Antes dos Dezenove Anos depois

11 Capítulo 11- A nossa noite


Notas iniciais
Obrigada mais que especial a: Fernandaharumi, giselleangel, Marjory Black, Clara_Cullen, Milla_Black, kain20058, yny lyma, Bros, B_05, Polly_Polly, Jacih, GODOY, juninjr Desculpem a demora, mas foi verdadeiramente difícil fazer esse capítulo. Espero os recadinhos de todos, vamos ver o que acharam, espero que me desculpem qualquer deslize, foi minha primeira vez nisso

Pov. Harry

Os dias estavam passando rápido de mais em minha opinião, não que eu quisesse diferente, pelo contrário, eu estava ansioso para o começo do curso, mas ao mesmo tempo, meu coração doía ao me lembrar que em menos de cinco dias, minha Gin... estaria voltando a Hogwarts. Nesse ponto, eu me sentia um egoísta, eu queria fazer o curso e não queria me afastar dela, ou seja, eu queria tudo de uma vez só, e é claro,... eu não podia ter.

_ Harry Potter?

Dei um pulo na minha cadeira, eu estava esperando há dez minutos, para depor, no caso dos Malfoys.

_ Sim...

_ O ministro mandou buscá-lo, queira me acompanhar, é sua vez.

Segui o velho bruxo até uma sala que eu conhecia muito bem, era a mesma que tínhamos invadido para roubar o medalhão de Umbridge,

_ Sente- se Harry.

Assim que adentrei a porta o ministro apontou- me uma cadeira no centro da sala. Por uma fração de segundos, vi os rostos medonhos e tristes do casal Malfoy, Draco também estava ali, mas do lado oposto aos pais, sua expressão era um misto de amargura e dor, assim que seus olhos se encontraram aos meus senti um arrepio, ele emanava ódio e desdém.

_ Então Harry, como você é testemunha ocular de todos os acontecimentos recentes e como futuro auror do ministério, nós temos uma pergunta a te fazer.

O ministro formalmente falava comigo.

_ Quero que você saiba que nós já temos nossas provas e que nós já temos nossas penas, mas precisamos de sua confirmação.

Observei-o atentamente.

_ Harry, Lúcius e Narcisa Malfoy, eram comensais da morte?

O senhor Malfoy me encarou frustrado, por um minuto pensei em minha resposta.

_ Sim senhor ministro, eles eram.

Eu respondi, e um silêncio assustador tomou a sala.

_ Muito bem Sr. Potter, era a única afirmação que precisávamos.

Acenti com a cabeça, quando ele me olhou agradecido.

_ Portanto eu, Kingsley Shacklebolt, ministro da magia, condeno Lúcius Malfoy a trinta anos de prisão em Azkaban, sem direito a diminuição de pena.

O olhar de Lúcius Malfoy era de uma descrença total.

_ E ainda condeno Narcisa Malfoy, a vinte anos de prisão em Azkaban...

_ NNNãããoooo!!!!

Meu grito desesperado assustou a todos, inclusive o ministro.

_ O que disse Sr. Potter?

Todos me olharam perplexos.

_ Ela não, senhor,... não a condene a Azkaban, não seria justo.

Ele parecia atordoado com a minha intromissão em seu discurso.

_ Como não, Sr. Potter?

_ Ela me ajudou ministro, ela me salvou, eu sei que ela tinha seus interesses, mas isso não vem ao caso, o que realmente importa, é que, se tudo acabou bem, devemos em parte, a ela.

Draco estava confuso, Lúcius parecia indiferente a tudo e Narcisa... bem,... ela parecia surpresa com a minha defesa a seu favor.

_ Silêncio,... silêncio...

O ministro exaltado tentava acalmar a todos.

_ Isso muda um pouco as coisas. Retiraremo-nos por uns instantes e assim que voltarmos resolveremos essa questão.

Ele se levantou e saiu da sala, sendo seguido pelos membros do conselho de julgamento.

Draco me encarava incrédulo, num misto de indignação e dúvida, por um minuto achei que podia ver um tímido sorriso de esperança e gratidão em seu rosto, que logo se dissipou.

