Notas iniciais
Olá Baby *-* Como vocês estão? Essa é minha nova fic com Patch e Nora *-* Primeiramente gostaria de agradecer a quem está lendo u.u Você já me deixa feliz só por ler *-* Sem mais delongas ai vem o primeiro capitulo *-* Até lá em baixo u.u

Às vezes a vida nos prega peças e às vezes nos surpreendemos com coisas que nem imaginamos ser possível, às vezes a vida se mostra muito cruel e também às vezes se mostra muito doce. Minha vida sempre fora considerada... Normal. Eu sempre fui uma criança amada pela mãe e cresci como todas as crianças, brincando, caindo, se machucando... Sempre fui uma criança saudável e como todas as outras. Minha vida de uma hora para outra deu um giro de 360º graus, quando completei 16 anos.

Custei a acreditar, mas como eu disse antes, a vida nos prega peças e às vezes descobrimos que não conhecemos nem a nós mesmos, muito menos as pessoas que nos cercam. Foi nesse dia, que eu descobri duas coisas impressionantes sobre minha vida, dois segredos que a mudaram completamente. E também a das pessoas ao meu redor...

Flashback on:

Acordei muito disposta essa manhã. Nem me levantei ainda e já quero fazer mil coisas. Levanto-me da minha cama e vou até a janela olhar como esta o dia, e adivinhe só, o dia amanheceu lindo. Vou em direção ao banheiro e me olho no espelho, meus longos cabelos cacheados — que batem na altura da minha cintura – estão uma bagunça “É pelo visto vou ter muito trabalho, para desembaraçá-lo, amo meus cachos, mas às vezes...” dou um suspiro, pego a escova de dente e começo a escová-los, enquanto isso me analiso no espelho. Meus olhos são de um tom de castanhos tão brilhantes que até eu me impressiono com eles...

Meus cabelos são de um castanho acobreado, quando estou no sol eles parecem ser ruivos, por isso não sei ao certo seu tom, mas eu gosto muito de sua cor natural, por ser muito cacheado requerem um cuidado especial e mais específico, cuido dele frequentemente — também em terra de chapinha quem tem cabelo cacheado é rainha – minha pele é levemente bronzeada, o que eu acho ótimo, quebra o aspecto de muito branca. Termino de fazer minha higiene e decido tomar um banho para lavar os cabelos. Termino o banho e começo a desembaraçar o cabelo, quando termino saio do banheiro e vou ate o guarda roupa.

Visto uma jardineira que vai até a metade das coxas, ela é de um tom escuro de azul, visto também uma camiseta lisa na cor preta, coloco meus inseparáveis all star clássico e desço para tomar café, decidi que vou mexer no jardim de casa. Quando chego à cozinha encontro minha mãe e Dorothea.

Minha mãe se chama Blythe Grey, ela tem cabelos escuros e ondulados, não são tão longos quanto os meus os dela ficam na metade das costas, minha mãe também possui lindos olhos verdes. Ela é dois centímetros, menor que eu, mas temos o mesmo porte físico. Mamãe tem personalidade forte e sempre foi empenhada em me dar tudo do bom e do melhor, esta sempre trabalhando, dificilmente está em casa, por isso ela sempre deixa Dorothea como minha responsável, apesar de não precisar mais disso, já tenho 16 anos, já sei me cuidar.

Dorothea é uma senhora doce e sempre cuida de mim, ela tem um leve sotaque, o que eu acho muito fofo, Dorothea é como se fosse minha outra mãe, sempre escuto o que ela e mamãe dizem.

– Bom dia mamãe, Dorothea – eu digo assim que me sento e abro um sorriso para elas – Dormiram bem?

– Sim pequena Nora – diz Dorothea colocando meu suco no copo e me estendendo em seguida – Bom dia! – ela dá um sorriso terno.

– Bom dia meu amor – diz minha mãe me dirigindo um sorriso – Dormi muito bem – ela pega um torrada e passa geleia – O que você vai fazer hoje?

