Anjo Demoníaco
Anjo Demoníaco
Anjo Demoníaco
Rios secaram e viraram desertos, oceanos subiram, mas a necessidade de água nos fez reduzi-los à metade. O futuro intercala-se entre a tecnologia e o rústico. Poucos são os que detêm a ciência. Invocações passaram a ser feitas, abrindo o caminho de um mundo paralelo dando passagem a demônios, vampiros, arcanjos. Uma alma foi escolhida para selar o portal do caos, e por segurança dividida em duas, enviadas para dimensões opostas.
E agora lá vão eles em mais uma noite tempestuosa, correndo para suas tocas em busca de uma falsa proteção. Eles sabem, a noite não é segura para a raça dos humanos, não mais. A escuridão oculta seres que apenas os livros de fantasia ousaram descrever, a escuridão oculta trevas, criaturas malignas sedentas de carne, sangue, luxúria e poder, criaturas as quais eu, um dia, testemunhei suas perversões, criaturas as quais, um dia, fiz parte, parte de um conflito que atravessou as fronteiras entre o que costumávamos chamar de céu e inferno, essas fronteiras ultrapassavam os limites dessa realidade a qual demos o nome de tempo.
Não estamos sós, nunca estivemos e jamais estaremos. Em nosso caminho existe algo diferente de um purgatório, uma área de transição entre céu e inferno onde não há distinção entre puros e pecadores. Um centro em que distintas raças se interligam por sangue, onde cada um luta por sua própria sobrevivência, indiferente de alianças ou pactos selados pela maternidade. Um local onde cada um pode ser seu próprio Deus e razão.
Na metade do século quinze um homem ficou conhecido por sua perversidade e horror. Vlad III Dracul tinha o hábito de empalar seus inimigos, atravessands com uma estaca de madeira. Cristãos o personificaram como a imagem do demônio, as trevas. Deram-lhe o nome de “Conde Drácula”, o senhor dos vampiros. Vampiros, personificação de nossos medos, crenças para controlar os mais fracos, lendas. Elas surgem como o vento, ninguém sabe sua origem e espalham-se como uma pandemia. Amedrontam os mais fracos, alimentam os caçadores de aventuras. Lendas, desde a criação do mundo às bruxas de Salem. Enigmas. A questão não é saber como, onde ou o porquê delas surgirem, a questão é saber quem as conta. Esta é uma história de ficção onde qualquer semelhança pode ser apenas mera coincidência.
F.
E agora lá vão eles em mais uma noite tempestuosa, correndo para suas tocas em busca de uma falsa proteção. Eles sabem, a noite não é segura para a raça dos humanos, não mais. A escuridão oculta seres que apenas os livros de fantasia ousaram descrever, a escuridão oculta trevas, criaturas malignas sedentas de carne, sangue, luxúria e poder, criaturas as quais eu, um dia, testemunhei suas perversões, criaturas as quais, um dia, fiz parte, parte de um conflito que atravessou as fronteiras entre o que costumávamos chamar de céu e inferno, essas fronteiras ultrapassavam os limites dessa realidade a qual demos o nome de tempo.
Não estamos sós, nunca estivemos e jamais estaremos. Em nosso caminho existe algo diferente de um purgatório, uma área de transição entre céu e inferno onde não há distinção entre puros e pecadores. Um centro em que distintas raças se interligam por sangue, onde cada um luta por sua própria sobrevivência, indiferente de alianças ou pactos selados pela maternidade. Um local onde cada um pode ser seu próprio Deus e razão.
Na metade do século quinze um homem ficou conhecido por sua perversidade e horror. Vlad III Dracul tinha o hábito de empalar seus inimigos, atravessands com uma estaca de madeira. Cristãos o personificaram como a imagem do demônio, as trevas. Deram-lhe o nome de “Conde Drácula”, o senhor dos vampiros. Vampiros, personificação de nossos medos, crenças para controlar os mais fracos, lendas. Elas surgem como o vento, ninguém sabe sua origem e espalham-se como uma pandemia. Amedrontam os mais fracos, alimentam os caçadores de aventuras. Lendas, desde a criação do mundo às bruxas de Salem. Enigmas. A questão não é saber como, onde ou o porquê delas surgirem, a questão é saber quem as conta. Esta é uma história de ficção onde qualquer semelhança pode ser apenas mera coincidência.
F.
Classificação 16+
Ação
Drama
Ficção Científica
Fantasia
Mistério
Suspense
Terror
Humor Negro
Horror
Amizade
Tuka_Scahfer
Sinopse
Rios secaram e viraram desertos, oceanos subiram, mas a necessidade de água nos fez reduzi-los à metade. O futuro intercala-se entre a tecnologia e o rústico. Poucos são os que detêm a ciência. Invocações passaram a ser feitas, abrindo o caminho de um mundo paralelo dando passagem a demônios, vampiros, arcanjos. Uma alma foi escolhida para selar o portal do caos, e por segurança dividida em duas, enviadas para dimensões opostas.
