Another Gilbert

3 The Gentleman on the Road POV Nicole


Notas iniciais
Oiê! me desculpem a demora.Capítulo bem grande p/ compensar. Agora as coisas começam a avançar.. Nicole conhece um dos Salvatore.. muahaha quem será? XD Bom, como o Nyah tá com problema na edição de histórias eu ainda não consegui colocar a capa da fic (que já tava pronta há dias) e nem pus nome no primeiro cap., então decidi esperar para colocar todos ao mesmo tempo,ok? ou seja, por enquanto fica só 'capítulo 3'.. Enjoy!

Capítulo 2 — O Cavalheiro na Estrada

Como planejado, eu acordei às seis da manhã para me arrumar. O vôo seria às oito.

Coloquei uma roupa (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=29286377&.locale=pt-br) e levei minhas malas para o carro. Dei uma última olhada em todos os cômodos, para checar se estava tudo arrumado. Ao chegar ao quarto de minha avó, senti as lágrimas escorrendo por meu rosto, e não as impedi. Ela tinha cuidado de mim com o amor de uma mãe, e fazia uma falta imensa em minha vida.

Por fim, limpei o rosto enquanto descia as escadas. Não podia me atrasar. Tranquei a porta e deixei as chaves em baixo do vaso de entrada, onde avisei que estaria, afinal, a casa seria avaliada antes da leitura do testamento de minha avó, e eu não queria estar aqui enquanto pessoas estranhas mexiam nas coisas dela sem se importarem com nada..

Entrei no carro e olhei para trás uma última vez. Enquanto acelerava sussurrei um "adeus vovó" e consegui não chorar enquanto deixava minha casa para trás.

Agora tenho que ser forte, pensei. Estou sozinha e preciso ser forte.

(...)

Por sorte (claro, como se eu tivesse isso..haha) o vôo foi cancelado. Droga, porquê tudo na minha vida dá errado..?

Voltei para o estacionamento arrastando aquele monte de malas e decidi ir dirigindo mesmo. Fazer o que?

Minha viagem que demoraria uma hora e meia agora levaria cerca de quatro horas, se nada desse errado. Eu não contava com isso.

Quando faltavam quatro quilômetros para chegar à cidade, adivinha? Acabou a gasolina. Ótimo.

Tive que empurrar o carro até o acostamento, e parei para decidir se saía caminhando até achar um posto (e detonava meus pés por causa dos quatro quilômetros); ligava para Elena e passava pela situação mais constrangedora de todas; ou me encostava no carro e rezava para aparecer alguém nessa estrada, alguém que pudesse me dar carona até Mystic Falls. Pois é, nenhuma opção era lá muito boa.

Por fim decidi esperar umas duas horas, caso ninguém aparecesse eu iria a pé.

POV Damon

Após uma longa noite com.. Não sei o nome dela.. Eu havia acabado de apagar sua memória e saía do motel contente. Vesti minha jaqueta de couro e entrei em meu carro. Era bom sair de vez em quando, para tentar esquecer o drama "Katherine/Elena/Klaus" que me enchiam o saco à dias. Tudo e todos estavam centrados nisso, e de algum modo eu tinha sido escalado como herói e estava ajudando a resolver as coisas.

Eu precisava arranjar alguma confusão, senão ia acabar perdendo o jeito. Já fazia um tempo que eu não fazia Stefan e Elena quererem arrancar os cabelos de raiva.

A estrada passava por mim quase que imperceptível, enquanto eu tentava bolar um plano novo. Até que um carro no acostamento me chamou a atenção. Na verdade não foi bem o carro, mas a garota que pos a cabeça para fora da janela, e assim que viu meu carro se aproximando, abriu a porta e pulou para fora, ficando no meio da estrada, fazendo sinal para que eu parasse. Estranho. Fiquei tentado a passar por cima dela, funcionaria para irritar Stefan e Elena, mas me pareceu um plano simples demais. Resolvi parar e ver o que ela queria.

Eu comecei a descer o vidro da janela e ela se aproximou, parecendo cansada e aliviada ao mesmo tempo.

– Oi. — Ela aparentava uns 16, 17 anos, e era muito gostosa, eu tinha que admitir. — Obrigada por ter parado.. Err.. meu carro ficou sem gasolina, e ainda faltam uns quatro quilômetros até o posto mais próximo.. Será que você poderia.. — Sua voz sumiu quando ela levantou os olhos, me olhando pela primeira vez. Fazer o que se eu sou irresistível?

– Será que eu poderia..? — Eu a incentivei a continuar, mas ao mesmo tempo dando um de meus melhores sorrisos, e ela corou antes de continuar.

– Se você poderia me dar uma carona até a cidade.. Se não for muito incômodo.

Eu a olhei de cima a baixo antes de responder, em parte só para deixa-la mais sem graça ainda.

– Claro, entre.

– Ah, obrigada! Deixe-me só trancar meu carro.. — Ela voltou ao carro, pegou a bolsa que estava no banco do passageiro e depois o trancou.

Eu abri a porta para que ela entrasse, e ela sentou-se ao meu lado sorrindo.

– Obrigada de verdade. Eu estava com medo de ninguém aparecer. Sabe como é, essa não é uma estrada muito movimentada..

– Sem problemas.. hum.. — Eu disse esperando saber seu nome.

