Anjo da Salvação
9 Capitulo 9 - Vamos Juntos?
Notas iniciais
Sou acordada pelo som do telefone. Que horas são? Me levanto preguiçosamente da cama e cambaleio até a sala. Estou exausta, nem lembro a que horas cheguei em casa ontem. Minha cabeça ainda lateja e involuntariamente massageio as têmporas.
_ Como doí.
Olho pela janela e o sol brilha forte lá fora. Abro um sorriso, pois no outono são raros os dias ensolarados.
_ Talvez eu de uma volta no parque. – murmuro.
O telefone toca mais uma vez, me tirando do meu devaneio. Sem querer vou até ele.
_ Alo?
_ Oi Skay, porque a demora pra atender? – diz Ino irritada.
Porque eu estava dormindo?
Quando vou responder, ela me interrompe.
_ Bem, não importa. Quero que você venha almoçar na minha casa de campo hoje. Sabe aquela nas montanhas, então, a Hinata vai também.
_ Na casa de campo? – indago confusa.
_ Sim, você sabe ne, depois da festa de ontem a minha não está em condições pra ser usada hoje. – noto um aborrecimento em sua voz.
_ Almoçar? Tudo bem. – vai ser divertido.
_ E você se lembra dos meninos de ontem à noite?
Meninos, que meninos? Naruto e companhia?
_ Sim, o que tem eles? – digo cautelosa.
_ Bom, eu convidei eles também, não é o máximo?
_ Convidou? — engulo em seco, Sasuke vai estar lá?
_ Sim algum problema? – indaga.
_ Não nenhum. – minto.
_ Ótimo, então até daqui a pouco Skay.
_ Até. – desligo.
Olho para o relógio e tomo um susto, são quase 11 horas. Tenho que me apressar para o almoço. Desanimadamente me arrasto exausta em direção ao banheiro. Como Ino consegue energia pra organizar um almoço depois da superfesta que ela deu ontem? Sinceramente não sei, preciso pegar algumas dicas com ela depois porque estou destruída. Uma ducha gelada vai ser revigorante depois de toda a agitação de ontem, pois vai me dar energia e talvez assim minha cabeça melhore, penso. Tiro o pijama, prendo meu cabelo em um coque e entro embaixo d’agua.
_ Está muito gelada. – murmuro dando pulinhos.
Espero um tempinho para me acostumar com a temperatura da água. Aos poucos meu corpo relaxa. Pego o sabonete e despejo um pouco na esponja. Devagar começo a limpar minha pele. Fecho os olhos e automaticamente minha mente vai para Sasuke. Em seu sorriso deslumbrante, seus cabelos rebeldes arrepiados, em como dançamos. Ele sabe como conduzir uma garota. Começo a lavar meu pescoço e meu pensamento muda, Sasuke desaparece e dá lugar a Sasori. Estremeço. Por que ele fez aquilo comigo? A festa estava ótimo até ele aparecer.
Passo a esponja em meu pescoço onde ele me beijou e esfrego o lugar com força. Como ele pôde fazer aquilo comigo, se aproveitar de mim daquela maneira. Lagrimas ameaçam cair dos meus olhos. Respiro fundo e me contenho, eu não vou chorar, não vou chorar. Desligo o chuveiro e me enrolo na toalha. Já no quarto, escolho uma roupa fresca, pois o dia está maravilhoso e um pouco quente também. Me visto, calço uma sapatilha preta e vou para a cozinha tomar um café, minha cabeça sempre melhora quando tomo café.
Na cozinha, abro a geladeira e a fecho no mesmo instante. Não tem nada de comer, apenas suco e água. Meus Deus que vergonha, se meus pais vissem isso... não quero nem imaginar.
_ É, vai ter que ser só café. – murmuro frustrada.
