Notas iniciais
Oi, oi! Gente, só um comentário rapidinho. Vai começar a prova final essa semana, o maldoso "Provão"...Tam...Tam... Vou tentar postar o próximo em uma semana, tá? No máximo, demorará só alguns dias a mais. Uke - Passivo numa relação masculina no japão.

Colégio Ooo (Sexta – 16:50 da tarde)

Quando Finn saiu do clube dos mangás, andava apressadamente para a quadra da escola, onde se encontraria com a equipe esportiva da escola. Ao chegar lá, porém, viu que estava vazia. Achou estranho, naquele horário pelo menos metade do grupo já estaria lá.

–Finn!

O loiro olhou na direção da voz e avistou Flambo.

–O que está acontecendo? — O pequeno perguntou. — Não tem ninguém aqui ainda.

–Desculpa, achei que tinha avisado você. — Ele comentou, coçando atrás do pescoço sem graça. — Mas eu adiantei o horário só por hoje para as cinco e quinze da tarde, acontece que vou ter que arrumar a quadra: Vou por obstáculos para escalarem, pularem e tudo o mais.

–Uau... — O loiro estava com os olhos brilhantes ao imaginar o quanto seria da hora o treinamento hoje, mas voltou ao normal ao acordar de seus pensamentos. — Você vai arrumar sozinho?

–Já tem um cara ajudando. Mas se quiser, vai ser de grande ajuda.

–Eu ajudo, o que posso fazer? — Ele perguntou, deixando sua mochila no canto da quadra.

–Vai até o armazém da escola e ajuda a trazer obstáculos para cá. – Pediu, apontando a direção de onde ficava para o novato.

–Beleza!

Finn correu para o armazém, não era muito longe.

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A loira estava sentada em um banco perto da quadra de esportes, esperava por sua melhor amiga, mas a gata era do tipo que sempre chegava atrasada, principalmente quando estava com Lorde.

Ela olhou emburrada para a tela de seu celular, já eram quatro e cinquenta da tarde! Onde ela estava?

Virou a cabeça para o lado, tentando avistar ela, porém viu outra pessoa: Marshall Lee.

O coração de Fionna congelou, sentiu um enorme frio na barriga. Ele se encaminhou para o armazém perto de onde estava sentada. A garota estava morrendo de vontade de entrar lá dentro e conversar com o vampiro, mas não iria aparecer ridículo? Tipo, uma garota linda e maravilhosa como ela ir atrás de um garoto? Será que estava muito na cara suas intensões?

Mas não conseguia aguentar mais, se lembrava dos lábios de Marshall nos seus quando ficou com ela. De todos os garotos que já ficou e namorou, o do moreno havia sido a das melhores, merecia uma medalha de ouro.

Olhou novamente para a porta do armazém, seu coração congelou novamente: Finn estava caminhando para lá dentro!

O loiro fechou a porta, e o silêncio incomodante dominou o local.

Fionna não se aguentou, desta vez ela correu para a porta. A única maneira que conseguia espiar o que se passava era olhando pela fechadura, agradecia a sorte de conseguir ouvir tudo dali.

O local estava escuro, havia armários de bolas para o uso na aula de educação física, guarda-roupas e baús para guardar as fantasias do teatro, instrumentos musicais estavam cobertos com pano para o coral da escola, havia também tapetes e alguns colchões, deviam ser usadas para as aulas femininas de salto com vara.

O loiro estava procurando entre as peças cobertas alguma coisa, ela não estava vendo Marshall, será que ele já havia saído?

–Cadê...? — Finn perguntava a si mesmo.

–Procurando alguma coisa? — Uma voz surgiu da escuridão, fazendo o pequeno pular de susto.

–Marshall Lee? — Perguntou o loiro, tentando enxergar.

–Claro, quem mais seria? — Ele perguntou irônico, chegando perto de onde o garoto estava. O corpo de Fionna ficou tenso, alguma coisa poderia rolar, estava tudo perfeito...

