Antes dos Dezenove Anos depois
25 Capítulo 25- Desentendimentos
Notas iniciais
Pdv. Harry
_ Mas ministro, eu não posso, Gina já está entrando nos nove meses, a coisa tá um pouquinho complicada lá em casa, minha sogra está tendo que ajudar Hermione com o bebê dela e Ronny, e ainda tem Tiago, ele não fica com ninguém, e esses dias ele esteve meio doentinho...
Já fazia mais de meia hora que eu tentava convencer o ministro a mandar outro auror para uma visita ao País de Gales.
_ Eu não tenho outra escolha Harry, você é o meu melhor auror, e pra te substituir, só se fosse Ronny, mas ele está de férias, então terá que ser você mesmo, e além do mais dementadores, é sua especialidade, e se tudo ocorrer como planejado, em dois dias você estará de volta.
Eu não podia concordar com isso, Gina iria ficar uma fera, e com toda razão...
_ Mas senhor...
_ Chegar de embolação Potter, você parte amanhã de manhã...
Suspirei nervoso e me joguei na minha poltrona, já era quase seis horas, eu precisava ir pra casa, Gina estava bem, se comparar com a gravidez de nosso primeiro filho, mas esse bem dela, não incluía uma viagem, deixando-a sozinha, com um garoto pequeno e um por vir.
Pela primeira vez eu todos esses anos de casado, essa foi à primeira vez que não ansiei em chegar. Gina como sempre me esperava no portão, ela tinha Tiago seguro por uma mão, enquanto a outra descansava tranquilamente por cima de sua linda barriga de quase nove meses.
_ Papai!!
Meu pequenino sorriu, ao me ver se soltou da mãe e se jogou em meus em braços, ele já sabia, que me abaixaria e aninhá-lo-ia em meu colo.
_ Oi amigão,... O papai estava morrendo de saudades de você.
Ele me olhou com os olhinhos brilhando, e eu me senti ainda pior.
_ Tiago quer “bincar”, papai.
Sorri com os tropeços das palavras de meu filho, ele já falava bastante, mas tinha umas coisas que precisavam de um tradutor, para se fazer entender, e isso o irritava bastante, quando ele queria uma coisa e não entendíamos o que era,... Por Merlin,... Ele ficava muito enjoadinho.
_ Ei filho,... A mamãe e seu irmãozinho também querem um pouquinho de atenção. Que tal se você subir, e já ir tirando a roupinha, pro papai te ajudar no banho, hein?
Ele saiu correndo como um balaço...
Abracei minha esposa e descansei minha mão em seu ventre, beijei seus lábios e afaguei sua barriga.
_ Oi garotão... Todo tranqüilo aí? Você cuidou direitinho da mamãe?
Meu caçula, mais uma vez respondeu ao meu chamado, dando um chutinho de leve.
_ Como foi seu dia, você parece meio,... Chateado?
Descansei minha cabeça no pescoço dela eu precisava me inebriar com seu cheiro primeiro.
_ Podemos falar disso depois do banho do Tiago, tenho impressão que há essa hora ele já deva estar puxando as orelhas do pobre do Monstro.
Ela assentiu minimamente com a cabeça, e eu entrei, deixando-a ali no meio do jardim.
Dei banho em meu filho, e aproveitei que já estava molhado e também tomei o meu, levei-o para a cozinha, Gina e Monstro já nos esperavam, jantamos uma deliciosa carne assada, com batatas e um tortinha de abóbora de sobremesa, levei Tiago para o quarto, contei-lhe um conto do “Beedle, o Bardô”, eu não era muito fã deles, mas meus sogros sempre diziam que crianças bruxas deviam sabê-los, Tiago gostava.
Cobri-o com muito cuidado para não acordá-lo e me encaminhei para meu quarto, era agora que as coisas iriam se complicar.
_ Vai me contar o que está acontecendo, ou terei que usar de outros métodos para descobrir.
