Anjo Vingador

38 Vingança: Desespero.


Notas iniciais
Oi minhas amadas!
Feliz dia do escritor atrasado.
Yarabastoss melhoras lindinha.
Gisarj2 obrigado por sempre me animar.
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Sobre o assunto do momento. ROBSTEN
Eu os amo e quero sejam felizes juntos ou separados (de preferência juntos).
Se o que estão dizendo aconteceu realmente bom então temos que dar paz a eles para que possam resolver.
Atire a primeira pedra quem nunca errou.
Perdoar é divino.
Mas não acredito que aquilo tenha acontecido da forma como está sendo mostrado. Bom vamos aguardar e que prevaleça o amor e a verdade.
E o mais importante:
PERFEITOE E PARA SEMPRE SOMENTE BELLA E EDWARD
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AVISO:
Meu noteboobk deu pau foi pra assistência técnica então as postagens podem ficar comprometidas. Aqui no meu trabalho se eu conseguir escrever eu posto pelo menos uma vez na semana. Combinado.
Preciso se reviews e recomendações para me alegrar.
Beijos
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Reviews capítulo 36 Vingança: Um grande amor
Katita, matiussi, Carol Lobo, jjbebe, MPR, Reh, Evinha, claudiamon35, luzinete, Losferato, nascida do mar, sipancera, smn, elispreta, Rafaela Barros, Dani B, patrícia silva, Lele Cullen, Sofia_P, Mariza, gisarj2, verinha, RenataMasen, DiCullen, Débora, anneheyde, Mah Mayer, KaarenCullen, Therose, Rafaela Silva, martita, Sandra barata, Serenety, ValB, lcmorais1, Sandy Beatriiz, Becca_Black, alexandra0101, Rafa Masen, Any Athayde, moniquita, jeomvb, HellenCarol, Deserto, Sully love tvd e twilight, GabsMellark, ceciliamarlene, Driih Ragazini, rosa, yarabastoss, brancabella.
Obrigado de coração. Beijos ju

Capítulo 37 Vingança: Desespero.

Pov. Bella

- Ainn... Eu não agüento mais andar nessas lojas.

Gabe disse fazendo bico. Estávamos à procura do jogo que ele queria e não foi fácil achar, como achei que seria. Era um jogo muito novo. Fomos a varias lojas e nenhuma tinha recebido ainda.

- Ok vamos dar um tempo. Depois vamos a outras lojas. Sem preguiça mocinho.

Eu disse beijando sua testa.

Dirigimo-nos a praça de alimentação do shopping.

- Então? O que vai querer de lanche?

Eu já sabia só queria provocá-lo.

- Mc Donalds né Bella!

- Ok senhor Gabriel Cullen. Vamos ao Mc.

Comemos nosso lanche e Gabe me pediu pra ir brincar com algumas crianças nos brinquedos oferecidos pelo shopping. Eu deixei, mas fiquei de olho. Era próximo da praça de alimentação. De onde eu estava sentada eu podia vê-lo brincando.

- Bella?

Uma mulher alta e loira me chamou. Ela estava na mesa ao lado.

- Giana não é?

- Sim.

Ela sorriu e nos cumprimentamos. Junto dela estava sua filha a pequena Jane. Grande paixão de Gabe.

- Oi Jane.

Eu a cumprimentei. Ela era muito tímida.

- Olha só! O Gabe está ali naqueles brinquedos. Não quer ir lá com ele?

Eu disse a ela com a aprovação de sua mãe.

- É querida. Vá um pouquinho brincar com seu amiguinho, eu vou conversar com a Bella.

Ela foi. Vimos ela e Gabe se abraçarem

Sorrimos.

- Gabriel adora sua filha.

Eu disse.

- Ela também – Giana disse — Ela só é muito tímida.

Ficamos olhando as crianças até Giana falar.

- Bella eu queria falar com você.

- Claro.

- Primeiro queria agradecer as lindas fotos que você fez para minha irmã. Ficou divino. Adorável na verdade.

- Obrigado Giana, mas a modelo ajudou bastante. Bree é linda. E as fotos ficaram bem naturais. Tem meninas que aos quinze anos querem fazer books muito agressivos e a Bree pelo contrario me pediu uma coisa suave. Adorei fotografá-la.

