Notas iniciais
Lindos e lindas como vão?? Alguns avisos: ~ Se eu conseguir postar hoje em mais de uma fic, vai ser a mesma nota inicial. ~EXPLICAÇÃO PARA MINHA DEMORA: . Fiquei sem internet em casa, na verdade AINDA estou sem internet! Como assim, Gessi? Nenhum adolescente vive sem internet, pois é...eu não estou vivendo, estou apenas sobrevivendo, sem internet por mais de um mês! . Por isso atrasei em todas as fics e nem respondi vocês, então mil perdões e não me matem, porque dessa vez a culpa não é minha! ~ COMO ESTOU POSTANDO AGORA?? Gosto de chamar de 4g, também conhecido por salvar minha vida. ~ Se você está lendo isso, quer dizer que deu certo postar pelo celular e que vou voltar a postar normalmente!!! *fiquem de pé e aplaudam por favor* ~ Se eu ainda demorar, lembrem que estou tendo que escrever pelo celular eeee para quem lê Aniquila-me: Sem querer perdi dois capítulos adiantados e um deles, ainda não consegui escrever...ou seja, vou fazer de TUDO para não demorar, mas qualquer coisa, já sabem o motivo. É isso lindos, por favooor não me matem!! Aproveitem o capítulo e comentem porque estou com muitas saudades de ler os comentários! Beijinhos P.S para aniquila-me: Notaram que estamos de capa nova? Essa é minha fic com mais comentários e resolvi mudar por um tempo a capa, para chamar atenção para novos leitores e para vocês que já estão me acompanhando! E no capítulo 1, Animal, tem um Banner novinho em filha! Quem tiver curiosidade, dá uma olhadinha. LEIAM POR FAVOR!!

Stiles Stilinski

— Scott saiu! Ele saiu, Stiles!

Abri os olhos, acordando completamente confuso com a afirmação de Lydia. Deparei-me com os cabelos ruivos fazendo cócegas em mim e o rosto angelical dela, bem próximo. Ela tinha um sorriso gigantesco.

— Como assim Scott saiu? Ele está aqui em casa há uma semana! Não ia embora sem se despedir!

Ela não se deu o trabalho de explicar, selando a boca grossa diversas vezes contra a minha. Aquela era a melhor sensação do mundo, nada era tão maravilhoso do que acordar com aqueles lábios cheios espremendo os meus.
Lydia se adaptou tão bem a visita de Scott, que ela própria disse que ele podia passar mais tempo com a gente. Assim, uma semana se passou e eu continuava matando saudade do meu melhor amigo que implicava comigo dia e noite, me obrigando a falar detalhadamente cada momento quente que tive com Lydia.

— Ele só foi para o mercado, mas deve demorar um pouco. — Ao falar novamente, ela se jogou em cima de mim. — Você não me tocou nenhuma vez por causa da audição sobrenatural do Scott, agora a gente tem um tempo livre.
Quando Lydia se ajeitou no meu quadril, observei envergonhado, a ereção que se formava por debaixo da minha calça, criando uma espécie de tenda levantada na calça de moletom.

Eu fiquei tão saudoso de tocar em Lydia e foi tão difícil me controlar durante uma semana, que ela me acordou três noites seguidas, com um sorriso satisfeito, dizendo que não conseguia dormir porque eu não parava de gemer o nome dela. Em todas essas noites, eu estava com uma ereção vergonhosa.

— Desde quando Scott vai ao mercado as seis da manhã?

Apesar da vergonha, ajudei Lydia a sentar em cima de mim, separando com satisfação suas pernas, para que ela se acomodasse. Fiquei grato por ela ter dormido com uma blusa de tecido fino ao vislumbrar os bicos dos seios rígidos de excitação.

— Eu acho que ele fez isso de propósito porque você estava gemendo, Stiles.

— De novo?

Senti meu rosto esquentar de vergonha enquanto ela se ajeitava. Por instinto, apertei as pernas brancas e deliciosas, massageando suas coxas, admirando o corpo com excesso de roupa. Ela soltou uma risada maldosa que me fez sorrir durante a timidez.

Parecia inacreditável que a mesma Lydia que se escondia debaixo de roupas enormes e tinha medo de qualquer coisa relacionada a sexo, estava tão a vontade comigo, exibindo o corpo, pedindo para ser tocada, tendo segurança nela mesma e segurança em mim, percebendo que eu jamais a machucaria ou faria algo contra a sua vontade.

— Você está precisando se tocar. — Ela soltou o comentário naturalmente.
Não, Lydia. Eu não preciso me tocar, eu preciso me enterrar dentro de você!

