Angel's Black and White
21 Pov's Vee - Especial
Notas iniciais
Ganhei um carro lindo de Nora, tia Blythe e tio Connor, mas ainda não deixo de achar muito caro, mas como minha mãe sempre me ensinou, se o presente é dado de coração não se deve recusar! Sei que Nora queria me dar roxo, até porque é minha cor favorita, mas amei esse vermelho. Scott já tinha terminado de arrumar as coisas dele no carro dele, saímos da casa de Nora, o seguindo claro que eu fui no meu mais novo bebê, eu estava realmente feliz, não esperava ganhar um carro. Scott dirigia para a área nobre da cidade, logo adentramos os portões de uma área de condomínios. E parou a frente de uma linda casa.
Ele estaciona na garagem e desce do carro, Nora e eu estacionamos na frente da casa, no meio fio da calçada. Descemos do carro e esperamos Scott abrir a porta, assim que ele abriu podemos ver o quão bonita era a casa por dentro. Ele nos levou para conhecer a casa, vimos à sala de estar, de jantar, a cozinha, tinha também um lavado na parte de baixo, um escritório e uma sala de tevê, na sala estava à escada para a parte de cima da casa, assim que subíamos tinha um mezanino com os balaustres de madeira, sendo possível ter a vista para a parte de baixo.
Scott nos mostrou o quarto da mãe dele, os dois quartos de hospedes que a casa possuía e seu próprio quarto, todos os quatros quartos eram enormes e todos eram suítes, na parte de cima somente tinham quartos. Toda a casa era muito bem mobiliada, cada ambiente era muito bem planejado e nenhum entrava em confronto com o outro. Descemos novamente, Nora disse que precisava ir embora porque ia levar Patch para casa e talvez dormisse lá. Eles foram embora e Scott e eu ficamos sozinhos na casa, mas eu tinha um plano e precisava colocá-lo em pratica.
– Scott, será que já tem comida nessa casa? – pergunto, mas por realmente estar com fome.
– Não sei – ele foi até a cozinha e eu o segui, até tinha comida, mas eram coisas que demoraria a ficar pronta – Pode ser pizza Vee? – eu assenti que sim – Vou ligar para aquela pizzaria de sempre – e saiu para a sala.
Fui para a sala também e liguei a tevê, comecei a passar os canais e logo encontrei um canal que ia começar um filme logo, o nome do filme era: João e Maria caçadores de bruxas. Assim que Scott pediu a pizza ele se sentou ao meu lado e passou a assistir o filme comigo. A campainha tocou e Scott foi buscar a pizza, ele trouxe guardanapos, os copos e o refrigerante para a sala de tevê, colocando a caixa na mesinha de centro. Continuamos a assistir o filme e comemos a pizza. Logo o filme acabou, peguei os papeis sujos, a caixa de pizza, os copos e a garrafa de refrigerante, fui para a cozinha, joguei as coisas no lixo e lavei os copos. Voltei para a sala e Scott me esperava.
– Vee, está muito tarde pra você ir embora – ele diz assim que me sento do lado dele – Pode dormir aqui se quiser...
– Ta – eu disse desinteressada, mas eu já tinha planos de dormir aqui seu bobinho – Você já está com sono?
– Não – ele disse voltando a prestar atenção na tevê. Eu me levantei e sentei em seu colo, de frente pra ele, uma perna de cada lado de sua cintura – O que você está fazendo Vee?
– Indo beijar meu namorado... – eu disse olhando pra ele confusa – Não posso?
– Pode – ele diz segurando em minha cintura e eu o abracei pelos ombros. Nosso beijo foi como sempre, doce, calmo e muito tranquilo. Eu passava as mãos em seus cabelos e ele me acariciava nas costas. Eu comecei a intensificar o beijo e Scott somente correspondia não que ele fosse um garoto que não queria fazer amor, mas ele me respeitava demais, e eu queria de verdade que minha primeira vez acontecesse com ele, mas parecia que ele não tinha planos de isso acontecer agora, mas não vou me dar por vencida. Assim que nos separamos por falta de ar eu desci em direção ao seu pescoço – Vee... – ele disse em tom de repreensão – O que você pensa que está fazendo?
– Te excitando – eu respondi na lata, chega de enrolação. Eu quero perder minha virgindade com Scott e será hoje, se não, não me chamo Vee Sky!
