Angel Devil

5 Avenged Sevenfold.


Notas iniciais
Boa leitura ♥

Eu consegui detonar todas minhas unhas, de tanto roer. Uma por uma. Sentada na minha cama de pernas cruzadas, pensando, pensando, pensando...E se eu fosse?

Francisca era uma das minhas maiores preocupações, alem de eu não ter a menor idéia como me vesti para este tipo de lugar. Eles não vão gostar de mim, já estou vendo eu voltando para casa arrependida de ter desobedecido ela mais uma vez.

– Céus...Por que estou remoendo isso ainda? — resmunguei.

Mas eu quero! Estupidamente um lado da minha mente não esquecia a ideia de encontrar Brian. Não adianta fazer cara feia, resmungar, roer todas as unhas...Nada disso me deixava menos calma e não me fazia esquecê-lo.

Dramatico, eu sei, mas com razão. Que dia que alguma oportunidade feito essa apareceu para mim? Ou eu continuo tracada aqui, ou vou fazer o que realmente quero.

Olhei o relógio em cima do cabiceira, descobrindo que não tenho mais tempo para indecisão. Já era 7 horas da noite e os minutos mudando constantemente começou me dar nos nervos.

'' Vamos lá, você não vai ser pega! Já mentiu uma vez, sabe como isso funciona'' — minha vontade implorava.

Esfreguei o rosto não agüentando mais criar raízes aqui. E no final das contas acabei pulando para fora da minha cama, bufando enquanto resmungava qualquer coisa contra Brian. Ele venceu, sem ao menos ter noção disso, ele venceu.


Fuçando meu closet achei um vestido tomara-que-caia que nunca tinha usado antes. Meu pai me deu quando completei 13 anos, naquela epoca por falta de corpo ele tinha ficado feio em mim, então fiz o favor de esconder dentro de uma caixa de sapatos, torcendo para John esquecer. O sacudir, sentindo o cheiro de roupa nova misturado com caixa de sapatos espelhar no ar. De frente o espelho o coloquei em frente meu corpo, vendo que agora estava curto e bastante decotado. Lembro que aquele dia meu pai disse que suas cores — tons de azul com branco — entrava em contraste com a cor dos meus olhos. Uma espécie de faixa embaixo sustentava meu busto, e o resto do tecido caia soltinho até o meio das minhas coxas. Não sou de ligar muito para os detalhes, mas de uma certa forma (não explicada) eu desejava ficar bonita de verdade esta noite.

Fui atras de sapatos, escolhendo meu limpinho all star branco pois era a única coisa confortavel que não seja aquelas sandalias que mais pareciam ser da epoca de Jesus. Joguei tudo em cima da minha cama e parti para o banheiro, 20 minutos depois sair de lá com meu cabelo pingando. Vesti minha peça intima, calça jeans e uma blusa de frio com zíper tendo uma idéia melhor em mente. Se minha mãe me ver com o aquele vestido iria torce o nariz e desconfiar, então tirei meus livros dentro da mochila e nela coloquei tudo que eu precisava para a noite.

Olhei em volta me perguntando se estava esquecendo de alguma coisa, mas já sem nenhuma desculpa abrir a porta do meu quarto deparando com Francisca no corredor já usando sua camisola preta de ceda. Ela ergueu uma sobrancelha ao me ver sem pijama e veio até mim.

Aqui em casa todos dormem cedo, quero dizer, ela acha que dormimos cedo. Meu pai se tranca no seu escritorio, eu no meu quarto, e minhas irmãs intretidas com suas casas de boneca perfeitas.

– Alice ligou agorinha me chamando para dormir na casa dela. Bia também vai estar lá. Não vamos fazer bagunça, é sobre a festa de Santo Antonio e elas querem que eu explique um pouco de Física também — menti de uma vez para ela não fazer perguntas. Se eu começar a gaguejar e morde os lábios demais tudo acaba.

– A essa hora?

– Não esta tão tarde, mãe. Eu vou dirigir com cuidado — garanti pendurando minha mochila no ombro.

– Tudo bem, vá com deus. Quando chegar lá me ligue.

– Boa noite, mãe — desejei e quase rolei escada a baixo sentindo nenhum pouco mal por mentir. Acho que comecei a viciar nessa coisa de quebrar regras, porem nada esta sendo difícil, alias, esta sendo fácil demaaais.

