Another Day in Paradise
25 The night
Notas iniciais
Escola Ooo (Mesmo dia — 17:34 da tarde)
Finn não quis mesmo perder seu tempo, tinha objetivos que formulara no começo do ano que queria cumprir, afinal, era um garoto de princípios. Assim que depois dos clubes e das aulas extras, se encaminhou para a biblioteca para estudar. O fantástico é que um garoto de cabelos pretos que odeia estudar seguia o garoto, emburrado, pois odiava estudar, mas queria passar mais tempo possível com o pequeno. E o mais surpreendivél ainda era que um garoto de cabelo rosa andava na frente dos dois, conversando com Finn sobre as matérias.
Chiclete, por mais que surpreendeu o moreno, conseguiu fazer amizade rapidamente com as meninas, e ainda mais com o Finn. Pena que com ele era uma exceção, mas ainda sim, o rosado conversava um pouco mais com ele. Mas, até que Marshall não se importava com isso, fazia tempos que não via o rosado sorrindo tanto.
Finn o salvou.
Assim que sentaram nas mesas para estudar as matérias que mais tinham dificuldade, o rosado parecia estar de boa, já estudara muito, e tinha muitos conhecimentos, a mais do que até a própria apostila continha. Finn, por sua vez, recebia ajuda de Chiclete em matemática, já que era péssimo com números, e Marshall, lia e relia os textos de biologia, tentando ver se aquilo tinha alguma lógica.
–Você sempre tem que seguir essa ordem, que essa expressão se torna mais fácil de resolver depois, entendeu Finn? — Perguntou o rosado.
–Como você transformou aquele monstro nessa continha de mais e menos? — O loiro estava boquiaberto, encarando o garoto como se ele fosse um milagre.
Chiclete riu.
–Se chama matemática. — Ele concluiu, colocando na próxima folha de caderno, escrevendo. — Resolva esses problemas agora com as regras que te dei.
–Ok, obrigado Chiclete. — Sorriu o loiro, abraçando o garoto de tão feliz.
Marshall sentiu uma pontada de ciúmes, se odiando por ser tão burro. Mas seu medo estava concentrado naquelas páginas e páginas de palavras, não estava entendendo nada, nem com o auxílio de suas anotações que fez no caderno durante as aulas.
Após Finn começar a fazer as contas, o rosado não pode deixar de perceber que o moreno estava completamente perdido.
–Quer ajuda, Marshall Lee? — Perguntou com o restante de sua coragem.
O moreno olhou para ele, se rendendo.
–Quero.
O rosado ficou sentando entre o loiro e o moreno.
–O que você não está entendendo?
O moreno ficou piscando os olhos para o outro, tentando formular uma resposta.
–É... Tudo.
–Tudo?! — Exclamou o rosado. — Está falando sério?!
–Acha que essa cara de preocupação é brincadeira? — Ele perguntou, apontando para seu próprio rosto.
Chiclete respirou fundo.
–Tudo bem, vamos para o primeiro capítulo.
Finn terminou de fazer o primeiro exercício com êxito, percebeu que agora, com a explicação do rosado, tudo havia clareado. Virou -se para o lado e viu o garoto lendo o texto para o moreno, olhando nos olhos do vampiro em seguida, explicando o que ali estava escrito de uma maneira mais fácil.
O loiro aproveitou para escutar um pouco, já que qualquer informação que ele tinha a dizer era preciosa, mas uma outra coisa chamava a sua atenção. A maneira que ele dizia as palavras. Parecia que hesitava um pouco, ou talvez insegurança, não sabia, mas algo o prendia, não se abria como fazia com o Finn.
Bem, isso até que era esperado, já que antes era péssimos inimigos.
Não queria demonstrar muito, apesar de já ser transparente, mas estava adorando que Chiclete ficasse junto com seu grupo. Percebia que o rosado era incrivelmente gentil, nunca havia discussão ou problemas com ele.
Chiclete passava uma tranquilidade para o pequeno, era isso que o atraía.
–Finn? — Marshall chamou, percebendo que o loiro os olhava.
Aquilo imediatamente chamou a atenção do rosado, olhando o outro.