Ela assentiu.

- Também queria te pedir desculpas. Pelo meu comportamento inicial.

Ela se desculpava por ter proibido Bree de fazer o book comigo. No início o estúdio passou por dificuldades por pertencer a uma ex- prostituta.

- Tudo bem. De verdade.

- Não. Deixa eu me desculpar. Eu fui muito preconceituosa. Se não fosse por Tânia. Ela me abriu os olhos.

Tânia e Giana eram amigas e foi através de Tânia que Giana aceitou que eu fotografasse sua irmã.

- Eu já disse Giana águas passadas.

Ela sorriu em agradecimento. Eu não iria ficar brava por ela ter feito o que fez. Já havia sofrido tanto preconceito em minha vida e guardar rancor não leva a nada.

De repente Jane chegou se aconchegado a mãe.

- Cansou de brincar Jane?

Eu perguntei sorrindo.

- Não. Mas o Gabe foi embora com a vó dele, ai eu vim pra cá.

Eu acho que não havia escutado direito.

- Como?

Levantei-me assustada percebendo que Gabe não estava em lugar nenhum dos brinquedos.

Fui até lá correndo e procurando por ele.

Meu coração acelerado.

- Gabriel!

Eu chamei.

Nada.

Eu voltei à mesa onde estavam Giana e Jane.

Eu me abaixei à altura de Jane olhando em seus olhos.

- Querida me diga. Onde está o Gabe?

- Conte o aconteceu, Jane.

Giana disse.

- Eu e o Gabe estávamos brincando e ai chegou uma senhora e o Gabe disse vó. Ela sorriu e ele foi com ela. Ai eu vim aqui.

Ela disse e eu fiquei pensando. Vó? Só poderia ser Esme.

Peguei meu celular discando frenético o número do celular de Esme.

- Esme?

Eu perguntei angustiada. Tremia tanto que mal conseguia segurar o celular.

- Oi Bella.

Ela respondeu calmamente.

Mesmo duvidando que ela levasse Gabriel sem me avisar eu torcia para que ele estivesse com ela.

- O Gabe está com você?

- O Gabe? Não. Por quê?

Deus! O que eu ia fazer? O desespero tomava conta de mim.

- O que houve Bella? O que está acontecendo?

Esme sentiu minha tensão.

- Esme... Eu... Eu e Gabe estávamos no shopping e... Ele sumiu.

- Como assim Bella?!

- Eu não sei...

Eu já chorava. Giana e Jane me olhavam assustadas.

- Calma Bella. Conte-me esta historia direito.

Eu tentei me acalmar para contar a ela.

- Eu estava com ele aqui no shopping e ele foi aos brinquedos por um tempo brincar com uma amiguinha e ai ela... Ela voltou sem ele. Ela disse que uma senhora se aproximou e que Gabe a chamou de vó e foi com ela. Esme eu estou desesperada.

Esme ficou em silencio aumentado minha angustia.

- Esme?!

- Bella há uma pessoa que Gabriel chama de vó sem ser eu ou a mãe de Tânia. Minha mãe.

Arfei.

- Elizabeth?!

- Sim. E pelo que me contou se fosse a Sra. Denalli ela teria te avisado. Só pode ser ela Bella. Minha mãe. Elizabeth.

- Meu Deus! E agora Esme? O que... Edward...

- Calma Bella! Vá até a segurança quem sabe ainda estejam no shopping. E eu estou indo pra ai no caminho eu aviso Edward. E pra ter certeza vou ligar pra Sra. Denalli como não quer nada. Se ela estiver com Gabe ela vai me falar se ela não disser nada eu não vou falar sobre o sumiço do Gabe. Não vou preocupá-la.

- Ok!

Desligamos e eu fui até um dos seguranças explicando o que havia acontecido. Em poucos minutos todo o os seguranças do shopping estavam à procura de Gabriel. Giana e Jane foram prestativas e também ajudaram.

Alguns minutos depois eu vejo Edward e Esme chegando com semblantes preocupados.

Pov. Edward

- Bom senhores eu acho que por hoje chega.

Eu disse acabando com a reunião de mais de duas horas daquela tarde.

Como fiquei muito tempo afastado da empresa, e fora que agora somente eu lidava com tudo, havia muito trabalho. Muito mesmo.