– Como hoje não tem aula, vou aproveitar esse dia lindo e mexer no jardim de casa – pego um croassaint e começo a comê-lo – E você?

– Vou trabalhar em casa hoje – ela dá um suspiro – tenho muitos processos para analisar – ela diz e termina seu café.

Minha mãe é a dona de uma empresa de advocacia que segundo o que ela disse, pertenceu ao pai dela, por causa da empresa e da pequena fortuna que meu avô deixou somos ricas, mas nós não nos importamos com ostentação, não ficamos esbanjando isso a todo o momento, a única coisa cara que eu saio mostrando por ai é meu bebê, mas somente ele é chamativo, de resto, somos muito humildes, moramos numa velha fazenda, mas muito bem cuidada e que possui um jardim que nós mesmas cuidamos, minha casa é somente ajeitadinha, não queremos chamar muita atenção, e como moramos no alto de uma colina quase ninguém vem aqui e um carro ou outro circula por essa estrada.

– Tudo bem – dou um sorriso e termino meu café – Qualquer coisa é só me chamar, estou lá no jardim.

Saio de casa e me dirijo à casa de ferramentas que possuímos ao fundo da casa, chegando lá, pego minhas botas de chuva, as luvas, tesoura, pá, rastelo e o regador. Coloco as botas e as luvas e me dirijo ao jardim.

O jardim não é tão grande, mas é aconchegante. O chão tem uma grama baixa, pois estamos aparando constantemente, têm alguns arbustos floridos, algumas roseiras e árvores altas com copas frondosas, ao centro tem uma fonte com um querubim todo branco cuspindo água, sempre achei ela engraçada, mas por algum motivo minha mãe ama essa fonte.

Aproximo-me com o rastelo em mãos, estamos no começo do outono e as folhas já começam a se soltar de suas copas. Faço um monte de folhas e me dá uma vontade louca de pular no mesmo, mas me controlo se não o meu trabalho terá sido em vão e fora que as folhas grudarão no meu cabelo...

Depois de fazer os montes de folhas eu decido aparar as roseiras, vou caminhando distraidamente e não vejo uma pedra grandinha entre os arbustos e tropeço, caindo em cima da roseira me ferindo seriamente.

– AI!!!! – Gritei muito alto e logo minha mãe aparece correndo preocupada.

– Nora, onde você está? – Ela vem correndo para o jardim, logo ela me encontra no meio da roseira – Menina, como você foi parar ai? – ela pergunta me ajudando a me levantar com muita dificuldade.

– Mãe, tá doendo – digo chorosa – Vamos ao médico? – pergunto ainda chorando pela dor, mas a dor está começando a passar. Por quê? Eu não tomei nada para dor, muito menos meus machucados parariam de doer tão cedo e tão rápido. Olho para meus ferimentos e me espanto, eles já estão quase curados. Meu Deus, eu só posso estar ficando louca, eu tenho certeza que caí no meio de uma roseira cheia de espinhos e me machuquei toda. Olho para minha mãe desesperada – O que esta acontecendo? O que eu sou?!

– Nora, vem comigo – minha mãe pega em minha mão e me leva em direção a casa – Precisamos ter uma conversa muito séria.

Fico pensativa, o que está acontecendo comigo? Essa pergunta se fazia constante em minha cabeça. Vou andando com minha mãe até o escritório dela. Sento-me numa cadeira em frente à mesa e ela dá a volta sentando em sua própria cadeira apoiando os cotovelos na mesa e apoiando a cabeça nas mãos.

– Nora – ela começa e dá um longo suspiro – Você não é normal, você não é uma humana... – ela dá um sorriso fraco – Você é uma Nefilim.

Nefilim? Mas o que é isso? Eu não sou humana? Como assim? Várias perguntas se formavam em minha cabeça e se faziam constantes dúvidas. Era oficial, eu estava muito confusa.

– Nefilim? – eu pergunto com o cenho franzido – Mas o que é isso?

