Notas iniciais
Oii. Espero que gostem e MANDEM MAIS REVIEWS.
O capítulo passado teve apanas UM. Fiquei triste :(
Espero que gostem.

Acordei sem nenhuma vontade de levantar. Desliguei o despertador, mas continuei na cama. Olhei para a minha janela e vi Daniel se levantar e ir para o banheiro. Como eu estava muito pra baixo eu resolvi faltar aula naquele dia, então eu me virei na cama e fechei os olhos. Depois de alguns minutos daquele jeito eu escutei um barulho na minha janela. Lá estava Daniel, olhando pra mim confuso.

-Não vai pra escola?

-Não estou no clima hoje. – Ele fez uma cara de culpado, como se dissesse “Eu sei”.

-Nada disso! Você vai sim, senhora. – Ele puxou a minha coberta e me pegou no colo. Eu protestei baixo, para a minha irmã não escutar.

-Me coloca no chão!!

-Claro. – Ele me colocou dentro do Box do banheiro e fechou a porta. – Quando você terminar de banhar me avisa que eu destranco.

-Chato.

-De nada. – Ele falou irônico.

Vencida, eu tomei meu banho e me enrolei na toalha.

-Inteligência rara, eu não tenho roupas para vestir, então eu agradeceria se abrisse a porta. – Gritei.

-Eu não tenho chave para trancar a porta, Angelina – Ele falou em meio aos risos.

-Inacreditável, eu caí nessa – Disse frustrada enquanto abria a porta.

Daniel estava sentado na minha cama, rindo da minha cara, mas quando ele olhou para mim ficou sério e me olhou dos pés á cabeça.

-O que? – Eu perguntei. Ele ficou vermelho e virou o rosto. Aí eu me dei conta que estava só de toalha. Corri para o guarda-roupa e peguei uma roupa qualquer. Uma blusa azul com desenho de coruja e um short jeans escuro. Voltei para o banheiro e terminei de me arrumar.

-Pronto, vamos logo. –Falei. Ele assentiu.

-Te encontro lá em baixo. Seria estranho se sua irmã me visse descendo as escadas, sendo que eu nem entrei pela porta. – Ele falou e pulou para a sua janela.

Desci as escadas e não encontrei ninguém. Peguei uma maçã e saí de casa. Daniel me esperava na porta.

-Se anima um pouco, parece que você vai a um velório.

Dei o sorriso mais falso que consegui. Ele fez uma careta.

-Valeu à tentativa – Ele disse enquanto abria a porta do carro para eu entrar.

Ele se sentou no banco do motorista e ligou o carro. Eu prestava atenção em cada movimento seu. A hipótese de ele ser um anjo era cada vez mais certa.

-O que foi?

-Como assim?

-Você fica olhando pra mim assim, de uma forma estranha.

-Não é nada. – Falei e olhei para frente. Depois de um tempo deu tomei coragem e perguntei -0 Daniel, você é um anjo?

Ele freou o carro bruscamente. Sorte que eu estava de cinto.

-Como? – Ele olhou pra mim.

Eu respirei fundo, tomando coragem.

-Eu perguntei se você é um anjo.

Ele me olhou e suspirou fundo, depois ligou o carro de novo e deu meia-volta.

-Aonde nós vamos? – Perguntei.

-Confia em mim? – Ele olhou no fundo dos meus olhos.

-Sim – Falei com muita certeza.

-É surpresa.

Notas finais
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