Aniquila-me

27 Inacreditável


Notas iniciais
Olá, lindinhos! Demorei um pouquinho para postar, eu sei, maaas como recompensa, o capítulo está bem grandinho e novamente...fofo! Minha internet está horrível e como vou me mudar, tenho muita caixa para arrumar, por isso tem chance de demorar um pouquinho para postar...mas fiquem tranquilos que vou fazer de tudo para conseguir escrever e postar o mais rápido. Boa leitura!

Stiles Stilinski

Lydia Martin me beijou, duas vezes.

Meu Deus! Lydia Martin me beijou!

Beijo de língua!

Se controla, Stiles! Ela vai acabar percebendo.

Encarei a garota ao meu lado, seus lábios grossos se moviam. Parecia dizer alguma coisa, mas não conseguia escutar, pois me distrai ao meu pensar que aquela boca aprisionou meu lábio inferior e que eu tive a oportunidade de, finalmente, morder aquela carne macia com sabor doce.

Ela me beijou. Ela me beijou. Ela me beijou.

Da para acreditar que ela me beijou e disse que está apaixonada por mim?

Não é possível. Será que isso está mesmo acontecendo?

Por instinto, encarei minhas mãos e contei lentamente meus dedos. Quando alcancei o décimo dedo, não consegui conter a risada de felicidade, aquilo não era um sonho.

Minha caminhada foi interrompida, quando mãos pequenas se espalmaram no meu peito. Eram as mãos dela contra o tecido de minha blusa, sorri e a encarei, estava parada a minha frente com uma expressão confusa.

Ela era tão, mais tão linda. Amava o cheiro de sua pele, a cor de seus cabelos, as curvas delirantes de seu corpo, os lábios grossos, os olhos verdes e por Deus! Como amei o sabor de sua boca, era muito melhor do que eu imaginava, me sentia entorpecido, desejoso por mais.

Como era possível uma mulher tão linda me beijar e dizer que está apaixonada por mim?

— Stiles! — Só percebi que Lydia falava alguma coisa, quando ela praticamente gritou meu nome, os olhos arregalados.

— O que foi? — Perguntei, confuso, balançando a cabeça, tentando me lembrar onde eu estava.

— Desde que a gente saiu da praia, você não escuta o que eu falo! Só fica com essa cara de desligado e começa a gargalhar do nada! — Percebi pela histeria em sua voz que eu devia estar fazendo isso por um longo tempo. — Nós estamos andando em círculos pela mesma rua, você não reage a nada e não para de andar! Eu já estava com medo de não sei, você ter tido uma crise ou algo do tipo.

Senti minhas sobrancelhas se franzirem. Olhei para o lado e percebi que ainda estávamos na rua bem próxima a praia. Eu ainda não tinha a levado a um restaurante?

— Desculpa, só estava distraído. — Falei baixinho, voltando a encara-la.

Eu me tão sentia insignificante diante da mulher assustadoramente linda, que encolhi os ombros e desviei o olhar, encarando o chão.

— No que você estava pensando todo esse tempo?

— No nosso beijo. — Disse por impulsividade, sem pensar antes. — Quer dizer, nossos beijos já que foi mais um de um.

Mordi a boca, tentando me impedir de falar mais besteira e comecei a pular no calcanhar para me acalmar. Meus olhos fugiam do rosto de Lydia, constrangido, sem saber como reagir.

Ela abriu um sorriso grande, sua expressão se suavizou imediatamente.

— Eu passei tanto tempo com medo, insegura, com você cuidando de mim, que esqueci completamente o quanto consegue ficar envergonhado e atrapalhado.

Ela soltou uma risadinha digna da verdadeira Lydia.

Ótimo! Eu consigo fazer a garota agir com segurança, sem medo ou vergonha, pelo menos comigo, começando a parecer mais com a antiga Lydia confiante e eu, automaticamente, volto a agir como o retardado apaixonado que só faz e fala besteira perto dela.

— Hãn... vamos logo para um restaurante. — Murmurei, tentando sair daquela situação, andando apressado.