Francisca anda muito calma ultimamente, todo drama que faço não é a toa, mas ela esta contradizendo muita coisa que penso e isso é esquisito...Muito esquisito! E eu até deveria ficar em alerta por causa dessa mudança de humor, alguma coisa esta por vim e não é boa, pelo menos tenho certeza que para mim não será.

Encontrei minha banheira-movel estacionada na garagem com uma capa amarela por cima. Chamo meu carro assim porque ele parece uma banheira gigante. É um conversível, modelo Eclipse cinza e por dentro o estofado todo preto, cheio daquelas frescurinhas incríveis. Francisca já não gosta de exibir, imagina então sua filha dirigindo um carro de bom gosto...É o ponto certo. Só que pode até parecer que não mas eu gosto dele, sai um pouco do meu estilo certinho de ser, tornando-me uma patricinha. É sempre assim.

A estrada estava livre para mim. Poucos carros e os cêmafaros não quiseram me ajudar. Seria ridiculo dizer que eu não consegui achar o caminho? Puff...'' E você ia voltar para casa e dizer o que para Francisca?'' — minha vontade rebateu.

Sem escolhas parei na primeira rua deserta que encontrei e comecei a me trocar encolhidinha no banco de trás. Terminei com o vestido, calcei meus tênis e parti para a maquiagem leve de sempre. Arrumei meu cabelo quase seco, jogando as mechas da frente para o lado, formando um pequeno topete sobre minha testa pequena e revelando meu rosto mais do que o habitual. Pulei para o banco da frente novamente, guardando minhas coisas debaixo do mesmo. Girei a chave na ignição, sabendo que o proximo passo seria a pior parte da noite. Ou não.

Brian Haner.

Avegend Sevenfold subia ao palco diante das milhares de pessoa lotando a praia. Daqui eu podia ver as tochas sintéticas espalhadas — pelo chão e presas em altos bambus — iluminando o mar de gente na nossa frente fazendo barulho ao extremo. Então, todos foram envolvidos por M. Shadows que nos anunciou pelo o microfone, tomando seu papel como vocalista: — Pelo resto da noite estamos mudando o nome desta festa... Agora é chamado de ‘’Heavy metal do caralho Beach.’’ — fazendo um trocadilho com o nome original.

Beast And The Harlot abriu o show, levantando uma gritaria que dava para ouvir a quilômetros de distancia. Eu aproveitava todo o palco com minha guitarra nas mãos, fazendo o que mais amo junto com meus amigos. O mais foda era as nossas músicas chamando atenção das pessoas feito canto de sereias; aos montes eu os vi chegando mais perto, se amontoando onde dava e quem sabia cantar soltava os pulmões junto com o Matt.

Era disso que estou falando!

Aceitação do publico, a energia, a paixão pela música. É o que Avenged Sevenfold estava precisando para tomar um caminho sem volta e pra melhor impossivel! Eu sabia que a gente chegara lá um dia, como diz Jimmy: Esta porra vai mudar o mundo.


Melinda Valentin.


Por mais que eu quisesse ir embora, por mais que meu lado racional não descansava até por juízo em minha cabeça, eu não consegui tirar os olhos do palco. Sentindo uma emoção descritível inflar dentro de mim...

Toda essa gente se divertindo. A musica alta fazendo meu corpo mecher involuntariamente. O sentimento envolvido. Só sei que é como estar em outro mundo, e no final da quarta musica me vi aplaudindo e gritando um ’’ Uhuuuuul’’ animado.

Daqui do alto dava para ver o Show tranqüilamente junto com o mar de gente embaixo dos meus pés fazendo o mesmo. Todos queriam assistir os garotos, mas meus olhos insistiam encarar somente um. O tão concentrado Brian Haner. Sem errar uma nota sequer, pelo que parece. Sua guitarra ressoando através das grandes caixas de som de forma nítida e limpa, junto com os outros instrumentos. Ele não só esbanjava técnica nas pontas dos dedos como também exalava toda sua paixão pelos os poros do corpo, contagiando quem estava ali dividindo o palco com ele e também a multidão.

Brian tinha nascido para aquilo. Era lindo.

Uma hora ele sumiu pelo canto escuro do palco e meus olhos acabaram caindo no loiro, Jimmy, tocando bateria. Os outros eu não sabia o nome, mas já os vi freqüentando a escola junto com Brian. De menos o baixista, na verdade esse nunca vi, mas parecia ser muito amigo dos meninos também, eu sentia isso pela a sintonia das musicas. Estramente eles faziam parte de um quebra-cabeça montado sem falhas, qualquer um deles faria falta — se ao menos uma peça não tivesse presente.

