Notas iniciais
Gente, agora é definitivo. Trago o Epílogo de AP. Estou tão emocionada que eu nem sei o que escrever aqui. Quero agradecer a todos que comentaram nos últimos capítulos! Trouxe um pouco da felicidade do nosso casal pra compartilhar com vocês... Chorarei mais lá em baixo...

*EDWARD POV*

— Vamos, agora você tem que mexer! – falei dando a colher na mão de Carlie. Ela segurou com as duas mãos para mexer o bolo. Sua carinha de concentração era a melhor.

— Vai ficar igual ao seu, não é papai? – ela perguntou preocupada.

— Igual? Não. É lógico que o seu vai ficar melhor meu amor! – baguncei seus cabelos ruivos idênticos aos da minha mãe. Eu tinha o cabelo num tom de loiro arruivado assim como o meu filho, mas minha filha tinha puxado os cabelos da minha mãe, essa era a única coisa que havia herdado da minha família, de resto ela era a cópia fiel de Bella. E não podia ser mais linda!

— É sério?! – ela perguntou sorrindo, mostrando sua janelinha recém adquirida, seus dois primeiros dentinhos de leite haviam caído.

— É claro que sim! Eu já disse que você cozinha melhor de que eu? – perguntei.

— Não seja bobo papai! Você é muito famoso, e eu só tenho cinco anos! – ela disse rindo. Ela era tão esperta!

— Cinco? Isso tudo? Mas ontem só tinha dois? Era o meu bebezinho.

— Papai, eu não sou bebezinho! Sou uma mocinha! – o biquinho que ela fez era hilário, muito idêntico ao da Bella.

— Pra mim você e seu irmão sempre serão meus bebezinhos! – disse lhe fazendo cócegas. Ela caiu na gargalhada deixando um pouco da massa do bolo cair no balcão.

— Vocês estão fazendo a maior bagunça! A vovó vai matar vocês! – EJ disse entrando na cozinha, acompanhado da prima. Com onze anos ele estava daquele fase de ser rabugento e reclamar de tudo. Principalmente quando a Lucy ganhava dele no videogame.

— Que tal se vocês viessem ajudar a gente a fazer bagunça? – perguntei, tentando divertir um pouco as crianças.

— Você está pedindo isso só porque sabe que a vovó nunca briga com ele, não é tio Edward? – Lucy perguntou rindo.

— Ei, não é bem assim! – meu filho protestou.

— É claro que é! EJ é o queridinho da vovó! – minha filha falou mostrando a língua pro irmão. Apesar da diferença de idade, eles viviam se provocando. Na minha casa, silêncio era uma coisa rara.

— E você é o bebezinho da mamãe! – EJ retrucou, fazendo minha filha emburrar a cara.

— Não sou não!

— Os dois são bebezinhos da mamãe, e do papai também. – eu falei. Lucy riu dos primos. – E você é a bebezinha do tio. – ela parou imediatamente.

— Tio, eu já tenho dez anos! Já posso até arrumar um namorado se quiser. – ele falou cheia de si.

— Acho que vou ter que perguntar isso para o seu pai mocinha. – disse de cara amarrada, ninguém ia tocar em minhas garotinhas. Minha sobrinha ficou pálida.

— Esse bolo é de que? – perguntou fugindo do assunto, me fazendo ri.

— Chocolateeee!!! – minha filha gritou animada. Ela conseguia ser mais formiguinha que a mãe.

— Então, vão nos ajudar ou não? – eles deram um sorriso travesso e vieram se juntar a nós.

Depois de assado, eles me ajudaram a confeitar o bolo. E assim que nossa obra de arte ficou pronta, todos estavam prontos para atacar, mas não deixei ninguém chegar perto. Mandei todos para o banho, pois estavam cobertos de farinha e chocolate até as orelhas. E aproveitei para limpar a cozinha. A casa hoje estava por minha conta.

Estávamos em Londres para a festa de dezesseis anos de Mellyssa. Ela estava mais animada do que Alice estava na sua, era uma versão ainda mais enérgica da minha irmã. Porém um pouco mais alta.

O que deixava Alice muito irritada, já que a menina aos dezesseis anos já era uns vinte centímetros maior do que ela.

