Notas iniciais
Hey! Desculpa a demora gent, escrevi 500 palavras não gostei. Escrevi de novo aí ficou da maneira que eu queria. Vou parar de enrolar, aproveitem o cap.

#Pov Elena Mikaelson

Levantei-me da cama, sentando na beirada fiquei encarando a porta que estava entreaberta. Alguma coisa me fez levantar, senti o piso gelado o que fez meu corpo estremecer. Peguei a varinha que estava no criado mudo.

–Lummos. – Sussurrei percebendo que o quarto agora fazia sombras em minha volta.

–Elena? – Era Jason piscando forte. –Aonde vai?

–Vou fechar a porta.

–Não saia. – Aquilo foi estranho, não liguei para o que Jason disse e fui até a porta. Coloquei a mão na maçaneta, até que vi uma sombra do outro lado da porta, com uma pontada de adrenalina e segurando forte a varinha fui até o corredor. Estava mais escuro que o normal, sem sons o que me deixou aflita, virei à varinha pela direta e depois para esquerda, não vi porta nenhuma no corredor. Virei no impulso e ela se fechou na minha cara.

–Jason! Não tem graça. – Disse batendo constantemente na porta. Minhas mãos ardiam, peguei a varinha. — Alohomora. – Nada aconteceu, não havia fechadura mais. Era uma parede, um calafrio passou no meu corpo, eu estava trancada não tinha saída. –Lummos. – Comecei andar reto no corredor quando senti que tinha algo atrás de mim, minha respiração ficou mais ofegante, preparei a varinha virei rapidamente. – Reducto. – O feitiço continuo com o feixe azul escuro pelo corredor até eu perder de vista. Aquilo era aterrorizante, comecei a sentir calafrios, minhas mãos tremiam. Comecei andar pelo corredor, que só ficava mais frio a cada passo. Parei no corredor que parecia mais apertado e sentei no chão escuro segurei a varinha entre a mão e abaixei a cabeça. Milhares de coisas passaram na minha cabeça.

– Não tinha outro jeito– Levantei rapidamente me apoiando na parede, segui a voz até que reparei que não estava mais no corredor e sim na frente de uma casa, pude ver meus pais ali e meus avós. Meu pai estava com uma garotinha pequena no colo? Era eu só podia ser.

–Foi idiotice trazer ela aqui! – Disse minha mãe, segurando a varinha.

–Preferia ter deixado Elena em casa sozinha?- Respondeu meu pai encarando minha mãe, comecei a dar passos rápidos para perto de onde meus pais estavam.

–Temos que ir logo, a casa está lotada de comensais. – Avisou o meu vó, Logo percebi que estava em uma floresta, de longe se via uma casa de madeira escura. – Isso foi irresponsável, totalmente irresponsável. Não temos como deixar essa oportunidade, a deixe escondida na floresta.

–Vovô. . . – Ouvi minha voz, aquilo me fez sentir um frio sobre meus pés descalços sobre as folhas e galhos que agora eu notara.

–Leninha, você está com medo? – A voz de minha vó, me fez chegar mais perto ainda de onde eles estavam.

–Não. – Encarei garotinha no colo de meu pai, que no caso era a mim mesma.

–O tempo está passando. – Disse meu avô, encarando o relógio em seu pulso. Meu pai me colocou no chão e desarrumou o meu cabelo.

–Fique aqui está bem? Não saia daqui. – Disse meu pai que suava frio. Se eu dissesse alguma coisa eles me ouviram?

–Papai! – Gritei em vão, ninguém notou minha presença, corri para onde eles estavam e tropecei no meio do caminho me esbarrando em um galho, quando levantei estava na frente da garotinha no caso eu, atravessei minha mão sobre ela, Como aquilo era possível. Fiquei observando meus pais e meus avós segurando suas mãos.

–Já sabem o que fazer. – Disse encarando minha “eu” pequena. –Não saia dai está bem. – Eles aparataram e segundos depois luzes de varias cores principalmente verdes da casa de madeira escura. Observei a mim do passado, era o que parecia, ela( eu) se sentou perto de uma arvore com a cabeça baixa. Ficou ali por um tempo, até que eu ouvi gritos.

