Angels Also Die

3 Capítulo 3 - Primeiro Encontro


Notas iniciais
Então pessoas, espero que estejam gostando, slá..
Comentem ai ! :)

Boa Leitura

P.o.v Lucy Smith

Ao chegarmos em casa, mamãe preocupada veio correndo até nos.

- FILHA, ONDE É QUE VOCÊ ESTAVA?

- É que, papai esqueceu-se de me avisar, e quando eu cheguei na escola da Lin, a professora queria falar comigo, pra pra , se apresentar. – Foi a primeira desculpa, na minha vida inteira que eu não gaguejei. Uhul.

- Então tá.

Então ela pegou a Lin, e levou ela pra cozinha. Com certeza para falar com ela sobre a escola e blábláblá.

...

O resto da semana foi normalmente chato. Não aconteceu nada, literalmente nada de legal que possa ser contado.

Até que chegou sexta. OMG OMG OMG OH MY GOD. Eram 15:45, e é claro. Eu já tinha me arrumado.

- Mããããe! – Gritei, e desci as escadas correndo até a cozinha.

- O que foi?

Mamãe como sempre, cozinhando. Não sei se contei mais mamãe é tipo “ um padeiro que trabalha em casa “.

- A Dasy me chamou pra ir na sorveteria, posso? – Tentei não parecer tão empolgada.

- Com a Dasy né?

- Sim.

- Pode, aproveita e leva isso pra ela, e fala pra ela dar pra mãe dela, e que pode pagar quando quiser. – Disse ela, me entregando um pote com cookies.

- Ok – Coloquei o pote na bolsa e sai. Andei umas duas quadras até chegar na esperada sorveteria. Minhas mãos estavam tremulas e suadas. Entrei na sorveteria e vi o Peter sentado numa mesa. Limpei minhas mãos suadas na calça e fui de encontro com ele.

- Desculpa pelo atraso, eu tive que convencer a minha mãe, e dizer que eu ia sair com uma amiga. – E sentei.

- Você me deixou aqui esperando.. – Ele olha o celular – 3 minutos. Não acha que eu mereço ser recompensado? – Ele virou a bochecha pra mim.

“Awn, como ele consegue ser tão fofo?”

Então eu dei um beijinho na bochecha dele e sorri.

- Como foi sua semana? – Ele disse com aquela voz sexy de sempre.

- Insuportavelmente normal.

- Você é a primeira garota que eu conheço que usou a palavra “insuportavelmente”, em uma frase. – Ele fez uma pausa e continuou – Por isso que eu gosto.

Então ele sorriu de uma forma fofa, que me fez ficar feliz. Então a garçonete se aproximou.

- Olá Lucy, como está a sua mãe? – Márcia, é amiga dá minha mãe. Ela me conhecia desde quando eu tinha 1 ano.

- Está bem. – Sorri.

- O que vocês vão querer crianças? – E ela como sempre, cismava em me chamar de criança. Olhei pro Peter.

- Err, eu nunca vim aqui Lucy, não sei o que pedir. – Disse ele, com seu rosto corado. Fiz uma expressão de surpresa, afinal, aquela era a sorveteria/lanchonete mais conhecida do bairro.

- Er, então traz pra gente dois milk shakes. E umas batatas.

- Ok, eu já venho servir você dois.

...

- Você nunca veio aqui mesmo?

- Eu só vim uma vez, antes do meu irmão ir pro Canadá.

- Ah!

...

Márcia trouxe nosso pedido em menos de 10 minutos.

- Experimenta colocar a batata no Milk shake! – Falei afinal eu sempre fazia isso. Ele me olhou com uma cara de “que nojo, garota”. Mais ele fez.

- Hm, isso é bom. Estou afim de uma garota totalmente louca, e maravilhosamente incrível.

A palavra “afim” fez meu coração bater mais rápido.

- Pessoas loucas provocam emoções alucinantes. – Quando percebi no que eu tinha falado, meu coração bateu mais rápido ainda, afinal, que raio de frase foi essa?

Ele riu o que me fez corar.

...

Ficamos lá, o resto da tarde, conversando, ele me conquistando a cada palavra, até que quando vi, eu estava encostada no peito dele, e estávamos de mãos dadas. O que me fez sorrir. Até que eu vi no celular dele : 17:59.

- Meu deus, olha a hora. Eu preciso ir, desculpa mais eu preciso ir de verdade, to fudida.

- Mas, mas...

Então eu peguei o celular dele, ao ver a cara fofa que ele fez.

- Me liga!

E coloquei o telefone na mesa, e sai correndo.

...

Cheguei em casa, abri a porta. Minha mã

e estava na sala.

- Foi bom o sorvete, hein filha. – Ele ela fez aquela voz irônica.

- Err, desculpa mãe.

- Deu o cookies pra Dasy?

P.u.t.a M.e.r.d.a

- Ah, os cookies? Dei sim.

P.u.t.a M.e.r.d.a

- Hoje eu vi você na sorveteria.

P.u.t.a M.e.r.d.a

- Serio? – Tentei parecer normal, mais não deu muito certo, porque eu estava apavorada. Literalmente apavorada.

- Eu vi você com uma pessoa, mais não era a Dasy, era um garoto.

OOOOH FUCKING GOD.

- Garoto? – Meu coração quase saiu do peito quando ela disse isso.

- É o filho dos Jones, não é?

Fiquei sem reação, eu não sabia o que falar, eu estava apavorada, minhas pernas tremiam, minhas mãos suavam, minha garganta ficou seca.

- Calma filha. Eu não vou te dedurar pro seu pai. Eu gosto do Peter, ele é um garoto bom. Vou lhe dar uma chance. Mais eu te peço, quando estiver pronta, conte para o seu pai. – Ouvi sinceridade na voz dela.

- T-tá! – Foi a única coisa que eu consegui gaguejar.

Sai correndo, apavorada, entrei no meu quarto. Eu precisava esfriar a cabeça. Olhei para a porta do meu banheiro. E andei devagar até ele, minhas pernas ainda tremendo. Abri a porta, tirei a roupa e entrei de cabeça na ducha fria. E meu corpo em um estante relaxou. Fiquei quase uma hora, debaixo daquela solução de problemas. Quando sai, coloquei o pijama e me joguei na cama. Até que meu celular vibrou.

Não consigo parar de pensar em você, Lucy Smith.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.