–O que você está fazendo aqui? — O pequeno perguntou confuso.

–O Flambo precisava de ajuda, ele tá montado uma pista de obstáculos.

–Eu também estou ajudando. — Murmurou Finn.

–Hey, mas vou te dizer uma coisa: Aqui não tem nada.

–Nenhum obstáculo? — Finn perguntou confuso.

–Nenhum. — Marshall confirmou. — Deve de estar guardado na sala do clube e ele não viu.

–Bem, vamos voltar então. — Disse Finn, indo em direção à porta.

Quando Fionna ia sair correndo, porém, viu o loiro sendo interrompido por uma mão que o segurava nos ombros. O pequeno congelou.

–Finn, seu corpo está bem? — O vampiro perguntou preocupado.

A loira sentiu uma amargura invadir sua boca, que ódio!

–Estou sim. — Respondeu o loiro corado, tirando a mão do outro de si e indo em direção à porta. Até mesmo Fionna que não estava no local sentiu o clima mudando.

Marshall o abraçou pelas costas, fazendo o loiro gritar de susto.

–Calma, Finn... — Ele disse, cheirando os cabelos do loiro. — Confie em mim...

–Marshall... — Murmurou com vergonha.

–Você quer? – Perguntou baixinho.

O loiro botou a mão em seu coração, guiando a cabeça para o chão, pensando. Fionna recordou sua conversa com Jujuba: O pequeno estava gostando dele, porém não queria nada sério como um namoro. Sabia também que ele estava confuso, pois quis na primeira vez.

A loira arregalou os olhos: A Coca-Cola!

–Eu quero... — Sussurrou o loiro, tímido.

Não! Não! Você não quis na primeira vez! Não ache que está apaixonado!

Marshall sorriu de canto, empurrando Finn para o colchão próximo deles. Fionna fechou a mão em punhos, estava com muita raiva e ódio, mas veria aquilo com os próprios olhos, para ter certeza de que os dois estavam mesmo tendo algum caso.

–Fionna? — Uma voz feminina perguntou do seu lado, fazendo com que a garota pulasse de susto.

–Shh! — A loira pediu, botando o dedo indicador na boca em gesto de silêncio.

–O que está acontecendo? — Cake sussurrou.

–Marshall e Finn. – Sussurrou, fazendo com que a gata arregalasse os olhos, entendo o que estava acontecendo.

De repente, as duas ouviram um pequeno gemido vindo de dentro.

–Tem certeza que quer ver isso? — A gata perguntou preocupada.

–Certeza absoluta. — Respondeu Fionna confiante.

A loira olhou novamente para a fechadura, os dois estavam somente de cueca. Marshall Lee estava chupando o mamilo direito do pequeno, enquanto o outro corava, botando as mãos nos ombros de Marshall.

–Eu não gosto disso... Sinto como se eu fosse uma garota... — Murmurou o loiro.

Marshall parou por um instante, olhando nos olhos do loiro.

–Prefere isso?

–Ah! — Gemeu o loiro, fechando os olhos com força.

Fionna examinou para ver o que estava acontecendo: O moreno estava mastrumbando o pequeno, que não parava de gemer de baixo.

–Você cresce fácil... — Disse Marshall Lee rouco de desejo.

–Não precisa dizer isso em voz alta... — Murmurou Finn, tentando se aguentar.

O loiro gritou de susto quando Marshall abaixou a cueca do pequeno, sorte de Fionna que o local estava escuro demais para enxergar aquilo. O vampiro começou a chupar o membro com selvageria, fazendo com que Finn gritasse alto.

O rabo de Cake se arrepiou ao ouvir aquilo, mas Fionna se controlava para continuar vendo. O loiro botou seu braço em sua boca, mordendo-a para que sua voz não se liberasse.

O vampiro continuava chupando, parecia bravo pelo pequeno não soltar a voz, mas compreendia que estava nas áreas de Ooo, teriam o risco de escutarem eles.

–O que está acontecendo? — Cake perguntou, estranhando os gritos pararem.