–Corram!- Gritou a voz masculina um pouco afastada da floresta, segui a voz junto com a garotinha que era uma versão minha do passado, a segui na floresta que tinha a luz forte da luz de lua cheia. Então eu a vi, bem mais nova com os olhos cheios de lagrimas e correndo até que tropeçou.

–Oi. — Disse a minha versão mais noca com inocência, fiquei encarando Meredith só podia ser ela. Até que seus pais apareceram cercando a minha versão mais nova.

–Deveríamos sequestra-la ela pode nos dar nossa liberdade. – Disse o homem a minha versão mais nova. Um vulto atrás de mim me fez ter um pequeno ataque cardíaco, era meu pai com ódio nos olhos erguendo a varinha em direção ao suposto pai de Meredith.

– Petrificus Totalus. – O homem ficou imóvel, então eu vi os olhos cheios de amargura e raiva de Meredith direcionados não para meu pai e sim para minha versão mais nova, sem entender o que se passava. A mãe e a filha, correram pela floresta, até que desapareceram. Foi aí que eu senti alguém me puxando pelo calcanhar, caí no chão, gritei. Não havia nada visível me puxando mas eu sentia, as unhas cravadas no meu calcanhar fazendo meus olhos lacrimejem, de dor. Segurei-me nas arvores, até que fechei os olhos com força e não estava mais na floresta e sim naquele quarto.

–Puta merda.

–Finalmente Mikaelson, eu te esperei. – Ela surgia das sombras mais tenebrosas no quarto escuro com poucos feixes de luz. –Acho que finalmente você entendeu.

–Entendi o que? – Disse me levantando com dificuldade, procurando a varinha que estava no chão do quarto. Olhei para meu calcanhar, que sangrava e ardia – Aquilo foi somente minha imaginação fértil.

–Como poderia? Era uma das suas memorias mais guardadas, do seu subconsciente. — Respondeu ela, andando pelo quarto, fui andando devagar no quarto para perto onde a minha varinha estava. –Eu quero . . .

–Querer não é poder. – Irônica até nos sonhos, eu me toquei aquilo era um sonho — Sabe você acha que sabe o que estou pensando, acha que pode controlar os meus sonhos. Mas, realmente você não sabe de nada.

–Não? – Meredith apareceu do meu lado. – Sei que está tentando pegar a varinha no chão, sei que sente culpa de ter me matado. – Comecei a rir, me virei para bater nela, ela não estava mais ali.

–Culpa por ter te matado, você realmente não entende não é? – Um momento de adrenalina passou pelo meu corpo, fui até onde a varinha estava e a peguei. Em seguida fiquei segurando a varinha firme – O problema é outro sabia? – Meredith sorria, tinha uma pequena angustia imperceptível no seu olhar. — Minha culpa é outra, eu não sinto culpa por ter te matado. Se pudesse te mataria de novo, de novo e de novo.

–Diga isso na frente deles, então. –Olhei em volta e da escuridão surgiu o bonde só que de forma diferente com o olhar tenebroso, que me dava calafrios. Jason não tinha os verdes que me faziam ter borboletas no estomago, Anne e Thalia não tinham o olhar sincero e brincalhão. Até mesmo Emily a troll não tinha o olhar mandão, os quatro me encararam e eu encarava Meredith que sorria abertamente.

–Você é um mostro Lena.

–Como você não sente culpa

–Sua família sente vergonha de você.

Aquilo estava me destruindo aos poucos, me diminuindo, até que eu ouvi aquela voz.

–Lena, ei ei. Eu estou aqui está bem?- A voz rouca pertencia a Jason, ela era baixa quase impossível de ouvir com o que eles dizendo coisas ruins altas. – é só um pesadelo está bem? Quando você acordar, nem se lembrara direito. – Em um impulso peguei a varinha e mirei em Meredith.

–Petrificus Totalus. –Ela caiu dura no chão. – Mais uma vez esse é o seu Game over.

(...)

Acordei em prantos, gritando.

–Ei ei! Calma era apenas um pesadelo. – Jason me abraçou.