– Isso eu percebi... – ele diz me puxando e olhando nos meus olhos – Já conversamos sobre isso não?
– Scott, é difícil pra você entender que eu quero isso com você? – eu pergunto chateada – Que eu quero que você seja meu primeiro? – eu levantei do colo dele e fui em direção à porta da casa.
– Aonde você vai? – ele disse assim que segurou em meu braço.
– Pegar minha mochila no carro – eu disse me soltando do aperto dele e indo até o carro. Eu estava chateada e isso era visível, ele sabia disso, afinal nos conhecemos desde sempre. Entrei no carro e peguei minha mochila no banco de trás, decidi tirar meu carro da rua, dei partida no mesmo e Scott logo aparece na porta me olhando, manobrei o carro colocando o mesmo no caminho de pedras da entrada da garagem, desliguei o carro, peguei minha mochila e desci do mesmo, o travando em seguida, não queria ninguém roubando meu querido bebê. Fui em direção a Scott.
– Pensei que estivesse indo embora – ele diz aliviado assim que me vê entrando na casa, passando direto por ele.
– Deveria ter ido mesmo, mas não fui – eu disse subindo as escadas, em direção ao quarto de hospedes, escutei a porta sendo fechada e logo os passos de Scott atrás de mim – Mas como pode ver, só peguei minha mochila – entrei no banheiro e tranquei a porta do mesmo. Dei um suspiro, escutei Scott no quarto, mas não disse nada. Abri o armário do banheiro, mas estava sem toalha. Sai do banheiro em direção ao guarda roupa do quarto, Scott olhou para mim, mas não disse nada e nem eu. Peguei uma toalha e voltei para o banheiro. Tranquei a porta de novo. Tirei minha roupa e meus tênis, amarrei meus cabelos em um coque perfeito e abri o chuveiro na água norma, estava chateada demais, eu aqui quase implorando minha primeira vez e Scott me rejeitando, isso acabou com minha autoestima, sei que sou gorda, que tenho alguns quilos acima do ideal, mas Nora vive me dizendo que sou sexy, que meu corpo é perfeito e que não sou gorda, mas acho que meu corpo não agrada Scott.
Quando dou por mim já estou chorando, me sinto rejeitada pelo meu próprio namorado! Deixei a água morna levar minhas lagrimas. Desliguei o chuveiro, me sequei e coloquei minha calcinha, uma camiseta folgada e um shortinho de pano. Dobrei a roupa que estava usando e coloquei na mochila, deixei a toalha no suporte e sai do banheiro com minha mochila em uma mão e meu tênis na outra. Scott ainda estava sentado na cama, só que ele já estava com outra roupa, Scott estava com uma bermuda e sem camisa, seus cabelos levemente úmidos, sinal de que tomou banho enquanto eu tomava o meu, ele olhava para mim e eu somente fui até o criado mudo ao lado da cama de casal, o lado oposto ao que Scott estava coloquei minha mochila apoiada nele e meus tênis ao lado da mochila. Sentei-me na cama, desfazendo o coque.
– Vee – Scott chama minha atenção – você vai dormir aqui?
– Vou – eu disse colocando meu prendedor na mochila.
– Por quê? – ele pergunta confuso.
– Por que sim – eu respondo fria.
– Vee – eu sinto a cama balançar, ele subiu na mesma – Sei que está chateada, mas não precisa fazer isso.
– Scott, como você acha que eu me sinto? – eu pergunto de costas pra ele, sei que ele está sentado atrás de mim, mas não me tocou e eu não me virei para olhá-lo — sei que sou gorda, que tenho alguns quilos acima do ideal – dei um sorriso fraco – que tenho um vicio por Rosquinhas, mas você acha que é fácil ser rejeitada por seu próprio namorado? – eu pergunto triste – Sinto muito, não é – olhei para um ponto fixo na parede – Sei que estou na sua casa, mas será que pode me deixar sozinha?
Sou surpreendida quando Scott me abraça, não queria que ele me abraçasse, de verdade – Vee, eu nunca quis que você se sentisse rejeitada... – ele me puxou para a cama, me deitando em seguida e me segurando pelos ombros, me prendendo nela – Você sabe, eu só não quero que se arrependa... – ele cora – Sabe que eu também nunca fiz amor antes Vee, e também quero muito que seja com você – ele me olha intensamente e eu coro – Mas tenho medo de não saber o que fazer, tenho medo de errar com você, Vee.