E agora lá vão eles em mais uma noite tempestuosa, correndo para suas tocas em busca de uma falsa proteção. Eles sabem, a noite não é segura para a raça dos humanos, não mais. A escuridão oculta seres que apenas os livros de fantasia ousaram descrever, a escuridão oculta trevas, criaturas malignas sedentas de carne, sangue, luxúria e poder, criaturas as quais eu, um dia, testemunhei suas perversões, criaturas as quais, um dia, fiz parte, parte de um conflito que atravessou as fronteiras entre o que costumávamos chamar de céu e inferno, essas fronteiras ultrapassavam os limites dessa realidade a qual demos o nome de tempo.
Não estamos sós, nunca estivemos e jamais estaremos. Em nosso caminho existe algo diferente de um purgatório, uma área de transição entre céu e inferno onde não há distinção entre puros e pecadores. Um centro em que distintas raças se interligam por sangue, onde cada um luta por sua própria sobrevivência, indiferente de alianças ou pactos selados pela maternidade. Um local onde cada um pode ser seu próprio Deus e razão.
Na metade do século quinze um homem ficou conhecido por sua perversidade e horror. Vlad III Dracul tinha o hábito de empalar seus inimigos, atravessands com uma estaca de madeira. Cristãos o personificaram como a imagem do demônio, as trevas. Deram-lhe o nome de “Conde Drácula”, o senhor dos vampiros. Vampiros, personificação de nossos medos, crenças para controlar os mais fracos, lendas. Elas surgem como o vento, ninguém sabe sua origem e espalham-se como uma pandemia. Amedrontam os mais fracos, alimentam os caçadores de aventuras. Lendas, desde a criação do mundo às bruxas de Salem. Enigmas. A questão não é saber como, onde ou o porquê delas surgirem, a questão é saber quem as conta. Esta é uma história de ficção onde qualquer semelhança pode ser apenas mera coincidência.
F.
E agora lá vão eles em mais uma noite tempestuosa, correndo para suas tocas em busca de uma falsa proteção. Eles sabem, a noite não é segura para a raça dos humanos, não mais. A escuridão oculta seres que apenas os livros de fantasia ousaram descrever, a escuridão oculta trevas, criaturas malignas sedentas de carne, sangue, luxúria e poder, criaturas as quais eu, um dia, testemunhei suas perversões, criaturas as quais, um dia, fiz parte, parte de um conflito que atravessou as fronteiras entre o que costumávamos chamar de céu e inferno, essas fronteiras ultrapassavam os limites dessa realidade a qual demos o nome de tempo.
Não estamos sós, nunca estivemos e jamais estaremos. Em nosso caminho existe algo diferente de um purgatório, uma área de transição entre céu e inferno onde não há distinção entre puros e pecadores. Um centro em que distintas raças se interligam por sangue, onde cada um luta por sua própria sobrevivência, indiferente de alianças ou pactos selados pela maternidade. Um local onde cada um pode ser seu próprio Deus e razão.
Na metade do século quinze um homem ficou conhecido por sua perversidade e horror. Vlad III Dracul tinha o hábito de empalar seus inimigos, atravessands com uma estaca de madeira. Cristãos o personificaram como a imagem do demônio, as trevas. Deram-lhe o nome de “Conde Drácula”, o senhor dos vampiros. Vampiros, personificação de nossos medos, crenças para controlar os mais fracos, lendas. Elas surgem como o vento, ninguém sabe sua origem e espalham-se como uma pandemia. Amedrontam os mais fracos, alimentam os caçadores de aventuras. Lendas, desde a criação do mundo às bruxas de Salem. Enigmas. A questão não é saber como, onde ou o porquê delas surgirem, a questão é saber quem as conta. Esta é uma história de ficção onde qualquer semelhança pode ser apenas mera coincidência.
F.
Notas adicionais
Notas: Usei como referência o Animê Chrno Crusade, a história de Constantine e Casshern.
Não sou nenhuma adoradora das forças ocultas das trevas.
As opiniões, diálogos e situações descritas não são, necessariamente, opiniões das que partilho.
Espero que gostem e aguardo comentários, críticas, sugestões, tomates, ovos...enfim, dezenas de coisas são válidas.
Não sou nenhuma adoradora das forças ocultas das trevas.
As opiniões, diálogos e situações descritas não são, necessariamente, opiniões das que partilho.
Espero que gostem e aguardo comentários, críticas, sugestões, tomates, ovos...enfim, dezenas de coisas são válidas.
Escrito por
Tuka_Scahfer
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 2 de dez. de 2009 12:56
Atualizado em 2 de dez. de 2009 12:56
938 palavras
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Notas: Usei como referência o Animê Chrno Crusade, a história de Constantine e Casshern.
Não sou nenhuma adoradora das forças ocultas das trevas.
As opiniões, diálogos e situações descritas não são, necessariamente, opiniões das que partilho.
Espero que gostem e aguardo comentários, críticas, sugestões, tomates, ovos...enfim, dezenas de coisas são válidas.
Não sou nenhuma adoradora das forças ocultas das trevas.
As opiniões, diálogos e situações descritas não são, necessariamente, opiniões das que partilho.
Espero que gostem e aguardo comentários, críticas, sugestões, tomates, ovos...enfim, dezenas de coisas são válidas.
Autor
Tuka_Scahfer
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 2 de dez. de 2009 12:56
Atualizado em 2 de dez. de 2009 12:56
938 palavras