Notas iniciais
E ai pessoal tudo bem com vocês? bem esqueci de avisar que a fanfic sera postado toda segunda. Tá eu sei que estou super atrasada, mas fique doente desculpa gente da proximal vez eu tendo ser mais pontual. (não prometo nada, mas vou tentar ao máximo com determinação. sem mais demoras vamos para um novo capitulo(atrasado de preferencia).

— Alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo sem ser meado... — Ouvia-se por todo corredor uma canção infantil, a qual duas figuras compartilhavam a canção juntos uma ao lado da outra, Gerson e Leira cantavam alegremente percorrendo o corredor. O mais velho não se importava em canta-la , pelo contraria era uma das poucas músicas humanas que mais gostava, lembrava-se muito bem a primeira vez que escutou essa música.

A melodia cantada por uma humana que vivia ao redor do lago, ela vinha muitas vezes no lago só para alimentar os peixes e pássaros. A primeira vez que viu aquela humana, a melhor humana que já poderia ter visto na vida, atenciosa e generosa essa era as características mais marcantes em seu ser, uma característica que os humanos não gostavam de demostra para os monstros ou até mesmo para sua própria raça, os que mostravam eram considerados fracos. Essas pessoas eram apenas um suporte para que outros humanos pudessem crescer em suas custas, serem vítimas de abuso verbal e físico; faziam isso só para se sentirem superiores e os mais fortes chegava à tortura, humilhar publicamente, agredir fisicamente, faziam de tudo para se sentirem numa colocação social superior a de suas vítimas, nunca entendeu porque eles faziam isso com sua própria espécie, uma coisa nos humanos que realmente não agradava Gerson.

— Porque você sempre cantar essa música quando entramos neste corredor? – curioso à tartaruga olhava atentamente a humana ao seu lado.

— Ele apenas me lembra dessa música, só isso! – respondeu a menor para seu irmão, em seguida voltando a cantar a canção infantil.

Gerson não poderia negar realmente aquele lugar lembra muito essa música. Era um corredor gigante, pisos largos com duas cores similares uma a outra, as cores do piso era distribuídas entre cinco fileiras Horizontais e inúmeras fileiras verticais, tendo um quadrado laranja e um amarelo, sequência de cores se repetindo por toda a extensão do corredor, um piso maçônico para ser mais exato; grandes e grossas pilastras amarelas espalhadas por todo o corredor; janelas grandes com o brasão da família real no meio de cada uma delas, a luz que reluzia da janela só deixava o local mais dourado e belo. O local era tão claro que dava para ver as pequenas partículas de poeira que o local tinha, daria perfeitamente para um julgamento se fosse necessário.

Quando se aproximavam da porta para a sala do trono, Gerson sentiu um aperto em uma de suas patas a qual sabia muito bem o quem era e o significava do aperto.

— Eu sei que o rei é assustador, então você não precisa entra se não quiser. — falava a tartaruga se agachando para encarar melhor à pequena que apertava firmemente a sua pata.

— Eu não tenho medo dele!- falava num tom oprimido, ainda apertando a pata de seu irmão.

— Então você vai encarar aquele brutamonte com cara de “crus credo”, que fica bufando todo momento que olha para você, com aqueles olhos vermelhos furiosos e fede a queijo! — o maior zombava do rei para a criança que se sentia cada vez mais ameaçada só de pensar no rei que se encontrava na sala a poucos metros à frente.

— Você ainda vai se meter em encrenca falando do rei dessa maneira! — uma silhueta se estendeu atrás de Gerson que junto à pequena se estremeceu ao ouvir a voz. Rapidamente a tartaruga se posiciona ao lado da humana, ficando assim de frente a figura que acabava de falar. Com olhos arregalados Gerson e Leira encarava a figura, que por sai vez ria da reação que seu colega e sua afilhada mantinham em sua face no momento.

— Que susto filho da...

— Olha a boca, não queremos que a pequena aí saiba de coisas feias, né!- falava a figura se abaixando para encarar a pequena humana, bagunçando em seguida os cabelos marrons da criança a sua frete que se divertia com a situação. — que tal você ir brincar pela capital por enquanto leirazinha. – falava Malvis.