Gina estava sentada na cama, as pernas descansavam tranqüilas por cima dela, enquanto a mão acariciava a barriga.
_ Não querida, não precisa fazer nada, eu vou te contar.
Ela parou e me incentivou a continuar.
_ Então fale Harry, sou toda ouvidos.
Suspirei pesado.
_ Tenho que viajar amanhã, uma onda de ataques de Dementadores, tem assolado os vales de cevada do País de Gales, e como Ronny está de férias,...
Nem precisei terminar, ela levantou a mão, me estendeu o travesseiro e me falou magoada.
_ Pelo que parece, vou ter mais um filho, sozinha,... Então que tal se eu já fosse me acostumando...
Ela aconchegou-se na cama e virou de costas pra mim, e como para que “quem sabe ler um pingo é letra”, eu me afastei, descendo para a sala, deixando-a sozinha em nosso quarto.
Acomodei-me como pude no sofá, eu sentia todas as amarguras de minha vida agora.
Como era possível? Eu sempre tentei fazer as coisas darem certo, e elas sempre fugiam do meu controle, eu sabia que Ginna tinha razão, mas o que eu podia fazer? Gritar com ela estava fora de cogitação, então o certo era me afastar, e passar a noite ali,... Naquele vazio de sala, longe do meu lugar, longe do corpo que me aquecia, longe da dona da minha vida,... Literalmente, longe da vida.
Seria uma noite longa, eu com certeza não dormiria, e isso nem me incomodava, o que me doía de verdade era saber, que, “minha vida”,... Estaria chateada comigo, que possivelmente há essa hora esteja se desmanchando em lágrimas e eu nem posso estar para consolá-la. Ela preferia assim, e quem sou eu pra discutir com Gina Potter, principalmente, quando ela está grávida.
Ouvi ao longe o choro de meu filho. Protetoramente voei escadas acima, Tiago já não chorava mais à noite e quando ele o fazia, era porque algo tinha acontecido.
Cheguei ao quarto e o peguei no colo, ele soluçava e parecia assustado.
_ Ssshhiii... Tá tudo bem filho, o papai está aqui, nada vai acontecer.
Passei meus dedos sobre seus olhinhos molhados, apalpei sua testa, vistoriei seu berço, fui até a janela, chequei lá fora, mas estava tudo normal. Apertei-o mais junto ao peito, fazendo com que ele deitasse a cabeça em meu ombro.
_ Tá tudo bem anjo, foi só um pesadelo, já vai passar. Fique quietinho querido, assim você vai acordar a mamãe, ela precisa descansar filho...
Continuei ninando-o, e ele já soluçava baixinho, mamãe, era a palavra repetida em meio às lágrimas e choramingos.
_ Já vai passar filho. Pode dormir, eu vou cuidar de você, não vou sair daqui Tiago, nada vai te amedrontar filho... Eu te amo, pode dormir tranqüilo, eu estar aqui velando por seu sono.
Quanto senti suas mãozinhas descasarem do aperto que ele fazia em minha camiseta, eu relaxei finalmente ele tinha dormido. Não ousei a colocá-lo no berço, já que essa noite eu passaria em branco, não custava nada mimar um pouquinho meu pequeno, deixando-o dormir em meu colo.
Deslizei meu corpo para a aconchegante poltrona azul do quarto de Tiago, e me permitir memorizar mais uma vez as feições de anjo de meu filho, ele era perfeito,...
Às vezes me pegava pensando se Alvo seria assim,... Alvo Severo Potter, nosso segundo filho teria esse nome, ao contrário do que aconteceu com Tiago, dessa vez Gina fez uma série de exames, tanto bruxo, quanto trouxa, e numa dessas, descobrimos que nosso bebê era um menino, de novo, não pude deixar de sorrir e meu sogro também não, como disse ele, mais um neto. Acho que a família de Gina não gostou muito do nome que escolhi, mas eu acho que acertei em cheio, homenageei de uma vez só, duas das pessoas mais corajosas e poderosas que eu já conheci em toda a minha vida.
