Anjos Guardiões
26 Capítulo 26
Notas iniciais
Assim que o filme acabou, Sarah virou para Marcela e a beijou, pondo as mão na nuca da menina. Marcela segurava em suas coxas e pôs uma perna entre as de Sarah e fazia com que a garota roçasse em sua perna. Marcela gostava de senti-la excitada, deixando sua perna úmida. Sarah soltava gemidos. Marcela pôs a mão por dentro de sua calcinha e ia passando o dedo pelo clítoris. Sarah gemia baixo, estava com o rosto vermelho, um tanto por tesão e um tanto por tentar conter os gemidos mais altos. Marcela deixou a garota excessivamente molhada. Decidindo descer um pouco mais os dedos, encontrou a entrada perfeita já molhada e "aberta" e então penetrou o dedo lentamente. Sarah gemeu baixo, suave e gostoso no ouvido de Marcela, que por sua vez ia aumentando a velocidade conforme Sarah abria as pernas e mordia sua orelha soltando os gemidos entre os dentes e arranhava suas costas de forma agressiva. Marcela não negava, adorava aquilo, a dor e o prazer caminhando lado à lado devorando a integridade física e a dominando de tesão.
Sarah soltou o sutiã da Marcela, segurou fortemente em seus seios e apertava o bico e a guardiã mordia os lábios. Marcela já estava ficando cansada, e Sarah correspondia ao cansaço, mas nenhuma delas queria parar, o desejo estava dominando-as, querendo concretizar aquilo.
Marcela tirou os dedos de dentro de Sarah e a menina deitou em seus braços, caindo e enrolando as pernas nas suas. Sentia um estranho alívio naquilo tudo. Sarah era sua, ela agora sabia, sentia a garota cada vez mais sua, cada vez mais apaixonante e seu coração definitivamente pertencia a Sarah.
As duas adormeceram ali, com Sarah segurando nos peitos de Marcela e Marcela com uma mão na bunda da Sarah e a outra com sua cabeça apoiada.
No dia seguinte, elas acordaram cedo, estavam partindo. Sarah acordou antes, tomou banho e se trocou, foi até a cozinha do castelo e preparou um café da manhã para ela e Marcela, e levou para o quarto delas. Marcela ainda estava dormindo quando Sarah a acordou com beijos e mordidas de leve no pescoço.
– Bom dia dorminhoca — disse Sarah sorrindo.
– Bom dia minha linda — disse Marcela.
– Trouxe nosso café — disse Sarah olhando nos olhos de Marcela.
– É por essas e outras que eu te amo — disse Marcela puxando a garota pra cima de si.
– Você o que? — perguntou Sarah.
– Eu... gosto de você — disse Marcela sem jeito.
– Tudo bem — disse Sarah rindo — vamos comer?
– Claro — disse Marcela pegando os pãezinhos.
– Relaxa — disse Sarah beijando a bochecha de Marcela — eu também amo você — sussurrou a princesa no ouvido da Marcela.
Marcela ficou rapidamente vermelha. As duas terminaram o café e desceram, encontrando Bruno pronto com as malas. As malas de Sarah estavam nas mãos de Marcela.
Fernando estava parado ao lado de Bruno, assim como Gregor e Felipe.
– Marcela, aqui está uma quantia que eu acho que será até mais que o suficiente para a compra da caminhonete nova, já que tiveram que abandonar a que usaram — disse Fernando — e mandarei dinheiro para vocês três todo o mês.
– Para mim ? — perguntou Bruno perplexo.
– Sim, tenho uma gratidão eterna por ter cuidado de minha filha — disse o rei.
Eles seguiram viagem, acompanhados dos outros dois guardiões. Sarah segurava a mão de Marcela e Bruno brincava com os garotos de "o que aquilo parece?". Eles demoraram um pouco até chegar no portal, e quando chegaram se despediram de Gregor e Felipe, e em seguida, atravessaram.
A viagem foi corrida e ao mesmo tempo lenta. Eles acharam uma loja numa cidadezinha e compraram uma picape nova. Bruno foi dirigindo, as garotas sentaram atrás e o banco do carona foi puxado todo para frente, pondo as malas naquele vão, sem deixar nada na traseira, eles queriam tomar cuidado. Seguiram até a cidade aonde Bruno e Sarah moravam, e aonde agora, Marcela moraria.
– Marcela, quando paramos na minha casa, fica com a caminhonete, passo depois para buscar, assim não precisarão andar nem nada — disse Bruno.
– Ah, tudo bem então — disse Marcela.
Logo em seguida pararam na casa de Bruno e o deixaram lá. Seu irmão veio correndo e pulou em cima dele. Sua mãe estava na porta, sorrindo correndo para abraçar o filho. Marcela passou para o lado do motorista.
– Sarah, me guie por favor — disse Marcela rindo.
– Tudo bem — disse ela.
Elas chegaram na casa da Sarah e buzinaram. A mãe de Sarah apareceu na porta.
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