– Ah, Nicole. — Ela disse sacudindo a cabeça como quem diz "que idiota, nem me apresentei". — Sou Nicole Gilbert.

Seu nome chamou minha atenção imediatamente. Gilbert? Então ela era mais uma parente? Ai ai..

– E você é..? — Perguntou ela timidamente.

– Sou Damon Salvatore. E então, Nicole, o que te traz a nossa pequena cidadezinha isolada? — Perguntei tentando descobrir algo sobre ela.

– Ah, é uma longa história.. — Disse ela desviando do assunto. Me deixou mais desconfiado ainda. Decidi insistir.

– Nesse caso eu dirijo bem devagar. — Eu disse diminuindo a velocidade. — Temos tempo. — Eu sorri para disfarçar a tensão.

Ela suspirou, percebendo que não havia escapatória.

– Ok, eu morava com minha avó na Flórida após a morte de meus pais. E agora eu tive que vir para cá, pedir abrigo para outros familiares, por ser menor de idade não posso morar sozinha.

– E o que você fez? Brigou com a vovó? — Eu disse debochado. Só entendi o motivo dela virar o rosto para a janela quando vi o reflexo de uma lágrima escorrendo. Percebi a burrada que eu tinha feito.

– Não — Ela fungou — Ela morreu à dois dias atrás. Câncer. — Ela disse com uma voz seca, mas eu pude notar que ela se segurava para não cair no choro.

– Oh, eu sinto muito, fui insensível. — Que novidade, pensei.

– Não, tá tudo bem. Você não sabia. — Ela respondeu enxugando o rosto com a manga da jaqueta.

Depois de alguns minutos de silêncio, eu resolvi continuar com o assunto, para saber se ela realmente era parente de Elena, o que me parecia óbvio. Até onde eu sei não há outros Gilberts na cidade.

– E então, você disse que ia morar com uns parentes.. — Comecei cauteloso. Não queria mais choro no meu carro.

– Aham. Na verdade ainda vou pedir a eles. — Ela sorriu com alguma piada interna. Provavelmente era o fato de ainda não ter pedido o favor e já estar aqui na cidade.

– Alguém que eu conheça, talvez? É uma cidade pequena.

– Ah, provavelmente sim.Meus primos, Elena e Jeremy Gilbert. Eles estão morando com a tia deles, Jenna Sommers. Conhece?

Bingo.

– Oh sim, conheço.. — Tentei não mostrar muito interesse, não queria que ela começasse a fazer perguntas. — Como eu disse, é uma cidade pequena. E nós chegamos. — Eu disse ao passar pela placa que ficava na entrada da cidade: "Seja bem-vindo à Mystic Falls, VA".

– Ah. Ótimo. Obrigada de novo. Hum.. Saberia me dizer onde tem um posto de gasolina por aqui? — Ela perguntou insegura. O que essa doida pretendia fazer?Comprar um galão de gasolina e carregar a pé de volta até o carro??

Foi exatamente isso que perguntei à ela.

Ela pareceu não saber o que responder. Parecia não ter pensado nessa parte do plano.

Suspirei. Detestava quando meu lado "cavalheiro de 1860 e poucos" aparecia. Realmente detestava. Mas fazer o que? Não podia abandonar a prima de Elena no meio da estrada. Nããão, ela serviria para meu mais novo plano para aborrecer os pombinhos.

– Não vou deixar você voltar lá a pé, carregando um galão enorme. Vamos, eu paro no posto, compramos a gasolina e eu te levo de volta até seu carro. — Eu disse sorrindo pra ela de modo galanteador. Sério, eu devia ser ator.

– Você faria isso por mim? Jura? — Ela perguntou sem acreditar.

– Claro. Salvando a donzela indefesa. — Eu disse debochado. Ela riu.

– Obrigada Damon, de verdade. — Ela disse abrindo um sorriso enorme. Ficava parecida com Elena. Elas eram mesmo primas.

– Não há de que. Vamos. — Eu disse arrancando com o carro e indo até o posto. Compramos o galão e eu insisti em pagá-lo, tudo parte do disfarce, claro. Ela tinha que gostar e confiar em mim para o plano dar certo. E também, alguns dólares à mais, alguns à menos, não iam fazer diferença. Voltamos até onde o carro dela estava e eu o abasteci.

Ela entrou e já ia fechar a porta ( depois de me agradecer mais umas sete vezes) quando eu a segurei para falar com ela antes.

– Que tal eu te acompanhar? Eu sei onde Elena e Jeremy moram, pode me seguir se quiser.

– Ah, claro. Obrigada. Não me lembro muito bem onde fica a casa deles. Faz muito tempo que eu vim aqui.. E da última vez só fiquei para o enterro dos meus tios. — Ela disse pensativa.

– Ok então, você me segue. Chegaremos lá daqui a pouco. — Ela sorriu e eu fui para meu carro. Pobre Nicole, mal sabe o que a espera..

Notas finais
E então? Reviews? Lembrem-se: mais reviews, mais rápido eu posto. PS: (caso eu NÃO poste amanhã)a partir de segunda eu vou estar em semana de provas; inicio do ensino médio, então vocês sabem: tenho que estudar mais, e minha mãe me proibiu de usar o PC durante essa semana por causa disso. Ou seja, sem caps. essa semana, sorry. xoxo