– Como vai saber se nunca tentamos – eu disse num sussurro – Scott, eu quero muito isso, de verdade... – eu corei e desviei o olhar – eu sou a única que não sabe como é a sensação, até Nora já perdeu a virgindade e eu não... – eu dei um suspiro – Já pode sair de cima de mim Scott, eu quero dormir... – mas fui interrompida por um beijo que ele me deu, eu tentei resistir e não me entregar a esse beijo, mas é muito difícil você rejeitar a pessoa que você ama. Quando ele se afastou, ele me pegou no colo, me dando um susto – O que pensa que está fazendo Scott? – ele saiu do quarto, mas não sem antes apagar a luz do mesmo – Scott!
– Estou levando minha namorada para dormir comigo ué – ele disse me levando para o quarto dele, ele me colocou gentilmente na cama e voltou para fechar a porta do quarto, a luz estava apagada e eu não o via, estava escuro. Sinto a cama afundar levemente e sei que ele subiu na mesma, tinha um abajur, eu sei que eu vi do lado da cama, fui à direção que eu tinha visto o abajur e o liguei. A luz fraca do abajur, não iluminou muito além da cama. Scott estava só de cueca sentado na cama, ele fica lindo de Box preta, guardarei essa lembrança em minhas memórias, nunca o tinha visto só de cueca. Ele se aproxima de mim calmamente – Vee, eu nunca quis te fazer infeliz, pelo contrario, eu quero ser o melhor namorado do mundo para você – ele segura minhas pernas e me puxa em direção a sua cintura, ele me olha intensamente e acaricia meu rosto – Se isso é tão importante para você, acho que podemos tentar... – ele cora, mas dá um sorriso – Quero muito ser seu primeiro e único homem, assim como você será minha primeira e única mulher – e me beijou carinhosamente.
Eu estava mais do que feliz. Finalmente iríamos tentar ter nossa noite de amor. Scott me puxou pela cintura, mas próximo a ele. Eu o segurei pelo pescoço, e o acariciava em seus cabelos, ele por sua vez segurava minha cintura cada vez mais forte, acariciava meu bumbum e às vezes dava leves apertões em minhas coxas. Ele percebeu que eu estava com mais roupa do que ele e quando se afastou do beijo segurou a barra de minha camiseta a tirando rapidamente, eu corei e ele também. Eu queria muito me cobrir, mas se fizesse isso ele iria desistir, então somente corei, ele me abraçou novamente e me beijou apaixonadamente. Eu o abracei.
Forcei Scott a deitar na cama, eu tinha uma ideia o que fazer, Nora e Luce são duas pervertidas, sempre falando do que o namorado e o marido faziam com elas e eu era aquela que ficava ouvindo e somente corando com os comentários, fui distribuindo beijos pelo peito musculoso de Scott e as vezes olhava para ele, Scott corado é muito lindo, espero que sempre seja assim... Mas sei que não vai ser... Chego ao cós de sua cueca e a retiro, deixando aquela enorme ereção amostra, me assustei com o tamanho, é muito grande meu senhor, isso vai caber dentro de mim? Pego na ereção dele, antes que ele perceba meu susto. Ele fecha os olhos, mas antes de fazer qualquer coisa eu o observo, os ombros largos, peito musculoso, barriga de tanquinho com oito gominhos, pernas torneadas e principalmente seu rosto corado, acho que devo estar pior que ele, ele me olha envergonhado.
Comecei o movimento de sobe e desce lentamente e logo aumentei para um movimento constante, Luce e Nora, sempre diziam que precisávamos deixar o pênis bem duro antes de colocá-lo na boca. O senti bem duro em minha mão, então me abaixei e passei a língua na ponta, Scott deu um suspiro alto, o coloquei todo na minha boca, comecei o movimento de sobe e desce com minha boca e Scott cada vez mais gemia, eu continuei até que ele murmurou algo que não entendi, mas senti um jato quente em minha boca, sem saber o que fazer eu engoli tudo. Scott me olhava com desejo e quando menos espero ele está me beijando novamente e me deitando na cama.