– Nefilim é um ser que nasceu do “amor” de um anjo caído com um humano – ela me fita de maneira séria – Eu sou uma Nefilim de sangue puro, meu pai era um humano que foi transformado em Nefilim, ele foi o primeiro não concebido de maneira sexual, ele foi criado, seu nome é Chaunce Lanceais – ela da um sorriso – mas ele morreu. E seu pai ele é um a... Nefilim – “muito estranho, ela não ia falar Nefilim... Aí tem coisa” – que eu descobri ser casado e eu me separei por isso você não o conhece – ela olha para um ponto acima da minha cabeça – eu sendo Nefilim e seu pai também sendo, séria natural que você também fosse. Seus poderes começaram a agir quando você fez 16 anos, eu só queria que você descobrisse sozinha – ela dá um sorriso — você é especial, meu Raio de Sol.

Olho para minha mãe com uma cara confusa. Eu... Sou... Uma... Nefilim...? Ta é muita coisa para uma pessoa só.

– Mãe, eu preciso associar tudo isso – passo a mão pelo rosto – Posso... Contar para alguém?

– Poder, pode. Mas não sei se vão acreditar em você – ela me dá um sorriso – Vai contar pra quem?

– Para meus amigos – dou um suspiro – Preciso contar para alguém – me levanto e dou um beijo em sua testa e saio do escritório em direção à casa de minha amiga.

Flashback off.

Sim, eu descobri que sou uma Nefilim a mais ou menos uma semana. Agora eu já sei o que são Nefilim e os riscos que corremos, mas no dia, mais nada de informação entrava em minha cabeça, mas agora eu sei o porquê de toda a preocupação de minha mãe, anjos caídos são um problema, a maioria né...

No dia em que eu descobri eu fiquei muito confusa, mas hoje eu já estou conformada com isso. Se eu não tivesse descoberto daquela maneira, se fosse somente minha mãe me contando, eu acharia que ela era louca. Mas essa não foi a notícia que me deixou pior, eu me senti muito traída por meus melhores amigos. Ainda estou muito magoada com eles, sim eles...

Flashback on:

Saí de casa confusa, ainda pensando no que havia acontecido. Sou uma Nefilim. Ainda não entendo o que é isso, mas depois minha mãe me explica o que podemos fazer, por agora eu só quero desabafar com alguém. Mas e se eles me acharem louca? Como vou contar isso para eles? Tenho certeza que eles vão me achar louca, mas não me importo com isso.

Estou me aproximando da casa de Lucinda Prince, ela é uma garota incrível. Luce – como nós a chamamos – tem cabelos curtos na altura da metade do pescoço, seus cabelos são pretos e seus olhos são castanhos, ela tem um corpo mediano, nada muito exagerado, ela tem a pele bem branca na verdade Luce é muito linda! Estou me aproximando de seu apartamento, Luce mora sozinha. Aperto a campainha e aguardo alguns instantes.

– Olá Nora – uma voz masculina me saúda e já sei de quem se trata: Cameron Briel – Cam para os mais íntimos – Cam é um rapaz muito lindo, sempre falei para Luce que ela tem muita sorte por tê-lo como namorado. Cam é alto, tem uma pele bem branca – assim como Luce – seus cabelos são negros e cheios, não passa da altura dos ouvidos, ele sempre o usa desgrenhados e bagunçados, o que dá um charme a mais, mas o que mais me impressiona nele são seus olhos, um tom de verde esmeralda tão lindo e tão cintilante que qualquer um se perde admirando aqueles olhos – Quer entrar?

– Oi Cam – dou um sorriso – Mas é claro que eu quero, mas a Luce tá em casa? – pergunto envergonhada.

– Está sim Norinha – Cam responde e me dá um sorriso – Vamos entre.

– Licença – entro e vou em direção a cozinha, Luce está lá, pelos barulhos – Oi Luce!

– Oi Nora – ele me dá um abraço – O que aconteceu? – ela me analisa – Estou vendo que você está... Diferente.

– É que estou precisando dos meus melhores amigos nesse momento! – dou um sorriso fraco.