–Eu entendo agora, eu estava lá. –Minhas mãos tremiam, eu finalmente entendia o porquê da raiva que ela sentia e também porque eu sentia culpa. A culpa sempre foi não se sentir culpada, pela morte dela pensar que eu sou uma pessoa ruim. Jason percebeu que eu estava perdida nos pensamentos e me abraçou mais forte, encarei seus olhos verdes. -Obrigada. – Jason franziu a testa, sorri um pouco corada. – Digamos que eu sei que você disse alguma coisa enquanto eu dormia. – Ele me abraçou, e beijou minha testa logo em seguida.

– Não sei do que você está falando. – Jason sorriu e eu desarrumei seu cabelo loiro de surfista.

–Que horas são? – Jason se assustou olhando o relógio em cima da cômoda, ele ficou encarando a cômoda por alguns instantes. – Jason?

–Porque não têm fotos nossas aqui?- Ele respondeu me fazendo rir, Jason olhou novamente a cômoda. – Ah, agora é meio dia e quarenta.

–Eu não tenho fotos nossas perai Jason você disse meio dia e meio?- Respondi, levantando em um pulo da cama e indo até o minha mala.

–Lena, é meio dia e quarenta. – Disse Jason se levantando da cama, fui para mais perto dele e o abracei. –O que foi?

–Acho que as coisas vão ser normais daqui pra frente. O normal, mais ou menos já que estou com você. – Jason soltou uma risada gostosa e eu o acompanhei.

(...)

Estávamos chegando ao salão principal quando vi a troll se engolindo com um garoto lufano no final do corredor. Lembrei que a troll tinha perdido o bebê, e o Fred tinha feito merda. Jason e eu conversávamos sobre o que faríamos nas férias até que encontrei Nott no corredor.

–Me encontra no salão principal, ok?

–Ok. – Disse Jason segurando alguns livros, ele se virou para mim travesso e saiu.

–Nott! – Gritei no corredor e o garoto se assustou batendo a cabeça na parede não pude deixar de soltar a franga.

–Não precisa gritar. – Gritou Nott, como pode dizer pra eu não gritar, gritando? Cada um nesse mundo. – É sobre seu aniversário né? – Assenti e ele balançou a cabeça.

–Eu preciso que você me ajude. – Ele me encarou convencido, Merlin me de paciência porque eu vou bater nesse menino.

–Darling, eu sou Theodore Nott todo mundo precisa da minha ajuda. De qualquer modo a noite no salão comunal a gente organiza tudo okay? – Qual foi essa de me chamar de darling agora, depois eu sou convencida. Hoje eu sou uma pessoa paciente, nada de xingar vou seu positive( #NDA me inspirei na Bruna KKKKK).

–Está bem, seu convencido. – Andei mais um pouco até ver o bonde reunido, foi muito bom ver o pessoal rindo. Parei do lado de Jason que ria com algo que Thalia havia contado.

–E aí Mason como vão as girls magia? –Perguntou Anne do lado de Isaac, Anne estava com cara de mal- humorada.

–Olha amor, da fruta que você come eu como até o caroço. — Respondeu Mason um pouco baixo, mas o suficiente para fazer bonde ficar de boca aberta.

–Já sabia desde quando você roubou meu pôster do Victor Krum. – Disse Thalia, fazendo o bonde rir especialmente Miranda, de onde veio essa menina?

–Desperdício. – Disse Emily encarando Mason que hora ria, hora sorria abertamente. Emily olhou Mason de cima a baixo. – Totalmente desperdício.

–Como assim desperdício? – Perguntou Raymond encarando a troll sem entender do que ela falava, até eu tinha entendido.

–É quando alguém é bonito demais pra gostar da mesma coisa. – Raymond ainda fazia uma cara de desentendido. –Vamos supor que hm... a Thalia gostase de...De mulheres. Séria um azar dos garotos certo? – Raymond encarou Thalia com os olhos arregalados.

–Você gosta de mulheres Thalia? – Thalia bateu a mão na cara, fazendo- me quase fazer xixi de tanto rir. O bonde ria da cara de Raymond, ria da cara de Thalia para Raimundo.