Lydia agarrou minha mão, fazendo minha pele formigar. Precisei controlar a respiração e lembrar a mim mesmo para onde eu queria ir, mesmo quando meus pensamentos voltaram para os beijos deliciosos.

“Ela podia me beijar de novo, tipo agora. ” Minha mente gritava quando finalmente, consegui achar um restaurante bem vazio e acolhedor, para não assustar Lydia com lugares cheios de pessoas que ela não conhecia, afinal, não podia arriscar estragar a primeira vez que ela aceitava sair de casa.

Sentamos em uma mesa no canto do restaurante e eu disse a Lydia para escolher o que quisesse do cardápio.

— Eu não sei o que escolher, tem muita opção. — Ela falava com um biquinho nos lábios. Como eu queria morder aquela boca...

— Não sei você, mas eu estou afim de comer muito e só besteiras. — Murmurei, lutando para não encarar sua boca e me lamentando por ter sentado na sua frente, com a mesa nos separando, em vez de sentar ao seu lado.

— Escolho petiscos então? — Apenas concordei com a cabeça, sem falar nada, observando seu rosto concentrado.

Quando o garçom chegou, Lydia abraçou o próprio corpo e se encolheu na cadeira, como quisesse se esconder. Percebi que o homem a olhou e que isso fez a garota arfar, o rosto perdendo a cor, os olhos ficaram arregalados e assustados.

Antes que ela tivesse uma crise de pânico, chamei rapidamente a atenção do garçom e pedi os petiscos que Lydia tinha escolhido.

— Anjo, está tudo bem, respira.

— Ele ficou olhando para mim!

— Não pode culpar ele por isso. — Murmurei, puxando a mão dela e entrelaçando nossos dedos por cima da mesa. — Você é assustadoramente linda, é impossível não ficar olhando.

Ela espremeu os lábios, dando um mini sorriso, mas precisou de longos minutos para voltar a se ajeitar na cadeira e eu, a esperei em silêncio, fazendo carinho na palma de sua mão, até que ela conseguiu se recompor completamente, relaxando.

Ficamos em silêncio, com as mãos unidas, dedos entrelaçados e somente depois do garçom trazer as batatas fritas, linguiças, carnes e frangos, tudo em porções fartas, a garota falou.

— Então naquele tempo que você estava em transe — Lydia parou de comer para fazer aspas com as mãos ao dizer transe. — Estava pensando no nosso beijo?

Engoli em seco, respondendo mentalmente: “Pensando também na vontade de beijar de novo e em como fui idiota, falando coisas estupidas. “

Com medo de falar mais do queria, sem querer expor meus pensamentos, apenas concordei com a cabeça, enchendo a boca de batata frita como uma desculpa para não falar nada.

Lydia estreitou os olhos, como se percebesse que eu evitava falar, mas afinal, o que eu diria?

— Eu aposto que estraguei tudo na hora do beijo e que por causa disso, perdi a oportunidade de você querer me beijar de novo.

Sabe aquele momento que você jura que está falando só em pensamento, discutindo consigo mesmo e quando percebe que disse em voz alta, já é tarde demais? Esse pequeno momento constrangedor da minha vida, foi exatamente assim.

— Desculpa! Eu não quis dizer isso em voz alta.

— Você acha que beija mal?

— Eu não levo muito jeito para essas coisas. — Quando percebi, já respondia, constrangido, olhando fixamente para a comida. — Mas está tudo bem, eu não preciso saber beijar ou fazer sexo para... — Não consegui terminar a frase quando me dei conta que disse “sexo”, mostrando que eu tinha a certeza que era ruim no sexo.

Lydia, definitivamente, não precisava ouvir isso.

Ela ficou calada por tanto tempo, que tomei coragem para encara-la. Parecia pensativa, a expressão demonstrava desagrado e assim, tive a certeza que ela não esqueceria o assunto, apenas tinha deixado para depois.