Por causa da festa, as mulheres da família foram todas para um salão. E como meu pai estava trabalhando, Emmett estava cuidando do buffet da festa, e Jasper foi buscar os pais no aeroporto, eu fiquei com a missão de cuidar dos meus filhos e Lucy.

Estava terminando de arrumar a cozinha quando ouvi o barulho da porta da sala se abrindo, segundos depois ouço passinhos de criança correndo.

— Oi tio! Onde está a Carlie? – Peter perguntou entrando correndo na cozinha.

— O que você quer com a minha filha rapazinho? – perguntei brincando.

— Brincar, ué! – ele respondeu. Peter era filho da minha irmã caçula, fisicamente era sua versão masculina, apesar de ter toda calma e tranquilidade de Jasper, o que era um milagre se tratando de uma criança de apenas seis anos.

— Ela está tomando banho. Quer um pedaço de bolo de chocolate? – ofereci. Crianças costumavam ficar entediadas quando têm que esperar.

— Simmm! – ele respondeu animado. É, lógico que havia horas que a genética da minha irmã tinha que se manifestar. O peguei no colo colocando sentado no banco alto do balção da cozinha. O servi um pedaço de bolo, ele ignorou o garfo usando a mão para comer. Eu ri.

— Cadê o seu pai? – perguntei.

— Ele deixou o vovô e a vovó lá em casa, me trouxe pra cá e disse que ia buscar as meninas. – ele respondeu de boca cheia.

— E você não quis ir junto?

— Ele disse que não ia ter espaço no carro. – ele deu de ombros, concentrado em seu bolo.

Algum tempo depois as crianças desceram já tomadas banho e se sentaram para comer o bolo. Ouvi novamente a porta da sala se abrir, mas dessa vez seguida de um alvoroço.

— Own, que cena mais linda... – Bella estava parada na porta do cozinha admirando as quatro crianças comportadas. Tudo mérito meu, é claro. Eu sorri e caminhei até ela. Enlaçando sua cintura e lhe dando um selinho. Ela já estava maquiada e tinha o cabelo feito, não quis aprofundar o beijo, porque sabia que ele reclamaria pela maquiagem, e tinha muitas crianças no recinto.

— Eca! – as crianças disseram em coro, nos fazendo rir. Era mesmo bom que minha filha e minha sobrinha achassem beijar nojento.

— Olá, princesa! – me afastei abaixando e beijando a sua barriga, que já estava bastante crescida em seus cinco meses de gestação. – Olá garotão do papai! – disse beijando sua barriga. Antes de me levantar.

— Ele estava tão inquieto hoje. Não parava de chutar. – ela disse acariciando a barriga. Bella estava cada dia mais linda. Com trinta anos, tinha realizado seu sonho, era jornalista do New York Times do possuía uma coluna semanal. Era uma mãe maravilhosa! E me fazia o homem mais feliz do mundo. Semanas atrás descobrimos que teríamos mais um menino, para a felicidade de Carlie, que queria um irmãozinho mais novo.

— Você não ficou muito tempo em pé, ficou? – perguntei preocupado.

— Não, eu estive sentada o tempo. – ela respondeu balançando a cabeça.

— Edward, a Bella está grávida, não doente! – minha irmã me repreendeu, entrando na cozinha com Emma no colo.

— Eu sei disso. Mas é bom ter cuidado, pela saúde dela e do bebê. – Eu confesso que era um pouco superprotetor com a Bella, principalmente quando ela estava grávida. Na verdade, eu fui muito pior na gestação da Carlie, pois era a primeira vez que passava por isso, já que eu não tive a chance de acompanhar a gestação de EJ.

— E o que você fez para essa pirralhada ficar quietinha assim? – Rosálie perguntou.

— Bolo de chocolate. Na verdade, eu, Carlie, EJ e Lucy o fizemos. – respondi dando o merecido crédito as crianças.

— Hummm, bolo! – Bella disse já procurando um prato. Ela teve muitos desejos quando esperava a nossa filha, e agora não estava sendo diferente.

— Bella, não fica comendo tanto. Eu ainda estou tentando me livrar dos quilos que ganhei com essa coisinha aqui. – minha irmã falou se referindo a sua filha de dez meses que estava em seu colo, Emma era a cópia de Rosálie, diferente de Lucy que da mãe só tinha os olhos azuis violeta.

