Anjo Vingador

24 Vingança: A verdadeira verdade.


Notas iniciais
Oi minhas amadas!
Mais de 50 reviews e 3 recomendações no capitulo 22. Nossa! Muito obrigado! Por isso não resisti e voltei com um capítulo bombando para vocês.
Chorei, chorei e ganhei três recomendações.
Janna,
jeomvb,
anneheyde.
Amei lindas! Espero que tenham gostado do spoiler que mandei para vocês.
Reviews Capítulo 22 Vingança: Lembranças do passado.
Yarabastoss, elispreta, anneheyde, jeomvb, millemouran, smn, Leila Canuto, jaqueecullen, matiussi, Katita, super batatinha, malu93, Rafaela Barros, Therose, moniquita, Serenety, nascida do mar, Paula Lambert, Michele, Marieycullen, Tata Sag Cullen, DiCullen, sissy, danivena, Dani B, chjjnr, Becca_Black, Sandra barata, ceciliamarlene, andreiapenelope, alexandra0101, martita, ValB, rlamela, Katmartu, GabsMellark, Lele Cullen, Littleflower, joy, Deserto, brancabella, Mariza, lcmorais1, Reh, gisarj2, Sofia_P, Ann_Cullen.
Bom agora só segunda. Quem ama as segundas?
Beijos Ju

Capítulo 23 Vingança: A verdadeira verdade.


Pov. Edward


Eu acordei e não encontrei Bella. Encontrei o bilhete que ela havia deixado. Ela tinha ido ao bordel para ajudar Jacob com a égua que havia dado cria.

Porque não me chamou? Está certo que quando eu cheguei eu parecia um zumbi de sono. Mas eu pedi que ela não saísse.

Eu estava preocupado com ela.

O que aconteceu ontem na fazenda foi muito estranho.

Peguei meu telefone e liguei para meu pai.

– Edward?

– Oi pai. Não te acordei?

Ele também havia passado a noite em claro.

Não filho. Acordei já faz um tempo.

– Como está a mamãe?

– Está bem. Foi cuidar do jardim sabe que isso sempre faz bem a ela.

– É verdade. Pai eu queria te pedir se você podia agendar uma consulta para Bella. Eu fiquei preocupado com ela por ontem.

– Claro eu agendo sim. Apesar de achar que foi realmente uma queda de pressão. Peça a ela para ir ao meu consultório no hospital amanhã à tarde.

– Obrigado pai.

– Não foi nada filho. Me diz? Notícias do Gabe?

– Eu vou justamente ligar para Tânia após falar com você. Foi bom ele estar com Tânia com tudo isso que aconteceu.

– É verdade. Bom diga a Bella que a espero amanhã.

– Claro. Abraço pai e mande um para a mamãe também.

Após me despedir de meu pai. Eu liguei para Tânia.

Ela me deu suas condolências pela morte de meu avô. E passou a ligação para Gabe.

– E ai campeão? Se divertindo?

– Sim papai. Eu o vovô fomos pescar. E eu peguei um peixão bem grandão. Mas o vovô não deixou trazer ele para casa. Ele disse que o peixe tinha voltar para água.

Eu não entendia muito de pesca então não podia criticar a decisão do Sr. Denalli.

– Bom se seu avô disse que ele devia voltar para água é por que ele devia mesmo.

– É eu não fiquei triste não. É que eu queria que você visse ele.

Eu ri. Neste momento Bella abriu a porta e entrou com um enorme sorriso.

– Papai eu estou com saudade de você e da Bella.

– Nós também, Gabe. Estamos com muita saudade de você.

Bella percebeu quem era no telefone e fez sinal de positivo de que também estava com saudades de Gabe.

Logo desliguei.

– Oi amor.

Bella sentou-se no meu colo no sofá.

– Oi meu anjo.

Disse a beijando. Inserindo minha língua em sua boca e ela acariciando lentamente com a sua. Meu corpo já reagindo a ela. A falta dela.

– Já comeu algo?

– Eu acordei a pouco amor. E fiquei chateado de você não estar aqui.

Ela riu.

– Não seja mimado Edward se acordou a pouco mal sentiu minha falta já que estou aqui.

– Eu sempre sinto sua falta. Como você está? Eu fiquei preocupado por ontem.

– Não foi nada Edward. Sério.

Eu sabia que havia algo, mas a deixaria a vontade para me contar.