Terminamos de comer e saímos do restaurante naquele mesmo silêncio que era ligeiramente incomodo, mesmo assim, nossas mãos pareciam incapazes de se afastar.

Quando chegamos na frente do prédio, foi a primeira vez que Lydia voltou a me encarar fixamente e ao entramos no elevador, ela finalmente falou.

— Eu não sou a única com problemas de autoestima.

— Isso é diferente, você é perfeita, Lydia e sempre teve consciência disso, só está assim por causa do que fizeram com você. — Defendi rápido, enquanto entravamos no apartamento. — Já eu, sou apenas... — Parei por um instante, procurando por uma palavra antes de falar. — Desajeitado e estranho em todos os aspectos.

— Você não é estranho. — Ela sentou no sofá, cruzando as pernas e automaticamente, sentei ao seu lado, agarrando novamente a sua mão.

— Não tem como discordar que sou desajeitado.

— Eu gosto de você exatamente assim.

Aquelas palavras fizeram meu coração acelerar, arfei baixinho e a encarei com desconfiança, estreitando os olhos.

— E por sinal, eu já disse o quanto você beijou bem.

Pateticamente, senti minhas bochechas queimarem com o rubor, denunciando minha vergonha. Como essa garota conseguia me deixar daquele jeito? Como ela podia falar coisas assim para mim?

— O-obrigado? — Repentinamente, minha mão suava contra a da Lydia e meus dedos ficaram trêmulos.

— Você ainda não acredita. — Ela negou com a cabeça, suspirou e seus olhos penetrantes, assustadoramente lindos, se conectaram em mim.

A mão pequena e macia de Lydia, foi ao meu rosto, seus dedos se apoiaram na pele da minha bochecha e a outra mão, que estava entrelaçada com a minha, se soltou para ir em direção ao meu pescoço.

Permaneci com os olhos abertos, arregalados e ela fechou os dela.

Era impossível, inacreditável. Eu só podia estar delirando, mas juro que ela me beijou.

A boca carnuda se esmagou contra a minha, seus lábios eram tão grossos que cobriram os meus por completo. Em questão de segundos, a língua quente forçou entrada na minha boca e eu cedi rapidamente.

Ela começou a me beijar com delicadeza, e não existia nenhuma insegurança que fosse capaz de me impedir de corresponde-la. Movi minha língua timidamente, imitando a boca experiente de Lydia.

De maneira muito sutil, encostei os dedos na cintura da garota, com medo de assusta-la e em resposta, ouvi seu suspiro de satisfação e suas mãos se espremeram contra minha pele.

Ela me beijava de um jeito cada vez mais enlouquecedor, sua língua era calma, firme, causando prazer em minha boca e eu desejava desesperadamente lhe proporcionar prazer da mesma forma.

A Martin puxou meu lábio inferior e eu tremi, excitado, tentando controlar as reações do meu corpo. Ela puxou minha boca com força, seus dentes forçaram meu lábio, já sensível devido as mordidas do beijo na praia, para logo em seguida, chupar com vigor, sugando para dentro de sua boca.

Arfei, apertei sua cintura com força e puxei seu corpo para mais perto, fazendo seus seios cobertos se esmagaram contra meu peito. Ela continuou aprisionando meu lábio, esfregando a língua sobre ele, roçando os dentes, mordiscando. Aquilo me enlouquecia.

Meu corpo queimava de desejo, a blusa de Lydia parecia ser um incomodo para minhas mãos, a vontade de faze-la sentar no meu colo e tocar em seu corpo era praticamente incontrolável, mas com o resto de sanidade, lembrava a mim mesmo que não podia fazer isso.

Quando percebi que minha excitação aumentou o suficiente para se tornar visível na minha bermuda, úmida com a água do mar, afastei meu rosto bruscamente do de Lydia e isso fez com que os dentes dela passassem com certa violência na minha boca.

Sentindo a ardência no meu lábio inferior, percebi que ela, sem querer, tinha aberto uma pequena ferida. Arfando, com as mãos tremendo, me afastei de seu corpo e encarei suas pupilas dilatadas, o rosto rosado, a boca inchada.