Xinguei-me pelos próprios pensamentos e me limitei a corar, sem coragem nem para concordar com a cabeça. Eu amava ver Lydia daquela forma, amava lhe proporcionar prazer e sempre colocaria o conforto e a satisfação dela acima das minhas necessidades, porém, estava difícil suportar o fato de que só ela era aliviada, enquanto eu acumulava desejo.
Lydia tirou a blusa, revelando os seios descobertos e logo em seguida, lutou contra o short curto, tirando e ficando somente com uma calcinha preta bem pequena. Ela começou a massagear os seios, sem nenhum tipo de nojo de si mesma, o que me fez sorrir.

Ansioso, coloquei uma mão por dentro do tecido preto e a estimulei. Senti a ereção aumentar enquanto via Lydia se deliciando com o prazer, jogando a cabeça para trás, suspirando e conhecendo os próprios seios enquanto eu a masturbava.

Parecia estar tão gostoso, ela estava tão a vontade e demonstrava tanto prazer, que eu desejei ser capaz de sentir o que ela sentia para me deliciar daquela forma, para receber alívio da minha tensão sexual daquele jeito reconfortante.

Quando coloquei o primeiro dedo dentro dela, abandonando um pouco seu clitóris, ela soltou um gemido destemido e começou a rebolar. Quanto mais eu estimulava, a invadia, mais ela requebrava em cima de mim, movendo o quadril bem próximo da minha ereção crescente.

Ela olhava fixamente para mim, sem constrangimento. O cabelo grudava na testa por causa do suor, as bochechas ficavam vermelhas de acordo que ela se esforçava para se mover em meus dedos, os sons de sua boca eram muito baixos e arrastados.

Linda, linda. Céus! Não existe mulher mais linda!

Ela chegou ao limite com um suspiro longo e silencioso, fechando os olhos como se quisesse aproveitar o momento. Eu era incapaz de parar de olhar para os seios perfeitos, roliços e levemente vermelhos de tanto que Lydia os apertou.

— Foi bom o Scott ter saído. — Comentei baixinho, enquanto ela continuava a suspirar. — Estava com saudade de ver você assim.

Ainda de olhos fechados, a mulher mais linda do mundo abriu um sorriso enorme. Era daquela maneira que eu amava vê-la: satisfeita e rendida.

De alguma forma, eu consegui trazer de volta uma parte da antiga Lydia e a cada dia, a cada segundo, eu presenciava novas vitórias, novos progressos. Cada vez mais, seu sorriso vinha com maior facilidade e isso fazia com que eu também sorrisse o tempo todo em sua direção.

Só tinha pesadelo se dormia longe de mim e parecia, por diversas vezes, esquecer de tudo o que passou. Quando ela esquecia, quando mostrava sua felicidade e tranquilidade, ela me tornava o homem mais feliz do mundo.

Manhosa, ela acariciou meu peito coberto pela blusa e saiu de cima de mim, se jogando ao meu lado. Passei os braços em seus ombros e a puxei para mais perto, sentindo o cheiro suava de morangos exalando do seu cabelo.

— Eu... — Ela interrompeu a própria frase. Esperei alguns segundos que voltasse a falar, porém , quando a encarei, me surpreendei ao ver suas bochechas coradas.

— O que foi? Pode falar qualquer coisa, anjo.

— Eu também quero fazer carinho em você.

— Carinho? — Pronunciei a palavra com estranheza.

Ela não respondeu, no entanto, me lançou um olhar cheio de significado.

Observando seu rosto corado, me perguntando o que poderia deixa-la constrangida quando já estava tão habituada com a nudez perto de mim, finalmente entendi.

Lydia ainda tinha inseguranças em relação ao sexo e seus dois maiores medos eram frutos dos abusos contínuos que sofreu. Tinha medo de se machucar durante o sexo, que fosse desconfortável e dolorido e, ainda tinha algum receio com o corpo masculino. Esse segundo medo, ela nunca falou, mas eu percebia que ela só conseguia lidar bem com minha ereção aparente quando estava com muito desejo, se não, em seus olhos, conseguia enxergar o medo.

— Você quer tocar em mim?

Ao chegar a conclusão, lembrando que eu mesmo nomeie os atos sexuais como “carinho”, perguntei com a voz falha de nervosismo. Senti meu rosto esquentar de vergonha, minhas mãos começaram a suar e fiquei arrependido de estarmos tão próximos com ela seminua.

Lydia não teve tempo de responder, porque o grito de Scott vindo da sala, impediu.