Tudo estava pronto para a chegada de nosso pequeno, esse quarto que antes era de hóspedes, foi transformado no mundinho de Tiago, enquanto o que fica ao lado do nosso, foi novamente decorado para receber Alvo, Gina e Monstro tinham feito um trabalho excelente lá, cada móvel, cada detalhe, cada tom de verde existente ali, foram escolhidos a dedo, para um maior conforto e bem estar de nosso caçula.
Eu às vezes me pegava pensando se um homem podia ser mais feliz na vida, eu tinha tudo o que queria uma esposa linda, um filho que me ama e me admira acima de qualquer coisa, outro, protegido e guardado no corpo de minha razão de existir, o que mais eu poderia pedir?
Bens materiais? Pra quê? Eu já tinha uma casa, um carro e um emprego que além de garantir um futuro tranqüilo para nós, ainda me trazia prazer, pois se tinha uma coisa que eu gostava de fazer nessa minha vida, era ser auror, apesar de que hoje isso realmente me trouxe um problema, mas isso é raro acontecer.
Gina sempre me apoiou, ela sempre soube desse meu sonho, dessa minha vontade de exterminar o mau, e de ver a paz reinar nos lugares mais longínquos do mundo e talvez até fora dele, pois desde que descobri que era um bruxo, eu não duvidara de mais nada.
E quando se tem um serzinho frágil, dependente e totalmente entregue, dormindo em seus braços, a certeza da busca de um mundo melhor onde ele possa crescer, é ainda mais desesperadora para um pai que pode ter essa oportunidade nas mãos.
Pdv. Gina
Eu sabia que estava sendo enérgica demais, Harry verdadeiramente não merecia esse meu ataque de estrelismo, mas o que eu podia fazer?
Eu estava insegura, e o medo tentava me dominar, como ele esperava que eu reagisse? Grávida de nove meses, com um filho pequeno, sem minha mãe, porque ela agora só vivia para cuidar de Hermione e Rosa e ainda por cima descubro que vou ter que ficar sozinha, porque meu marido insensível vai ter que fazer uma viagem idiota, isso era demais pra mim.
E se Alvo resolvesse nascer dentro desses dois dias, o que eu faria?
Eram indagações demais pra mim, e ainda tinha o problema de estar deitada em uma enorme cama sozinha, pois a esperta aqui,... Ainda tinha dado a impressão ao seu pobre marido, que não o queria por perto, e agora era que as coisas estavam piores ainda.
Ele havia descido e estava silencioso demais, e se ele tivesse ido embora, e se ele acordasse pra realidade e visse que eu não passava de uma ruiva, ciumenta, gorda e ainda por cima covarde?
Não ele não faria isso,... Ele era Harry Potter, o meu Harry, aquele que me salvara quando eu era uma criança manipulável, aquele que dera sua vida pela minha, aquele me amava,... Que cuida de mim todos os dias. Meu marido, meu sonho, minha realidade...
Então porque ele não entrava por aquela porta, mesmo que fosse, pra gritar, me sacudir, me fazer entender suas prioridades? Eu nem precisava raciocinar muito pra saber essa resposta. Simplesmente, porque ele era o meu Harry, o homem mais íntegro, bom e carinhoso que eu já conhecera, ele também me conhecia muito bem, e sabia que quando Gina Weasley Potter estava jangada, não a quem a acalme...
A não ser é lógico o choro perturbador de seu filho no quarto ao lado...
_ Tá tudo bem anjo, foi só um pesadelo, já vai passar. Fique quietinho querido, assim você vai acordar a mamãe, ela precisa descansar filho...
Esgueirei-me entre a parede e a porta, Harry tentava acalmar Tiago, e era uma das cenas mais lindas, eu sempre me extasiava quando o via em sincronia com nosso filho, e agora quando ele sussurrava palavras de carinho, enquanto o embalava, era ainda mais tocante, ele queria que Tiago parasse de chorar, tinha receio de me acordar, ele nem imaginava que eu ainda nem tinha pregado o olho, e ele com certeza também estava do mesmo jeito.
