Another Surviver
1 Resident Evil:Outros Sobreviventes. Prologo
Notas iniciais
6 horas da manhã, 13 de Setembro, O instrutor de treinamento veio me acordar, estava meio Desligado e não estava prestando muita atenção nas coisas.
–Mike, acorde-Me cutucava diversas vezes-Se não nós vamos nos atrasar-Bocejou enquanto falava-Vamos lá!
Acordei, olhei para o seu rosto, e, fingindo ver algo assustador, lhe falei
–John!O que é isso no seu rosto?!-Ele se olhou no espelho(Minha brecha).
–Não tem nada no...Hu-Bati sua cabeça fortemente contra o vidro.
–Agora tem...
Mexi no seu corpo em busca de algo...Peguei sua pistola e as chaves da minha "Cela"(as portas eram com barras de ferro, para ninguém escapar)Ótimo, isso foi fácil, agora é só girar a chave e começar a minha fuga.
Corri em direção ao centro de treinamento(Ou quintal, como queira chamar) empurrando as portas com mainhor facilidade.Alguns minutos depois, já me vejo de frente para muro, um guarda vem até mim e diz:
–Bom dia senhor Mike!
–Bom dia Alfred...Me diga, o que tem de errado com esse muro, por que ele é tão...Assim?
Ele deu curtos passos em minha direção, ficando, ao meu lado, logo fico de frente para ele, e ele diz.
–Não vejo nada de errado, senhor...
Saquei a arma rapidamente, e mirei em seu peito, minha voz ficou fria e forte, e eu o disse:
–Passe a chave do seu carro!Ou morra
–Senhor...
–Foi mal Alfred, mas eu não aguento ficar mas aqui...Eu vou devolver, eu juro que vou!Intacto.
–O que eu digo pro seu pai quando...
–Diga que foi forçado.
–Ok...-Ele me dá as chaves-O carro está ali-Ele apronta para direção de seu carro, embainho a pistola e corro em direção ao mesmo.
Ligo o carro rapidamente, antes que notassem que eu ia fugir, piso no acelerador com força, miro no portão e em segundos-BUFF-o portão quebra, e eu estou do lado de fora, Saio do carro, e corro em direção ao mar, noto que os caras estão atrás de mim, mas já cheguei no rio, ouço o barulho de uma arma sendo levantada:
–Parado Mike-Meu pa...Anthony
–Anthony Casa, acha mesmo que ira me parar?
–Filho, por que não me chama de pai?
–Eu não tenho pai.
Pulei no rio, minha cabeça começou a doer por causa, senti um forte impacto, e depois, a inconciência.
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