— Eu acho bom vocês pararem de se pegar, porque eu voltei!
Ainda mais envergonhado com o grito de Scott, levantei da cama. Lydia resmungou quando a tirei de perto de mim e me encarou repleta de insegurança. Não queria que ela por algum momento, achasse que eu não desejava aquele carinho, porém, não sabia como dizer o quanto ansiava aquilo.

— E-eu vou ficar com ele. — Gaguejei já andando até a porta do quarto. — Vou deixar você se vestir!

Fui até a sala distraído, sentindo a queimação consumir meu rosto.

Automaticamente, sentei ao lado de Scott no sofá, mas nem olhei na sua direção, até é claro, ele proferir o primeiro comentário constrangedor do dia.

— Você percebeu que a barraca está levantada? — Precisei olhar na direção que ele apontava para perceber que minha calça continuava erguida de um jeito indiscreto. — Pelo visto vocês se divertem mais quando eu estou fora.

Mesmo com o sorriso debochado sendo intimidante, ao encarar o queixo torto dele, tive a necessidade de dizer minha insegurança. Eu sabia que de qualquer forma, ele iria me convencer a contar o que fiz com Lydia.

— Ela disse que quer tocar em mim. — Confessei baixo, com medo de que ela escutasse.

— Ual! Isso é muito bom, Stiles! Você não disse que ela tinha medo disso? — E de maneira incrível, por alguns segundos, ele levou aquela confissão a sério. — Sem contar que você está precisando muito. Eu juro que se você me acordar mais uma noite, gemendo o nome dela, vou invadir o quarto de vocês e arrancar suas bolas!

Fechei a mão em punho e deu um único murro no ombro de Scott. Óbvio que o maldito lobisomem não sentiu nenhuma dor graças aos seus dons lupinos e ainda riu da minha tentativa.

— Se você estivesse ficando com uma garota linda como a Lydia e fazendo as coisas que eu faço nela, você ia entender o porquê eu fico assim durante o sono.

Apesar da minha fala aparentemente corajosa, sentia meu rosto queimando de vergonha, tanto por eu o acordar com os gemidos, tanto pela ereção evidente que se recusava a abaixar. Por fim, coloquei uma almofada no colo e procurei evitar contato visual com Scott.

— Acredite, eu entendo. — A resposta dele me sobressaltou.

— Como assim entende? — Quando ele demorou tempo demais para responder, virei na sua direção com um olhar acusador. — Você disse que a Kira está com os skinwalkers! Como...Calma! Você já está com outra pessoa?
Ele encolheu os ombros. Dá para acreditar nisso? Ele encolheu os ombros!

— Scott, como você não disse isso? Eu sou obrigado a contar cada detalhe da minha vida íntima e você não acha importante dizer que está com outra garota? — Mais uma vez, ele não respondeu. — Eu já achei um absurdo você só me contar essa semana que a Kira está com os skinwalkers há um mês, mas isso...

— Eu queria falar só ao vivo.

— Scott McCall! Eu não preciso ser lobisomem para saber quando você está mentindo! Por que você não disse isso antes para mim?

Irritado, fiquei de pé, aproveitando que minha ereção abaixou. Andei de um lado para o outro e parei logo em seguida na frente de Scott, erguendo o dedo indicador na sua direção.

Para comprovar que ele estava tentando esconder alguma coisa, ele não me olhou nos olhos. Ficou encarando o chão e estalando os dedos do jeito que fazia só quando estava nervoso. Por que ele ficaria nervosa para me falar sobre uma garota?

— Vamos, fala quem é! Com quem você está ficando? — Silêncio novamente e eu tive vontade de dar outro murro em seu ombro. — Eu sou seu melhor amigo! Vai mesmo esconder isso de mim?

Scott sussurrou algo tão baixo e tão enrolado, que eu não consegui entender. Inclinei o corpo em sua direção e ergui sua cabeça bruscamente, obrigando que ele me encarasse. Presenciei o receio nos olhos castanhos e como se não bastasse, engoliu em seco.

— Fala mais alto, Scott.

— Malia. — Foi o único nome que ele pronunciou.

Franzi o cenho, sem entender o motivo dele dizer o nome dela. Seria só para me distrair?

— O que tem a Malia? — Perguntei repleto de confusão.

— Malia é a garota que eu estou ficando. É por isso que eu entendo os sonhos, porque ela também está me enlouquecendo de tesão e a gente ainda não..

Provavelmente ele percebeu que era melhor parar de falar, quando eu comecei com o tique nervoso de piscar os olhos. Precisei respirar algumas vezes antes de conseguir falar, vendo a expressão de medo de Scott.