Ele interrompeu o beijo e seguiu para meu pescoço, foi descendo os beijos para meus seios, um dos mamilos ele colocou na boca, enquanto o outro ele estimulava com a mão. Logo ele foi descendo os beijos por minha barriga até chegar ao cós de meu short, que foi retirado juntamente com minha calcinha. Scott parou me analisando, eu corei mais ainda e dessa vez não consegui conter o impulso e me cobri. Ele sorriu – Você é perfeita Vee! Não precisa se cobrir, eu quero te ver... – e retirou meus braços da frente. Ele me analisou e eu corei mais. Mas logo ele abriu um pouco minhas pernas e passou o dedo por minha intimidade, fechei os olhos. Ele tentou introduzir o dedo, mas doeu um pouco. Ele tentou de novo e conseguiu, foi incomodo no começo, mas ele ficou o movimentando e logo parou de incomodar, ele colocou um segundo e depois um terceiro dedo, eu já gemia um pouco, uma sensação me preenchia e eu não sabia de onde ela vinha somente que era uma ótima.
Meu corpo logo começa a tremer e sinto uma explosão de sensações me invadir, estou ofegante e muito corada. Scott observa meu corpo e eu me sinto corar mais, se possível.
Scott se levantou e foi até a carteira dele em cima da cômoda retirando de lá uma camisinha, ele colocou em sua ereção que já estava “viva” novamente. Voltou para a cama, ele se posicionou entre minhas pernas e me olhou – Vee, não sei muito de primeira vez, mas acho que vai doer...
– Eu sei – eu disse o confortando – mas vá em frente, eu quero muito isso Bolinha – e sorri para ele o tranquilizando.
– Prometo ser o mais gentil possível Rosquinha – e sorriu me tranquilizando. Começou a introduzir lentamente e eu senti uma dor muito forte, mas segurei a vontade de chorar. Ele colocou tudo e parou, esperando eu me acostumar. Passou um pouco de tempo e já não me incomodava mais – Vee, eu não aguento mais ficar parado – ele diz me olhando nos olhos – Vou começar a me mexer agora tá? – somente assenti. Ele começou a se movimentar, já não sentia mais tanta dor, mas ainda me incomodava um pouco.
Scott começou a estocar cada vez mais forte e mais fundo e as sensações que eu sentia me deixavam nas nuvens, não sentia mais dor, somente um prazer indescritível. Scott estava de olhos fechados, sua respiração era pesada e ele deixava alguns gemidos escaparem, isso me deixava cada vez mais excitada. Scott sai de dentro de mim e eu o olho confusa – Vem Vee – ele me puxa me fazendo ficar ajoelhada, ele se sentou e me posicionou em sua ereção me descendo lentamente. Começo a subir e descer com a ajuda dele, Scott me segurava pela cintura, me auxiliando.
Eu o abracei e passava a mão em suas costas, dava também leves beijos em seu pescoço, ele me acariciava, nas costas e beijava meus ombros, nos movimentamos mais um pouco assim e logo ele me deita novamente, aumentado à velocidade cada vez mais, já estava ficando louca de desejo, meu corpo passou a tremer e com mais duas investidas tive meu segundo orgasmo, Scott se movimentou mais um pouco e logo caiu em cima de mim. Nossas respirações descompassadas, nossos rostos corados e nossos corpos suados, mas eu estava muito feliz de verdade.
Scott saiu de dentro de mim e me puxou para o banheiro, tomamos um banho rápido somente para retirar o suor do nosso corpo, ainda estava com vergonha de Scott, ainda mais que agora estava claro e ele conseguia me ver perfeitamente. Saímos do chuveiro e nos secamos, indo para o quarto em seguida, estava procurando por minha calcinha, quando Scott me pegou no colo e me levou pra cama – O que foi Scott? – eu pergunto confusa.
– Vamos dormir assim Vee... – ele disse me colocando na cama gentilmente e se deitando ao meu lado, depois nos cobrindo – Quero acordar amanhã e ver você assim, para me lembrar da noite maravilhosa que você me propôs hoje – e sorriu.
Eu sorri para ele – Que bom que você gostou... – eu disse dando um beijo no pescoço dele – Eu também gostei muito Scott, eu nunca esquecerei esse dia – eu disse me aconchegando no peito dele – Obrigada por ter tentado.