– Eu marquei uma consulta para você com meu pai. Não adianta fazer essa cara — eu disse quando ela fechou o semblante — É amanhã à tarde.

– Não era necessário incomodar seu pai, Edward. Só falta agora você querer ir comigo na consulta.

– Não seria má idéia, mas eu tenho que trabalhar, a empresa ficou fechada ontem e hoje devido à morte do meu avô. Amanhã eu tenho que ir.

Eu comecei a beijar seu pescoço e ela ficou mole em meus braços.

– Promete que vai à consulta amanhã.

– Eu vou. Só para você ver que não há nada de errado comigo. E agora me diga o que você deseja comer?

Eu ri safado.

– Além de você? Nada no momento.

Ela ficou vermelha. E eu reagi ao seu rubor que sempre me excitava.

A beijei e retirei sua blusa.

– Eu amo tanto você.

Ela disse enquanto eu beijava seus seios já descobertos.

– Eu também meu anjo. Amo você. Desejo você. E não sei mais viver sem você.

Bella me olhou profundamente antes de literalmente me agarrar e aprofundar sua língua em minha boca e suas mãos em meus cabelos.

– Me ame agora Edward.

Ela mordeu o lóbulo da minha orelha.

– Ou me fode se você preferir.

Eu rosnei e praticamente arranquei nossas roupas fora.

Em seguida Bella cavalgava em meu pau. E era a visão mais linda e erótica que tive na vida. Seus cabelos soltos. Seus olhos me encarando e seus dentes prendendo os lábios. Era demais para minha sanidade. Eu segurei sua cintura aumentando o ritmo.

– Que delicia ter você assim Bella.

Eu amava seu corpo. Seu rosto. Tudo nela.

– Você é o único Edward. O único que amo e amei em minha vida. Eu sou sua. Somente sua.

Suas palavras me levaram a borda.

Minha. Ela era somente minha.

Meu orgasmo me alcançou e o dela em seguida.

Ficamos o restante da tarde e noite somente curtindo um ao outro.

– Sua avó não tentou se aproximar de você novamente?

– Até tentou, mas como havia muitas pessoas eu sempre dava um jeito de me esquivar.

– Você acha que ela realmente se arrependeu?

– Não sei. Não vamos mais falar nela. Vamos ficar aqui somente eu e você. Os problemas deixamos fora da porta.

Ela sorriu e se aconchegou a mim e logo adormecendo. Ela era tão linda dormindo. Um anjo. Realmente um anjo.


Pov. Bella


Eu acordei e fiquei olhando meu namorado que dormia calmamente. Como eu amava este homem.

O medo de perdê-lo cada vez mais se fazia presente em meu coração. Eu precisava criar coragem de falar tudo a ele. Eu sempre fui tão corajosa.

Fui corajosa ao enfrentar a víbora naquele almoço.

Fui corajosa em outras ocasiões em minha vida.

Porque este medo insano agora?

É claro. O que estava em jogo agora era o amor de Edward.

Eu iria tentar descobrir a verdade sobre o passado de Edward e depois iria contar a verdade para Edward.

Eu iria arriscar perder seu amor, mas pelo menos ele saberia toda a verdade sobre sua vida. Não haveria mais segredos.

Minha oportunidade seria tentar falar com Carlisle. E hoje era a chance, eu teria uma consulta com ele. Eu iria perguntar tudo a ele. Mesmo que eu tivesse que possivelmente revelar algo a ele.

– O que tanto você pensa?

Edward disse de repente, eu não havia percebido que ele estava acordado.

– Oi, bom dia.

Eu disse o beijando.

– Bom dia minha linda.

– Eu estava pensando. Será que meu lindo e maravilhoso namorado gostaria de tomar um banho comigo?

Seu lindo sorriso acelerou meu coração.

– Acho que estou sonhando.

Ele disse e eu gargalhei. Levantei-me e comecei a tirar minha roupa fui até a porta do banheiro.

– E então?

Gargalhei novamente ao vê-lo pular da cama.

Tomamos um delicioso banho regado a caricias e obviamente fizemos sexo. Sexo com ele era sempre maravilhoso.

Eu me vesti primeiro e fui preparar nosso café. Degustamos nosso café conversando sobre coisas amenas e Edward me avisou que não viria almoçar. Tinha muito trabalho acumulado pelos dois dias que a empresa não havia funcionado.

