Another Surviver
6 Capítulo 5:A minha morte
28 de Setembro de 1998.
Eu estava na padaria do velho Rynston, cujo o nome eu não sabia a origem. Já era tarde, não sabia as horas, Oito da noite, provavelmente, pois notei nas ruas a lua iluminando tudo. Havia poucas pessoas na rua, eu era o único sinal de vida eminente ali.Não estava com minha arma esse dia. Na verdade, se acontecesse algum ataque, só teria os pulsos para me defender.Teria os pés também, mais isto não conta.
-São U$10,00 — Disse Rynston, com um sorriso. Os dentes podres, em sua boca, um pouco a cima do cavanhaque branco, sem bigode, e careca na órbita de sua cabeça.Retirei o dinheiro da minha carteira, e coloquei em cima do balcão de vidro. Os olhos do velho se iluminaram.
-Por que sua padaria ainda esta aberta, velho? — Esse fato é estranho, eu não sei porque perguntei.Por que não?
-Bem...Hoje eu não recebi nenhum cliente, e pela seita que eu sigo, não posso ir embora sem pelo menos vender um produto.
-Seita?
-Seita dos Padeiros — Enfatizou ele.
-Você é um palhaço, algo que eu gosto em você.
-Obrigado, senhor.
-Agora vai fechar?
-Claro, senhor — Respondeu com um sorriso.
"Então nos vemos quando eu for comprar pão de novo".
Um homem saltou a porta de vidro, quebrando-a. As feridas em todo o seu corpo eram vistas. Ele caiu deitado de bruços no chão.Virei o seu corpo. Os cabelos esvoaçados, e vi que ele havia batido na arvore em frente a loja, a intensidade havia feito galhos com folhas entrarem para loja, e caíram em cima dele. Cobrindo seu corpo até o pescoço. Rynston voou até o homem, balançou-lhe um pouco. Nada.
-Saia de perto Rynston, isso faz parte de uma cena de Cri...
E ele se levantou, e os galhos e folhas caíram, o gemido invadindo os ares. Rynston cambaleou e caiu. O homem ficou de pé, e avançou em direção ao padeiro, que implorava por ajuda, chutando o ar tentando acertar o Morto.Que agora esta vivo. O homem se agarrou em sua perna, e mordeu-a, a resposta de Rynston foi um grito de dor. Depois avançou para sua barriga, e mordeu-a. Vi o facão de cortar pão no balcão, e peguei-o, e em um ato heroico avancei até o...O que eu estou dizendo?Ele seria mesmo um Zumbi?Tenho que me conformar com isso...Avancei até o Zumbi, e dei três estocadas rápidas no seu anti-braço.O braço esquerda caiu fora, enquanto as gotas de sangue estragado caiam no sangue. Até virar um jorramento inacabável. Ele pulou para mim, que recuei-me, erguendo a perna, e ouvindo meus músculos agradecerem quando tive a sensação da sola do pé chutando a barriga do homem. Tomei impulso e joguei-o de volta para Rynston, que agonizava em um gemido. Me levantei, agarrando o facão, e tropeçando em meu pé-Sim, em meu pé-Cai novamente, mas minha mão se abriu, e o facão voou, acertando em cheio sua cabeça. O sangue voando, sujando sua roupa que antes já estava suja de terra. O teto, antes branco e impecável, agora estava com uma coloração vermelha, e o resto do sangue do homem voando contra mim, sujando minha camisa branca, e meu rosto.O homem caiu de joelhos, depois no chão, morto, De novo.
Corre até o padeiro, coloquei-o entre meus Ante-braços, esperando suas palavras finais:
-Rynston, aguente, eu irei pedir ajuda — Eu sabia que ele ia morrer.
-Não Mario... — Ele disse com um sorriso, os dentes podres sujos de Sangue — Você sabe que eu irei morrer, assim como eu sei.
-CALE A BOCA!!Só aguente! — Exclamei.Tirei do meu bolso o celular, e comecei a ligar para policia.
-O pão...O pão — Estava sem forças, a profundidade da mordida era aterrorizadora. O sangue jorrava, escorrendo por toda minha mão — Sai de...graça — Ele morreu, erguendo a nota de Dez Dólares e me entregando. Ele estava totalmente ensanguentado...
-...E vai virar um deles.
-Departamento de policia de Raccoon City, o que está havendo? - Ele atendeu.
-Olá, gostaria de informar que houve um ataque — Falei quase sem folego.
-Ataque?Quem efetuou?
-Canibais.
-Fale o nome da Rua e o local, por favor.
-Main Street. Padaria do velho Rynston.
-Por favor, permaneça ai.
-Isso é uma coisa que não posso garantir — Desliguei o celular, e sai do local. Virando uma vez ou outra, até chegar a um beco. Mais um assassinato. De um morto. Eu estou ficando louco. Só pode.
Ou eles existem. Zumbis existem. O medo agora a flor da pele, sendo ignorado por mim. Forcei os olhos, isso não pode ser verdade. Quando de repente, um monstro. Ótimo. A carne podre por todo o seu corpo, como se estivesse Avessado, e o cérebro a mostra, os dentes amarelos, e a língua enorme a mostra.Corri, e em um salto, pulei o monstro com habilidade, caindo perfeitamente de pé, e correndo até a calçada. O monstro atrás de mim.
-Como não sei o nome dessa porcaria — Murmurei para mim mesmo — Irei chamo-lo de Licker.
Um bom nome. Corri até a rua, atravessando-a rapidamente. Foi aquilo que matou o homem que matou Rynston-Temos uma Cadeia Alimentar aqui- Então, vi a viatura de policia chegar, o Licker ainda atrás de mim. Corri para esquerda, fugindo de ambos. Mas invés da viatura, não despistei o Licker.Então notei-me na Street Michael. O Licker ainda atrás de mim, e meu folego acabando. Cai no chão, a força totalmente acabada. Agora é só torcer para que minha morte seja rápida. O monstro avançando contra mim. Ergueu as mãos com garras. Então, o meu fim, adequado, vamos dizer a verdade, mas o motivo, não sei porque.
Fugir da vida seria uma idiotice. Mas eu não estou fugindo. Estou apenas deixando que o destino me leve. Levar para onde ele quer que eu vá. Em minhas últimas palavras aqui, registro o fim de Mike Casa. Ele já vai abaixar a garra. Então eu fechei os olhos. Está na hora do fim. O Certeiro fim.
Continua.
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