Coloco a água no fogo e começo a fazer meu café. Enquanto a água esquenta, vou para o banheiro terminar de me arrumar. Solto meu cabelo e ele cai em ondas suaves sobre meus ombros, minha franja está comportada. Escolho um visual mais natural, com o mínimo possível de maquiagem. Rímel, corretivo e um batom rosa claro, bem suave. Está ótimo.
Estou sentada a mesa tomando café, quando ouço a campainha tocar. Tomo mais um pouco de café antes de abrir a porta e tenho uma surpresa. Sasuke está parado na porta, me olhando com seus olhos ônix. Vestia uma camisa cinza de com alguns botões abertos perto do pescoço com as mangas dobradas um pouquinho abaixo do cotovelo. Estava com as mãos nos bolsos da calça preta que parece ser de marca e usava sapatos caros. Ele está um absurdo de lindo, deveria ser proibido alguém ser tão lindo assim.
_ Bom dia. – digo num sussurro.
Ele dá um sorrisinho e meu coração derrete como manteiga.
_ Bom dia Sakura. – assim que diz meu nome, meu rosto cora.
Mordo o lábio e olho tímida para ele. Por que ele me intimida tanto assim? Não sei dizer.
Nos encaramos por alguns instantes. Seu perfume invade o ar, me embriagando. Me sinto afundar em seus olhos negros, afundar numa escuridão mas, não me intimido, pelo contrário, me sinto segura. Seu olhar é quente e me queima por dentro. Contenho um suspiro e ele passa a mão no cabelo.
_ Você vai ao almoço na casa da Yamaka? – diz quebrando o silencio.
_ Si... Sim. – gaguejo.
_ Ótimo. Bom você se importaria de ir comigo? Pois eu não sei onde fica.
Pisco algumas vezes enquanto minha mente processa o que ele acabou de dizer. Ele quer que eu vá com ele?
Meu rosto queima e posso jurar que minhas bochechas estão coradas. Seria ótimo, pois eu ia sozinha mesmo.
_ Claro, por que não. – digo.
Ele me lança um sorriso deslumbrante, e me detenho para não suspirar. Existe alguém mais perfeito que ele? Não.
Olho para o lado nervosa e o convido para entrar, pois ainda não terminei de me arrumar.
_ Fique à vontade e por favor, não repare na bagunça. – estou morrendo de vergonha, a casa está um desastre.
_ Obrigado.
Observo- o enquanto ele anda de um lado para o outro na sala. Ele olha ao redor avaliando o ambiente e tenho vontade de cavar um buraco e me enfiar dentro, a casa está uma zona. Não tive tempo de arrumar as coisas.
_ Apartamento bacana. – diz.
_ Meus pais deixaram para mim.
Ele acena distraidamente com a cabeça, e seus olhos ônix confusos recaem sobre mim.
_ E então.... quer tomar alguma coisa? – murmuro, enrubescendo.
_ Não, obrigado Sakura. – Seu olhar escurece.
Solto de uma vez o ar dos pulmões.
Por que estou tão nervosa?
_ Bom, eu só vou pegar minha bolsa e já saímos. – digo.
_ Não tenha pressa Sakura. – diz inexpressivo.
Saio apressada da sala e vou para o quarto. Pego a carteira, uma blusa de frio, e coloco tudo na bolsa. Borrifo um pouquinho de perfume em meu pescoço e dou uma última olhadinha no espelho. A saia rodada azul e a camiseta branca me caíram como uma luva. Meu rosto está corado e meus olhos estão brilhando.
Será que estou gostando dele?
Não, claro que não. Ele nunca olharia para alguém como eu, uma ninguém. Ele é Sasuke Uchiha, milhões de mulheres o quer, e por que ele teria olhos para mim. Deixo esse pensamento de lado e sigo para a sala, onde a um deus grego me esperando.
_ Vamos?
_ Vamos. – diz se levantando do sofá.
Antes de sairmos, vou até a cozinha e tomo todo o café num gole. Olho para ele e felizmente ele não viu. Sorrio ladino e seguimos para fora do apartamento. Estou trancando a porta ciente de que ele está me olhando, sinto seu olhar me penetrar. Minhas mãos tremem e minha respiração sai entrecortada.