Aproveitei o dia para cuidar de mim. Fui ao salão. Fiz algumas compras. Coisas rápidas e de necessidade extrema. Eu não gostava muito de compar. Almocei pelo centro da cidade mesmo. Acabou que eu não tinha mais o que fazer e ainda faltava um tempo para minha consulta com Carlisle, mas resolvi ir ao hospital assim mesmo. Eu esperaria por lá mesmo.

Cheguei à recepção do hospital e me pediram para ir ao quarto andar onde era o consultório do diretor do hospital, ou seja, Carlisle Cullen.

Em seu consultório a secretaria disse que eu havia chegado muito cedo e que Carlisle havia ido ver os pacientes, mas a instrução que ele deixou era para que quando eu chegasse esperasse em sua sala. Olhando o relógio eu vi que realmente estava muito cedo do horário marcado para minha consulta.

A secretaria me acompanhou até a sala do Dr. Cullen e pediu que eu me sentisse a vontade ela disse que teria que sair para pegar uns papeis e que tentaria avisar Carlisle que eu esperava por ele.

A sala do diretor do hospital era muito bonita nem parecia um consultório médico.

Havia duas salas. Na principal a ampla mesa que estava repleta de fotos da família. Sorri ao ver uma foto de Edward e Gabe. Ao lado da de Esme e Carlisle. Eles formavam um casal lindo. Havia outros porta retratos com fotos de todos os filhos. Fiquei andando e entrei na outra sala que era como uma biblioteca. É claro que os livros me chamaram atenção.

Fiquei distraída olhando os títulos dos livros, muitos eram livros médicos, mas havia também literatura.

Ouvi passos na outra sala e fui em direção para mostrar que eu estava aqui, mas as palavras de Carlisle me fez parar onde estava.

– Já falei que não quero que venha aqui Elizabeth.

– Se você atendesse minhas ligações não seria necessário que eu viesse até aqui.

Eu deveria me mostrar e dizer a ele que eu estava ali e escutando tudo. Mas a curiosidade foi maior que a razão do que era certo.

A secretaria dele não deveria ter voltado. Ele não tinha como saber que eu estava aqui. E como ainda era cedo ele nem desconfiava que eu estivesse escutando sua conversa.

Fiquei quieta escutando e espiando tudo.

Carlisle estava atrás de sua mesa com uma cara feia. Nunca o tinha visto assim antes. Elizabeth estava sentada em uma das poltronas de frente para Carlisle e de costas para onde eu estava.

– O que quer Elizabeth?

– O que eu sempre quero Carlisle.

Ela disse com a vos macia. Carlisle não disse nada.

– Agora que aquele velho nojento morreu nada pode fica entre nós, meu amor.

– Você é louca. Sabe que eu jamais deixarei Esme por você.

– Pode parar de fingir que a ama Carlisle nós sabemos que você ama a mim.

– Você é doente Elizabeth, precisa se tratar. Seu marido acabou de morrer.

– Já foi tarde. Não agüentava mais aquele velho. Agora poderemos ficar juntos.

Eu estava escutando bem. Elizabeth era apaixonada por Carlisle?

– Saia da minha sala Elizabeth. Eu amo Esme e você sabe muito bem disso.

– Ama? Bom não me pareceu que você a amasse quando fizemos nosso filho há 28 anos. Nosso Edward.

Eu tapei minha boca com as mãos para não soltar nenhum ruído quando o entendimento do que eu estava ouvindo veio ao meu cérebro.

Elizabeth e Carlisle.

Pais de Edward.

– Cala essa boca Elizabeth! Você sabe muito bem como tudo aconteceu.

– Você pode negar Carlisle, mas sabe a verdade. Um dia que não está longe você vira para mim. E eu estarei esperando por você. Mas tem outro assunto que quero falar com você. Sobre nosso filho. Você precisa impedir essa besteira do Edward em se envolver com essa rameira que ele está.

– Não fale assim de Bella. Esta é a mulher que Edward escolheu. E ele a ama. O que você fez para separá-los foi a coisa mais baixa que eu já vi você fazer.

– Talvez eu tenha exagerado um pouco.

– Edward já não confia em você. Eu deveria agradecer por você ter feito o que fez assim ele abriu os olhos sobre você.

– Ele vai me perdoar ele me ama. Está magoado. Mas com o tempo irá me perdoar.

– Não contaria com isso se fosse você. Agora saia eu tenho pacientes para ver.

– Você ainda vai se arrepender de me tratar assim Carlisle. A Esme não é mulher para você. É fraca. Você precisa de uma mulher forte. Como eu.