Malvis, esse era o nome da figura alta e musculosa à frente, Malvis era amigo antigo de Gerson, ex-guerreiro também. A aparência semelhante com a e um peixe carnívoro, suas escamas ásperas e grossas tinham uma cor verdes azuladas, seus cabelos negros como a noite com algumas mexas brancas que se escondiam entre os pequenos e curtos cachos naturais, os olhos verdes esmeralda chegavam a reluzir no escuro de tão brilhantes que eram dentes grandes e afiados com uma coloração amarelada, várias cicatrizes eram vistas pelas suas escamas, seu rosto era bruto e grosseiro, porém ainda tinha seu toque de bondade e envelhecido nele. Malvis era trinta anos mais velho que Gerson que por sinal foi seu "discípulo" quando menor.

Malvis conhecia a pequena dês da "adoção" dela na família Gui, já considerava Leira como uma sobrinha, quando tinha folga a levava para sua casa para brincar um pouco com ele ou com seu filho, principalmente quando Gerson estava muito ocupado ou ela tinha acabado de arrumar uma confusão, ele até que gostava desse lado arruaceiro e briguento que a pequena tinha, se recorda frequentemente de sua infância quando a via no meio de uma briga, ele era uma das poucas “Pessoas” que não tinha medo dela, afinal ela era humana e arrumar confusão era seu ponto forte.

Os olhos da pequena se iluminavam, ao ouvir a proposta feita pelo mais velho no local, encarava manhosamente em seguida seu irmão.

— Vai logo! — suspirou Gerson em rendição a proposta, sem mais demora Leira corre pelo corredor ansiosamente. — E VÊ SE NÃO ARRANJA CONFUSÃO! — berrava a tartaruga para a pequena criança que sumia conforme se distanciava dos dois adultos.

— Ela vai arrumar confusão, né?

— Com certeza!

— Vamos logo antes que eles chegam. — falava Malvis puxando a tartaruga para dentro da sala do trono.

Na saído do castelo a criança se depara com uma estranha silhueta não muito mais alta do que si mesma, deveriam ter 1,25 de altura no máximo, a figura era esquelética, trajava roupas casuais femininas, um rosto delicado e exótico, Leira nunca tinha visto um esqueleto antes, Gerson tiveres a avisou que eles estavam quase em extinção deveria ter sete famílias em todo underground com três integrantes em cada uma delas no máximo, mas o que chamou mais a atenção de Leira naquela figura era uma capa longa e vermelha envolta de seu pescoço.

Depois de se entre olharem por alguns segundos, a silhueta entra apressada no castelo. Leira por sua vez, ficou encarando a figura esquelética que se afastava apressadamente. — Capa vermelha... — sussurrou leira antes de prosseguir seu caminho calmamente.

De vês em quando parava para ver algumas vitrines de brinquedo e doces. Sempre que chegavam perto de alguma loja as criaturas que estavam no local se afastavam ou se escondiam de medo da pequena, realmente isso era o que mais incomodava para Leira, ela era humana, mas não era como eles. Ela não entendia a questão deles a ignorarem e fugirem à vela chegar, só ficavam perto dela quando estava com Gerson ou com Malvis, eles pelo menos deveriam saber que ela não gostava de maltratar ninguém por mais que brigas constantes a envolvia, não que ela queria se meter em confusão. Leira realmente não queria ficar nem mais um minuto naquele lugar que se sentia indesejada por todas as almas que estava no local, decidindo rapidamente correu para longe dali, para um lugar onde considerava um lugar só seu naquela cidade. Não vinha muito a capital, vivia só em waterfall onde era sua casa e de vem em quando ia para snowdin que por sinal estava proibida de passar da metade da cidade, só vinha para capital quando Gerson tinha que tratar de assuntos com o rei, ele nunca contava o que era esses "assuntos com o rei", sempre que falava que tinha que ver o rei fazia uma cara de desgosto ou cansaço, Leira por sua vez quando ouvia isso pensava em penas duas coisas, o assustador e grande rei de todo o underground que por sinal tinha uma péssima criatividade em escolher nomes e o segundo pensamento era aquele lugar que poderia visitar novamente, quando conseguisse fugir ou convence Gerson em deixa-la ir.