— E-eu preciso tomar banho. — Murmurei rápido, constrangido ao olhar para baixo e perceber que meu medo tinha se concretizado.

Antes que Lydia olhasse na direção da minha bermuda, levantei, cambaleando e corri até o banheiro.

Durante o banho, com a água estupidamente gelada, mesmo tendo que deixar a porta aberta e sabendo que Lydia estava na sala, precisei me tocar até descarregar a tensão sexual que dominava meu corpo.

Voltei para a sala, vestindo uma blusa de malha e calça de moletom. Encontrei Lydia sentada na mesma ponta do sofá e precisei desviar o olhar quanto notei a forma intensa que ela me encarava.

— Lydia, por favor, tenha piedade de mim, tenta tomar banho sozinha. — Implorei, pois sabia que não tinha sanidade para vê-la nua naquele momento. — Você precisa tirar a areia do corpo, mas eu não vou conseguir...

Não terminei a frase, mas ela pareceu entender, pois concordou rapidamente com o rosto.

Lydia tomou um banho demorado e voltou usando um pijama curto, o que me fez perceber que ela tinha total capacidade de tomar banho sozinha, mas por algum motivo, todos os dias, pedia que eu lhe ajudasse no chuveiro.

Coloquei um filme qualquer na televisão e quando deitei no sofá, Lydia deitou também e se encolheu, se ajeitou, até seu corpo se acomodar sobre o meu, cada centímetro de nossas peles se encostando. A sensação de como nos encaixávamos, era boa. A envolvi com os braços e me reconfortei em seu contato.

O resto do dia passou rápido e quando coloquei a garota na cama, acariciando seus cabelos ruivos, percebi que mesmo convivendo com ela todos os dias, morando juntos, passando cada segundo grudados, ainda assim, eu sentia que os dias não eram grandes o suficiente para satisfazer minha necessidade de admira-la, de sentir suas mãos pequenas, de segurar seu rosto, de observar seu corpo e desejar seus lábios.

Ela dormiu e a primeira coisa que fiz, foi ir para meu quarto e ligar para Scott. Ele atendeu no terceiro toque.

— Stiles! Eu ia mesmo ligar para você.

— O que você tiver para falar, pode esperar. — Eu sorria tão abertamente, que tinha a certeza que o lobisomem percebia isso pela minha voz. — Tenho uma coisa para falar. — Fiz suspense, segurando o riso.

— O que? — Ele perguntou e eu permaneci calado. — Stiles? Fala logo!

— Adivinha. — Murmurei de um jeito quase infantil e o Alfa suspirou do outro lado da linha.

— Eu não vou adivinhar, Stiles.

— Ok, seu chato. Ela me beijou.

— Ela o que? De novo? — A voz de Scott subiu uma oitava, claramente animado, me fazendo rir.

— Dessa vez foi de língua, Scott! — Comemorei, ainda rindo. — Ela me beijou três vezes, ficou mordendo minha boca, sug...

— Ei, Stiles! Não preciso de tantos detalhes.

— Desculpa, mas é sério, cara, eu não estou acreditando, minha boca está dormente! Ela beija muito bem, do tipo, eu não sabia que tinha como um beijo ser tão bom assim...

— Stiles, não começa. — Scott também ria e eu desejei poder passar a noite toda na casa dele para falar sobre os beijos.

— E isso nem é a melhor novidade! Ela ainda disse que está apaixonada por mim e que eu beijo bem, dá para acreditar? Eu contei meus dedos, dessa vez eu juro que não foi um sonho.

— Viu? Eu sabia que ela estava gostando de você! — A voz dele era vitoriosa e nunca fiquei tão feliz por ele ter razão. — E tem certeza que você contou certo os dedos, né? Porque nunca vou esquecer quando você me ligou de madrugada, achando que a Lydia tinha o beijado e eu tive que brigar com você, lembrando que Lydia estava viajando e que tinha sido só um sonho. — Scott gargalhou alto e eu estava tão feliz, tão incrédulo, que quando percebi, ria com ele.