–O Marshall... Está... Aquilo... — Fionna não conseguia dizer, estava surpresa e ao mesmo tempo com raiva da cena.

A gata se estremeceu.

Após alguns minutos naquilo, Finn arqueou a cabeça para trás, fechando os olhos com força. O vampiro se levantou, estava com um líquido branco escorrendo pelo canto da boca.

–Você também vem rápido... — Ele murmurou, limpando a boca com as costas da mão.

–Ah... Ah... — Arfava o loiro. — Marshall... A gente tem que voltar para o clube.

O moreno olhou para o relógio.

–Caramba, já estamos aqui há vinte e cinco minutos! — Ele exclamou, em seguida se voltou para o loiro cansado. — Mentira, você demora para vir.

O loiro corou.

–Idiota... — Murmurou.

–A gente podia continuar, né? — Ele perguntou, se engatinhando até o pescoço do outro.

–Marshall... Ngh... — Mordeu o lábio inferior ao sentir os lábios deste em seu pescoço, tocando em pontos sensíveis. — Vai ser estranho nós dois faltarmos naquilo, principalmente quando Flambo sabe que você também está aqui.

O vampiro bufou, Finn tinha razão.

O moreno cochichou algo no ouvido do loiro, fazendo o pequeno ficar com os olhos arregalados. Mas quando os dois entreolharam seus olhares, Finn confirmou com a cabeça, vermelho como tomate.

Fionna já havia visto até demais, eles realmente estavam tendo um caso.

A loira saiu dali apressadamente, suas mãos estavam doloridas, mas ainda continuavam em punhos. Estava com raiva, muita raiva.

–Sabia que você não deveria ter assistido! — Cake se arrependeu, correndo atrás da garota. — Miga, se acalme!

A gata se assustou quando a amiga parou e se virou para ela: Estava estranhamente calma, porém com um brilho malvado no olhar.

–Ai meu pai... — Cake ficou com medo. — O que está passando em sua cabeça?

A garota sorriu assustadoramente, mechas de cabelo caíram em seu rosto, ela parecia uma Samara loira e sorridente. Depois de poucos segundos nesta assustadora posição, Fionna arrumou seu cabelo e voltou a ser a garota poderosa e confiante de sempre.

–Mudança de planos. — Ela disse por fim. — Preciso falar urgentemente com Chiclete.

–Por quê? — A gata perguntou curiosa.

–Tenho que fazer algo para separá-los. — Fionna definiu seu objetivo. — Não faz duas semanas que se conheceram e já estão assim! Imagine daqui a um mês?! Vão se casar!

–Miga... — Cake advertiu. — Cuidado com o que vai fazer, você pode ser pega.

–Que se dane. Eu quero meu Marshall! — Fionna exclamou, aquele desejo a possuía.

–Fionna! — Cake gritou. — Se você for pega, todos vão te odiar!

–Todos... — A garota repetiu, iria estragar toda sua popularidade. — Tudo bem, tentarei ser mais discreta possível.

–Mas, outra coisa mais importante do que está questão é: Fionna, se isso está acontecendo tão rápido é porque eles realmente se amam, acertaram em encontrar seu parceiro...

–Não! — Negou Fionna. — Finn está iludido de que o ama, na verdade ele foi drogado!

Cake se calou diante a revelação.

Fionna arfava, o estresse estava a matando. Não era bom para sua beleza.

–Desculpe. — Pediu ela para a amiga.

–Tudo bem. — Disse Cake, abraçando a loira. — Eu imagino como você se sente... Estarei do seu lado para tudo, viu?

–Até para isso?

Cake respirou fundo.

–Não gosto da sua ideia de estragar o amor dos outros, mas farei o possível.

–Obrigada. — Fionna disse aliviada, abraçando a gata que tanto amava.

Sua equipe estava se formando... Um por um.

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Jujuba estava na biblioteca, lendo um livro sobre a história do universo e algumas teorias. Ela anotava informações importantes em seu caderno, estava tão concentrada que nem viu uma sombra atrás de si.