– Até eu Nora? – Cam pergunta dando um largo sorriso.

– Sim Cam, até você! – dou um sorriso – Apesar de você já ter um melhor amigo, você é MEU melhor amigo – dei ênfase a palavra meu – junto de Vee e Luce.

Vee Sky, ela é uma garota incrível, apesar de sermos opostas... Sabe aquela coisa de opostos se atraem, então é assim comigo e Vee. Vee vive reclamando que está gorda, mas ela tem um corpo de dar inveja em muitas, loira com cabelos na altura da metade das costas e dona de lindos olhos verdes, um corpo cheio de curvas e avantajado, por isso insiste que ela é gorda, mas eu não acho, a acho extremamente sexy.

– Eu sei disso Nora – ele diz e se aproxima me dando um abraço – Você, Vee, Luce e ele são meus melhores amigos – ele sorri – apesar de você e ele se estranharem, só não sei, muito bem o motivo.

– Ele nunca fala nem comigo e nem com Vee, somente com você e com Luce – digo emburrada – vou ligar para Vee, quero contar a ela também.

Pego meu celular no bolso e disco no número de Vee, peço para ela vir até a casa de Luce, pois tenho algo para contar. Ficamos conversando coisas banais até Vee chegar. Passou mais ou menos meia hora e escutamos batidas na porta, Luce foi atender e quando volta, as duas se sentam em um sofá de três lugares de frente para mim. Cam se senta no lugar que sobra ao lado de Luce, todos me olham em expectativa e com curiosidade.

– Nora, o que você quer nos contar? – perguntou Luce com certa curiosidade – Sei que você esta apreensiva e nervosa – ela dá um suspiro – você tem algo serio a nos contar né?

– Sim, eu tenho algo muito sério para contar – me ajeito melhor no sofá, estou desconfortável e com medo de ser chamada de louca – hoje eu descobri algo muito importante sobre minha vida.

– Como assim? – pergunta-me Vee – Descobriu quem é seu pai?

– Não Vee, nem sei quem ele é – mudo de assunto – Hoje eu fui mexer no jardim de casa – dou um sorriso – como vocês sabem eu amo mexer no jardim enfim, já tinha feito os montinhos de folhas e fui em direção à roseira para podá-la, só que não vi uma pedra e tropecei, caindo bem no meio da roseira e me machuquei toda – parei esperando a reação deles até aqui.

– Nossa Nora – diz Vee espantada – Mas quando foi isso? Você ainda está machucada?

– Não estou mais ferida – olhei nos olhos de cada um e continuei – e isso aconteceu hoje de manhã.

– Mas... Agora são 15 h – diz Cam me analisando e troca olhares com Luce – Nora... – eu o interrompi.

– Gente o que eu tenho a dizer é... – parei uns segundos, fechei os olhos e suspirei – eu sou uma Nefilim. – Falei tudo de uma vez e de olhos fechados, esperei os risos ou ser chamada de louca, mas nada, não veio nada... Abri os olhos lentamente e vejo três rostos espantados – O que foi?

– Nora... – começou Vee insegura – eu também sou uma Nefilim... – a olho espantada. Porque ela não me contou?

– O que? – pergunto com certa raiva.

– Nora, nós também temos algo a te contar – começou Luce também insegura – Cam e eu somos...

– Arcanjos Caídos – continuou Cam completando a fala de Luce – e ele também é...

Fico estática, como assim? Cam, Luce e Vee tinham segredos para mim? Espera... A reação de espanto foi só comigo e não com a Vee, será que eles já sabiam?

– É... Vocês já sabiam de Vee? – eu pergunto segurando as lágrimas, a sensação de traição crescendo dentro do meu peito.

– Sim — me respondeu Luce e os três abaixam a cabeça.

