Angels Cry
8 Eu e minha garota. Agente.
Notas iniciais
- Justin Narra —
Toda aula fiquei copiando tudo por Angelinne. Menina inteligente , uffa. Eu nem sabia metade daquilo , mas se ela tva escrevendo era porque tava certo. O melhor , é que ela nem se imprtava que eu copiasse. Amo essa garota.
Sinal soou e saimos todos da sala. Angelinne e Amy sairam juntas e eu segui elas. Me pus no meio de ambas e falei.
- Oi ... Angelinne. — eu disse meio nervoso , nem sei porque.
- Oi Justin , outra vez. — Angelinne disse fazendo piada. Amy apenas me fuzilava com os olhos.
- Ahm ... oi Amy. — ela revirou os olhos e se virou pra Charllote.
- Amiga , vou andando pra quadra , tá? — Amy aviosu Charllote.
- Mas , nossa próxima e ultima aula , nem é na quadra. — Angelinne arqueou as sobrancelhas.
- Eu sei , é que ... eu tou fugindo de uma certa pessoa,sabe. — Amy meio que sussurou pra Charllote.
- De mim? — me intrometi na conversa.
- Do Justin? — Charllote fez a mesma pergunta que eu.
- Do Chaz! O menino anda me seguindo , é obcessão! — Amy se defendeu.
- E com quem eu fico , hein? — Angelinne se pronunciou.
- Com o garanhão aqui. — Amy me empurrou.
- Amy , minha flor , onde anda? — Chaz apareceu gritando no corredor.
- Aii , vou indo. Se ele perguntar eu nem vim pra escola hoje. Fui. — Amy fugiu nos deixando aos dois no jardim da escola. Conversamos de coisas idiotas e Angelinne ria de minhas piadas sem graça alguma. Adorava ela.
- Vamos embora daqui? — eu perguntei pra ela.
- Vamos pra onde? Pro refeitório? — Angelinne perguntou fazendo graça.
- Não. Sair da escola. Quero levar você a um sitio. — eu disse.
- O quê? Você é louco?! Eu não posso faltar minha aula! — Charllote se defendeu. Eu comecei rindo.
- Qual é , é só uma aula. Você não fica um ano atrás por uma falta. Sua assiduidade é perfeita! — Justifiquei por ela.
- Não sei não Justin. — Charllote disse indecisa.
- Oh , vá lá. — pedi fazendo biquinho. — Por favor. Por mim? — Ela começou rindo muito da minha cara. É No que eu cheguei. Justin Bieber pedindo por favor pra menina.
- Tá bom , tá bom. Eu vou. — ela parou de rir. — Vou pra onde?
- Ah , isso ae é surpresa. — eu revelei pra ela sendo misterioso. Charllote riu.
Entramos em meu carro e levei agente pra praia. Era uma praia pequena e pouco frequentada. Távamos na Primavera , mas mesmo assim , não havia muita gente indo nessa praia.
- Praia? — Angelinne perguntou rindo. — Agente vai nadar , é? — ela perguntou no gozo.
- Bem .. isso não tava na minha ideia. Minha ideia era sentar na areia e eu te fazer rir com piadas românticas sem graça alguma , mas sua opção é melhor. — Eu falei pra ela.
- Ahah , não. Nem pensar. — ela disse. Não quero molhar minha roupa , não. — Aff , mesmo menina. Roupa é o menos importante.
- Então tira ela , ué. — disse dando de ombros. Charllote olhou pra baixo envergonhada. — Ou não ... tira , né. Com você. Mas depois vai ter de esperar secar. e .. não precisa ter vergonha tá? — ela assentiu. — Se faz você perder vergonha eu também vou tar de boxer. — Charllote gargalhou alto.
- Me desculpa , mas ... não é habito eu tar de calcinha e sutiã na frente de um menino. — ela disse envergonhada.
- Não tem mal. — Eu respondi. — Então como vai ser? — perguntei.
- Ahm ... vou tirar roupa. Sabe , meu pai não pode ver ela molhada. — Assenti com a cabeça e quando olhei pra ela , vi ela apenas de calcinha e sutiã e .... wow. Nossa, como eu ia adivinhar que por debaixo daquelas suas roupas ela tinha um corpão daqueles? Nossa , meu amigão deu sinal de vida e comecei ficando durinho , é.
- Vamos na água? — Angelinne perguntou.
- V-v-vamos. — gaguejei olhando ( lê-se: babando).
Angelinne pulou na água e eu fiz o mesmo seguindo dela. Quando ela veio á superficie olhei ela. Com água esorrendo na cara. Parecia um anjo. Eu sempre comparo ela com um , mas é que é mesmo parecida!
