Annelise

5 Capítulo 5: Nicolas


Notas iniciais
Oieee
Gente desculpa os errinhos ortograficos, e q eu to escrevendo da lan entao nem sempre da pra revisar.
Mais espero q vcs estejam gostando da finc.

Acordei as cinco, desci e fui preparar o café. Quando subi Lucas já estava acordado e pedi que acordasse os pequenos. Aquela manha foi apressada e por mais que tentássemos sermos rápidos acabamos chegando atrasados de novo.

Fui direto para a sala olhando para o chão, sem querer acabei esbarrando em alguém. E que alguém forte por que com o choque acabei caindo pra trás. Ainda meio tonta senti uma mão me

puxar pra cima.

_Desculpa.

Levantei minha cabeça e olhei para aqueles lindos olhos verdes, era ele o menino do mercado.

_Tudo bem. — disse ainda meio tonta.

_Sério você ta bem mesmo?

_To é que... Olha, eu é que fui burra. Fui querer andar de cabeça baixa é nisso que da.

Ele me olhou meio confuso e depois disse:

_Meu nome é Nicolas. E o seu?

_Annelise. Mais pode me chamar de Anne.

Sorri meio que timidamente, e nos encaramos por alguns segundos até eu me tocar que estava atrasada.

_Ah, eu tenho que ir aula de...

Sai andando sem olhar pra frente de novo quando que para o meu azar bati em um quadro enorme. Tudo foi ficando escuro e depois começo a sumir. Me lembro de acordar com Lucas e Sarah do meu lado me encarando.

_Anne você esta bem?

Ouvi a voz de Lucas bem de longe e fui acordando aos poucos.

_S-sim. O que estão fazendo aqui?

_Você desmaio querida.

Sarah disse sorrindo.

_É ta com um galo enorme na testa.

Lucas ria de mim enquanto Sarah batia nele. Olhei para os lados e não o vi.

_Se esta procurando seu salvador ele esta lá fora. — disse Lucas sorrindo.

_Hum? Como assim meu salvador?

_O menino, Nicolas. Foi ele que te trouxe para enfermaria.

Disse Sarah apontando para fora.

_Você quer falar com ele?

_Não.

_Por que Anne?

Perguntaram os dois ao mesmo tempo.

_Só não quero.

De repente a enfermeira Judith entrou na sala.

_Crianças deixem a Annelise descansar. A pancada na cabeça foi muito forte. Venham comigo, precisamos conversar Lucas.

Lucas olhou preocupado para Judith, me deu um beijo na testa e saiu com ela e Sarah. Continuei deitada, fechei meus olhos e depois de alguns segundos senti uma mão fria no meu ombro.

_Oi.

Abri meus olhos e para minha surpresa era ele, Nicolas, estava sorrindo.

_Oi. — disse meio sem jeito. — Oque esta fazendo aqui?

_Vim ver você. Não posso?

_Não é que a enfermeira disse pra mim descansar. Deixa pra lá. Obrigada por ter me trazido pra cá.

_De nada. — ele sorriu gentilmente e não sei por que fiquei vermelha.

_Eu vou deixar você descansar.

Ele se levantou, e caminhou ate a porta, parou, sorriu pra mim e foi embora. Que menino fofo, pensei enquanto o via indo embora. Depois de meia hora finalmente o sinal do intervalo avia tocado. Eu estava morrendo de fome então me levantei, peguei minha mochila e caminhei sorrateiramente pelo corredor ate o pátio. Fui até as barraquinhas comprei um sanduíche enorme e um refrigerante.

_Nossa como você come.

Me virei rápido para ver quem era.

_Nicolas.

_Oi de novo. — ele dava aquele lindo sorriso, e novamente me deixava sem saber oque fazer.

_Quer ajuda?

_Obrigado.

Ele me ajudou a carregar minha mochila e nos sentados em baixo de uma árvore.

_Você parece melhor.

_É foi só uma pancada não vou morrer.

_É que perece que você não dormiu direito.

_É que eu acordo muito cedo.

Graças a deus ele não me perguntou o por que só sorriu.

_Então aluno novo, o que veio fazer aqui nessa cidade pequena?

_ Meu pai é medico então ele não para em casa. Ele vive em palestras por todo o país. Dessa vez ele resolveu sossegar aqui. A minha mãe morava aqui e meu pai achou melhor pra mim morar aqui. É um jeito de ficar mais perto dela.

O olhei com um olhar de interrogação.

_Ela morreu.

_Sinto muito.

_Tudo bem. Já fazem dez anos.

Nicolas deu um sorriso forçado mais se via a tristeza em seus olhos. Eu sabia agora mais do que ninguem oque era perder um ente querido.

_E você?

Quando ia falar o sinal tocou nos forçando a subir. Subimos juntos ate a sala não sei o porque mas todas as meninas da sala nos olhavam. Talvez tenha sido o fato dele ser muito fofo, mais eu não ligava pra aquilo era besteira.

Me sentei na frente na mesma carteira de sempre, como a Vick não estava Nicolas se sentou ao meu lado foi ai que os comentários pioraram. Logo o professor de ciências entrou na sala mandando todos se calarem. Ele fez a chamada e quando chegou no meu nome lá veio a perguntinha chata.

_Annelise Johnson, por que você não estava na primeira aula?

_Fui para enfermaria professor.

_Já esta melhor?

