Durante um milênio, vaguei sem esperança de deixar esse pesadelo, aparentemente interminável.

O céu escurecido que assombrava até os meus poucos sonhos de quando conseguia descansar não deixavam a luz do Sol passar nem mesmo durante o dia, e o solo seco e infértil, muito rochoso machucavam os meus pés descalços até começarem a sangrar.

Todos os dias são a mesma coisa: Andar, andar, parar, descansar, andar, andar.

Antes de ser banido para esse isolamento, uma coisa que, eu sabia que estava errado me fez sentir tão vivo.

Eu possui a luz. Eu a toquei. Eu a senti. Seu calor em contato com o meu frio, que até então era calor, assim como ela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.