Sai da reunião e fui para minha sala. Sentei-me em minha mesa e sorri ao ver o porta retrato que Bella havia colocado lá há uma semana. Era uma foto minha com ela e Gabe.

Nossa vida era tão maravilhosa juntos. A vida que sempre sonhei em ter.

- Sr. Cullen?

Irina me chamou pelo interfone.

- Sim Irina.

- Sua mãe está ao telefone. Sr. Cullen se me permite dizer ela está muito nervosa.

- Ok Irina passe a ligação.

Alguns segundos e a voz de minha mãe não escondiam seu nervosismo.

- Edward. Estou tentando falar com você há 20 minutos e você não atende o celular.

- Desculpe mãe está no silencioso eu estava em reunião. O que houve?

Irina tinha razão ela estava nervosa. Eu conhecia minha mãe.

- Filho acalme-se sim.

- Fala mãe.

Eu não gostava quando começavam com rodeios.

- Bella me ligou do shopping. Gabriel sumiu.

- Como sumiu?!

- Calma filho! Na verdade... Estamos desconfiados que sua avó... Que Elizabeth esteja com Gabriel.

- Como é que é?!

(***)

Cheguei ao shopping em tempo recorde e encontrei minha mãe no estacionamento.

Ela me abraçou.

- Mãe se aquela mulher tiver feito mal ao Gabriel. Eu juro que acabo com ela.

- Calma meu filho. Tudo vai dar certo.

Minha mãe tentava me acalmar enquanto íamos em direção a praça de alimentação.

De longe eu vi Bella no meio de vários seguranças e policiais. Ela estava com o rosto vermelho de quem havia chorado.

Ela me viu e veio ao meu encontro.

- Edward eu... Sinto muito devia ter prestado atenção.

O que?! Ela estava se culpando?

- Amor pare com isso! Acha que eu culparia você?

Ela fungou e eu a abracei.

- Nós vamos achá-lo meu amor.

Fui até os policias e seguranças para saber o que de fato havia acontecido.

Eles fizeram uma varredura no shopping e não haviam encontrado Gabriel.

Eu estava nervoso preocupado com meu filho. Meu coração apertado.

Os policiais pediram uma foto de Gabe e disseram fazer o possível para encontrá-lo.

Não nos restava nada a fazer ao não ser ir para casa. Um detetive iria até lá para conversarmos melhor. Eles estavam pesando em qualquer possibilidade até seqüestro. Por isto era importante que fossemos para casa em caso de qualquer contato.

Enquanto dirigia até o apartamento eu vi o semblante de Bella arrasado. Por mais que disséssemos que não era sua culpa ela se culpava.

Voltamos no meu carro. Ela não estava em condições de dirigir. Um dos policiais levaria o carro dela.

Ao chegarmos ao nosso apartamento minha família inteira estava lá. Rose foi à cozinha fazer um chá para nós enquanto eu contava a todos o que havia acontecido.

- Essa bruxa! Como ela pode fazer isso?

Nessie disse.

- Filha ela não tem mais nada a perder. Uma pessoa assim se torna extremamente perigosa.

Meu pai disse.

- Se ela fizer mal ele eu juro que acabo com ela!

Eu disse já alterado.

- Calma Edward!

Jasper disse. Ele estava só. Alice estava no meu quarto e de Bella ela havia ficado muito nervosa e em seu estado não era bom então deram uma chá calmante a ela. Minha mãe estava com ela.

Estávamos todos muito nervosos.

Bella estava quieta num canto do sofá. O olhar vago.

- Amor.

Eu a chamei. Ela me olhou. Eu via que ela se culpava pelo que aconteceu.

- Não fique assim. Não foi sua culpa.

- Como não Edward? Ele estava comigo. Era minha responsabilidade.

- Pare com isso já dona Isabella!

Rose disse entrando na sala com chá para todos.

- Como pode ser culpada daquela mulher ser louca a ponto de seqüestrar uma criança? Ta maluca!

- Rose e Edward têm razão Bella não se culpe. Poderia ter acontecido com qualquer um de nós.

Meu pai falou gentilmente a Bella.

- Na verdade eu acho que ela esperou o momento certo para que colocássemos a culpa em Bella.

