Notas iniciais
Quem é vivo sempre aparece, por isso... Olha eu aqui de novo. Espero que gostem.

Lá da varanda vejo o sol chegar

A noite foi longa

Os olhos não consegui pregar

Acompanhada pelo vinho

Me agasalho com o pesado cobertor

Hoje o vento sopra frio

Parece que ele sabe da ausência do meu amor

As estrelas não me falam nada

De implicância permanecem caladas

E eu aqui mais uma vez

Entre crises existencialistas e filosofia barata

Questionando sem chegar a nenhuma conclusão

Tentando aquietar meus pensamentos apressados

Que contrastam com o silêncio da escuridão

Perdão pela falta de solidez

É que foram tantos baques e estruturas caídas

Foi de já ter sido tantas ruinas

Que me fiz fluidez

Mas não importa

Olha a hora

O sol frio da madrugada está começando a esquentar

Preciso dormir ou pelo menos tentar

Mas a insônia, minha maldita conhecida

Insiste em não se retirar

Na verdade, nem sei se quero que vá

Porque a ela me afeiçoei

Já estou acostumada como o nosso vaguear.

A.B.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Assina tua ideia ai em baixo, ou não, fica a vontade.