–Se você quiser passo uns números, sabe de uns sonserinos. – Pisquei para Mason que soltava a franga, Isaac olhou espantado para mim e começou a rir.

–Eu posso passar do Draco, do jeito que ele anda. Talvez seja a passiva da relação. – Emily caiu no chão de tanto rir, eu estava quase na mesma situação.

–O Draco é totalmente ativo, ativíssimo. – Respondeu Mason e quase cai como o bonde inteiro, se não fosse o Jason estaria com as pernas para cima nesse momento. O muralha me segurou. – Mas enfim, isso é um segredo okay? Não quero virar fofoca do povo. – Todo mundo assentiu, até que vi Draco passando no corredor.

–Falando do diabo. – Respondeu Anne revirando os olhos, fazendo todo mundo olhar em sua direção, esse povo não sabe disfarçar. Ele veio em nossa direção, lançando o olhar “eu sou o Malfoy queridos se enxerguem”, é hoje que eu mato alguém na verdade Draco vinha em direção a Emily, que disse algo rápido e saiu de perto do bonde. Raymond disse a mesma coisa quando viu alguns amigos da corvinal passando,

–Aquele homem não é de Merlin não. – Disse Thalia olhando o Jared passar.

–Olha miga, você tem que apagar esse seu fogo. – Disse encarando Thalia que estava literalmente abrindo as pernas no corredor.

–Lena eu já estou incendiada, não tem como apagar. – Mason passava a mão na cara, quando fui surpreendida por Jason, beijando meu pescoço lentamente.

–Agora quem está incendiada sou eu. – Ri puxando Jason pela nuca, vendo Thalia revirar os olhos e dizer alguma coisa para Mason. Estava perdida demais nos meus pensamentos para ouvir a gritaria no meu lado.

–Caramba Anne! – Disse Isaac, passando a mão pelo cabelo loiro escuro.

–Isso é ridículo. – Respondeu Anne virando para um lado e seguida de Miranda. Isaac bufou coçou os olhos azuis e foi para o outro lado.

–Tenho que ir falar com ele. – Disse para Jason, fez sim com a cabeça acariciou minha bochecha e sorriu.

–Eu sei.

(...)

Procurei o bendito Isaac em vários lugares, quando ele quer o desgraçado corre. Vi Emily em um dos corredores se comendo literalmente com um grifinório, segundos ou até milesimos depois ela puxou um sonserino para o mesmo canto.

–Usa camisinha tá amore?- Do fundo do corredor vi Emily mostrando o dedo do meio, não pude deixar de gargalhar. Até que cheguei ao pátio, em um dos bancos afastados estava ele com a cabeça baixa. Sentei ao seu lado e sorri.

–Se fosse eu, estaria em cima da escola. – Disse fazendo Isaac soltar um riso fraco. – O que tá pegando?

–Nada. . . –Além de não saber mentir, Isaac estava distraído.

–Nada? – Semicerrei os olhos e Isaac revirou os olhos, sorrindo mais fraco. – Ainda não quer falar?

–É, enfim como se sente quase fazendo aniversário? – Ele mudou totalmente de assunto me fazendo pensar. Eu estava ficando velha, daqui a pouco estaria de cabelos brancos.

–Feliz, bem eu acho.

–Você dormiu não é? Suas olheiras estão bem melhores do que antes. – Assenti fazendo Isaac levantar os braços para cima, me fazendo rir.

–Está me dizendo que eu estava com a cara péssima?

–é... Bem... Sim! – Bati em sua cabeça enquanto Isaac soltava uma risada, Idiota, pensando bem eu estava horrível, me sinto revigorada é essa a palavra? Por ter dormido, sinto meu corpo mais leve. – Caramba Lena, dois dias para você ficar com o cabelo branco. – Bati novamente em sua cabeça, esse menino lê mentes.

–Idiota, ainda não vai falar? – Isaac fez não com a cabeça, apenas revirei os olhos testando a minha paciência, minha bendita paciência.

Notas finais
Só digo uma coisa o Rodolfo tá fazendo muito filho para ter o bolsa comentário familia, é isso que vocês quererm? A mulher do Rodolfo tem um útero bom, mas nem tanto. #Rodolfo BolsaComentárioFamilia