Eu mantinha minha posição,... entorpecido,... não sabia se tinha feito a coisa certa ou não, a única certeza que tinha era que, Narcisa não podia ser condenada, não porque ela era inocente, não, longe dela ser inocente, isso com certeza ela não era, mas uma coisa, eu nunca podia negar, ela tinha contribuído, e muito, para a nossa vitória na batalha, contra Voldemort, e se isso não fosse um argumento suficiente, ainda tinha o Draco, não que ele merecesse qualquer tipo de piedade ou compaixão vinda de minha parte, mas... eu o conhecia muito bem, e sei que a única chance de ele se redimir e ser alguém melhor que seu pai, seria tendo pelo menos, sua mãe ao seu lado, eu cresci sem os meus, e não foi fácil, então,... imagina ele que tinha a maldade, correndo nas veias, e além do mais, acho que mantê-lo sobre as vistas grossas de sua mãe, me pouparia o trabalho de “caçá-lo” no futuro, pois com certeza, ele se tornaria um comensal da morte.

Nem sei quanto tempo fiquei imerso em meus pensamentos, só sei que o barulho da porta se abrindo, me fez sobressaltar silenciosamente em meu lugar.

_ Muito bem senhores,... nós já chegamos a um novo veredito...

O imponente ministro ainda de pé. Comunicou, a sua pequena platéia bruxa, ali presente.

_ E chegamos à conclusão de que,....

Ele hesitou por um minuto.

_ A opinião do Sr. Potter, deve ser levada em consideração, portanto fica estabelecido que, Narcisa Malfoy está livre de qualquer acusação...

O alívio e de novo um tímido sorriso brotaram na face de Draco e sua mãe.

_ Mas,... quero deixar claro a todos os presentes e principalmente aos réus, que Artur Weasley, estará de olho, e que qualquer deslize, por menor que ele seja não terá perdão e você vai direto pra Azkaban. Estamos entendidos?

O ministro encarou-a e apontou-a, severamente, e ela apenas consentiu com um pequeno balançar de cabeça.

_ Com o poder a mim concebido, doou fim a essa seção. Obrigado.

Ele virou as costas e saiu pela mesma porta que a pouco tinha entrado.

Das muitas coisas que marcaram minha vida ultimamente, essa teria um lugar especial em meu coração.

Draco abraçou receoso, a mãe, que retribuiu com um pequeno afago nos seus cabelos, e juntos, acenaram levemente a cabeça para mim e eu devolvi o cumprimento com o mesmo gesto deles.

4 Dias depois

Pov. Ginna

Era a quarta vez que eu encarava o espelho e atormentava minha amiga.

_ Tem certeza Mione, não ficou vulgar demais?

_Tenho Ginna,... que insegurança é essa agora? Nem parece minha amiga. Cadê a Ginna forte e determinada que eu conheço?

_ Não sei Mione, acho que se perdeu, desde o dia em que Harry me chamou pra jantar lá, hoje.

_ Juro que não entendo você amiga, ele disse, ou supôs que esse jantar, teria algo a mais?

_ Não! Claro que não, Mione, até parece que você o conhece.

_ Então, me diz, da onde você tirou essa idéia, de que hoje vai ser a “tal, noite mais especial”, da sua vida, como você mesma diz.

Hermione era uma peça rara, Ela e seus conceitos. Tadinha,... quase caiu pra trás, quando eu a contei que me entregaria a Harry nessa noite. Ela acha que sou muito nova e que ainda não é à hora certa. E pior foi convencê-la a preparar uma poção pra mim, ela disse que era como se tivesse compactuando com aquela loucura, eu tive que usar de todos os truques de cunhada amiga para persuadi-la.

_ AH Mione... essas coisas a gente não explica a gente faz... economiza-me tá... tenho que ir, já to atrasada, Harry já deve estar pensando que eu não vou..

Tchau, depois te conto os detalhes tá..

Desci as escadas, pé por pé, eu não queria chamar muita atenção..

_ Já vai filha?

_ Vou pai? Como estou?

Ele me olhou de cima a baixo e não gostei nada, nada de sua expressão.

_ Está linda Ginna, até demais eu acho.

_ Eu não acho, olha só o tamanho desse vestido? Você vai a deixar ir “jantar”, com Harry desse jeito, pai?

Ah droga! Não é possível que Ronny vá fazer isso comigo. Tava tudo indo tão bem.

_ Pare com isso Ronny, Ginna está linda, e ela vai sair assim, sim. Ou você tem alguma coisa contra.

Isso chegou à cavalaria, mamãe postou-se ao meu lado protetoramente encarando Ronny, enquanto Hermione descia as escadas e fuzilava-o com o olhar.

_ Ginna, vai logo filha, mas não quero que se demore, lembra que dia é amanhã?

_ Pode deixar pai.... Eu vou me lembrar disso...