Droga se concentre.
Acerto a fechadura e tranco a porta. Por que foi tão difícil fazer algo tão simples como isso? Reviro os olhos e vou a encontro do deus que está à minha espera. Andamos em silencio até chegar a garagem, e vejo o carro em que retornamos da festa. Ele realmente é muito bonito. Alto, espaçoso e com muitos botões. Duvido que ele use metade de todos eles. Mas é de um 4x4 que soa o alarme, as luzes se ascendem quando o Uchiha aponta a chave para ele.
_ Bonito carro. – murmuro secamente.
_ Eu sei. – e vejo a sombra de um sorriso em seu rosto.
Reviro os olhos para ele e sorrio. Garotos e seus brinquedos. Abre a porta do carro para mim e eu entro. É um pouquinho alto. Ele dá a volta no carro com uma elegância natural e se senta com graça. Afivelo os cintos antes que ele diga alguma coisa. Olho para o painel mas não me surpreendo ao ver um monte de botões de novo. Sorrio contida.
_ Tudo pronto? – pergunta.
Faço que sim com a cabeça e ele da partida no carro.
_ Pode colocar a bolsa no porta luvas se quiser. – murmura tirando o carro da vaga e subindo a rampa íngreme, onde para, esperando a cancela abrir.
Faço o que ele diz, colocando cuidadosamente para fazer o mínimo possível de barulho.
Saímos na luminosa manhã de setembro de Kanoha. Há pouco trafego, e logo estamos na Interestadual, sentido sul. Sasuke parece alheio, absorto em pensamentos. O que será que ele está pensando? Sentindo o perfume embriagador de Sasuke, me recosto mais confortavelmente no banco do 4x4 sentido. Nossa como é confortável. Olho a paisagem mudar pela janela. A casa de campo de Ino fica a 1hora de distância de Kanoha, e esse silencio está me deixando desconfortável.
_ Então, que tipo de carro é esse? – pergunto.
Ele olha de relance para mim, um pouco surpreso com a pergunta. Sorri e volta a se concentrar no transito.
_ É um Audi 4x4. Um dos meus preferidos. – diz com a voz suave.
_ Um dos seus preferidos? – indago incrédula.
_ Sim, além desse tenho o Jeep, e dois esportivos. – diz paciente.
Nossa que consumista. Não precisa de tantos carros assim, um só basta. Ele parece um homem que cresceu sem ter privações na vida, onde tinha tudo que quisesse. Isso me irrita um pouco. Prepotente.
_ E agora? – pergunta me tirado do conceito que estava formulando dele.
_ E agora o que? – pergunto confusa.
Do que ele está falando?
_ Para onde eu vou Sakura? – diz com um sorriso sarcástico.
Olho pela janela e vejo que chegamos em uma encruzilhada. O sol brilha forte no céu. Ao fundo, vejo as montanhas com seus picos cobertos de neve e, no começo dela, a floresta de pinheiros está verde. A casa de Ino fica bem no pé da montanha.
_ É a estrada da direita. – digo. Ele manobra o carro e entra na estrada.
POV SASUKE
Reduzo a velocidade e atravesso uma entrada de pedras vermelhas, cinzentas e bege. Sigo adiante até finalmente para em frente à imponente casa. Com uma porta no centro da fachada simétrica e telhados altos e pontudos, é uma construção em madeira escura e pedras da mesma mistura de tonalidades da entrada. Uma casa impressionante.
Sakura pega a bolsa do porta luvas e desce do carro. Tiro a chave da ignição e desço, impressionado com a paisagem, mais precisamente, com a montanha atrás da casa. Sakura está radiante, com um grande sorriso estampado no rosto. O vento faz com que seus cabelos róseos dancem ao redor de seu corpo.
Ela combina com esse lugar.
