Animals - Perclarisse

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Minha segunda Perclarisse ♥ ♥ ♥ Ebaaaaaaa
Bem, essa é meio diferente da outra, que tem um ar mais 'fofo'. Essa não tem nada de fofo kkkkk Espero que gostem. c:
Animals do Maroon 5 não sai da minha cabeça, e tinha que escrever alguma coisa sobre isso hehe
Boa leitura.

Baby, serei seu predador essa noite

Te caçarei, te comerei viva

Como animais, animais, animais

Talvez você pense que pode se esconder

Mas consigo sentir seu cheiro de longe

Como animais, animais, animais

Baby


O que está tentando fazer comigo?

Não conseguimos parar, somos inimigos

Mas nos damos bem quando estou dentro de você

Você é como uma droga que está me matando

Te elimino totalmente

Mas eu fico tão alto quando estou dentro de você


Sim, você pode começar de novo

Pode correr livremente

Pode encontrar outros peixes no mar

Pode fingir que era pra acontecer

Mas não consegue ficar longe de mim

Ainda ouço você fazendo aquele som

Acabando comigo, rolando no chão

Pode fingir que era eu, mas, não, oh

Percy podia vê-la ali, brilhante e sensual. O cheiro de amoras do shampoo dela entrou em suas narinas quando os cabelos dourados bateram em seu rosto. Ele queria, e muito, esquecer do que tinham feito de novo e de novo, mas não conseguia. Clarisse La Rue o enfeitiçou, e puxou o instinto mais primitivo dentro dele. Ela era um vício, uma doença, que, felizmente ou infelizmente, até agora não encontrou cura. Os olhos dela o fitaram provocantes enquanto dançava, para todos naquela festa, era apenas mais uma piada, estava brincando e provocando mais um vez o rival, no entanto ele sabia o que era na verdade. Ela o queria da mesma forma que ele a desejava. Era insanidade. Queria apenas pega-la pelo braço e a arrastar para seu pequeno apartamento em Nova Roma, faze-la gritar e implorar por mais. Mesmo assim ele sabia que quem acabaria sendo jogado no chão e usado de todas as formas seria ele.

– Vejamos quem está aqui, o careta do Percy. – zombou Clarisse.

Ele a puxou pra perto, apenas para enlouquecer ainda mais com o calor que ela emanava.

– Você sabe o quão careta eu sou. – sussurrou no ouvido dela – O que esse careta pode fazer com você.

A pele dela se arrepiou, mesmo assim não se deu por vencida, e sussurrou de volta em seus ouvidos:

– Tem outros caretas aqui que podem fazer melhor.

O filho do deus do mar riu.

– Você sabe que não é verdade. – beijou o exato ponto atrás da orelha onde ela era sensível, a pista de dança havia se enchido e ninguém notaria, a viu dar um leve gemido – Tão sensível – riu novamente – Você sabe que mesmo que dormisse com todos os caras dessa festa, nenhum chegaria perto de te fazer sentir isso.

Ela o olhou furiosa. E Percy soube o que viria a seguir, sempre acontecia assim, eles se provocavam, brigavam e dormiam – ou não – juntos.

– Banheiro de deficientes. Agora. Eu vou primeiro. – e saiu. Simplesmente. Poderia sorrir, mas queria mais tempo com ela, preferia que fossem para o apartamento de um dos dois. Esperou mais três minutos e foi encontrar com ela.

O que encontrou foi de seu total desagrado.

Três homens, acreditava serem semideuses, estavam a rodeando e dando a entender que a atacariam. Ela poderia lidar com eles sozinha, ele sabia, no entanto a fúria tomou conta de si.

– Saiam de perto dela! – esbravejou. Depois pararia para pensar nisso e se acharia um herói de filme romântico brega. No momento, não tinha cabeça para pensar nisso, só queria estourar os miolos deles.

– Vai fazer o que, hein? Parece que com um soco eu poderia te derrubar, seu fracote. – disse um deles. Eles definitivamente não sabiam com quem estava falando.

Clarisse resmungou, como sempre.

– Eu posso lidar com eles, não preciso da sua ajuda.

– Sei que não. Mas me deixe com um pouco de diversão também, sim?

Não esperou resposta. Socou o rosto do que o tinha chamado de fracote, e ela deu uma rasteira em outro, socando consecutivamente o rosto dele até sair muito sangue, com certeza pelo menos um dente havia caído. Percy socou o estômago do último e ela fez questão de o empurrar e bater a cabeça dele na parede.

– De–desculpe. – gaguejou o primeiro – Não faremos mais. Va–vamos embora.

– Então saiam. – Percy levantou uma das sobrancelhas e eles saíram correndo.

– Que sem graça. Não deram nem pra aquecer.

De fato, estava certa. Em parte era isso que adorava nela, tão independente, atlética, feroz... Tanto em corpo quanto em personalidade. Falando em corpo, o vestido já curto havia subido mais, e o decote desceu. Não importa se ambos tinham sangue nas mãos, se estavam suados por causa da festa, o que fosse... Ele a queria, ali, naquele banheiro da boate. Quando estava sozinho com Clarisse La Rue, Percy Jackson deixava de ser qualquer coisa racional.

Ela reclamou quando seu corpo foi prensado na parede de surpresa, o socou no ombro, mas ele não era um homem fraco como aqueles que a atacaram, e quando a beijou, ela cedeu. Agarrando seus cabelos com uma mão, e a outra debaixo da blusa arranhando com ferocidade. Eles eram animais. Ferozes e sedentos animais.

Notas finais
Gostaram? Sugestões? Mais Perclarisse pro futuro? :D
Obrigada por ler ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!