–Bu! — Marceline gritou, abraçando a rosada pelas costas.

–Ahh! — Jujuba gritou assustada.

A vampira começou a rir descontroladamente, enquanto a outra a olhava irritada.

–Você sempre cai nessa!

–Calada. — Jujuba disse brava, mas logo voltou normal, não tinha como ficar nervosa com ela.

–Aqui está solitário, né? — Perguntou, sentando-se do lado da rosada.

–Não tem ninguém. – Ela confirmou, olhando os arredores.

–Só você mesmo para ficar aqui. — A vampira sorriu, arrumando uma mecha que caia no rosto da garota.

Jujuba olhou de lado, Marceline estava com um sorriso travesso nos lábios.

–O que você quer? — Perguntou.

–Você sabe o que eu quero... — A vampira disse maliciosa.

A rosada revirou os olhos, ter uma relação era complicada, parecia que toda hora queria.

–Mas já fizemos semana passada. — Jujuba se defendeu.

Marceline fez um bico, seus olhos imploravam.

–Por favor...

Jujuba sorriu, adorava ser tão desejada assim pela outra.

–Tá bom, mas não passe dos limites, estamos na escola.

A morena sorriu bobamente, como uma criança que acabara de ganhar seu doce. Pediu para que a outra sentasse em seu colo, Jujuba realizou seu pedido de uma maneira que pudesse ficar de frente a morena, ela colocou seu cabelo para trás e o mesmo fez com sua amiga, para que não atrapalhasse.

–Eu gosto de suas mãos, são tão macias. — Disse Marceline, segurando nos pulsos da amiga enquanto a rosada mexia em seu cabelo.

Jujuba sorriu e chegou perto, depositando de vagarosamente os lábios nos de Marceline, num beijo amoroso. Porém, a morena era ousada, abriu sua boca em um convite. A rosada aceitou, entrelaçando sua língua na de seu amor, em busca de contato.

A vampira pegou na camiseta de Jujuba, retirando-a. Deixando sua namorada apenas de sutiãn rosa.

–Você também não espera nem um pouco. — Comentou a rosada, sorrindo de canto.

A morena sorriu, declarando todo seu amor e seu desejo para ela com apenas um beijo.

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Casa de Finn (Mesmo dia – 20:00 da noite).

O loiro ainda não conseguia acreditar no que havia se metido... Naquele momento em que quase tiveram uma relação dentro do armazém da escola, Finn pediu para que voltasse para o clube. Depois de Marshall ver que o loiro tinha razão, este se abaixou e cochichou as palavras que assombravam o pequeno até agora.

“A gente continua na sua casa...”

Continuar... Na sua casa...

Por enquanto, Finn estava sozinho em sua residência, Marshall não desceu junto com ele, o que para o loiro foi um alívio. Mais tarde, não conseguia explicar esse fenômeno, mas conseguia sentir que o moreno iria fazer algo ainda hoje.

O pequeno trancou a porta da sala, com medo de que Marshall entrasse na casa. Correu para seu quarto e ficou lá, de baixo das cobertas, como uma criança com medo do monstro. Mas até que era meio verdade... Ele era um vampiro...

Ainda não conseguia acreditar que disse que queria para o moreno, o que se passava em sua cabeça? Mas a verdade era que seu coração estava acelerado naquele momento de novo, sem falar que ele também quis na primeira vez...

Fazer o que meu coração pedir, isso era o que Finn definiu para si mesmo após a conversa com Jujuba.

Passou meia hora, e nada de travessuras. O loiro expirou tranquilo, não haveria nada. Levantou-se e foi para seu guarda roupas, de onde retirou seu pijama: Ele era branco, sem detalhes, mas o tecido era quente e comprido, fazendo com que as mãos de Finn nem aparecessem. Podia até parecer estranho, como se estivesse usando o pijama de algum irmão mais velho, mas a verdade era que o loiro adorava dormir com ela.