_Sim.

O professor sorriu e depois continuou.

_Certo. Brian!

O professor continuou a chamada e eu fui pegar o meu caderno quando me dei conta que não peguei o meu livro de ciências no armário.

_Droga! — disse baixinho mais acho que ele escutou.

_Tudo bem?

_Sim, é que eu esqueci meu livro no armário.

_Podemos usar o meu. — ele disse sorrindo, pegando o livro e colocando no centro da mesa para nós

dois usarmos.

_Obrigada. — eu sorri em agradecimento.

_Dia difícil?

_Dias difíceis.

Assim que terminamos de falar o professor já foi passando os exercícios pra gente fazer. Depois da aula sai da sala e Nicolas veio atrás de mim.

_Quer sair hoje?

_Ah, eu ia adorar, mais não vai dar.

_Hum. Que tal amanha?

_Também.

_Depois de amanha?

_Não.

_Depois?

_Também não.

_Sábado? Ou domingo?

_Também não. Olha eu tenho muito trabalho em casa então não vai dar. — disse mais pra mim mesma do que pra ele.

_Anne! Anne!

Lucas gritava meu nome como um desesperado me virei, fiz uma cara feia, e ele parou, depois me virei para Nicolas e tentei parecer conformada.

_Outro dia ok? — tentei parecer o mais meiga possível.

_Ok. Vou esperar. — Ele sorriu. Nossa que sorriso lindo.

_Ate mais.

Nicolas se inclinou e me beijou na bochecha e depois saiu me deixando vermelha. Caminhei ate Lucas que me olhava com um sorrisinho bobo nos lábios.

_Arrumo um pretendente?

_Pare com isso agora.

Disse fria.

_Calma. Ele parece ser um cara legal.

_É parece.

_Nem todos os garotos são iguais ao Eduardo, Anne.

_Eu sei mais, não é isso.

_Então o que é?

_Não quero ter um relação com ninguém Lucas. Nossos irmãos são minha prioridade.

_Anne...

_Mudando de assunto o que queria falar comigo?

_Ah, é a enfermeira disse que você esta muito fraquinha então concluí que você não tem tomado seu remédio pra fraqueza já tem um tempo não é?

_É eu esqueci.

_Annelise Rebeca Johnson. Você tem que tomar o seu remédio. Ou quer ficar doente?

Lucas tentou parecer serio mais saiu engraçado. Depois da “bronca” falei o que devia falar.

_Tudo bem eu passo na farmácia e compro o remédio, ta bem?

_Sim.

Voltamos a caminhar em silêncio ate o carro, Lucas se despediu de Sarah e fomos buscar os meninos no colégio. Ele nos deixou perto da farmácia, eu entrei e pedi para Lúcio ficar com a Anita enquanto escolhia o remédio.

_Oi.

Disse aqueles olhos enormes e verdes, que me fitavam sorrindo.

_Nicolas. — respondi sorrindo.

_Oque faz por aqui?

_Eu moro aqui perto. A duas quadras.

_Que bom. Eu também.

Ele sorria como se tivesse comido o doce mais delicioso do mundo.

_Eu moro na rua Flet.

_Serio!? — me surpreendi _ Em que casa?

_Na verde. Bem, era vermelha antes.

Nossa, como eu não percebi que ele morava praticamente na frente da minha casa. Bem, somando os últimos acontecimentos, eu não estava prestando atenção em nada mesmo.

_Anne podemos ir pra casa?

Lúcio me despertou do meu “transe” e eu percebi que eles estavam ali.

_Desculpa Lu. Nicolas, esses são Lúcio e Anita, meus irmãos mais novos.

Nicolas agachou e sorriu para os meus irmãos.

_Prazer em conhece-los.

Foi ai que a Ani fez algo inesperado, ela abraçou o Nicolas, coisa que ela não faz com estranho nenhum, na verdade a única pessoa que ela vivia abraçando era nossa mãe. Ele ficou sem reação por um tempo mais depois retribuiu o abraço.

_Nicolas já esta na hora de irmos – O dono dessa voz parou bem ao lado do Nicolas e nos vendo parou e disse. _Ah, olá desculpem.- ele deu o mesmo sorriso fofo do Nicolas e falou.

_Meu nome é Thomas Stuart\'s.

_Prazer, Annelise Johnson.

_Johnson?

_Sim.

_Eu... — Ele pareceu querer dizer algo mais hesitou.

_Ani não pucha o cabelo dele! — Lúcio gritou.

Me virei e percebi que Nicolas avia pego Anita no colo. Os dois brincavam como dois bebês no jardim de infância.

Olhei no relógio e já eram sete e meia. Já estava na hora de ir pra casa. Peguei Anita e sorri para Nicolas era estranho a forma como ele e Ani se davam bem.

_Han, me desculpem mais, nós temos que ir.

_Tudo bem.

_Anne! — Nicolas gritou e eu me virei para vê-lo.

_Nos vemos amanha?

_Sim.

_Ate amanha.

_Ate.

Nos despedimos e eu voltei para casa.

Notas finais
Gente eu vou ver se coloco fotinhas dos personagens acho q iria ficar legal né??
Bem gostaram do cap???
O Nicolas vai ser um grande conforto na vida da Anne q ta muito sofrida, e vcs vao amar ele.
Bem, é isso bejinhosse fikem com Deus.
Ate o cap 6.