– E obrigado por você ter insistido, eu te amo muito Vee, nunca se esqueça – ele disse me dando um beijo no topo da minha cabeça – Boa noite Rosquinha.
– Eu também te amo muito Scott, nunca se esqueça disso também – eu fechei meus olhos – Boa noite Bolinha – e logo adormeci, muito feliz, por finalmente ter tido minha primeira vez, com o homem que eu amo...
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4 meses depois.
Nesse momento, estou no quarto de Luce. Luce e Nora estão comigo. Estão arrumando meu cabelo. Não podia estar mais feliz, esse é o dia mais especial da minha vida, até mais do que minha primeira vez com Scott. Hoje é o dia do meu casamento com Scott, isso me faz lembrar-me do dia em que eu fui pedida em casamento.
Flashback on.
Estamos em um restaurante muito bonito, mas não sei por que motivo Scott me trouxe aqui, havia se passado um mês que nossa primeira vez tinha acontecido e nosso namoro estava mais firme do que nunca, a mãe do Scott e eu nos dávamos super bem, assim como Scott com minha mãe. Nora que me obrigou a usar uma roupa chique.
Não me lembrava de nenhum motivo importante que me trouxesse aqui, mas se Scott queria estar aqui, eu estaria o acompanhando. Nosso jantar ocorreu de forma tranquila, mas eu percebia que Scott estava muito nervoso e eu não entendi o por que. Terminamos o jantar e fomos para o carro de Scott, ele não me deixou vir no meu carro. Assim que entramos no carro, Scott não ligou o mesmo e eu estranhei.
– O que foi Scott? – eu perguntei confusa.
– Eu queria ter feito isso no restaurante, mas depois pensei que seria clichê demais ate mesmo para mim. Então decidi fazer de modo reservado – ele de um sorriso nervoso e eu não entendi – Eu estou muito nervoso Vee, você não imagina o quanto, mas você é a mulher da minha vida, você sempre esteve comigo, nos momentos bons e nos ruins também, sempre me apoiou, me deu forças e sempre está ao meu lado – ele me olha intensamente e eu continuo confusa, aonde ele quer chegar com isso? – E eu quero que você sempre esteja ao meu lado, sempre esteja comigo, para sempre se possível – ele tira uma caixinha de veludo vermelha do bolso e meus olhos se enchem de lagrimas, ele não pode estar fazendo o que eu estou pensando, pode? – Vee, você aceita se casar comigo? – e abriu a caixinha mostrando as duas alianças de ouro.
Eu já estava chorando de alegria – Mas é claro que eu aceito Scott – e o puxei para um beijo. Assim que nos separamos ele colocou a aliança em meu dedo – É linda Scott! Como sabia o tamanho certo?
– Nora – ele disse somente isso e eu saquei tudo, Nora sabia desde o começo! Saímos do restaurante e eu estava com um sorriso bobo nos lábios.
Flashback off.
Eu estou sentada em uma cadeira de frente pra cama de Luce e de costas para o espelho, ela e Nora estão arrumando meu cabelo. Nora e Luce que organizaram tudo do casamento, não me deixaram opinar em nada da decoração, elas também me ajudaram a escolher o vestido de casamento, a única coisa que fui eu que escolhi. O casamento será realizado no quintal dos fundos da casa de Nora, no jardim. Se fosse numa igreja, Cam, Luce, Patch e Connor não poderiam ir, anjos caídos não podem entrar em igrejas e eu queria muito que eles fossem por isso quando Nora ofereceu a casa da mãe dela para fazermos o casamento e a festa, nem eu nem Scott nos opusemos.
As duas estão me arrumando a mais ou menos meia hora e eu ainda nem vesti meu vestido. Nora meus cabelos e Luce a maquiagem. Eu não aguentava mais de ansiedade em me olhar no espelho. Deve ter se passado mais vinte minutos e elas dizem que terminaram. Levantei-me e me olhei no espelho. Meus olhos estavam com uma sombra prata, com uma forte sobra preta esfumaçada, dando um efeito de degrade, meus cílios estavam bem destacados e na ponta tinha uma pedra prateada, meus lábios estavam com um batom rosa e minhas bochechas minimamente rosadas. Meu cabelo estava preso em um coque com alguns fios soltos, minha franja estava de lado presa atrás da orelha esquerda, eu usava uma grinalda com formato de coroa e tinha alguns jasmins perfumados presos na mesma. Fui até o guarda roupa pegando meu vestido e o colocando, Nora fechou para mim.
