Another Hogwarts
30 Dreams
Notas iniciais
#Pov Elena Mikaelson
É claro que eu tive a brilhante ideia de fazer alguma “maldade” com a corvina mal comida, porque eu tenho sempre as melhores ideias. Anne, Thalia e até a cabeça de troll disseram que iriam me ajudar, bem apenas iríamos jogar ela na floresta proibida e fazer algumas azaraçoes( isso não podia faltar). Mas, eu pegaria mais detenção e ai tive que mudar o que eu não gostei, eu devia enfiar a cabeça dela dentro de uma privada e dar descarga, ah como eu queria fazer isso. No final resolvemos que Thalia e Emily iam jogar ela no lago, Anne e eu iríamos jogar tinta branca e preta assim ela teria a aparência por dentro e por fora de uma vaca. Depois que resolvemos, sai do quarto da cabeça de troll e segui por alguns corredores.
–Oi Lena – Disse Isaac, tínhamos marcado de nós encontrarmos na porta do salão principal. – Fizeram o tal plano?
–Sim fizemos, mas eu queria colocar a cara dela dentro da privada – Disse esfregando as mãos e ele sorriu sem mostrar os dentes. – O que foi?
–Ai Lena, me responda com sinceridade. – Paramos na frente das escadas. -Você ainda gosta dele né?
–Sabe Isaac eu te odeio- Ele sorriu mostrando os dentes. – Por me conhecer tão bem. . . – Isaac me abraçou.
–Eu não vou te julgar está bem? – Disse ele – Mas se você quiser a proposta ainda está de pé.
–Qual? – Perguntei curiosa.
–Eu quebro a cara dele por te fazer sofrer – Subi em suas costas. – Ai sua gorda.
–Eu não sou gorda seu ramelão – Disse batendo em sua cabeça, Isaac tinha poucas semelhanças com Jason, Isaac era MUITO alto, seus cabelos loiros um pouco enrolados na ponta e seus olhos eram azuis. Jason já obvio que era mais alto que mim, seus cabelos loiros eram lisos e seus olhos eram verdes, balancei a cabeça. – Eu quero fazer uma coisa.
–Diga espero que ao seja loucura- Disse Isaac me tirando de suas costas. Soltei uma risada e ele me olhou assustado. – Elena Mikaelson.
–Ai calma Isaac Hale – Sorri mais travessa. – Eu quero pular da torre de astronomia.
–Mas o que? – Disse/ Gritou ele. – Virou suicida?
–Foi o meu único sonho bom essa semana — Disse me lembrando dos sonhos nós quais eu só via a filha da puta da corvina.
–Mas se você não quer se matar, como vamos fazer isso?
–Agente pula com uma vassoura e quando estiver quase batendo no chão agente monta nela- Disse puxando sua mão.
–Mas e se um de nós espatifarmos no chão! – Ele disse irônico.
–Se você não vier eu vou sozinha, eu tenho que mesmo que por alguns instantes esquecer certas coisas- Isaac revirou os olhos e juntos fomos caminhando até o armário de vassouras, ele entrou e pegou as nossas vassouras.
–Você é culpada se eu morrer – Sorri e dessa vez invés de ir andando subimos em nossas vassouras e voamos até a torre de astronomia.
–Eu vou primeiro. — Disse subindo no telhado, com a ajuda de Isaac, aqui é alto meu coração acelerou, a adrenalina reinou agora.
–Quer mesmo fazer isso? – Disse Isaac olhando par baixou.
–Claro que sim. – Virei de costas e me joguei a imensidade da escuridão lá de baixo, estava escuro somente a lua iluminava algumas partes do castelo, essa sensação de liberdade era incrível, parecia que meu estomago iria sair pra fora da boca mais ao mesmo tempo, fechei os olhos e abri então eu o vi, encostado em uma parede, a luz da lua batia em certa em metade do seu corpo másculo, seus olhos encantadores se tornaram sombrios, sua expressão mudou quando ele percebeu que eu o encarava. Então desviei o olhar e vi que faltava pouco para chegar ao chão, subi em minha vassoura e com certa facilidade voei para cima como um foguete, ouvi as palmas de Isaac.
–E ai?- Ele perguntou esperançoso.
–Foi incrível – Disse ainda voando e sobre a torre de astronomia, olhei onde Jason estava segundos atrás.
–Não sei se eu vou- Disse Isaac, então ele se jogou segurando a vassoura, alguns instantes depois ele apareceu voando como um foguete para cima.
–E ai?- Perguntei e ele sorriu com o cabelo todo bagunçado.
–É – Disse ele. – Foi daora – Sorri satisfeita.
–Vamos pra casa? – Perguntou ele. – Nott está dando uma festa lá.
–Festa? Agente perdeu a porra do jogo – Disse e ele emburrou a cara.
–Eu sei, mas o Nott comprou um monte de bebida para “festejar” – Ele revirou os olhos.