–Está com dificuldade em alguma coisa? — Perguntou preocupado.
–N-Não! É que eu queria ouvir, você diz as matérias de uma maneira que fica tão fácil!
Chiclete deu uma leve corada, fazia tempos que não recebia um elogio.
–A-Ah, isso não é nada. — Falou olhando para a apostila. — Eu apenas quero ajudar.
–E está sendo nossa salvação mesmo! — Falou o pequeno, abraçando o rosado, assustando o mesmo. — Não é Marshall?
O moreno viu iso como uma ótima oportunidade, sorrindo de canto.
–Claro, Finn! — Gritou, aproveitando para abraçar o rosado.
Um abraço coletivo!
Se existe uma pessoa que estivesse mais sem graça no momento, esse alguém era o Chiclete. Que estava vermelho, mordendo os lábios com vergonha. Estava sem escapatória, já que ele era o do centro, e não estava acostumando com tanto carinho assim.
–G-Gente me s-solta... — Pediu, se contorcendo com cuidado no meio.
–Ele está tentando fugir Finn! — Gritou Marshall, rindo interiormente por sua maldade.
–Não vamos deixar! — Exclamou o loiro, inocente, participando da brincadeira.
–E-Estamos numa biblioteca! — Falou o rosado, olhando para os lados, tentando ver se havia pessoas por perto.
Mas os dois simplesmente o ignoraram.
–Relaxa Chiclete. — Cochichou o moreno, sorrindo.
–Seu maldito... — Sussurrou o rosado para que apenas o moreno escutasse. — Eu sei que você está apenas se aproveitando da situação...
–Do que vocês estão falando?! — Perguntou Finn, colocando a cabeça entre eles, sorrindente.
A aparição fez com que o rosado tomasse um susto, conseguindo se separar dos dois.
–Eu sei que vocês dois estão querendo escapar de estudar, mas isso é muito importante, então recomponham-se. — Falou o rosado, dando uma pequena bronca, mas a maneira que ele falava não era tão ameaçadora.
–Aww... — Marshall Lee deixou a cabeça cair na mesa, exausto.
–Vocês não estão com fome? — Perguntou o pequeno, sua barriga estava roncando.
–Finn! Assim não irá dar tempo. — Chiclete comentou.
–Mas eu não consigo prestar atenção com fome... — Fez biquinho.
Ok, aquilo era irresistível para o rosado. Que respirou fundo.
–Tudo bem, vamos para a cantina então. — Falou, se rendendo.
–Entretanto, daqui a pouco teremos que ir embora. — Comentou Marshall Lee, adorava suas ideias instantâneas. — E não vai dar tempo de terminarmos os estudos...
–O que você está sugerindo, Marshall Lee? — Perguntou o rosado, desconfiado.
–Que tal irmos na minha casa terminar depois?
Os olhos do loiro brilharam.
–Vamos!
–Eu não vou. — Falou Chiclete, decidido.
Finn encolheu os ombros, triste.
–Por que não? Sem você a gente não vai entender direito...
Marshall Lee sabia que o rosado sacou suas intenções de se aproximarem mais, o moreno queria muito voltar a ser seu amigo, pelo menos isso, mas estava difícil com ele nessa situação. Entretanto, o moreno havia sacado tudo também, tinha uma arma a seu favor: Finn.
–E-Eu... — Começou o rosado, não arranjando uma resposta.
–Por favor. — Pediu o loiro.
Chiclete não sabia realmente o que fazer. Seu defeito era ser bonzinho demais.
–D-Droga, tá bom! — Falou, colocando a mão direita no rosto.
–Beleza! — Comemorou Finn, sorridente, se levantando. — Para comemorarmos, vamos para a cantina!
–Mas não era isso que iríamos fazer? — Perguntou Marshall, seguindo o loiro.
O rosado os acompanhava, olhando bravo para o moreno. Chiclete era muito esperto, conseguia deduzir os planos do moreno, estava irritado até consigo mesmo por não resistir ao loiro.