E no meio da sexta música, o sentido do show mudou completamente para mim. Não prestei mais atenção na apresentação em si, não que eu não gostasse das musicas, os meninos são muito eletricos e é dificil não se envolver, mas ele — a um mar de gente de distância — empunhando sua guitarra branca desviava minha atenção completamente de qualquer coisa, era sem querer, não tinha como evitar que Brian fosse tudo o que eu via agora.

Ele estava diferente. Pra melhor. Seu cabelo apontava perfeitamente para cima. Usava uma especie de colete sem mangas, preto, mas com capuz e bolsos, deixando seus braços trabalhando na guitarra totalmente amostra. A calça jeans escuro servia perfeitamente em seu corpo, dando para ter uma idéia de como ele é sem aquilo...''Como é que é?'' — pensei surprensa comigo mesma. — ''Não era hora de bancar a fã com os hormonios fervendo dentro da calçinha!''

Balançei a cabeça para mim mesma, concentrando em outra coisa. Eu reconheci alguns movimentos daqueles dedos, assisti muitas vezes através do vidro da sala de música, deslizando pelo braço do instrumento e apertando as cordas de forma certeira. O jeito como tocava parecia até ser fácil demais...É como eu disse e não parava de pensar, ele nasceu pra isso, aquela guitarra parecia um quinto membro do seu corpo depois dos braços e das pernas. Talentoso demais!

As vezes Brian fazia o backvocal, quando isso acontecia ele olhava para a platéia ao cantar, e foi numa dessas que consequentemente seus olhos se ergueram para mais alto e pararam bem na minha direção. Eu travei, o correspondendo de volta com um pouco de duvida, mas ele estava me vendo mesmo, minhas pernas tremulas fora o suficiente para saber que ele olhou nos meus olhos.

ELE ME VIU!

Brian também paralisou, não tocava e nem cantava mais, acabando por chamar atenção dos outros garotos que afastaram da frente do palco ao mesmo tempo que as luzes apagavam, quebrando nossa conexão bizarra brutalmente. ''Sevenfold! Sevenfold! Sevenfold! Sevenfold!'' — o local foi preenchido pela gritaria, 10 segundos depois as luzes voltaram e os 5 garotos em sincronia olharam diretamente para mim dessa vez. Jimmy foi o mais indiscreto, ficando de pé e se inclinou sobre a bateria. Vi ele tombar a cabeça para trás, parecendo dar uma sonora gargalhar enquanto voltou a se sentar batendo as baquetas ainda rindo.

Para o meu alivio o vocalista agiu junto com ele, dizendo:- Huntington Beach esta é nossa ultima canção. Muito obrigado. E nos veremos em breve. Eu prometo.

Então essa era a ultima canção...Eu tinha que fazer alguma coisa para consegui chegar até eles. Mas sem ter uma ideia na cabeça, comecei mesmo assim a descer a rampa pendido licença, só que recebi apenas empurrões e xingos em resposta. Ignorei os mal-educados, mergulhando cada vez mais na galera ao mesmo tempo que Avenged Sevenfold finalizava seu show. O vocalista agradeceu mais uma vez a todos, prometendo dobrar a dose de músicas numa próxima apresentação e assim os jogos de luzes acabaram, sendo substituídos pelas as tochas elétricas e um Dj começou a entretar a galera enquanto a próxima banda não se apresentava.

Eu continuei mergulhando, sem saber para onde ir examente. E não adiantava pedir licença, ninguém queria arredar com medo de perde seu lugar. Fiquei nas ponta do pés para saber o quão longe ainda estou do palco e acabei desistindo, nunca vou ter chances de chegar até lá inteira. Mas bom, ele me viu, seria mais inteligente ficar quieta em um canto até alguém me encontrar. E foi arquitetando essa idéia que achei melhor seguir na direção contraria, longe da galera se expremendo.

Numa barraca de bebidas gratis pedir uma água e sentei no banco alto do balcão para esperar, observando as pessoas procurando por diversão, fazendo amizades e curtindo com os seus proprios amigos. Apesar de todos beberem desenfreados, ter gente louca e diferente, fiquei surpreendida com o lugar. Eu tinha uma opinião muito super errada, mas até agora não vi nada de tão bizarro acontecer, como brigas, mortes, estas paradas que muitos de fora dizem acontecer. Diversão é legal, eu entendi o porque eles procuravam algo como isto para passar a noite. Sem pais e responsabilidade...Onde eu estive este tempo todo que não pode estar aqui antes?