— Dessa vez eu tenho certeza, meu lábio inferior está até machucado. — Automaticamente, passei a mão na minha boca, sentindo a ardência gostosa.

— Ual, selvagem, estou orgulhoso de você! Só por favor, não me diz que ficou nervoso, todo vermelho e agiu totalmente sem noção.

— Bem, mais ou menos...

Através de risadas, expliquei detalhadamente tudo o que aconteceu, como convenci a Lydia sair de casa, como ela me beijou, o que conversamos e como eu estava delirando, feliz, mas sem saber como ia conseguir manter o autocontrole para que Lydia não ficasse com medo de mim.

— Mas, então, alguma novidade sobre a Echein? — Automaticamente, sussurrei, quando acabei de explicar tudo o que aconteceu naquele dia.

— Não precisamos falar sobre isso hoje, Stiles, aproveita o dia bom que você teve.

— Scott, eu preciso saber se ela está correndo perigo. Há um mês eles já estão procurando por ela...

— Eles não sabem onde ela está e todo mundo está se concentrando nisso, ninguém vai deixar que eles cheguem perto de vocês.

Suspirei, preocupado, pois sabia que era só questão de tempo até nos acharem e que teria que contar para Lydia, quando o perigo fosse real. Sabia que aquilo a deixaria devastada, mas eu era incapaz de esconder algo assim dela.

— Teve mais algum ataque? Vocês descobriram o que querem com ela?

— Malia foi na Echein House sozinha, sem ninguém saber. — Ele murmurou baixo e eu arregalei os olhos.

— Como assim ela foi sozinha?

— Lydia ter tentado matar Malia, pareceu comove-la de alguma forma, porque ela está decidida a matar todo mundo da Echein para não pegarem Lydia de novo. — Aquilo me surpreendeu, mas não falei nada para que Scott continuasse a falar. — Ela bateu em um enfermeiro e descobriu que esse médico pega outros seres sobrenaturais para fazer os experimentos.

— A diferença é que não existe outra Banshee.

— Exato.

— A gente não pode... — Parei de falar quando Lydia surgiu na porta do meu quarto, cambaleando, o cabelo bagunçado e a expressão sonolenta. — Scott, preciso desligar, Lydia acabou de aparecer aqui no meu quarto.

Não esperei ele se despedir, simplesmente encerrei a ligação e fui até Lydia, preocupado.

— Aconteceu alguma coisa?

— Tive um pesadelo. — Ela sussurrou de um jeito tão manhoso, que envolvi seus ombros em um abraço desajeitado.

— Você nem gritou.

— Agora não grito mais. — Respondeu, balançando os ombros.

— Quer que eu coloque você para dormir de novo?

— Não. Eu quero dormir aqui. — Ela falou baixinho e imediatamente, percebi que estava insegura.

— Dormir aqui? Comigo? — Senti meus olhos se arregalarem de surpresa.

— Se você deixar...

Sorri e não falei mais nada, a puxando para mais perto e andando, com ela, até minha cama. Deitei bem na ponta, apesar de gostar de dormir no meio do colchão, para que Lydia pudesse ter liberdade, mas ela fez uma careta e me puxou pelo braço.

Nos remexemos por alguns instantes, procurando uma posição boa para dormir e o corpo de Lydia relaxou completamente quando seus braços finos me abraçaram, me puxando para seu corpo. Apoiei a cabeça na sua clavícula e ela espremeu o corpo contra o meu, fazendo com que eu também relaxasse, me sentindo confortável preso em seu abraço, de frente para ela.

Lydia acomodou o rosto por cima da minha cabeça, eu me encolhi e aproximei mais o meu peito de seus seios escondidos no pijama, respirei fundo, sentindo seu cheiro suave.

Dormimos daquele jeito.

Notas finais
Espero que tenham gostado da narração do Stiles e de como a relação deles está evoluindo, porque eu estou amando escrever isso! Beijinhos e até logo!