Marshall Lee percebeu o olhar de Chiclete durante o caminho, e quando seus olhos se encontraram, o moreno deu um sorriso aproveitador para o rosado, fazendo com que ele ficasse mais "p" da vida ainda.
O moreno ria interiormente, brincar com o rosado nunca deixaria ele tediado.
Casa de Marshall Lee (Mesmo dia — 19:36 da noite)
Os estudos estavam sendo concluídos, Finn entendeu completamente os exercícios de matemática que estava com dificuldades. Enquanto a situação do moreno, o rosado conseguiu explicar para ele até a metade dos capítulos pedidos na prova.
–Amanhã você me ensina o resto. — Falou o moreno, com a cabeça dolorida.
Até mesmo Chiclete estava cansado, passaram a tarde inteira estudando.
–O que a gente pede para comer? — Perguntou o loiro, com os olhos brilhantes.
–Você já percebeu que interrompe as conversas perguntando sobre comida? — Brincou o moreno, fazendo os dois rirem.
–Mas eu estou com fome! — Falou o loiro, entre o riso.
–Não gosto de pedir comida. — Falou o rosado, olhando para o moreno. — Você tem comida?
–Só se for congelada, e é pizza.
–Ótimo. — Falou o rosado irônico, revirando os olhos. — Eu vou fazer alguma coisa para a gente comer.
–Essa é a minha frase favorita! — Falou o loiro, seguindo o outro até a cozinha.
Marshall Lee esticou os braços, pegando os materiais dos garotos e os arrumando na mochila. Levando-as até seu quarto. Tinha um outro plano em mente, porém o problema era como executá-la.
Assim que depois de arrumar a mesa, se encaminhou para a cozinha, que estava com um cheiro delicioso de molho.
Os dois se encontravam com avental, entretanto, enquanto Chiclete estava cozinhando o molho, Finn estava enchendo uma panela com água, para em seguida colocar a macarronada.
Marshall não pode deixar de colocar a mão no nariz para não ter um sangramento nasal, ver os dois de avental fazendo a comida, ele deve ter feito algo muito bom em sua vida para conseguir viver essa cena.
–O que você está fazendo aí parado, Marshall Lee? — Perguntou Chiclete, levemente irritado. — Coloque os pratos na mesa, por favor.
–Pode deixar, e deixa que eu lavo a louça depois.
Chiclete o olhou surpreendido, era a primeira vez que escutara essa frase vindo do moreno.
–O molho está com um ótimo cheiro! — Falou Finn, olhando para a panela do rosado, com paixão.
–Quer experimentar? — Perguntou o rosado, sorrindo amorosamente para o pequeno.
Marshall Lee disfarçou, olhando para os dois enquanto pegava os pratos.
–Quero!
Chiclete pegou um pouco e o assoprou, tentando esfriar o máximo que podia para que o loiro não se queimasse. Logo, ele guiou a colher para o pequeno, que o abocanhou. Com os olhos atentos do vampiro, ele percebeu até que o loiro demorou para pegar todo o conteúdo da colher, voltando com a boca de vagarosamente, sentindo o sabor.
Mas claro, isso foi sua imaginação, e ainda por cima em câmera lenta.
–Está deliciosa! — Exclamou o loiro, não havia uma comida mais gostosa, tirando o de Dona Tromba, mas o rosado estava bem perto de derrotar a elefanta.
–Obrigado. — Sorriu Chiclete, feliz pela satisfação do outro.
Rapidamente, Marshall Lee foi para a copa antes que percebessem o quanto estava corado com a cena que havia contemplado, principalmente com a soma de seus pensamentos maliciosos, rezava para que seu nariz não sangrasse.
–Muito bem, agora só falta algo para bebermos. — Comentou o rosado, dando uma última mexida no molho com a colher, se encaminhando para a geladeira.
Percebeu que havia limões, e logo os espremeu com a ajuda do loiro. Após acrescentar água e açúcar, ali estava uma perfeita limonada.
De repente, a campainha da casa tocou, surpreendendo a todos.
–Marshall, você pediu alguma coisa? — Perguntou Finn, confuso.
–Não... — Falou o moreno, mais confuso ainda.