— Eu namorei Malia durante anos, a gente terminou há pouco tempo e você já está querendo ir para cama com ela? — Sabia que não tinha motivo para aquela reação, mas não pude evitar. — Meu Deus, Scott! Você não podia esperar um pouco? Quer dizer, mês passado eu transei com ela nessa sofá e contei em detalhes como foi!

Nós estremecemos juntos com aquela afirmação. Não conseguia pensar em nada pior do que ficar com a mesma garota que meu melhor amigo que sempre considerei como um irmão para mim. O mais estranho era o fato de até hoje, eu só ter feito sexo com Malia e ela comigo.

— Nunca mais vou conseguir sentar nesse sofá!— Scott parecia nauseado quando levantou fazendo uma careta.

Só não respondi, porque Lydia apareceu na sala com uma expressão confusa, olhando fixamente para mim. Os olhos verdes estavam intrigados, cheios de curiosidade.

— Vocês estão discutindo? — Ela perguntou repleta de insegurança, arriscando alguns passos em minha direção.

Suspirei, odiando vê-la daquela forma e rompi nossa distância, a envolvendo com um braço ao redor dos ombros. Depois do que passou na Eichen House, Lydia se assustava com facilidade e ficava com medo até de pequenas brigas, como se temesse que alguém fosse machucá-la de alguma forma.

— Scott resolveu esconder que está ficando com a minha ex-namorada.

Não consegui prever a reação de Lydia. Não tinha imaginado como uma única frase poderia afetá-la, até enxergar a magoa dominando seu rosto e o medo transbordando dos olhos infinitamente expressivos.

Eu odiava quando ela ficava daquela jeito. Odiava ainda mais saber que eu era o causador daquela magoa.

— Você ainda gosta dela? — Foi a única pergunta com a voz trêmula.

Para piorar, os olhos de Scott se arregalaram e olhou para mim como se aquela possibilidade o assustasse. Qual era o problema dele? Ele sabia muito bem que eu só tinha olhos para Lydia!

A situação era meio estranha, incômoda e estava irritado por Scott ter escondido de mim. Afinal, ele e Malia são meus melhores amigos, mas isso não significa que eu tenho algum sentimento, se não de amizade, pela Hale.

— O que? Não!

— Mas está com ciúmes dela. — A voz dela mostrou a dúvida que tinha sobre mim.

— Não é isso! É só que... — Balancei a cabeça negativamente e a soltei, dando alguns passos para trás. — Deus! Primeiro você beija a Lydia sabendo que eu sou apaixonado por ela e agora fica com a Malia pouco depois de eu terminar...

— Ele só está com medo da Malia descobrir que eu sou melhor na cama do que ele e falar isso para você, Lydia. — Quando estava me exaltando, falando mais do que gostaria, Scott interrompeu com aquela frase.

— Isso só é estranho. — Murmurei constrangido, tentando ignorar Scott. — E não entendo porque você e Malia esconderam isso de mim, vocês são meus melhores amigos.

— Eu estava querendo evitar essa reação. — Por um momento, achei que McCall fosse capaz de levar algum assunto a sério. — Não queria que você soubesse que ela se assustou ao ver o quanto meu pa...

— Scott!

— É bem maior do que o seu.

— Você pode, por favor, não falar essas coisas na frente da Lydia?

Enquanto eu explodia de vergonha, observei Lydia, buscando alguma reação em seu rosto. Ela estava completamente vermelha e só olhava para mim. Não conseguia dizer se ela ainda estava incomodada comigo ou se as falas de Scott tinham a distraído.

Eu tinha certeza que não gostava de Malia e que sempre fui completamente apaixonado por Lydia, porém, não podia negar que as brincadeiras de Scott tinham um fundo de verdade. Ficava inseguro com a ideia dela ficar com nós dois, podendo me comparar com ele.

Obviamente, nunca fiquei com Scott para saber, mas a possibilidade dele ser muito melhor do que eu tanto no beijo como em coisas mais...quentes, me assustava.

Scott soltou uma risada descontraída, mostrando estar mais a vontade com a situação. Eu voltei a abraçar Lydia, a puxando pela cintura e depositei um único beijo em sua testa para lhe dar segurança.

— Eu amo você, anjo. — Sussurrei em sua orelha, ouvindo ela suspirar baixinho em resposta.

— Desculpa não ter falado antes. — Scott se pronunciou depois de algum tempo. — Eu prometo que vou contar tudo o que você quiser com a quantidade de detalhes que exigir!

Revirei os olhos e o encarei de maneira significativa. Ele me conhecia o suficiente para entender que eu não queria ter aquela conversa com Lydia presente, então apenas ergueu as mãos em rendição e confirmou com a cabeça.

Minutos de silêncio.

— Vocês querem sair? — Fui pego de surpresa com a sugestão de Lydia.