— Não vou passar fome Rosálie! – Bella falou já de boca cheia. – Você sabe como é difícil negar qualquer tipo de comida, ainda mais se levarmos em consideração quem são os nossos maridos.

— Por isso mesmo que eu estou alertando! Eles são os culpados de a gente engordar, e quando a ficarmos barangas nos trocam por uma garotinha de vinte anos. – ela expôs sua teoria absurda.

— Pare de falar besteiras Rosálie! Eu jamais trocaria a Bella por ninguém! Nunca, nem que ela ficasse tão gorda que não conseguisse andar.

— Você acha que eu vou ficar assim? – Bella parou de comer me olhando com um bico.

— Bella, eu não disse isso! – tratei logo de dizer, antes que ela começasse a chorar. Esses hormônios da gravidez eram terríveis.

— Mas eu...

— Mas nada! Você está linda, e sempre será perfeita pra mim! – expliquei.

— Por que vocês tem que ser tão melosos? – meu filho perguntou revirando os olhos. A transição da infância para adolescência era terrível, eu ainda estava me acostumando com isso.

— Ei, eu sei que a conversa está boa, mas vocês precisam se arrumar! Já é quase noite. – Mell entrou agitada na cozinha seguida por Alice. – Ai meu Deus até arrumar essa pirralhada toda!

— Eu já fiz as crianças tomarem banho, menos o Peter que chegou depois. – expliquei.

— Olha que eficiente! – Jasper zoou entrando na cozinha.

— Peter, venha! Vou te dar um banho! – Minha irmã chamou o menino, que resmungou.

— Não mãe, deixa que o papai dá banho nele. Você precisa me ajudar a colocar o vestido! – Mell falou. Eu não pude deixar de sorrir, mesmo minha irmã só tendo 29 anos, Mellyssa a chamava de mãe, já que Alice e Jasper estão juntos desde que a menina tinha apenas três. E minha irmã não fazia nenhuma distinção entre a enteada e o Peter, que era seu filho biológico, do mesmo modo que era a relação de minha mãe com Rosálie. – Será que o Josh já está se arrumando? Acho melhor ligar para ele.

— Quem é Josh? – perguntei.

— Ele vai ser o meu príncipe. – ela explicou.

— Vou fingir que eu não estou magoado por ser substituído. – resmunguei.

— Não fique assim tio! – ela veio me abraçar. – Ele só será o príncipe da minha festa. Você é o príncipe da minha vida, e sempre será! – eu sorri. Essa menina era um amor. Ela sempre dizia que eu era seu príncipe, mesmo depois de ter parado de trocar o 'r' pelo 'l'.

— E esse menino, ele é seu namorado? – sondei.

— É claro que não! Apenas um colega. – quem respondeu foi o Jasper. – Não é filha?

— Claro, papai. – minha sobrinha respondeu corada. Não estava gostando dessa história, se o Jasper estava se enganando, eu não. Ia ter uma conversa com esse garoto mais tarde.

***

A festa estava ótima. Do jeito que minha sobrinha queria. Lucy e Carlie, sentadas ao planejavam sonhadoras como seria a delas. Os meninos corriam no meio dos convidados.

— Você ainda está tendo muitos enjoos? – Tanya perguntou a Bella.

— Não, graças a Deus essa fase já passou! – minha mulher disse.

— Ai, eu não estou aguentando mais. Acho que não tenho mais idade para ter todos esses sintomas da gravidez.

— Pare de besteira Tanya. Você é nova ainda!

— Não precisa ser gentil Bella. Você é nova, eu já estou quase nos quarenta. – minha amiga resmungou. – Daqui a pouco eu perco o pique e meu marido me troca por outra mais nova! – sério era complicado estar numa mesa com quatro mulheres, duas crianças e duas grávidas. Era cada dilema...

— Tanya, você sabe que isso é loucura da sua cabeça, não é? – eu perguntei.

— Você só esta dizendo isso para se sentir melhor. Afinal, está quase tão perto dos quarenta quanto eu. Trinta e sete é quase trinta e oito, e de trinta e oito para quarenta... – ela explicou.

— Sei que a Bella não vai me trocar por nenhum cara mais novo. Dou de dez em qualquer carinha de vinte e poucos anos! – tudo depende de saber fazer direito. Eu podia estar perto dos quarenta, mas sabia que era igual a um vinho, estava melhorando com o tempo.