Porém, quando abriu a porta, só faltou ser pisoteado pela irmã, que entrou rapidamente na cozinha.
–Que cheiro delicioso! — Gritou Marceline, olhando as panelas cozinhando.
–Eh, boa noite. — Sorriu Jujuba, entrando na casa com mais polidez.
As duas estavam sem o uniforme escolar, Marceline estava com uma roupa preta do Guns in Roses e com calças jeans pretas rasgadas, um all star e mesma tonalidade para completar seu visual, entretanto, usava uma touca vermelha para dar um destaque, combinando com as rosas de sua camiseta. Já Jujuba usava calças rosa escuro coladas nas suas pernas, enquanto uma camiseta rosa mais clara com detalhes de lantejoula, usava um sapatinho branco.
–Alguém pode me dizer o que está acontecendo? — Perguntou o moreno, se recuperando depois da entrada da irmã, encontrando todos na cozinha.
–Vimos que o Chiclete iria na sua casa, então podíamos prever um jantar delicioso. — Sorriu Marceline.
–Desculpe se caso estamos atrapalhando e...
–Imagina Jujuba, quanto mais amigos melhor! — Falou Finn sorridente. — Marshall, acrescente mais dois pratos na mesa!
O moreno rapidamente o fez, e atrás dele, o rosado com a macarronada.
–Ainda bem que não sou eu que vou lavar a louça. — Sorriu, provocando o moreno, enquanto colocava o prato na mesa.
Marshall Lee sorriu como um psicopata, causando a risada do outro.
–Calado.
Rapidamente, todos se sentaram ao redor da mesa. Servindo-se.
O jantar deveria ser algo simples, afinal, não é nada extravagante amigos comendo uma macarronada. Entretanto, o que a tornava especial era isso: Os amigos.
Eles riram, conversaram, fizeram brindes, contaram piadas, xingaram as provas ( com exceção do Chiclete e Jujuba), entre outros.
Mas não demorou muito para que a mesa, antes com muita comida, tivesse apenas pratos sujos e copos vazios.
–Que isso... Está ótimo. — Marceline repousou o corpo na cadeira de qualquer jeito.
–Estou satisfeito. — Falou Finn, deitando na cadeira como a vampira.
Chiclete se levantou, pegando os pratos sujos.
–Vou levá-las à pia. — Sorriu ele gentilmente.
–É você o azarado que vai lavar a louça? — Perguntou Marceline.
–Não, o Marshall Lee que vai. — Respondeu, pegando os garfos e colocando em cima da pilha de pratos de sua mão.
Quase que instantaneamente, a morena apontou o dedo para o vampiro, rindo de sua cara.
–Marceline! — Gritou Jujuba, indignada.
–Normal. — O moreno sorriu, mostrando a língua para a irmã. Pegando os copos da mesa e caminhando para a cozinha, sendo seguido pelo rosado.
Enquanto os garotos caminhavam para a cozinha, Jujuba, Marceline e Finn foram correndo para a sala. Que era o local mais aconchegante da casa, deitaram nos enormes sofás e ligaram a televisão, que tinha vários canais.
Enquanto isso, Marshall Lee pegava o avental na cozinha, se encaminhando para a pia. Completamente. Cheia. De. Louça.
–Estou vendo que isso vai demorar. — Comentou, fazendo Chiclete rir.
–Quer que eu seque a louça? — Perguntou o rosado.
–Não precisa. — Falou, olhando nos olhos do outro. — Vai lá na sala com os outros.
–M-Mas... — Comentou, achando muita falta de respeito com o moreno.
–Não. — Falou, olhando somente para a louça em seguida, evitando o contato visual. — Antes só você lavava a louça, eu mudei, quero pagar pelos meus atos.
Chiclete olhou as costas do moreno, confuso e com um pé atrás, não sabia realmente o que dizer. E além do mais, ficou sem graça ao se lembrar do passado.
–A-Ah... — Comentou, tinha que falar alguma coisa. O clima estava tenso. — Obrigado.
