Anjos de Nova York - Season 1
3 Between Brothers And Sisters
Notas iniciais
Algumas lendas são contadas
Algumas se tornam pó e outras se tornam ouro
Mas você se lembrará de mim, lembrará de mim por séculos — Centuries
P.O.V Lily
Após o Almoço. Todos os alunos voltaram para suas salas. Tive aulas de Historia e Trigonometria. Na aula de Trigonometria acabei encontrando Lauren, que acabou se mostrando uma pessoa bem legal. Agora teria aula de Biologia de novo. Mas eu só pensava em quem eu encontraria na Aula, queria saber como tinha sido o Dia de Eric. Entrei na Sala e lá estava ele, olhando para a janela. Me aproximei devagar e sentei ao seu lado :
– O que está olhando ? Perguntei
– O Céu. Olhou pra mim. É a segunda coisa mais bonita que já vi.
Fiquei confusa
– Qual a primeira ?
Ele sorriu divertido.
– Você.
Antes que eu pudesse falar alguma coisa, Ann nos interrompeu.
– Sr. Albert, Sra. Jonshon poderiam nos falar sobre a inspirada conversa que estavam tendo ?
– Acho que não precisa Professora. Respondi. Ouvi risos de algumas pessoas inclusive de Eric, olhei para ele o repreendendo, ele não ligou.
– Ótimo. Sem mais delongas irei passar seu primeiro trabalho do ano. Juntos com suas duplas iram produzir um modelo de como funciona o coração de três espécies. Uma garota levantou a mão — Sim Tereza ?
– Quais são as espécies ?
– Estaram a escolha da Dupla. Eric cutucou meu Braço. Olhei pra ele, ele arrastou um papel de baixo da mesa.
– O que é isso ? Sussurrei
– É meu número. Respondeu. Eu queria o seu e também queria convida-la para sair na sexta.
– Dizem que não é muito responsável sair com estranhos.
– Ainda sou um estranho pra você ? Perguntou, um vinco surgiu na sua testa.
– Yep — Respondi.
Ele me olhou com uma cara de cachorro abandonado. Eu tentei ignorar, mas ele ficou me encarando :
– Tudo bem — Falei, ele sorriu — Mas não é um encontro. Apenas duas pessoas discutindo sobre um trabalho.
– Não iria querer de outro jeito — Ó olhei negando com a cabeça. Rasquei um pedaço de papel do meu caderno e anotei meu número e endereço. Entreguei o papel pra ele — Sábado as 18:00 pode me pegar nesse endereço. Voltei a prestar atenção na aula. Nenhum de nós falou mais nada.
O Sinal Tocou. Me levantei junto com todos, me despedi de Eric. E segui para a porta. Mas algo prendeu meu braço :
– Apenas espere — Pediu e eu assenti
Ficamos olhando todos irem embora. E quando o último aluno saio da sala, falei :
– Pronto, agora o ....
Fui interrompida pelos lábios deles. Ele me beijava com calma. E em certo ponto correspondi. O sinal tocou e nos libertou do transe. Ficamos lá nos encarando. Até que antes que eu fale algo Eric sai em disparada da sala , me deixando sozinha.
Fico um tempo dentro da sala, mas quando saio dou de Cara Com meus irmãos. Ah não.
P.O.V Nick
Ela não podia ter feito isso, não podemos chamar atenção. Essa garota é muito inconseqüente.
– E aí vamos? — ela disse na maior cara lisa enquanto se aproximava.
– O que foi aquilo? Pergunto.
– Estava ..... Me Despedindo de um amigo
– Que Despedida — Comentou Josh.
– Nick você é meu irmão e eu te amo, mas eu não lhe devo satisfações do que faço.
– Não vamos a lugar nenhum até me falar o que foi isso — aproximou-se
– Isso veremos. – ela disse bem alto enquanto saía.
Na hora que ela disse isso levei minha mão ao bolso onde estava a chave do carro que para minha surpresa, não estava lá, então eu e o Josh corremos até o lado de fora mais era tarde de mais ela já estava saindo do campus, e com o meu carro.