Claro que eu lembrava, o dia de voltar pra Hogwarts, o dia que meu pesadelo começaria, e esse era um dos principais motivos deu ter tomado a minha decisão. Eu não podia ficar, Harry não podia ir,.... então,.... eu decidi que deixaria uma parte minha com ele, e levaria uma dele comigo, só assim eu poderia suportar a idéia de ficar de novo tanto tempo sem ele.

Já estava andando apressada que nem uma louca, quando fui interrompida, por minha mãe.

Ela fitou-me de cima a baixo, colocou suas mãos em meu rosto e beijou minha testa.

_ Tem certeza, do que está fazendo, filha?

Essa era dona Molly, ela sabia.... e eu idiota, tentando esconder dela...

_ Nunca tive tanta certeza, mãe... é a coisa que eu mais quero na vida agora..

_ Tudo bem, amor, eu confio em você,... só me prometa que vai se cuidar.

_ Eu prometo, mãezinha...

Já estava saindo de novo quando olhei pra trás e me perdi nos seus olhos lacrimejados. Voltei, abracei-a com todo meu amor e sussurrei no seu ouvido.

_ Obrigada, mãe... Você é a melhor mãe do mundo... Eu amo você.

Ela me soltou de seus braços, murmurou um, “eu também te amo”, e me mandou ir..

Pov. Harry

_ Vai logo Monstro, você já deixou tudo pronto, Ginna vai chegar a qualquer momento, e eu não quero você aqui.

Eu já estava me exaltando, mas era a milésima vez que eu o mandava ele ir pra Hogwarts, e ele insistia que, tinha que ficar pra me servir o jantar.

Mas que droga! Como eu ia explicar pra aquele elfozinho intrometido, que eu queria mesmo era ficar sozinho com minha namorada.

_ Tá bom, se meu senhor acha que vai ficar bem sem Monstro, Monstro vai, mas meu senhor não precisa se preocupar amanhã bem cedo Monstro vai voltar e preparar o café de Harry Potter, porque amanhã, é o grande di....

Ele nem terminou de falar, ficou paralisado, ao ouvir uma leve batida na porta da frente.

Fuzilei-o, com os olhos, quando ele saiu correndo para abri-lá.

_ Boa noite senhorita Weasley.

Sua reverência era exagerada. (Nota mental: Falar para Monstro parar de fazer isso).

_ Boa noite Monstro. Harry?

Meu Deus!!! Eu não merecia tudo aquilo, um vestido preto curto, muito curto (Nota mental de novo: proibir Ginna de vestir aquelas roupas, quando estivesse sem mim.), torneavam seu corpo, as pernas, lindas, o que era aquilo? Os cabelos soltos e levemente encaracolados nas pontas completavam a minha perdição.

Eu estava babando,... e só retornei ao mundo, porque Monstro puxou minha camisa. Mas peraí,... não era pra ele já estar longe daqui? Ah! Dá próxima vez eu juro que faço esse jantar eu mesmo.

_ Você está...????

Faltaram-me palavras pra expressar o que eu sentia.

_ Exuberante? Meu senhor?

Ah! Monstro, eu ia mesmo matar ele amanhã, depois do café...

_É Monstro isso lindamente exuberante. Venha entre.

Agarrei sua mão puxando-a para dentro, e como se lesse meus pensamentos, abraçou-me e beijou-me amorosamente. Podia ter parado o mundo ali, que eu não ia saber, pois meu mundo estava em meus braços agora e nada mais importava.

O ar já estava começando a faltar, e eu me recusava a soltá-la e parecia que ela sentia o mesmo, se não fosse pelo barulho que Monstro fez ao aparatar, acho que morreríamos ali, na entrada de minha casa, com parada respiratória.

_Onde ele foi?

_ Por aí... Dei uma noite de folga pra ele. Agora vem,... não quero falar dele, quero te alimentar.

....

Pov. Ginna

Estar sentada no sofá, com Harry deitado em meu colo, depois de um jantar maravilhoso, preparado por Monstro, era a melhor sobremesa. Ele acariciava meu rosto e meu cabelo, enquanto eu dava beijinhos molhados e curtos em seus olhos. Ele nem parecia estar ali comigo, um sorriso bobo não deixava seus lábios, e às vezes acho que poderia até dormir.

Dormir??? Isso nunca,... eu tinha vindo determinada e era isso que eu faria.

Mudei de postura, lasquei-lhe um beijo na boca e agarrei fortemente seus cabelos. Acho que ele se assustou, pois ergueu- se rapidamente, sentando no sofá de frente pra mim, não sei o que se passava naquela cabecinha de vento, mas gostei do que vi. Ele me olhou de uma forma urgente e luxuriosa ao mesmo tempo, e num solavanco só, me puxou para seus braços, apertando-me eu seu peito.