_ Eles chegaram. – grita Yamaka descendo correndo as escadas que levam a porta principal.
Ela é uma mulher atraente, tenho que reconhecer. Está vestida casualmente, com camiseta e shorts jeans curto e chinelos. Seu rabo de cavalo balança com o vento.
Ela dá um forte abraço em Sakura. As duas conversam algo e depois Yamaka me cumprimenta.
_ Fizeram boa viagem? – pergunta.
_ Sim, foi bem tranquilo.
_ Ótimo. – diz com um sorriso sedutor e percebo que isso é a marca registrada dela.
_ Parece que o tempo vai ficar bom durante todo o dia, mas não tenho certeza. – acrescenta apontando para as nuvens que se acumulam acima de nós.
Ela e Sakura entram abraçadas para dentro da casa, as sigo me perguntando como elas podem ser amigas. A decoração da casa é sóbria, paredes totalmente brancas, madeira escura e obras de arte espalhadas pelas paredes. Entramos numa grande sala de estar com três sofás de couro branco em torno de uma lareira de pedra que predomina no ambiente. A única cor vem das almofadas macias espalhadas pelo sofá.
_ Que bom que chegaram Teme. – grita Naruto que está esparramado em um dos sofás.
_ Já chegou? – exclamo.
_ Vim com Hinata. – diz com um sorriso malicioso nos lábios.
Naruto seu filha da puta, a Hyuga também?
_ Onde está o Shikamaru e Neji?
_ Na cozinha, ajudando a Ino com o almoço. Neji está na casa de Tentem, então já sabe né. – ele me lança um olhar pervertido.
_ Com quem Shikamaru veio?
Ele me lança um sorriso malicioso e inclina a cabeça em direção a Yamaka.
Porra, ele e a Yamaka? Não acredito.
Naruto decifra minha expressão de surpresa.
_ É cara, perdemos 100 dólares. – comenta aborrecido.
_ É, quem diria. Shikamaru arrumou alguém.
Me sento no sofá e olho para Sakura. Ela está numa conversa animada com a Yamaka e a Hyuga no fundo da sala. Ela está muito feliz, seus olhos verde oliva brilham. Ela é um espetáculo.
_ E você a rosada? — pergunta Naruto.
Ele está com aquele sorriso de “Você trepou?”
_ Não temos nada. – digo o mais evasivo que consigo.
_ Como assim nada? – diz quase gritando.
Contenho a vontade de revirar os olhos.
Dê um jeito nele Uchiha.
Endureço o olhar mas ele parece não perceber e continua insistindo, querendo saber o que há entre nós.
_ Dobe eu já disse, não temos nada. – digo enfático. Ele está mais irritante do que nunca.
Shikamaru chega com 3 garrafas de Heineken e serve uma para cada. Ele se senta ao meu lado e tem um sorriso bobo no rosto.
_ Que sorrisinho é esse ai Shika? – provoco.
_ Ele transo com a Ino. – entrega Naruto.
Shikamaru se remexe desconfortável no sofá e toma um gole de cerveja. Contenho uma risada e Naruto toma sua cerveja com um sorriso de quem conseguiu o que queria.
_ Acho que isso não é da conta de vocês? – diz desconfortável.
Ele e a Yamaka? Juntos? Pensei que você zuação do Naruto.
Para confirmar meus temores, ele dá um risinho do tipo “Cara você não faz ideia”.
_ Mas Sasuke – chama Naruto – qual o problema com a rosada?
_ Como assim problema? – rosno. Onde ele quer chegar com isso, porra.
_ É cara, problema. Ela é a maior gostosa. – diz olhando para ela.
Não sei por que mais fico irritado quando ele a olha. Talvez por que ele é um mulherengo de mão cheia.
_ Nisso eu tenho que concordar Sasuke, ela é uma maravilha. – Shikamaru diz olhando para ela.