P.O.V Eric
Eu não acredito que fiz isso, mas eu não podia deixar a oportunidade escapar afinal eu estava sentindo algo por aquela garota algo que eu não sei explicar. Aqueles lindos olhos castanhos , e o sorriso mais bonito que eu já tinha visto, depois de nosso beijo eu sai da sala e vi do outro lado dois garotos muito parecidos um me fuzilava, o outro apenas me encarava, então eu segui em direção a saída ainda com seus olhares me seguindo, finalmente saio e vou em direção ao ponto de ônibus, alguns minutos depois sai do campus um conversível sai em disparada, quem quer que fosse o dono daquele carro com certeza tinha muitas posses, não que eu me preocupe com dinheiros mas vamos dizer que os demônios de Nova York não eram exatamente os mais bem sucedidos, principalmente porque ali era o centro da atividade dos anjos então a vida não era lá essas coisas. Depois de um longo período o ônibus chega, então vou em direção a minha casa.
Sim. Sei o que está pensando. Ele é um demônio corram para as montanhas . Não é bem assim. Sou praticamente uma pessoa normal. Sou o que chamam de demônios pequeno. Demônios pequenos são como eu e você, que dizer, bem mais como eu. Não tenho lá grandes poderes. Bom sobre minha família. Tenho uma irmã e um Pai. Natasha é demônio médio, ela ainda tem um corpo mortal, mais tem chifres e alguns poderes. Bom.... Meu pai, ele se chama Evillium, o comandante dos demônios de Nova York. Agora sim, ele é o tipo de demônio que quando você encontrar o melhor é fugir para as montanhas.
Meu pai é que chamariam de Demônio maior. Ele não passa de uma fumasa preta dentro do corpo de um pobre coitado. E digamos que ele não é lá o sujeito que você escolhe para conversar :
– Vejo que voltou — Minha irmã estava sentada no sofá da sala. Minha casa não é grande coisa. Um sala, um corredor que tem 3 portas, para o porão, a cozinha e para um banheiro, e tem a escada que dá para o andar de cima. Onde temos 4 quartos. O meu, o da Minha irmão, o do meu pai e o seu escritório.
– Só me deixa em paz ta bom ? Falei seguindo para a escada. Ela entrou na minha frente — O que você quer ?
– Não posso querer conversar com meu irmão ?
– A menos que tenha outro irmão que não seja eu, não, não pode. Tentei passar por ela.
Ela me jogou com força na parede. Minha cabeça latejava. Ela me levantou pelo pescoço.
– Precisa aprender boas maneiras — ela estava pronta pra me dar uma surra mas uma voz gritou do segundo andar da casa.
– Eric é Você ? Nunca fiquei tão feliz por ouvir a voz do meu pai. Suba aqui, quero conversar. Minha alegria desapareceu. O rosto de Natasha Ganhou um sorriso maldoso. Ela me largou.
Subi rápido. Entrei na ultima porta do corredor. Meu pai estava anotando coisas em um livro :
– Então, como foi seu .... Ele se interrompeu e começou a cheirar o ar — Esse cheiro....isso é cheiro de anjo. Andou encontrando anjos Enrique ?
– Eu não encontrei nenhum .....
Fui arremessado na parede antes de continuar. Não consegui me levantar, alguma coisa me mantinha Preso a parede.
– Ora, vamos- Se ajoelhou na minha frente. Além de tudo vai virar vira-casaca ?
Vai ficar tudo bem, apenas não olhe nos olhos dele. Eu repetia na minha cabeça, ele pegou meu rosto com a mão e me forçou a olhar pra ele.
– Olhe pra mim quando falar com você. Ele apertava meu rosto, me forçando a encarar seus olhos vermelhos. Então começou.
Uma coisa interessante sobre meu pai ? Ele consegue ler seus pensamentos. Mas não como em X-men, Ele contorce sua mente, destruindo suas memórias, as modificando, matando seu cérebro pouco a pouco. Então de repente parou.
– Bom, muito bom. Para alguma coisa você serve afinal — Se afastou — Contudo, acho que Precisa de um castigo para aprender a se comportar.
Não consegui mais resistir, cai no chão, completaste inconsciente.
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