Senti que essa era a minha hora,... beijei-o com todo ardor que eu podia, e Harry me correspondeu, sua boca procurava cada vez mais a minha, sua língua penetrava em partes que eu mesma desconhecia em mim,... era provocante, apertei-me mais nele, agarrando seus cabelos sem o menor pudor..

Suas mãos passeavam por toda a lateral de meu corpo, dando uma atenção especial a minhas pernas, elas me queimavam, parecia que deixava um rastro de fogo por onde iam. Eu estava a ponto de perder o controle...

_ Pare Ginna... eu não sou de ferro, me ajude.

Ele se afastou??? Acho que ele é sim de ferro.

_ Eu não quero parar.

Agarrei-o descontroladamente...

_ Eu também não amor, mas nós devemos,... o seu pai,...

_ Ah Harry esqueça o meu pai. A menos que você não me queira...

Fiz a minha melhor cara de choro, acho que vou ser atriz...

_ Não... da onde você tirou isso, é claro que eu te quero.

Eu já sabia disso e mesmo que ele tentasse negar, seu corpo lhe entregaria, já era visível o quanto ele estava excitado, com a nossa troca de carícias.

_ Então pare de falar Harry, eu quero você e quero agora...

Sem nenhum argumento a mais, ele levantou-se pegou em minha mão e me puxou para seu quarto. E no momento em que entrei por aquela porta eu senti a ansiedade dentro de mim.

Harry era um cavalheiro, ele me beijava com amor, suas mãos seguiam cuidadosas até a barra do meu vestido, levantando o calmamente, parecia que todos os movimentos dele estavam sendo friamente calculados, quando passou completamente meu vestido por minha cabeça livrando-o de mim, ele parou e encarou-me,... senti vergonha,... ele era o primeiro homem que me via de lingerie, e que lingerie um conjunto sensacional que ganhei de Hermione no Natal.

_ Você veio de caso pensado, não foi senhorita Weasley?

E eu tinha coragem pra responder, mas quem falou que eu conseguia, ele beijava incontrolavelmente meu pescoço, enquanto suas mãos já acariciavam meus seios, intumescidos de tanto desejo. Peguei sua camiseta, tirando-a, e joguei em um canto do quarto, passei meus dedos pelo cós de sua calça, e foi excitante, ouvi-lo gemer em meu pescoço, debotoei-a demoradamente, roçando-me propositalmente nele, fazendo-o gemer ainda mais alto.

_ Você está brincando com fogo mocinha,....

_ Então me faça queimar, Harry.

E foi o suficiente, ele agarrou minhas pernas, prendendo-me em seu quadril, e colocou-me suavemente em sua cama, acariciou minha virilha e deitou-se sobre meu corpo em brasas.

_ Ginna? Você tem certeza de que é a hora certa, não quero que se sinta pressionada, ou coisa assim, quero que sua primeira vez seja especial.

Tão lindo ele...

_ Ela vai ser especial amor, você está aqui, e essa é à hora certa.

Ele me olhava, seriamente agora.

_ Então me prometa Ginn.., que se eu fizer qualquer coisa que te machuque ou te aborreça, você vai me fazer parar. Prometa amor.

E era isso que eu mais amava em Harry o cuidado que ele tinha comigo, ele também estava ansioso, isso era visível, mas sua maior preocupação era comigo.

_ Eu prometo.

Beijei-o de novo, selando minha promessa.

O calor era intimidador, ele brotava de dentro de mim, eu estava molhada e delirando, e foi muito pior quando ele tirou meu sutiã, e beijou nervosamente meus seios, era uma sensação incrível, ele me mordia, e me beijava, mas eu queria mais, afastei-me delicadamente dele, eu precisa livrá-lo daquele jeans, já tava me incomodando, ele arfou quando o acaricie intimamente, perdi o foco e tirei sua cueca também.

Ai meu Deus! Eu tava perdida,... ele sentiu-se no direito,... deitou-me de novo a cama i tirou o que sobrava de minhas roupas.

_ Feche os olhos Ginna,... dizem que quando se perde momentaneamente um sentido, os outros automaticamente ficam mais aflorados, e é isso que quero que você sinta,... minimamente o quanto minha pele queima, junto a sua.