— Você está certo amor! Não te troco por nada nesse mundo! – ela deitou a cabeça em meu ombro me beijando. Seu telefone começou a tocar em cima da mesa, o nome de sua mãe piscando no visor. – Vou procurar um local mais silencioso para falar. – ela disse levantando-se.

Os país de Bella também foram convidados para a festa, mas estavam viajando pelo mundo, pois Charlie havia se aposentado alguns anos atrás. Ele realmente merecia um descanso depois de todo o trabalho para desfazer a máfia de tráfico infantil, da qual Victória fazia parte. Mas depois de muito trabalho ele consegui acabar com a organização criminosa, e com algumas outras nos últimos anos de sua carreira. Agora estavam aproveitando as férias tão merecidas.

Pensar em tudo que aconteceu há dez anos, hoje em dia é muito estranho, parece que foi outra vida, outro mundo. Quando conto a nossa história a alguém parece que estou falando de algum filme, ou novela mexicana, parece que não aconteceu de verdade, mas eu lembrava muito bem de tudo o que eu senti e de tudo que eu passei, dos sentimos bons e ruins, dos momentos mágicos e dos momentos difíceis, mas tudo isso valeu a pena. Eu não poderia querer uma vida melhor do que a que tenho hoje. É meu sonho realizado.

— Você não vai mesmo comer nada? – Jacob chegou na mesa com Will no colo.

— Não. Não posso ganhar nem mais um quilo. – Tanya respondeu.

— Amor, para de besteira! Depois que teve o Will seu corpo não teve nenhuma alteração. – ele argumentou.

— Isso foi há quatro anos, Jake. Não estava tão perto dos quarenta. – Meu amigo revirou os olhos.

— E continua perfeita! – ele sorriu para a esposa.

— Você é muito galanteador. Foi assim que me convenceu a fazer mais um bebê. – ela resmungou.

— Papai como é que se faz um bebê? – Carlie perguntou. É claro que ela prestaria atenção na conversa dos adultos.

— Errr... eu... – tentava pensar rápido, mais os olhinhos curiosos da minha filha em mim me deixaram nervoso. Eu tinha agradecido aos céus quando ela não perguntou isso ao descobrir que ia ter um irmãozinho, como tinha acontecido com o EJ.

— Vamos Edward! Estamos esperando. – o Black provocou.

— A cegonha! – Exclamei. – Isso! O papai e a mamãe escrevem uma carta para a cegonha e nove meses depois ela leva o bebê no hospital. – ela me olhou confusa.

— Mas papai, como ele pode está com a cegonha se ele está dentro da barriga da mamãe? – por que essa menina tinha que se apegar tanto aos detalhes?

— Os bebês vêm do sexo! – Lucy falou.

— Lucy! – eu a repreendi. Ela provavelmente já tinha passado por essa aula de biologia, mas isso não era uma coisa fácil de explicar a uma criança de cinco anos.

— O que? Essa história de cegonha não cola mais, tio. – ela deu de ombros. Essas crianças de hoje em dia...

— O que é setço, papai? – eu não sabia se eu ria da pronuncia da minha filha ou se eu chorava por não saber o que dizer.

— É sexo Carlie. É quando duas pessoas se amam, aí o homem coloca uma sementinha na barriga da mulher, e o bebê cresce lá dentro. – minha sobrinha explicou de forma simples, se saindo melhor do que eu, que ainda não tinha pensado em nada.

— É isso aí que a sua prima disse querida! – confirmei para que não houvesse mais perguntas. – Mas escute bem Reneesme Carlie, não pense nisso novamente até que tenha mais de trinta anos, ok? E isso serve pra você também Lucy Anne – achei melhor acrescentar. – Jacob e Tanya riram. – E não ria Black, você sabe que pode ser uma menina, não é? – falei apontando para a Tanya.

— Peço todos os dias para que seja outro menino. Já não basta o trabalho que eu tenho para manter os caras longe da Kate. – ele fechou a cara. Kate agora era uma moça linda de quase vinte anos, apesar de sua condição especial, vivia uma vida normal, e estava cursando Engenharia na faculdade. Eram muitos os caras que tentavam se aproximar, mas Jacob e eu conseguíamos manter todos longe até agora.