Meu coração se apertou nesse momento, só eu sabia o quanto Harry tem trabalhado dobrado desde que Ronny se afastara do ministério para acompanhar Hermione nesses dias de vida nova deles, e agora vê-lo ali,... Sentado, com nosso filho no colo,... Ele parecia tão cansado, tão magoado,... Tão entregue... Ele não precisava disso,... E eu, precisava dele, do calor de seus braços em volta de mim, do encostar de seu corpo no meu, das suas mãos protetoras em volta de minha barriga, eu precisava dele comigo, em minha cama, em meu quarto, em minha vida...
Se eu tinha feito a burrada, agora era a hora de consertar...
_ Coloque-o no berço, ele já se acalmou.
Ele suspirou, mas não me olhou...
_ Desculpe,... Eu tentei de tudo, pra ele parar de chorar, eu não queria te acordar.
Suas palavras foram baixas e pausadas, dava pra ver o esforço que ele estava fazendo para pronunciá-las. Ele deitou Tiago, e se encaminhou para fora do quarto, quando ele já se posicionava, para descer, eu segurei seu ombro.
_ Vem pro quarto? Não estou me sentindo bem.
Ele me estudou por meio segundo, e então acenou com a cabeça.
_ Só vou buscar meu travesseiro.
Ele desceu, eu não estava sendo sincera, na verdade eu não estava sentindo nada, além de uma dor na consciência dos infernos. Mas o que eu podia fazer? Nada...
_ Vamos...
Ele segurou a porta do quarto pra mim e eu entrei, me sentei na cama, e foi então que eu pude contemplar o quanto eu era agraciada.
Harry se abaixou a meus pés, tirando delicadamente os meus sapatos, passou sua mão por debaixo de minhas pernas e cuidadosamente içou-as para cima do colchão, ainda com uma tranqüilidade imensurável, empurrou meus ombros, fazendo com que me deitasse, puxou o grosso edredom e me embrulhou, ainda em silêncio, apagou a luz e deitou-se ao meu lado. Pude sentir a tensão no ar, mas ele não falou nada, só me puxou, fazendo com que eu me deitasse confortavelmente de lado, me encostou-se a seu corpo, suas mãos foram para minha barriga, e eu ainda senti sua cabeça encostar-se a meus cabelos, a sensação era boa,... Mas ele parecia absorto demais,... Era tudo muito automático, ele só estava me confortando.
_ Harry?
Eu precisava quebrar o gelo.
_ Hum.
Ele respondeu, sem emoção nenhuma.
_ Desculpa, eu não quero brigar, mas é que eu ando tão insegura...
Ele me apertou um pouquinho mais.
_ Tudo bem Gina, já passou. Agora descanse, você precisa dormir.
Ele encerrou o assunto, as coisas ainda não estavam bem, mas amanhã, eu as resolveria antes dele sair.
Aquela noite, foi depois de muito tempo, a primeira em que não acordei no meio, e fiquei acordada até amanhecer, acordei já era quase nove horas, Tiago ainda não tinha acordado, mas Harry já não estava em casa, e isso me angustiou, ele tinha partido para uma viagem perigosa e eu tinha perdido a oportunidade de fazê-lo feliz...
Os dois dias que se passaram fora os mais tensos de minha vida, Monstro não se afastou de mim um só minuto, disse que estava apenas cumprindo ordens, Tiago estava muito quieto, e tenho certeza que além das saudades do pai, também tinha o dedo de meu marido nesse comportamento dele. Até Alvo parecia estar obedecendo a ordens, pois há dois dias, só se movimentava bem devagar, quase que com receio de me causar dor.
Já estava no fim da tarde de domingo, dois dias que Harry tinha partido, eu estava com Tiago na varanda da frente de casa, quando o barulho do portão, me assustou, e por todo o meu corpo eu senti um alívio pleno...