Me viro e vejo que ela está sentada perto da bancada da cozinha, de pernas cruzadas conversando com as meninas e bebericando um suco, a meu ver de morango. Suas pernas prendem minha atenção. Sua saia, apesar de não ser tão curta, deixa um pouco de suas coxas a mostra. Nunca tinha reparado nelas, como são bonitas, roliças. Perfeitas. Um pouco brancas demais, mas mesmo assim não deixam de ser um espetáculo à parte para os olhos.
_ Ela é bonita. – digo por fim.
_ Então por que você não chega junto? – Naruto pergunta com uma expressão óbvia.
Mas que porra, ele sabe por que. Eu não suportaria passar por tudo que passei quando estava com Karin. A traição dela com meu irmão foi demais pra mim. E nem foi tanto a dela, mas sim por parte do meu irmão, a quem idolatrava.
Mas que porra. Passo a mão no cabelo e me remexo no sofá. Se ele queria me deixar irritado conseguiu.
_ Me encontrei com Sasori ontem. – digo mudando de assunto.
Tanto Naruto quanto Shikamaru me olham estáticos.
_ Onde? – Shikamaru pergunta assumindo o tom profissional.
_ Na festa. – digo olhando sério para eles. – E acho que Shikamaru tem razão, ele pode ser nosso assassino.
_ Mas Sasuke – interrompe Naruto – na festa tinha muitas pessoas, nosso assassino pode ser qualquer um.
_ Mas ontem confirmei minhas suspeitas.
Me sento na ponta do sofá e eles fazem o mesmo.
_ Ontem, enquanto vocês dançavam na pista de dança, Sakura e eu fomos nos sentar. – digo.
_ Eu vi que vocês se afastaram. – Shikamaru fala alisando o queixo.
_ Mas onde Sasori entra nisso? – indaga Naruto impaciente.
_ Calma que já chego lá – minha voz sai um pouco irritada – Fomos nos sentar e então perguntei se ela queria alguma coisa. Ela disse que queria água, então a deixei na mesa sozinha e fui buscar as bebidas.
_ E? – indaga Naruto. Porra, ele está ansioso demais.
_ Eu fui até o bar, e quando voltei Sasori estava segurando Sakura pelo braço puxando-a para si. – digo com escarnio.
Automaticamente me lembro da cena. Ela pálida, com o olhar assustado tentando se livrar dos braços dele, enquanto ele a segurava com ainda mais força, com o olhar ardente sobre o pequeno anjo rosado, se divertindo com a expressão de medo dela. Merda.
Olhamos para Sakura mais uma vez. Ela está de pé, ao lado da Yamaka e da Hyuga ajudando com os preparativos do almoço. Está cortando tomates e dá uma risadinha, provavelmente de algo que a Yamaka disse. Ela olha para trás e nossos olhares se cruzam, os verde oliva com os ônix. Ela me dá um sorriso tímido e volta a se concentrar nos tomates.
Como alguém teria coragem de fazer mal a alguém tão dócil como ela?
_ Acha que devemos comunicar a Kakashi? – pergunta Shikamaru.
Sua expressão é séria, e pelo seu olhar vejo que ele está preocupado.
_ Por enquanto não – respondo olhando para o anjo rosa na cozinha – Vamos encontrar mais provas.
_ Tudo bem então. – dizem em uníssono.
_ Mas fiquemos de olhos bem abertos, qualquer deslize será fatal. – alerto.
_ Certo. Nós vamos pegar esse filho da puta Sasuke. – Naruto da um tapinha no meu ombro.
Concordo com a cabeça.
Sim, vamos pega- lo. Tenho a melhor equipe que alguém poderia querer.
_ Muito bem garotas, precisam de ajuda? – grita Naruto se levantando do sofá, caminhando animadamente para a cozinha.
Yamaka ergue os polegares sorrindo e Hinata atira um pano de prato para ele.
_ Venha Sasuke, vamos aproveitar o fim de semana.
E assim, sigo Shikamaru até a cozinha onde, Naruto e as meninas se divertem fazendo o almoço.
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