Jacob era um de meus melhores amigos agora, sim, o mundo dava muitas voltas. O envolvimento dele com a Tanya também foi uma surpresa para todos nós. Eles se conheceram naquela noite em que Victória tentou atirar em mim e ele me salvou, foi Tanya que lhe ajudou com o tiro de raspão. E um tempo depois começaram a namorar. Eu e Bella ficamos radiantes com isso, eles mereciam ser felizes.

— Eu vou atrás da sua mãe, quer vir comigo? – perguntei a minha filha.

— Não vou ficar aqui brincando com o Will. – ela respondeu.

Procurei Bella pela festa a achando no terraço do salão. Ela tinha acabado de desligar o celular quando me viu.

— Mamãe está tão animada. Vão conhecer o Rio de Janeiro amanhã, ela queria saber como eu estava me sentindo. – ele falou, assim que eu a abracei.

— Nós poderíamos viajar pra lá ano que vem, o que acha? As crianças adoram praia. – Ela sorriu.

— É uma excelente ideia, anjo.

— Não vai voltar para dentro? – perguntei.

— Acho que aqui fora está mais interessante. – ela sorriu maliciosamente.

— Acho que conheço esse sorrisinho... – provoquei.

— Estou com desejo! – ela falou.

— De que? É só falar que eu realizo! Qualquer coisa! – eu faria de tudo por ela, sempre.

— De você! – ela me deu um selinho. Eu engoli em seco. Não consegui evitar a animação.

— Aqui? – perguntei.

— Sim, podemos ir ao escritório... – ela sugeriu.

— Vou aonde você quiser. – respondi sorrindo.

— Eu amo você, anjo! – ela me beijou mais uma vez.

— Não mais que eu, princesa! – puxei-a para um beijo mais profundo. Colocando ali todo o amor que eu sentia por ela, todo amor do mundo.

FIM

Notas finais
Quem tá chorando levanta a mão. o/ Amores, eu preciso muito agradecer a vocês. Por terem me acompanhado até aqui, por não terem me abandonado depois de dois longos sumiços, por comentarem, por favoritarem, por recomendarem... por existirem!!! AP foi a minha primeira fic, e tem um significado muito grande para mim. E vcs fazem parte disso. Ainnn gente... Eu não quero me despedir! :'( :'( :'( Quero pedir pela última vez que comentem! Por favorzinho do fundo do coração, vamos encher minhas notificações de comentários!!! É a última oportunidade de falarem comigo por aqui... E por favor recomendem!!! É o meu último pedido aqui. Peço principalmente as leitoras fieis que sempre comentaram, em todos os capítulos. Dediquem um tempinho a fazer uma recomendação para essa historinha que vez eu conhecer vocês. Não precisam ser palavras elaboradas, é só dizer o porquê gostaram de AP. E eu ficarei imensamente feliz. Fantasminhas, eu sei que vcs nunca apareceram, mas tbm quero agradecer a vocês, apesar de nunca nos falarmos, sei que vcs estão aí, e tbm são muito importantes para mim. Nunca é tarde para deixar um primeiro e último alô! E para aqueles, que como eu, que só leem fics depois de terminadas, tbm podem comentar, favoritar e principalmente recomendar, eu ainda responderei se estiver por aqui. Não vou me estender mais, pois meu coração não aguenta. Prometam para mim que nos veremos em OR, tive ideias muito boa para ela, a história vai ser emocionante. https://fanfiction.com.br/historia/576447/O_Reencontro/ PS: BLACK FRIDAY!!! Qualquer pessoa que recomendar a fic, terá direito a um bônus exclusivo! Sim, é exclusivo, só seu! Como irá funcionar: Quem recomendar vai me pedir por MP o bônus que quiser. Sim, é você que vai escolher. Sobre qualquer coisa relacionada a fic, pode ser um hot, nascimento do 3° bebê, sobre outro casal da fic que não seja Beward, alguma coisa sobre as crianças depois de crescidas, Victória na cadeia... Qualquer coisa mesmo! Só não vou trocar shipper, ok? Mas tirando isso, qualquer coisa tá valendo. Quem já recomendou, já sabe como funciona, vcs já tem direito, então é só pedir por MP. Beijinhos e nos vemos por aí... ♥ ❤ ❥ ❣
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!