiva.
_ Ah Potter! Como você baixou a guarda assim? Bem que eu queria ter matado você, mas fiquei com medo de atingir Ginna ela estava um tanto quanto, perto demais de você.
Ele gritou em resposta a minha acusação.
_ Sabe Carlinhos, é que minha concentração e minhas mãos estavam ocupadas demais, e nem deu tempo de sacar a varinha.
Harry tinha que provocar de volta? Isso não ia acabar bem.
_ Pois eu sugiro que acalme seus hormônios, e venha dormir Potter, pois vamos ficar de olho em você, e garanto que se você encostar mais um dedo em nossa irmãzinha, eu mesmo acabo com você.
Percy esbravejou ameaçadoramente.
_ Chegaaa! Vocês dois, deixem- me em paz, já estamos indo, Guardem essas varinhas, ou então.... eu vou gritar tanto que mamãe vai ouvir, e acho que ela não vai gostar nada, nada de saber que vocês atacaram o filho mais novo dela.
É com essa eles não esperavam.... eu juro que vi um traço de medo nos olhos deles, isso já estava indo longe demais amanhã eu teria que conversar francamente com papai a respeito de meus irmãos, pois se continuasse assim uma nova guerra seria iniciada, graças de novo ao senhor Harry Potter.
E foi assim, encontramos com Rony e Mione, na entrada de casa e fomos dormir, Mione e eu, no meu quarto e Harry e Rony no quarto de Rony, apesar da intromissão de meus irmãos, no nosso momento \"casal feliz\", eu estava em paz e acima de qualquer o sentimento da paixão era o que mais aflorava, e de uma coisa eu tinha certeza... Eu estava completamente apaixonada por Harry.
Notas finais
Tudo bem gente? Hoje foi grande vocês não podem reclamar, o próximo capítulo só deve sair lá pela quinta, estou um pouco ocupada essa semana então tenham paciência. Obrigada por quem sempre comenta, e espero que continuem comentando. Beijos.
4º A viagem, voltando a realidade.
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