– Não ouse falar de Esme. É a mulher mais maravilhosa que existe. E escute bem Elizabeth. Nunca, ouviu bem, nunca ficarei com você.

– Veremos se quando todos souberem da verdade se você não virá para mim.

– Nem mesmo assim Elizabeth. E não se esqueça que não sou só eu a perder. Edward jamais a perdoará.

Ela se despediu e ouvi um suspiro de Carlisle. Eu não deveria mostrar a ele que estava ali, mas eu precisava de respostas e quando vi já estava em frente à mesa dele. Ele não me viu, pois estava com a cabeça baixa entre as mãos.

Ele levantou o rosto e se assustou com minha presença.

– Oi Bella. A... minha secretaria não a anunciou.

– Eu já estava aqui Carlisle e ouvi toda a sua conversa com a Sra. Mansen.

Eu vi a cor sumir de seu rosto.

– Como você pôde Carlisle? Fazer isso com a Esme? Com Edward?

Ele se levantou fechando a porta que estava aberta.

– Calma Bella. Não é assim como está pensando. Sente-se, por favor.

Ele foi até o bar se servindo de uma dose de uísque e bebendo tudo de uma vez. Ele estava nervoso. Era visível.

– Aceita alguma coisa para beber, Bella?

– Uma água, por favor.

Eu peguei a água de sua mão e só ai, percebi que tremia.

– Bella... eu vou te contar tudo. Será que pode me escutar sem me julgar antes de te falar tudo.

Eu assenti e esperei por suas palavras.

– Eu sei que deve estar pensando o pior de mim Bella, mas as coisas às vezes não são como pensamos num primeiro momento.

– Ainda não o estou julgando Carlisle. Estou esperando para ouvir o que tem a me dizer.

– Eu vou te contar tudo Bella, mas preciso que me prometa que não vai dizer nada a ninguém.

– Você quer dizer a Edward. Não posso prometer isso Carlilse.

– Bella eu venho escondendo isso por anos. Não quero perder o amor da minha vida. Esme. Minha família. Meu filho. Eu vou te contar, mas pense bem o que fará com esta informação.

Eu fiquei em silencio.

– Eu cheguei a Raymond como um simples médico. Recém formado não tinha muito dinheiro. Consegui o emprego no hospital. Que na época não passava de um posto de saúde. Logo que cheguei eu conheci a família Mansen. Sr. Antony um bom homem e sua mulher Elizabeth que de cara demonstrou seu interesse por mim. Não dei muita bola outras mulheres da cidade já haviam demonstrado o mesmo interesse e não havia tido problemas. Mas o problema realmente começou quando eu conheci Esme. Apaixonei-me de cara. Ela era uma menina de 15 anos tão linda, mas totalmente submissa a mãe. Eu e Esme nos encontramos algumas vezes e ela demonstrou o mesmo interesse por mim. Só que é claro que Elizabeth foi contra. Ela dizia ser contra por causa de minha natureza pobre, mas eu sabia bem que a verdade era por que ela me queria para ela. Ela proibiu nosso namoro e Esme a acatou. Ela era só uma menina e obedecia a mãe. Eu acabei aceitando que não poderia tê-la, mas quando Esme começou a namorar o filho de um fazendeiro eu enlouqueci. Fui até Elizabeth implorando que ela deixasse nós namorarmos. Então ela fez a maldita proposta. Que se eu passasse uma noite com ela, ela permitiria que eu namorasse Esme. É claro que recusei. Fiquei com nojo desta mulher. Um dia numa festa em que toda a cidade estava presente eu vi Esme e o namorado. Bebi demais. Estava desesperado. Então fui até Elizabeth e perguntei se sua proposta ainda estava de pé. Ela me garantiu que após nossa noite eu poderia começar a namorar com Esme. Então aconteceu. Eu dormi com Elizabeth aquela noite mesmo. Estava bêbado. Acho que só assim eu conseguiria. Após isso eu meio que fiquei com nojo de mim mesmo e me afastei. Então soube da viagem de Elizabeth para França. Para mim este era o sinal que Elizabeth estava me dando de que eu podia me aproximar de Esme. Fui à fazenda para conversar com Esme e ela havia terminado o namoro com o tal filho do fazendeiro. Eu declarei que a amava e falei com seu pai. O Sr. Antony gostava de mim eu já o havia atendido algumas vezes. Ele mesmo sabendo que Elizabeth era contra autorizou nosso namoro. Eu e Esme vivemos intensamente nosso amor. Nos casamos e em seguida ela estava grávida. É claro que mesmo de longe Elizabeth ficou furiosa, mas não podia vir. Só mais tarde eu vim, a saber, por que ela não podia vir. Quase um ano após sua partida Elizabeth me ligou exigindo minha presença em Boston é claro que recusei e ela me chantageou. Ou eu iria ou contaria a Esme tudo. Eu fui e ao chegar ao seu hotel tive a grande surpresa de encontrá-la com um lindo bebê. Edward. Ela me contou que se descobriu grávida e resolveu se esconder na França. Ela dizia que me amava, mas não estava disposta a abdicar do dinheiro do Sr. Antony para ficar comigo. Eu não sabia o que fazer. Na época não existia teste de DNA, mas eu não precisava. Eu sabia que Edward era meu filho. A solução que achei foi adotá-lo. Não queria me separar do meu filho. Mas não podia falar a verdade a Esme. Ela como a mulher maravilhosa que é se apaixonou por Edward na primeira vez que o viu. O adotamos e o amamos como todos de nossa família. A ele eu contei que seus pais biológicos haviam morrido. O problema foi que sempre teria a verdadeira mãe de Edward por perto. Ela sempre esteve presente como “avó”, sempre se metendo na educação dele. Tivemos muitos problemas com ela por isso. Bom então essa é toda a verdade, Bella. Esme nem sonha que Edward é na verdade seu meio irmão. Filho de sua mãe com seu próprio marido. Eu sofro com este segredo por anos. Sofro com as pressões psicológicas de Elizabeth ameaçando contar por anos. Sofro com medo de perder minha mulher, minha família por todos estes anos.