Nessie disse. E fazia muito sentido.

- Sim. Se ela está por perto, ela deve estar nos espionando.

Eu disse pensativo.

- Mas quem estaria fazendo isso para ela?

Eu perguntei em voz alta.

- James?

Jasper disse.

- Foi o que pensei primeiro, mas ele não tem contato direto com a nossa família pra saber dos nossos passos.

Eu falei.

- Bella tente se lembrar de algo atípico. Alguém te seguindo ou alguém diferente no estúdio...

Eu disse segurando suas mãos.

- Bom, hoje, a Jéssica aquela menina que trabalhava comigo, foi lá, mas não acho que ela tenha algo a ver com isso.

- Quem é essa?

Meu pai perguntou.

- É uma moça que trabalhava com Bella. Ela saiu do bordel e foi viver com o filho do Sr. Newton. Mike Newton é o nome do sujeito.

Eu expliquei.

- Mike Newton e o prefeito são amigos.

Emmett que até então estava calado falou.

- Tem certeza Emmett?

- Sim. Eles estavam sempre juntos lá no bordel. E pelo que sei são sim amigos.

- Bom então ai as coisas começam a fazer sentido.

- Jéssica? Por que ela faria isso comigo? Não acredito.

- Pois eu acredito. – Rose disse — Nunca gostei muito dela. Muito sonsa.

Nossas divagações foram interrompidas pela campainha do apartamento. Era o detetive e o delegado Demetri.

Meu pai foi atendê-los.

- Boa noite policiais.

- Sr. Cullen estamos à disposição para ajudar.

- Obrigado.

Eles entraram e sentaram. Fizeram varias perguntas a Bella. Que respondeu a todas. Já fazia quase 4 horas que Gabe havia sumido.

- Bom. Vocês têm que entender que só após 24hs é que podemos realmente declarar uma pessoa desaparecida.

- Isso é um absurdo! Gabriel é uma criança. Que provavelmente esta nas mãos de uma criminosa!

Eu disse já exaltado. Meu filho nas mãos daquela mulher.

- Edward!

Meu pai disse tentando me acalmar.

Bella segurou firme minha mão.

- Delegado não há nada que possa fazer mesmo? Como Edward falou se trata de uma criança.

- Senhor Cullen infelizmente não. Mas é claro que todos os policiais da cidade e redondezas estão de prontidão a qualquer movimento estranho. Temos que esperar algum contato de um possível seqüestro.

- Nós já sabemos com que Gabriel está. É com Elizabeth Mansen que está foragida da policia há um ano.

Eu disse novamente exaltado.

- Sr. Cullen por mais que achem que a Sra. Mansen seja a responsável pelo sumiço do seu filho não há provas concretas. Só uma criança que disse ter ouvido Gabriel chamar a mulher que o levou de vó não significa prova alguma. Precisamos nos ater a todas as possibilidades. A de um seqüestro normal por exemplo. O senhor é dono de uma grande empresa e sua família é conhecida. Pode ser alvo deste tipo de crime.

Eu não queria aceitar, mas o que ele disse fazia sentido. E por fim me peguei torcendo para que Gabriel estivesse com Elizabeth. Ela não faria mal ao neto. Ou faria?

O telefone do apartamento começou a tocar e todos nos sobressaltamos. Eu fui atender e o delegado me interceptou.

- Se for qualquer pessoa com informação sobre seu filho fique atento e calmo. Se for realmente seqüestro se mantenha calmo.

Todos ficaram olhando-me enquanto eu pegava o telefone e atendia.

- Alô.

Eu disse meu coração quase saindo pela boca.

A voz do outro lado da linha quase me fez cair de joelhos.

- Papai?

Notas finais
SPOILER
Quando estávamos sem a presença de Gabriel finalmente podemos conversar sobre o ocorrido.
-O que ela quis com isso?
Jasper perguntou-se.
Nenhum de nós tinha a resposta.
- Dar um aviso talvez.
Eu disse.
- Aviso? Que tipo de aviso?
- Que vai estar sempre por perto. Vai nos infernizar.
- Ela precisa ser presa. Urgente.
Jasper disse.
- Ou morta.
Todos olharam assustados para meu pai. Que havia proferido estas palavras. Agradeci por minha mãe não estar presente.