E rapidamente, foi com passos apressados para a sala, se juntando com Finn e as duas. Realmente, fazer amizade com elas foi fácil, mas com o Marshall Lee... Estava realmente difícil, mesmo que tentasse ser simpático com ele, parecia que não conseguia voltar as coisas como eram antes.
–Algum problema, Chiclete? — Perguntou Marceline, chamando um pouco de atenção de Jujuba e Finn.
O rosado ficou ainda mais intimidado com a quantidade de olhares por cima dele, mas rapidamente respirou fundo e deu seu melhor sorriso.
–Nada.
Aquilo foi inesperado para todos no começo, que ficaram em transe. Mas logo, Finn o chamou para sentar do seu lado, fazendo com que em segundos todos esquecessem de tudo.
Jujuba acabou dormindo, deitada nas pernas de Marceline, a rosada estava cansada devido ao jogo de mais cedo. Já a morena, acostumada, estava e boa, assistindo o programa.
–Finalmente terminei, vocês comem como uns porcos. – Falou Marshall Lee, vindo da cozinha, deitando-se no chão da sala mesmo.
Marceline não pode deixar de rir do irmão, acariciando os cabelos da Jujuba, que ressonava tranquila.
–Por falar, quando vai embora? Já está irritante ter você por aqui. – Comentou o irmão, visivelmente irritado.
–Sabe, acho que já está tarde o suficiente para duas garotas andarem na rua sozinhas... Então vamos ficar. – Respondeu, sorrindo safadamente.
–Pra mim isso cheira à preguiça. – Falou, emburrado. Sabia que a vampira poderia derrotar qualquer um na rua.
Ela mostrou a língua para o irmão, piscando o olho direito.
–Peço desculpas, mas eu tenho que ir. – Levantou-se Chiclete, olhando para todos.
–O que? Por quê? – O pequeno perguntou, triste.
–É Chiclete, dorme aqui. – Pediu o moreno.
–Eu não quero atrapalhar e...
–Não atrapalha. – Respondeu, tão firme que o rosado engoliu a saliva. – Eu tenho colchões e quartos suficientes nessa casa para todos nós, e amanhã simplesmente vamos para a escola juntos.
–Eu não trouxe nada. – Chiclete não iria desistir, pegaria todas as desculpas possíveis.
–Tenho roupas de sobra.
–Mas eu também não trouxe escova de dentes.
–Eu tenho novas.
–Marshall Lee! – Gritou bravo, já sem desculpas.
–Pelo amor! Como vocês são irritantes. – A morena falou brava. – Se vocês acordarem a Jujuba, vão se ver comigo.
E a discussão terminara com a ameaça de Marceline, ficando aquele silêncio tenso ao redor deles. Sinceramente, Chiclete queria muito ir embora, mas via que não teria escapatória. Já Marshall estava um pouco irritado com essas atitudes, bem, acho que frustrado e triste seriam as melhores palavras para descrever seus sentimentos.
Mas já Finn... Esse nunca deixaria que eles ficassem assim.
–Alguém aí quer chocolate?! – Perguntou sorridente, pegando várias barras de sua bolsa.
–Hum... – Murmurou Jujuba, acordando após o grito do loiro.
De repente, olhos malignos e vermelhos tomou o clima da sala. Marceline olhava sorrindo que nem uma psicopata para o pequeno.
–Acho que alguém vai morrer hoje. – Ela disse sinistramente, que arrepiaria a espinha de qualquer um.
De repente, só se via naquela sala o Finn correndo de Marceline, pedindo auxilio a todo momento e Jujuba coçando os olhos, sentada no sofá bocejando.
–Eu mereço. – Falou Chiclete, olhando indignado para a cena.
–Eu também. – Murmurou o moreno, se voltando para o Chiclete como se a conversa nunca tivesse existido. – Mas você vai querer os chocolates?
Ele se dirigiu ao chão, onde estavam as guloseimas depois de Finn as larga-las para correr. O moreno as olhava lambendo os beiços. Já Chiclete, sorrindo de canto, respondeu:
–E acha que eu não aceitaria? – Perguntou, ironizando já que era um doce.
E eles curtiram mais algumas horas ao estilo dos alunos de Ooo, esperando alguma hora terem sono.
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