— Você quer sair? — Devolvi a pergunta para ela, abrindo um sorriso enorme.

A única vez que saímos foi para ir na praia, quando demos nosso primeiro beijo de verdade. A semana que passamos com Scott, me distraiu um pouco do fato de continuar em casa o tempo todo, mas a ideia de sair com os dois me encheu de alívio.

Ela abriu um meio sorriso e concordou, olhando para mim.

— Para onde você quer ir, anjo?

— Praia e cinema, praia e cinema! — Scott cantarolou sem dar chances de Lydia responder.

— Eu estava falando com o outro anjo.

— Tem que ser mais claro na próxima vez, boneco. — Só não bufei com a resposta dele, porque Lydia soltou uma risada. A semana toda, ela riu das minhas pequenas brigas e implicâncias com Scott, se divertindo por nossa causa.

— Praia e cinema parece bom. — Ela murmurou para mim, com uma timidez que só lhe tornou típica depois do inferno que passou.

— Eu gosto de ir cedo! Então vamos nos arrumar! — Scott não esperou por resposta, correndo até o quarto de Lydia, onde estava hospedado já que ela preferia dormir no meu quarto.

Nós vimos ele sumir no quarto e ficamos imóveis na sala. Ao olhar para Lydia, percebi que era a oportunidade de poucos minutos de privacidade para falar bem baixinho se algo ainda a incomodava naquele assunto sobre Malia.

— Está tudo bem?

— Você ainda se sente atraído por ela?

— O que?

— Eu acredito que você gosta de mim, enxergo a verdade nos seus olhos toda vez que diz que me ama. — Sorri com aquela declaração, tendo a certeza de que se sentia amada por mim. — Mas a Malia é linda, então talvez você ainda sinta algo físico por ela, sabe, se sinta atraído, tenha desejo de...

Ao perceber o que ela queria dizer, deixei nossos lábios se encontrarem em um selinho colante. Esperei escutar ela suspirando, para finalmente a invadir bem lentamente com minha língua, me abrindo naquele espaço quente e reconfortante.

Movi os lábios e a língua do jeito que sabia que ela aprovava. Lydia estremeceu e tive vontade de sorrir durante por o beijo por saber como provocar aquelas reações nela, porém, contive o sorriso para aproveitar que ela deixou que eu guiasse o beijo lento e pronto. Em nenhum momento, tentou tomar o controlar, deixando eu comandar como queria.

Quando suas mãos pequenas e gordinhas foram ao meu pescoço, arrisquei deslizar as minhas até sua bunda, apertando com força o suficiente para a levantar um pouco do chão, puxando sua carne gostosa para mim.

A surpresa foi tão grande, que ela arfou, parando o beijo. Aproveitei para morder seu lábio inferior e sugar com delicadeza por alguns instantes, até a contragosto, permitir que ela se afastasse.

— Você não entende o quanto eu te desejo, Lydia? — Tirei uma das mãos de sua bunda para levar até o seio direito, tomando a liberdade para começar a massagear por cima da roupa. — Se a gente não tivesse que sair, eu arrancava agora sua roupas só para você gozar de novo, mas dessa vez na minha boca.

Ela soltou um pequeno gemido que me fez tirar as mãos do seu corpo, antes que Scott escutasse ou saísse do quarto. Dei um passo para trás e analisei o desejo claro no rosto de Lydia.

— Eu não desejo ninguém além de você. Escutou, anjo? — Ela concordou com a cabeça, porém não me olhou nos olhos. Soltei um longo suspiro e coloquei as mãos em seu rosto. — O que foi, Lydia? Por que você ainda está assim?

— Desculpa. — Foi a primeira palavra dela em um sussurro. — É que eu estou com muita vontade de fazer carinho em você.

Corei, dessa vez entendendo de imediato o significado da palavra carinho.

Senti o desejo se manifestando mais uma vez no meu corpo, trazendo uma estranha sensação de formigamento.

— Por que vocês ainda não estão prontos? — E então, o grito de Scott quebrou toda a tensão sexual.

Notas finais
LEIAM POR FAVOR Quem me AMA vai ler essas duas fics e comentar hahhaha Eu fazendo drama? Imagina! Enfim, lindinhos, falando sério, esses links são da minha primeira parceria e por isso estou tão animada. Quem ainda leu, vale a pena dar uma passadinha lá, é tudo STYDIA!! Short fic finalizada: https://fanfiction.com.br/historia/690920/Homem_Perfeito_e_Bochechas_Vermelhas/ Hurts like hell, não foi postada no Nyah, pelo menos até agora! Quem quiser ler, procure no site do Spirit!