Ele disse por fim terminando seu relato.

Eu estava em choque.

Não sei como aquela mulher ainda conseguia me surpreender. Mas ela conseguiu.

Também estava morrendo de pena de Carlisle. Viver na mira desta mulher com um segredo destes deve ser horrível.

Eu também tinha um segredo que escondia de quem eu amava. Eu entendia Carlisle.

– Eu sei que o que fiz foi errado. Não posso amaldiçoar aquela noite Bella, no fim me trouxe Edward. Um filho maravilhoso.

– Carlisle eu não condeno você, mas acho que você deve contar o quanto antes a todos já que o Sr. Mansen morreu Elizabeth pode contar a todos logo.

– Não acredito que ela faça isso. Ela se faz de louca, mas sabe que eu não vou ficar com ela e ela ama essa pressão psicológica que ela faz comigo. Ainda tem Edward que não vai perdoá-la.

Fiquei em silêncio absorvendo suas palavras.

– Não vai contar a ele não é Bella?

Seu rosto era esperançoso.

– Não gostaria de guardar este segredo de Edward, Carlisle. Mas não sou eu quem tem que contar e sim você.

Carlisle e eu conversamos ainda a respeito disso e após ele fez a consulta que tanto Edward queria e como eu desconfiava, eu não tinha nada.

– Me prometa Bella que não vai falar nada a Edward.

– Eu prometo Carlisle. Mas por favor, pense bem e fale a verdade a sua mulher e a seu filho.

Nos despedimos e eu meio área fui para o bordel.


Notas finais
Que loucura!!!
Reviews e recomendações são bem vindas.
Outro spoiler para vocês surtarem.
Spoiler
- Oi Bella será que poderíamos conversar?
- Claro Jacob. Algum problema com os cavalos?
- Não nenhum problema. É a respeito do seu pai.
Meu coração deu solavanco.
- Como? O que disse Jacob?
Ele fez suspense e eu quase implorei para que ele dissesse logo o que sabia.
- Eu já havia ouvido este nome. Charlie Swan. Então me lembrei que meu pai falava muito este nome. Depois que você comentou naquele dia eu fui até meu pai e falei a ele sobre você e seu pai. Meu pai ficou muito nervoso não quis me contar o que sabia, mas me pediu que eu a levasse para falar com ele.
- Jacob eu não estou entendendo. O que seu pai sabe? O que ele quer falar comigo?
- Ele sabe como seu pai morreu. Ele disse que sabe quem matou seu pai, Bella. E que está disposto a ir até a polícia para falar o que sabe. Mas que antes precisa te pedir perdão.
Eu não consegui processar as palavras de Jacob.
Havia alguém depois de todos estes anos que estava disposto a falar tudo o que houve naquela noite.
E ele era o pai de Jacob.