–Tá borá beber — Começamos a rir, guardamos as vassouras e fomos para as masmorras, de lá dava para ouvir o som alto.
–Sangue puro – Dissemos juntos e entramos na sala comunal, mas gente estava lotada de todos os alunos da sonserina, dançando em cima do sofá, se pegando no canto, pessoas normais comendo e isso não vale para Derek, Kath porque os dois estavam se beijando? Um sorriso malicioso saiu dos meus lábios. Ast estavam fazendo stripe? Em um poste ai Merlim! Blas e Nott estavam sem camisa dançando no meio do povo, eu como uma pessoa normal, fui onde estava o barmen.
–Me da a bebida mais forte que tiver – Disse ele me deu um copo cheio de uma bebida azul bem claro. Bebi tudo de uma vez e a bebida desceu cortando a minha garganta.
–Bebendo para esquecer? – Ele perguntou.
–Com certeza, alias-me da três copos de vodka – Disse e ele me deu três copos com um liquido transparente. Eu podia jurar ter ouvido a voz de Jason, eu estava ficando louca, sua voz dizia “ Adorei a combinação” balancei a cabeça e bebi os três copos e o barmen ficou com cara de “ uou essa menina bebe” . Não liguei e bebi, mas seis copos e assim foi a minha noite.
–Sabe barmen a minha vida tá uma bosta, essa semana eu fui a um julgamento com a minha amiga, por que a amiga dela morreu – O barmen até que estava prestando atenção na minha conversa. – O caro que eu gosto beijou uma vadia, tá uma belezinha – Disse zonz, depois dessa conversa estranha só lembro-me de ter ido cambaleando até meu quarto e me jogado na cama. Acordei abraçada com alguém, que julgo ter tanquinho e ombros definidos, me viro e vejo um loiro no qual me abraçou.
–Lena – Ele disse e eu encarei seus olhos verdes.
–Jason – Murmurei antes de beijá-lo e ficar em cima dele.
Então eu acordei um tanto atordoada e a luz que vinha da janela entre aberta, fazia os meus olhos arderem. Respirei um tanto ofegante e fui até o banheiro, joguei água fria no meu rosto e esperei a banheira encher, a água estava morna, lembrei-me do sonho.
–Por quê? – Perguntei para mim mesma, e mergulhei na banheira, alguém bateu na porta. – Quem é?
–Sai desse banheiro!- Gritou Kath
–Tá – Menti e mergulhei de novo, lavei meus cabelos sedosos, fiz minha higiene matinal, me troquei colocando as vestes verdes e sai do banheiro com um sorriso malicioso para Kath.
–Qual é Lena! Eu tenho que tomar banho sabia? – Assenti.
–Kath e o Derek sentados em baixo de uma árovre – Cantarolei e ela mostrou a língua e bateu a porta com tudo. Desci as escadas e esperei algum conhecido para ir comigo até o salão principal, Ast desceu com cara de que comeu e não gostou. – Vish que foi?
–Draco idiota, bem ontem eu fiquei meio você sabe e fiz coisas que não devia. – Ela disse e fomos andando até o salão.
–Tendi – Disse e nós sentamos-nos à mesa, comi pouco por meu estomago estava embrulhado.
–Tem aula do que Lena? – Perguntou Ast.
–Livre – Sorri maldosamente.
–Filha da puta- Disse Ast e dei uma piscada para ela.
–Também te amo. – Vi Anne na porta do salão fui até lá. – Hey.
–Hey vou me encontrar com as gurias lá no lago, você vem? – Anne perguntou.
–Já me encontro com vocês lá – Disse a Anne, eu adoro enrola esperei ela ir, alguns minutos e fui passei pelos portões, tinham vários alunos ali.
–Elena – Uma voz conhecida gritou atrás de mim. –Olha para mim, por favor. – Me virei e Jason estava lá, ele parecia meio que decidido e aquilo era estranho.
–O que é?
–Ela m-me – Ele gaguejou e em seguida respirou fundo. – Elena ela me ameaçou. . . Eu nunca beijaria outra garota.
–Ela fez o que? – Gritei furiosa cerrei os punhos, eu tinha que saber exatamente o que estava acontecendo, passei por Jason correndo e nem sequer me importei se estava esbarrando em diversas pessoas. – Sua vadia desprezível! – Gritei em meio corredor, a garota na qual falava com algumas amigas me lançou um sorriso sínico. – Legilimens– Disse o feitiço e senti as mesmas emoções que ela, eu não liguei para isso então eu estava lá naquele dia no qual aconteceu tudo.
–O que quer? – Perguntou Jason atordoado.
–Eu tenho fotos que talvez provem que você seja bastardo – Disse ela, Jason engoliu seco.
–Mas o que? – Ele disse nervoso. – Você não pode ter isso.
–Mas eu tenho – Disse ela colocando a mão nas vestes. – Fotos. – Não consegui ver direito as fotos, mas Jason semicerrou as mãos.