Em seguida, pegou a coberta e se deitou na cama, ela estava bagunçada, cheio de travesseiros grandes de pena e cobertores enormes. Mas era desse jeito que Finn gostava, ele se sentia confortável para dormir.

Trim...Trim...

O telefone começou a tocar, fazendo com que o coração do loiro acelerasse. Essa sensação que estava sentindo estava correta.

Ele se levantou e atendeu o telefone, suas mãos tremiam.

–A-Alô?

–Oi Finn!

O loiro respirou fundo, relaxado, era o Jake.

–E aí irmão?

–Tudo bem, meu chapa. — Respondeu o cachorro. — Queria só falar que amanhã eu vou ir aí em casa.

–Você vai? — O olho do pequeno brilhou.

–Olá Jake!! — Ouviu umas meninas chamando-o, Finn notou que estava muito barulhento do outro lado da linha.

–Está em uma festa? — O loiro perguntou surpreso.

–Estou, aqui é muito legal.

Quando seu irmão dizia que era legal, era porque estava tendo muitas garotas lindas e muita sacanagem.

–Não fique bêbado ou fume. – Ordenou.

–Não sou desse tipo, chará. — Jake o acalmou. — Eu e a Lady Íris estamos se divertindo muito aqui, a música está ótima e a comida maravilhosa!

–Ela vai vir amanhã também?

–Vai, não se importa, né?

–Claro que não. — Finn disse sorrindo.

–Falou então Finn, até.

–Até.

Em seguida, desligou o telefone.

–Seu irmão? — Uma voz masculina perguntou, vinda atrás dele.

O loiro gritou alto de susto, virando-se de costas pronto para bater no ladrão. Mas a situação era ainda pior, tanto que o pequeno congelou: Era Marshall Lee.

–Ah não...

–Ah sim. — O moreno disse sorrindo, chegando cada vez mais perto do pequeno. — Achava mesmo que eu estava brincando no armazém?

–Mas como você entrou? – O loiro perguntou, ainda não acreditando no que estava acontecendo.

O vampiro apontou para a janela do quarto, que estava aberta. Perto desta, havia uma árvore, de onde o moreno com certeza tinha subido. Uma pena que o loiro não prestou atenção neste detalhe.

–M-Marshall... — Gaguejou Finn, dando passos para trás. — Eu não estou pronto...

O moreno correu na direção do loiro, fazendo com que o coração do pequeno parasse por poucos segundos, fechando os olhos com força. Quando os abriu, viu que estava no colo de Marshall, este o carregava como se fosse uma princesa.

O vampiro sorriu e deu um selinho no outro.

–Você é tão fofo... Principalmente quando está com medo.

–E-Eu não estou com medo... — Finn tentou dizer, mas gaguejou novamente, com vergonha, botou as mãos na boca.

–Esse pijama é seu? — Marshall perguntou, vendo que era muito comprido.

–É...

–Você fica ainda mais perfeito com roupas largas. — O vampiro elogiou, ele parecia um perfeito uke* vestido assim. Com este em suas mãos, caminhou para a cama.

–Não! — Finn tentou descer, estava desesperado. — Por favor...

Marshall o depositou na sua cama, no meio de todos os travesseiros e em cima das cobertas. O loiro estava corado ao encarar o maior em cima de si novamente.

–Vamos lá? — Perguntou o moreno, chegando cada vez mais perto do pequeno.

Finn o observou, estava com a boca um pouco aberta e se aproximava. Fechou os olhos ao sentir seu lábio se conectar com o dele, sua língua se escondia timidamente, mas o maior o estimulou com toques e Finn finalmente deixou ser tocado.

O moreno retirou a camiseta do pequeno, voltando depois a continuar beijando-o. Finn entrelaçou seus dedos nos cabelos negros e bagunçados do vampiro, aproveitando o máximo que podia do carinho.

Mas não podia deixar de declarar que estava com medo, muito medo. Porém, não era dos toques de Marshall, e sim, de seu corpo não querer fugir.

Notas finais
Até!