Harry estava em casa... Ele parecia exausto, mas estava bem, e antes que eu pudesse pensar direito, vi meu filho correr para os seus braços, e por um instante, em me senti mal, Tiago estava dando ao pai a recepção que ele merecia de mim...
_ Oi filhão...
_ Pai,... Eu fiz tudo direitinho...
_ Eu sei filho, mas agora tá tudo bem tá... Não precisa mais ser o homenzinho da casa, como o papai te pediu, eu já estou aqui, pode voltar a ser criança tá...
E foi então que a compreensão me veio à mente, Harry tinha conversado com nosso pequeno e dado a ele essa missão: de ser o homem da casa, enquanto ele não estivesse, e não duvido nada que ele tenha tido essa “conversa”, com Alvo também.
Mas uma vez me vi apaixonada por meu marido, ele me surpreendia cada dia mais.
Estreitei nossa distância, e passei meus dedos sobe seus lábios, brancos, quase de um anêmico.
_ Senti sua falta.
Ele levantou a mão, tocou meus olhos e suavemente desceu os dedos até minha barriga, se ajoelhou, beijou-a e conversou com nosso pequeno, que instintivamente respondeu ao pai.
_ Já cheguei tá filho... Se você quiser vir... Eu vou estar te esperando.
E mais uma vez eu chorei, minhas suspeitas se confirmavam, Harry tinha mesmo conversado com Alvo, e o pedido para esperar até que ele chegasse.
Ele se levantou e tocou com os dedos meus lábios.
_ Também senti sua falta...
Eu nunca me entreguei tanto num ato, com fiz com aquele beijo que se seguiu, eu queria com ele demonstrar, o quanto eu tinha sofrido com aquela ausência.
_ Nunca mais, me afaste de você Harry, eu não me importo se você brigar, gritar, esbravejar, só te peço uma coisa, não se afaste de mim... Eu amo você, não esqueça isso...
_ Eu também te amo sua teimosa...
Aquela noite foi uma das melhores de minha vida, as carícias e a veneração eram mútuas entre nós, e a saudade era aplacada de uma maneira carinhosa e saudável, em cada toque, em cada olhar, era palpável nosso amor.
No início do outro dia fui para o hospital, Alvo tinha entendido direitinho e recado do pai...
Harry deixou Tiago com dona Andrômeda, fiquei aliviada, pois meu filho gostava muito de Ted, então era certeza que ele ficaria bem. E no início da tarde Alvo veio ao mundo, mais uma vez meu coração transbordou de amor, ele era pequenino, moreninho, sem nenhuma sardinha, e se tudo não bastasse para contar ao mundo que ele era a cara do pai, ainda tinha os olhos, os imensos e famosos olhos verdes, de meu marido, e de minha sogra, estavam na face de meu anjinho.
Harry chorou muito aquele dia, e eu também não me segurei, quando mamãe chegou ao hospital, aquele dia, eu até tive remorso ao olhá-la, ela se desculpava a toda hora por não estar com gente, quando tudo aconteceu, e eu ainda vi um vislumbre de ciúmes nela, quando contamos onde Tiago estava, mas contornamos a situação...
Fui pra casa depois de três dias no hospital, mamãe praticamente se mudou pra nossa casa.
Alvo era totalmente o reverso de Tiago, nem parecia que tinha um recém nascido em casa, meu caçulinha era calmo, nem chorava...
Tiago teve um pouquinho de dificuldade para se adaptar, pois dividir o pai, para ele estava fora de cogitação, meu pai foi quem gostou disso, pois pode pegar Alvo tranquilamente, já que ele era muito passivo.
E de novo tudo se acalmou... E voltou a rotina de sempre, Tiago, Alvo, Harry e eu, nos amando cada dia mais, e mostrando ao mundo, que tudo tem seu lugar de direito...
Fale com o autor