– Como estou? – eu perguntei assim que terminei de calçar meu salto prata.
– Está linda Vee! – disse Nora quase chorando. Nora também já estava maquiada ela usava uma maquiagem cor de chumbo nos olhos, seus cílios estavam bem destacados, nos lábios um batom rosa mais claro do que o meu e seus cabelos estavam soltos, mas usava uma tiara para prender os cachos no lugar. Ela também já usava o vestido de madrinha.
– Você está perfeita Vee! – disse Luce muito feliz. Luce também já estava pronta. Ela usava uma maquiagem num tom de cinza mais claro que o de Nora, seus cílios também estavam bem destacados, nos lábios usava um batom no mesmo tom que Nora, seus cabelos curtos também estavam soltos, mas usava uma presilha com uma flor cinza nele, os prendendo em uma das laterais. Ela e Nora usavam o mesmo vestido, opção das duas. Ambas estavam colocando o salto.
– Vamos já são quase 18h00min – eu disse indo em direção à porta – Scott já está me esperando!
Saímos da casa de Luce e entramos no carro de Cam, eu ia aparecer de Range Rover Evoque no meu casamento. Luce e Nora iam na frente, com Luce dirigindo. Eu estava muito nervosa, meu buque já estava em minhas mãos, eram de rosas vermelhas. Luce dirigia calmamente e eu estava cada vez mais nervosa, será que Scott não ia estar lá me esperando? Será que ele desistiu? Controla-se Vee! Assim que chagamos a casa de Nora, Patch e Cam estavam nos esperando na entrada do quintal, eles estavam usando smoking preto com gravatas chumbo, tia Blythe e minha mãe estavam me esperando, ambas usavam vestidos cinza chumbo, assim que me viram descer do carro começaram a chorar, murmurei um vou chorar também e elas um vai borrar a maquiagem se controlando em seguida.
Eu ia entrar com tio Connor, já que eu não tenho pai. Eu entrei na casa indo em direção a porta dos fundos, Nora avisou ao musico que eu já tinha chegado, logo começou uma musica e começaram as entradas, primeiro minha mãe e a mãe de Nora, depois Luce e Cam, Nora e Patch, somente faltava eu e tio Connor.
– Está muito bonita Vee – ele disse eu corei – Sei que não te conheço há muito tempo, mas te tenho como outra filha – e sorriu me confortando, ele também usava um smoking preto com uma gravata chumbo.
– E eu te tenho como um pai – e pisquei para ele. Logo a marcha nupcial começou e a porta foi aberta, assim que passei por ela me perdi na decoração. A minha frente tinha um enorme tapete branco com muitas pétalas vermelhas jogadas em sua extensão, dando o contraste de ambas as cores, tinha fileiras de cadeiras dos dois lados do tapete, elas eram enfeitadas com um pano branco e um laço vermelho, o corredor estava com grandes vasos de rosas brancas e vermelhas, os vasos eram interligados com panos vermelhos e brancos, impedindo das pessoas passarem, no fim do tapete tinha uma espécie de cobertura de madeira enfeitada com esses mesmos panos de mesmas cores, algumas rosas vermelhas estavam presas no pano branco e algumas rosas brancas no pano vermelho, em baixo dessa cobertura estava o altar e ao lado do altar estava ele, Scott.
Ele estava com smoking preto, mas sua gravata era diferente, era prata, ele sorria para mim. Chegamos ao altar e tio Connor me entregou a ele, dando um beijo em minha testa e indo para o lado de tia Blythe, assim que pegou em minha mão, Scott a beijou e nos viramos para o padre, dando assim inicio a cerimônia.
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Depois que a cerimônia acabou, fomos para a recepção, tiramos muitas fotos, bebemos um pouco e curtimos muito, eu troquei de roupa por um vestido da mesma cor e do mesmo modelo, mas que ia até a metade das coxas, estava com os cabelos soltos, Nora os soltou. Não íamos viajar em lua de mel, mas ficaríamos com a casa para nós por uma semana, porque a mãe de Scott ia viajar para Roma, então decidimos ficar em casa, não me julguem. Assim que a festa acabou fomos para casa e a mãe de Scott foi levada para o aeroporto por Connor e Blythe.