Algum tempo depois, Leira chegou ao lugar desejado. O local tratava se de uma pequena praça que batia um pouco mais de luz solar que nos outros locais da capital, exceto pelo castelo do rei que sem duvida de todo underground era o local com mais iluminação solar deve ser por este fato que foi construído o castelo naquele local. No meio da praça avia uma fonte branca que jorrava água cristalina, que reluzia ainda mais quando pequenos fechos de luz batiam sobre a água; ao redor da fonte avia vários tipos de flores de diferentes cores, tamanhos e espécies por todo o local, pássaros voavam ao redor da fonte enquanto alguns insetos polinizadores iam de flor em flor, alguns centímetros longe das flores aviam dois bancos medianos de madeira, um posto ao sul da fonte e o outro ao norte. No banco ao norte da fonte avia uma árvore um tanto peculiar, era a única que tinha em todo o subterrâneo era muitas vezes considerada uma joia da capital, ela não possuía em seus galhos nenhuma folha no momento, mas eram recompensadas por inúmeras flores lilás que se prendiam firmemente em seus galhos, algumas pétalas caiam sobre o banco e ao redor dele. Gerson um dia falou o nome da árvore, era um nome engraçado por sinal, uma mistura de jacaré com vaca, por mais que Leira tentava nunca conseguia se lembrava do nome da árvore. A árvore tinha fama de cupido, falavam que se a pétala da flor mais alta da árvore cair sobre a cabeça de dois seres apaixonada um pelo outro, viveriam juntos para sempre como almas gêmeas, claro isso era só uma superstição local, mas que atraia todos os apaixonados de underground em busca de serem felizes para sempre, o nome da árvore era estranho demais para algo romântico, então nomearam ela de "joia da capital" o rei tentou colocar de "árvore roxa do amor", mas era muito ruim para algo romântico, pelo menos foi isso que Gerson dissera para ela algum tempo atrás. Ela gostava daquele lugar, era raro ter monstros andando por ali naquele horário, normalmente via uma ou duas criaturas passando pelo local e de vez em quando via um casal de cachorros acariciando o focinho um do outro, era supre fofo ver aquela cena.
Decidiu sentar no banco norte a qual no momento não se encontrava ninguém, tirou lentamente uma fatia de pão do bolso de sua capa de chuva, quase no mesmo momento os pequenos pássaros que rondavam a fonte vinham se aproximando do banco em que encontrava, Leira arrancava pequenas migalhas para alimentar os pássaros ao seu redor que pareciam estar acostumados com sua presença. Leira sempre vinha alimentar eles quando estava na capital era normal eles se acostumar com a presença da mesma, que por sinal ficava cada vez mais felizes ao ver os pássaros ao seu redor, era uma das coisas mais revigorante que poderia fazer quando chegava a capital, isso relaxava seus pensamentos.

— Eles parecem gostar de você. -aproximava-se um esqueleto um pouco mais alto que ela. Trajando uma calça preta junto com um casaco preto fechado sobre seu corpo e sapatos social de mesma cor; não aparentava ter mais que treze anos por mais que a altura fosse elevada para a outra figura de mais cedo. – você deve vir aqui muita vezes, para eles estarem acostumados com sua presença dessa maneira para até pousarem em sua cabeça. — falava rindo o esqueleto da reação que a humana teve ao ver um pequeno pássaro branco pousar sobre seus cabelos presos em uma trança simples jogada para frente de seu ombro direito.

— Não exatamente, eu venho quando posso, eles apenas gostam de minha companhia e da comida que trago. — falava sussurrando a menor enquanto passava uma das mãos em seu cabelo para assim pegar a pequena ave que se aconchegou nas mãos da humana que fazia carinho delicadamente em sua plumagem.

— Você é um humano certo? — a pequena acenou positivamente com a cabeça. -então é de você que todos falam, é difícil de te encontra.

— O que falam de mim!- um som agressivo saia de suas palavras.

— "A criança prometida pela bruxa da vida, uma máquina mortífera isso que ela é”, essas palavras são denominadas a você quando tocamos no seu nome. — falava o esqueleto imitando a voz de alguma pessoa, o que fez a pequena dar uma risada abafada. — mas sabe, você é diferente do que as pessoas pensão, você é calma e atenciosa, não é explosiva e violenta.

— Porque você acha isso? – curiosamente a pequena olhava para o esqueleto.