Fiz o que ele pediu, era muito fácil ceder a ele, seus beijos me dominavam eu já sentia as coisas acontecendo em mim, ele já estava bem perto, cauteloso e sensível. Deitou- se em cima de mim, fazendo o máximo de esforço possível pra não colocar todo o peso em mim, era excitante demais, seu membro já roçava perigosamente a minha entrada. E muito, muito devagar ele foi empurrando-o para mais dentro de mim, arfei auto, quando senti que ele parou, procurei seus lábios e ele correspondeu, seria agora, relaxei o máximo que pude, mas foi impossível não gemer, sentido um misto de dor e prazer.

_Ai!!

_Desculpa,... desculpa,.. eu..

Ele já ia se levantando, quando o agarrei pelo pescoço.

_ Ei... calma tá, já passou...

Fechei de novo os olhos passando-lhe confiança, e beijei seu pescoço. E funcionou de novo, Harry se colocou inteiro dentro de mim, reprimi mais uns gemidos de dor, deixando-me dominar pelos gemidos de prazer dele. Era surreal, a cada estocada dele eu sentia um espasmo diferente, à medida que ele apreçava os movimentos o espaço de intervalos deles diminuía.

Ele parecia entorpecido, sugava com força meus seios e tocava cada parte do meu corpo, delirei exaltadamente, quando acariciou minha intimidade.. Juro que se a casa não fosse protegida por feitiços, os vizinhos estariam horrorizados com tamanho escânda-lo.

_ Harry,... droga Harry, eu não vou agüentar,... vai...

E eu não ia mesmo, eu já podia sentir o orgasmo vindo, era questão de segundos, ele sentiu o mesmo, pois quando viu que espasmos violentos já me dominavam, estocou ainda mais forte e seguro.

Foi à coisa mais incrível que já senti,... desse dia em diante eu era de Harry e Harry era meu, nossos corpos se fundiram e se misturaram, e seria impossível alguém reverter esse fato..

_ Amo você, minha florzinha...

_ Também te amo, meu amor...

Foi à última coisa que ouvi, depois de desfalecer exausta em seu peito.

....

Pov. Harry

Deixe-a dormir,...

Não a acorde,...

Você enlouqueceu...

Eu travava uma batalha dentro de mim, eu tinha que levar Ginna pra casa, já era quase duas horas da manhã, mas a idéia de deixá-la dormindo aqui comigo era tentadora,... ela tinha me proporcionado a melhor noite da minha vida, e me separar dela agora seria doloroso, mas eu devia,... meu sogro iria me torturar se eu não a levasse pra casa, sem contar nos ruivos raivosos que eu tanto conhecia..

_ Humf...

_ Ginn.... acorda amor...

Eu tentava ser o mais carinhoso possível não queria que ela acordasse assustada.

_ Oi..

Que sorriso era aquele..

_ Tenho que te levar pra casa...

_ Ah não! Eu quero ficar aqui, com você..

Isso seria mais difícil que eu pensei.

_ Também queria amor,... mas seu pai.. vai me matar se ao menos sonhar o que aconteceu aqui hoje.

_ Tá bom, tá bom, já entendi, senhor certinho vou só tomar um banho, e já to indo.

Ela enrolou-se co lençol da cama e foi para o meu banheiro, esperei-a do lado de fora, eu tinha que levá-la pra casa e se entrasse naquele banheiro com ela, não sairíamos de lá antes do amanhecer.

....

_ Vejo você mais tarde tá??

Depois de quase obrigá-la a me deixar trazê-la nós estávamos no portão de sua casa.

_ Você vai mesmo me levar à estação?

_ Claro que vou.

Abracei-a e beijei a ponta de seu nariz.

_ Ou você acha que vou perder a chance de mostrar pra todos aqueles garotos da escola, que a apanhadora mais linda da Grifinória, é totalmente minha..

_ Não Harry, você não vai perder essa chance, até mesmo porque, eu também quero mostrar pra aquelas mocinhas atiradas da Corvinal, que o futuro auror mais gato e talentoso do mundo, é totalmente, meu.

Rimos amorosamente um pro o outro. Beijei-a mais uma Vez.

_ Vai amor, entre. Você precisa descansar.

_ Tá eu vou, te espero mais tarde tá... Sonhe comigo.

_ Nem precisava pedir, já faço isso todos os dias.

Dei-lhe um selinho e ela entrou. Voltei pra casa e afundei na minha cama, com certeza eu iria sonhar com minha Ginna, o cheiro dela estava impregnado em cada parte do meu quarto, em minha cama e em mim..

Notas finais
Obrigado por vcs aqui..

12º capítulo- O curso, Ginna e a saudade.

Espero vcs na outra fic: http://fanfiction.nyah.com.br/historia/71082/Meus_Amigos_Minha_Vida