–O que você quer? – Ele perguntou.
–Me beije, não agora depois das aulas – Disse ela e Jason fez uma cara de nojo.
–Você é nojenta — Disse Jason e a corvina sorriu. – Eu não vou te beijar.
–Se não fizer isso Elena e a sua família ira sofrer, ela estendeu o braço e eu vi a marca negra. Jason olhou para ela assustado sem saber o que dizer ele saiu de lá com a mesma expressão da outra manha como se tivesse levado uma noticia muito ruim, tentei tocar ele mas a imagem mudou. A corvina estava na espreita esperando Jason, ele apareceu na mesma expressão. –Me beija agora – Ela disse olhando em outra direção, olhei para lá era eu andando no corredor. Vadia ela armou tudo, pensei. Jason a beijou com nojo eu vi sua cara, ele se virou e viu que eu estava olhando.
–Como você pode – Ele disse a jogando com força na parede e tentando ir na direção ele parou, percebendo que já estava longe, passou a mão na cabeça e encarou a corvina que tinha um sorriso no rosto. – Eu te odeio. – Então a imagem mudou, eu estava no salão principal vi Anne, Thalia e Emily e eu conversando e até rindo então meu sorriso se desfez, olhei para a porta e vejo Jason e a corvina, fui mais próxima dos dois para ouvir a conversa. – As fotos- Ele disse se soltando dela.
–Pronto, você já destruio o coração dela, isso eu não podia fazer- Ela disse entregando as fotos, Jason foi para a sua mesa me encarando, então a corvina saiu do salão comunal, dei a última olha para Jason, que olhava através de mim, olhei para o lado e me vi com a cabeça enterrada entre as mãos. Então voltei a minha realidade, onde eu estava em pleno corredor de frente para a corvina.
–Viu o que queria? – Disse ela.
–Vi até demais, alarte ascendare – Gritei e a garota subiu e caiu no chão fazendo bum, ela se levantou correndo. Corri até ela, o corredor nós encarava perplexo, ela virou o corredor para esquerda a segui, a corvina entrou dentro de um banheiro, a segui e a porta bateu.
–Como eu queria, agora não tem ajuda – Disse ela apontando a varinha para mim.
–Antes de eu arrebentar a sua cara – Disse morrendo o maxilar. – Porque?
–Eu te odeio – Ela gritou vindo para cima de mim, ela começou a puxar o meu cabelo, cravei as unhas em seu braço, começou a sangrar, ela saiu de cima de mim e colocou as mãos aonde estava sangrando. – Como ousa.
–Do mesmo jeito que beijou o meu Jason – Disse lhe dando um murro da cara.
–Se irritou não é? – Ela disse colocando a mão na bochecha. – Mesmo ele não querendo. . . O beijo dele é quente.
–Filha da puta – Gritei pulando em cima dela a fazendo cair, estávamos em um banheiro pensei, a puxei até a privada. –Sinta o gosto de esgoto – Enfiei sua cara dentro da privada e dei descarga. Ela me deu uma cotovelada me fazendo tombar. Ela parecia um panda sem a fofura, o lápis no qual ela devia ter passado nós olhos escorreu fazendo uma marca preta entre os olhos. Ela estava murmurando alguns palavrões e eu voei em cima dela.
–Isso é pelo Jason – Dei um soco em seu olho. – Por mim – Dei um soco em sua boca, que começou a sangrar. – Sua mal comida! – Me levantei seus olhos estavam vermelhos. – Isso é por tudo, estupore – Ela caiu para trás.
–Basta! Crucio – Tentei puxar a varinha, mas não deu tempo, o feitiço me acertou em cheio, ondas de choque e dor passaram em meu corpo, vi Jason a beijando, colide com o chão com força, até peguei força e me levantei já com certa dificuldade. Um sorriso falso saiu dos lábios da corvina. – Sectumsemtra – Tentei com o corpo desviar do feitiço que atingiu cortando a minha cintura, gemi um ai de dor, antes de cair novamente no chão, coloquei tremendo a mão ao lugar onde estava sangrando, minha respiração ficou ofegante, olhei para a corvina que cuspia sangue devido ao murro.
–O beijo de Jason é bom – Disse ela limpando o sangue em sua boca.
–Ratum expulsio – Murmurei meio zonza, tentei lembrar-se de algum feitiço que pudesse me curar, olhei para a corvina que vomitava ratos compulsivamente. – Episkey – Falei, mas sangue saia da minha boca gritei de dor estava ardendo e latejando aonde o feitiço foi lançado. Fiquei gemendo de dor e pânico, a corvina vomitava ratos e eu gemia de dor, que piorava a cada segundo. Eu não vou morrer, eu não vou morrer pensei, meus olhos estavam se fechando, tentei abrir, mas a dor não parava tombei meu rosto para o lado estava cheio de sangue. A corvina ainda vomitava ratos. Vi vultos murmurei um “Jason” e apaguei.
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