— Pássaros são atentos e não costumam chegar perto de pessoas ariscas e agitadas. -observava atentamente a humana a sua frente, dedos delicados que ainda passava sobre a plumagem branca da ave em suas pequenas mãos. -e julgando como esse pássaro descansando em sua mão, diria que você é carinhosa e paciente.

— Obrigado esqueleto...

— Willan. Willan Dylan Gaster. Muito prazer humana.....

— Leira. Leira Guy. — falava ao se levantar com uma das mãos estendia para um comprimento entre os dois e com a outra mão soltava a pequena ave que voava para delicadamente até o chão cheio de flores.

Já tivera passado mais de quatro horas que Gerson e Malvis não tinha ouvido nenhuma notícia da Leira, nenhuma notícia que alguém tivesse "morrido" pelas mãos da pequena. Tinha algo de errado nessa história, normalmente quatro horas eram o bastante para que certa criatura como ela trouxer o inferno na terra em um piscar de olhos. Já tinham acabado os assuntos com o rei e a corte. Já estavam atrasados, os assuntos reais normalmente não demorava mais que quatro horas, mas por causa de um indevido da corte se atrasar tiveram que permanecer por mais tempo. Assim que saíram do castelo, foram direto para o ponto de encontro que normalmente se encontravam naquela hora. Chegando ao local determinado não se surpreenderão ao ver que certa criatura estava atrasada, os dois adultos olhavam para todos os cantos das ruas e becos de todo local, os olhos de Gerson não parava de procurar a pequena humana. Era estranho não ver ninguém correndo a procura da humana que "assinou" algum ser vivo naquele dia.

— Ela está atrasada de novo... Só para variar. — falava Malvis sarcasticamente, rindo da expressão curiosa e atenta que a tartaruga ao seu lado em seu rosto.

— Você não está achando estranho.

— O que?-o sorriso só aumentava com a desconfiança de seu amigo.

— Nenhuma reclamação, nenhuma tocha acesa, nem sequer um cidadão procurando a Leira por causa de alguma confusão. Sério isso não é suspeito

— Hum... Não

— EU SABIA; ela deve ter morrido alguém a matou, eu sabia que isso iria acontecer algum dia, mas por quê? — chorava a tartaruga agarrada nas vestes de Malvis que passava as mãos na concha da tartaruga tentando acalma-lo um pouco. -eu não tinha que deixa-la sair, ela só fica na livraria do castelo, eu quase nuca a deixo sair sem minha supervisão, da última vez foi em snowdin e ela me fez correr quase waterfall inteira, por que eu fui te ouvi Malvis.

— Não se preocupe a pequena sabe se virar. -não passou nem, mas um segundo e lá vinha à pequena "assassina" correndo em direção dos dois. — Ei, não é ela vindo aí?! — essas palavras foram o bastante para que Gerson parasse de chorar e abrir um sorriso alegre e aliviado em seu rosto. -Espera,... Ela está vinda com um sorriso no rosto,... Iiiisso não é normal, o que está acontecendo.

— E não tem nenhum pai furioso atrás dela? Progresso? -falava a tartaruga olhando para o maior que o encarou de volta em confusão não sabendo a resposta.

-C-H-E-G-U-E-I! -falava cantarolando a pequena ao chegar perto dos dois adultos.

— Quem foi? – desconfiadamente perguntou a tartaruga.

— Foi o que irmão? — respondeu a menor em confusão.

— Quem foi que você matou!

— Eu não matei NINGUÉM! — a menor novamente reclamando com seu irmão que insistia em duvidar da sua integridade psicológica.

— Então por qual motivo você esta sorrindo dessa maneira?

— Eu encontrei um menino muito legal hoje! — a menor falava em entusiasmo.