Scott foi dirigindo para a casa dele, íamos morar lá, além da casa ser recém-comprada a mãe de Scott não queria ficar sozinha em casa, então que mal tem? Meu carro já estava na garagem da minha nova casa, assim como minhas coisas, Luce e Nora trouxeram um dia antes, já que até ontem eu morava com minha mãe. Scott estacionou na garagem da casa e saiu do carro. Entramos na casa pela entrada da garagem, assim que entramos Scott me pegou no colo.
– Scott! – eu disse assim que ele me pegou pelo susto – Sabe que não precisa disso!
– Claro que precisa Vee – ele disse seguindo para as escadas, ele entrou no quarto dele, que seria nosso a partir de agora, o quarto estava com pétalas de rosas brancas e vermelhas espalhadas pela cama e pelo chão, tinha também velas artificiais, estava tudo perfeito. Scott fechou a porta e me sentou na cama – Fiquei muito feliz hoje sabia?
– Posso imaginar – eu disse dando um sorriso, Scott estava retirando os sapatos dele e eu os meus, não aguentava mais estar com os sapatos – Eu também fiquei muito feliz Scott! – ele me ajudou a abrir meu vestido e eu fiquei só de peças intimas, ele também ficou só de cueca, subindo na cama em seguida. – Eu te amo Scott...
– Eu também te amo Vee – e me beijou. Scott foi me deitando na cama e eu fui me entregando, até que num momento de distração eu mudo de posição rodando na cama ainda nos beijando, acabei ficando por cima de sua ereção que crescia em baixo de mim, Scott acaricia minhas coxas e bunda, é instantâneo, comecei a rebolar lentamente em cima do membro de Scott, o sinto endurecendo em baixo de mim.
Scott acaba trocando de posição de novo, ficando por cima. Passo as unhas por suas costas e ele deixa um gemido escapar entre o beijo. Scott leva sua mão direita a minha coxa esquerda a acariciando, às vezes apertava um pouco e às vezes só deixava a mão ali. Scott abre o fecho do meu sutiã e o retira, ele se afasta parando de me beijar e desce para meu pescoço, vai beijando até chegar ao meu mamilo, um ele colocou na boca, o outro ele estimulava com os dedos, às vezes apertava, às vezes o puxava e às vezes só o segurava. Ele foi descendo os beijos por minha barriga até chegar ao cós da minha calcinha, ele a retirou e a jogou no chão.
Ele introduziu um dedo em minha intimidade e ficou me estimulando com a língua também, não demorou muito para que eu atingisse o orgasmo. Dessa vez ele não me deixou fazer nada, pegou a camisinha e a colocou logo me penetrando de uma vez. Desde que tivemos nossa primeira vez íamos pelo menos uma vez por semana, mas com a correria do casamento já fazia pelo menos um mês que não fazíamos amor, então eu entendia a pressa dele. Ele começou a se movimentar, indo rápido e fundo, ambos gemíamos o nome um do outro, não tinha como descrever o que eu estava sentindo, somente que era muito bom.
Scott passou seus braços por minhas costas, me puxando para mais perto dele, eu dava algumas pequenas mordidas no ombro dele vez ou outra, ele me dava beijos no pescoço, no rosto, selinhos e por aí vai. Não demorou muito para eu atingisse outro orgasmo e nem Scott. Ele caiu em cima de mim, Scott estava de olhos fechados tentando normalizar a respiração e eu acariciava o cabelo dele, também tentava normalizar minha respiração descompassada.
– Vee – ele diz assim que sua respiração volta ao normal.
– Hm? – eu digo esperando ele continuar.
Ele se sai de dentro de mim, tirando a camisinha e dando um nó, ele se senta e me puxa para ele, acabo sentando no colo dele, de frente para ele, uma perna de cada lado de sua cintura e ele me beija, de forma terna e amorosa, mas o beijo começa a se intensificar e ambos começamos a nos excitar novamente, Scott me olha profundamente — Vamos de novo? – ele diz dando beijos em meu pescoço. Dou um sorriso em resposta. E acabamos fazendo amor novamente, de forma apaixonada e nem por isso menos excitante. Eu espero de verdade que esse sentimento continue assim, puro, verdadeiro e apaixonante. Que Scott e eu continuemos a nos amar até que nosso último suspiro de vida seja dado.
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