– Eu venho aqui contar meu maior segredo, minha maior descoberta, para pessoas que eu julgo importantes e que se dizem minhas melhores amigas e descubro que eles têm segredos para mim, mas não entre eles – as lágrimas começam a escapar – VOCÊS NÃO CONFIAM EM MIM?! – eu grito e me levanto com tudo do sofá, assustando os três – VOCÊS NÃO PODIAM TER FEITO ISSO COMIGO, EU CONFIEI EM VOCÊS E VOCÊS ESCONDEM ISSO DE MIM! EU ESPERAVA SER TRAÍDA POR QUALQUER UM, MENOS POR ALGUM DE VOCÊS! – não esperei mais nada, nenhuma resposta, nenhuma justificativa, só queria ficar sozinha. Saí correndo porta a fora e a última coisa que ouvi foi um grito chamando meu nome que eu tratei de ignorar.

– Nora espera!

Flashback Off.

E nessa mais ou menos uma semana eu fiquei sem ir a escola para por a cabeça em ordem, tanto pela descoberta de minha nova condição, quanto ao meu problema com meus amigos. Eu sei que se não fosse daquela forma como ocorreu eu também não saberia de nada e sei que os taxaria de loucos, se eu não tivesse caído na roseira eu acharia que minha mãe era louca. Sei também que eles queriam me proteger de toda essa loucura, mas diz isso para meu coração...

Que se sente traído e abandonado, sei no fundo eu sei que estou fazendo uma tempestade num copo d’água, mas... Estou muito, mas muito magoada com Cam, Luce e Vee ainda, eles não confiaram em mim como eu confiei neles, mesmo que eles me achassem uma louca eu não teria segredos para eles... Mesmo que eles me abandonassem...

Nesse meio tempo eles me procuraram, me ligaram e até vieram em minha casa, mas pedi para Dorothea e mamãe dizerem que eu não estava, pois não queria vê-los... Ainda estou muito triste, nem quando eles me ligavam em meu celular eu atendia, lia suas mensagens, mas não respondia, estava realmente me sentindo traída.

Hoje é segunda-feira e preciso ir à escola, hoje vou encontrar aqueles que se dizem meus amigos, tá eu sei que estou sendo dramática, mas quem não é? Terminei de me vestir, coloquei uma calça skinny preta, uma regata preta justa ao meu corpo e um all star todo preto baixo, deixei meus cabelos soltos, amarrei um lenço de banda no pescoço.

Desci as escadas, tomei meu café com mamãe me acompanhando, peguei minha mochila e saí em direção à garagem. Fui até o meu Porsche 911 preto que minha mãe me deu de aniversário de 16 anos, isso há uns sete meses atrás. Fiquei tão feliz quando mamãe me deu ele, estava esperando um carro, mas não esse carro... Simplesmente só faltei soltar os fogos de artifício.

Vou dirigindo até a escola que tem estacionamento para os alunos, parei em minha vaga de sempre, entre o Neon roxo da Vee e o do Range Rover Evoque preto de Cam. Ao lado do carro de Cam – que era uma vaga vazia – está um Jeep Comander preto que parece com o dele. Será que ele entrou na escola? Ai meu Deus, espero que seja somente uma coincidência. Isso uma coincidência...

Concentro-me e conto até 10, é hoje que vamos nos resolver ou nos afastar de vez... Pego minha mochila e desço do carro. Dou uma olhada em volta e o estacionamento esta vazio. Dou alguns passos em direção à entrada da escola, quando sou surpreendida quando alguém me chama.

Notas finais
*Os carros estão nas palavras, só clicar que vocês os verão ♥ Eai baby espero que tenham gostado *-* Bom Babys do meu coração eu tenho uma dúvida e queria que vocês me respondessem... Eu coloquei Hentai como gênero, mas não sei se vocês curtem, então vocês querem Hentai entre Nora e Patch? Ou não? Ficaria muito feliz se me respondessem *-* Tenho um recado, o segundo capitulo provavelmente irá demorar por volta de um mês, pois quero ver a repercussão dessa fic, se estão gostando ou não né u.u Mas dependendo da minha criatividade eu posto o capitulo antes, que tal? Até o próximo capitulo Bjos *3*