Angelinne jogou um punho de água em minha cara e eu fiz o mesmo. Começamos uma guerra de água e eu me ia aproximando dela. Quando deu por mim , estava agarrado na sua cintura olhando em seus olhos castanhos esverdeados. Nos aproximamos e rocei nossos narizes , Angelinne corou e nossas respirações ofegantes se misturaram. Estavamos muito próximos , mas eu não aproximei mais , porque estava gostando disso. De sentir seu cheiro ( o que era dificil com a água do mar presente ) , seu calor ( mesmo água sendo gelada). Pus minha mão na sua face , fazendo carinho e Charllote roçou nossos lábios me surpreendendo. Acabei com o que ela tinha começada e selei nossos lábios de uma vez num selinho demorado. Senti tudo nesse selinho. Amor , paixão , proteção , carinho , tudo. Eu tinha que proteger ela. Ela era minha garota. E eu .. acho qe amava ela. É. Eu acho porque , isso é novo em mim , nunca amei garota alguma.
Nos separamos pela maldita falta de ar e nos olhamos. Sorrimos um para o outro e minha Angel corou.
- Acho melhor , nos irmos indo. — Angelinne avisou sorrindo.
- É. — Nos enxugamos numa toalha só que eu tinha na bagagem do carro e segui caminho pra sua casa , pois a escola já tinha acabado á 30 minutos atrás.
Quando estacionei em sua casa meu coração pulou. Era agora. Eu ia pedir pro pai de minha menina permissão pra sair com ela.
Charllote saiu do carro e eu saí juntamente com ela.
- Onde vai? Vai entrar? — Angelinne perguntou espantanda.
- Que gentileza a sua garota. — eu ri. — vou pedir pra seu pai lembra? — eu lembrei ela.
- Ah , tem certeza disso? — ela perguntou.
- Tenho claro. Tudo vale a pena por você. — ela sorriu e antes que abrisse a porta seus pais apareceram nesta. Nossa que estranho.
- Charllote dê boa tarde no garoto e entre. — Seu pai se pronunciou.
- Com o devio respeito senhor Hudson. Eu queria falar algo pro senhor.
- Que quer moleque? — seu pai perguntou rude.
- PAPAI! — Charllote repreendeu os modos de seu pai.
- Queria pedir pemissão pra sair com sua filha , senhor. — Eu pedi , indo direto ao assunto , quando mais depressa melhor.
- Sair com minha pequena? Você? — ele riu o que me enervou. — Não. — logo recebeu uma cotovelada de sua esposa , amiga de minha mãe.
- Pai , porque não? — Charllote se opus. — Por favor! Eu quero sair com ele! — Angelinne pediu.
-Não Charllote! Você sabe seus problemas do passado! Quer passar por tudo de novo? Hein? Quer sofrer tudo de novo? Quer ser ignorada , gozada , xigada por tudo e todos? Ter um aborto não chegou pra você?! — seu pai disse e Charllote já chorando me olhou e fugiu pra dentro de casa. Minha boca se formou num " O " perfeito.
- Com o devido respeito senhor e senhora Hudson , eu gosto muito de vossa filha. Era incapaz de fazer algo pra magoar ela. Jamais. Eu nunca amei nenhuma garota , mas com Angelinne é diferente , sabe? Ela meio que elumina meu mundo. Ela é muito especial pra mim. Por favor. Acha mesmo que se eu não gostasse dela que vinha aqui , pedir pra vocês pra sair com ela? Não. Por favor. — Eu pedi com todo meu coração.
- Quais suas intenções , com minha pequena? — seu pai me perguntou.
- Intenções? Talvez fazer ela feliz. Amar ela. Me fazer feliz. Eu nem sei como isso aconteceu mas ... eu preciso dela em minha vida. — eu disse suspirando. Pai de Charllote olhou pra sua esposa , e seguidamente me olhou.
- Quero ela em casa ás 10 horas da noite , tá garoto? — ele disse formando um sorriso ligeiro.
- YES! YES! Adoro você cara! Você é grande! — Eu celebrei.
Uma parte já estava. Agora só faltava descobrir que história de aborto é essa e contar pra Angelinne a noticia.
E amanhã , será especial. Eu e minha garota. Agente.
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GENTE LEIAM É IMPORTANTE : to publicando aqui pqe sei que muitas nao leiam notas finais , então aqui está : alguém conhece " alguém " que esteja disponivel pra fazer capas pra histórias? Me respondam por favor :)
Notas finais
O BEIJOOOO ACONTECEU , WHOOOOOOOOHOOOOOO ^-^ ♥♥♥♥
QUE LINDOOOO :Ç
MEREÇO REVIEWS LINDINHAS? :DDDDDDD ♥
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