Foi o suficiente para as suspeitas de morte se apagasse totalmente da memória da tartaruga, as palavras "menino" e "legal" na mesma frase não soava bem para Gerson, ainda mais daquela forma melódica da boca da pequena, sentiu como se seu mundo tudo fosse para os ares era o fins dos tempos. Ela já estava na puberdade?!
Humanos de fato cresciam mais rápido que os monstros nesse requisito, enquanto a função biológica de um monstro só começar procriar a partir dos dezoito anos de sua existência, os humanos por sua vez variava de idade entre dez, doze, dezoito a idade varia muito de humano para humano, simplesmente não tinha um padrão exato, poderia ocorrer a qualquer momento, o próprio sistema do organismo era involuntário tanto masculino quanto femininos, ao mesmo tempo não era bem visto pela sociedade humana as meninas que tivera filhos cedo, era um tabu para maior parte da sociedade, por mais que alguns países e tribos não se importavam com isso e aceitavam normalmente. Esperar isso de Leira era inesperado, ela tinha apenas sete anos ainda, entra na puberdade nessa idade era difícil acontecer, mas não impossível. Gerson só esperava que não fosse verdade, sempre soube que um dia chegaria essa época, mas agora não, temia pelo pior a partir desse momento.

Antes que os dois adultos pode sem ter qualquer iniciativa de questionar, a pequena começa andar deixando os dois “plantados” no local, ainda paralisados com a questão do "garoto legal", para eles isso nunca iria acontecer na vida deles quando se tratava daquela humana.

— Pera, aonde você vai leira? — questionou Malvis se recuperando do choque da notícia e em seguida acompanhado a pequena em sua caminhada. — Vai deixar seu irmão dessa maneira? Ele ainda está em choque com a notícia do tal “garoto”!

— Vamos para casa não é? Além o mais, estou com fome sabia?! — olhava para Malvis sem entender o que tinha acontecido para o irmão ficar paralisado daquela forma. — Ele sempre briga quando arrumo confusão com alguém e agora que arranjo um amigo ele fica dessa maneira, não consigo entender?

“Amigo” essa foi a palavra chave para o mundinho da tartaruga voltar a o normal, saindo do transe totalmente, isso não passava de um mau entendido, ela não tinha entrado na puberdade, ela apenas arranjou um amigo o que era bom mas ele é um menino o que era ruim para Gerson.

— Amigos, pera são só amigos mesmos né? — falava correndo atrás de sua irmã que estava alguns passos à frente para assim ter novas explicações, a humana por sua vez ao ver seu irmão correr em sua direção começou a andar mais aceleradamente em direção a hotland.

Tanto um quanto o outro pareciam se diverti correndo um atrás do outro, enquanto Malvis observava a brincadeira entre eles, Malvis nunca diriam que depois da guerra em que inúmeros foram mortos, duas espécies diferentes que até pouco tempo atrás estavam se matando em capo de guerra há sete anos. Achava que nunca mais veria uma cena dessas em sua vida, depois de ver aquelas cenas caótica e macabra vinda e indo =em suas recordações da guerra; algumas vezes pesadelos horríveis o atormentavam a noite, tinha pesadelos que insistiam em fazê-lo recorda da guerra, de como perdeu inúmeros amigos, colegas e até mesmo sua esposa nas mãos da raça humana. Lembranças que nunca iriam sair de sua vida, carregaria esse fardo para sempre.

— Você estava certa esse tempo todo! — sussurrou Malvis caminhado calmamente enquanto observado as duas figuras ainda brincado pelo trajeto de volta a suas residências. — Como você reagiria ao ver essa cena... "bruxa da vida"?

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"Tem certeza que esse é seu nome?”

"É assim que todos me chamam."

"Hum... bruxa da vida... até que combina com você!"

Notas finais
Para quem não sabe, a árvore sitada no capitulo é a jácaranda mimosa. https://www.google.com.br/search?q=jacaranda+mimoso&biw=1511&bih=741&tbm=isch&imgil=Sf1ksfSgej-i0M%253A%253BBksCJdtsd-Kp4M%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fwww.jacarandamimoso.com.br%25252F2012%25252F04%25252Fjacaranda-mimoso.html&source=iu&pf=m&fir=Sf1ksfSgej-i0M%253A%252CBksCJdtsd-Kp4M%252C_&usg=__nJz0xa5a6wPwsrvbZLLy_hFDVP4%3D&dpr=0.9&ved=0ahUKEwjDtOCgzPPNAhXFj5AKHXeAADoQyjcIggE&ei=b9uHV4PBNsWfwgT3gILQAw#imgrc=Sf1ksfSgej-i0M%3A E simeu colo quei este nome no Gaster(pode me jugarem) Espero que tenham gostado do capitulo. Um bejum nas testas de vocês e tchau