Distraída bebendo apenas minha água gelada avistei algo diferente passar entre um grupinho a poucos metros. Brian trombou brutalmente no ombro de um deles, abrindo passagem sem se importa. Ok, muito folgado da sua parte, mas eu sabia como é irritante ninguém dar espaço ou ignorar.

Eu desci do banco lentamente, deixando água de lado sobre o balcão, e passei a mão no cabelo, colocando algumas mechas atrás da minha orelha sem graça, sem saber o que fazer agora.

Ir até ele? Ou esperar? Cumprimentar num ''Oi, tudo bem'' e um aperto de mão? Falar mais o que? ‘’Nossa...Minhas mãos estão suando’’ — entrei um pouco em pânico. Meu estomago de alguma forma passou a pesar toneladas, minha barriga contraiu quando nosso olhos se encontraram, e eu fiquei com medo de fazer alguma bobagem e Brian se arrepender de ter me conhecido. Mas eu não tive tempo de pensar numa saída inteligente, seus braços de repente estavam envolta de mim e ele me suspendeu ao dizer alto: — NÃO ACREDITO QUE VOCÊ VEIO!

Não precisa ver seu rosto para saber que tinha um sorriso convencido no seu rosto, daqueles bonitos que deve funcionar com muitas garotinhas por aí. Funcionava comigo, caramba! Eu não consegui se quer forma uma frase coerente.

Brian me intimida, é fato, mas eu não podia deixar o engraçadinho jogar na minha cara que conseguiu me trazer até aqui com uma simples mensagem. Pode ser verdade, mas não vou admitir. Olha que idiota!

– A mesagem foi tão intimidadora que não pode deixar de vir — respondi do mesmo tom de voz, sacarsmo.

Em vez de me soltar, seus braços apertaram minha cintura mais um pouco mim e ele soltou uma gargalhada, literalmente.

Levei um baque estranho dentro de mim, bem na região do meu peito, meu coração martelava forte enquanto eu sentia o calor transmitido do seu corpo para o meu. Retribuir o braço desajeita, por um momento me perguntando porque isso é tão bom...

– Deu certo, não é? — perguntou o exibido, agora deixando-me no chão suavemente. Ah não, por que não me segurar mais um pouco?

Eu revirei os olhos para mim e para ele.

– Eu só vir aqui para mostrar que não sou nenhuma medrosa, ta sabendo? Achei que tinha ficado claro.

– Ah sim, ficou muito claro — fingiu aceitar minha desculpa, e acabamos rindo juntos. Não sei do que, mas eu tinha vontade de sorri e me senti estranha ao mesmo tempo. São muitos sorrisos direcionado para somente uma pessoa, eu não sou assim...

A gente foi surpreendido por alguém que passou quase por cima dele, gritando: — Sai pra lá, é minha vez — e novos braços surgiram envolta de mim. — Garota dos meus sonhos! — Jimmy exclamou e soltei uma risadinha, não conseguindo impedir a barra do meu vestido de voar.

Apesar de surpresa com o seu afeto, eu já sabia que Jimmy é um louco no sentindo bom da coisa, então deixei-me levar porque com ele é extremamente facil.

O loiro me soltou e nos viramos para Brian que não estava sozinho. Três novos garotos — os mesmos que vi no palco -, me encaravam talvez pensando: ''Que diabos a santinha da cidade isolada esta fazendo aqui?''

– Quem seqüestrou ela? Olha, eu já vou logo avisando que estou fora disso! — o mais baixo foi o primeiro a falar. Ele também tinha o cabelo mal pintado feito Jimmy, e usava roupas largas como os outros diminuindo sua estatura ainda mais.

– Eles não teriam essa brilhante idéia — o maior zombou. Ele só perdia para o Jimmy na altura, mas tem mais massa, com certeza tem.

– Largam de ser idiotas! — mandou Jimmy abraçando meus ombros. — Gente essa é a loira dos meus sonhos, não dá pra sacar?

''Loira dos meus sonhos? Do quê o que Jimmy esta falando?'' — questionei, mas o terceiro garoto resvolveu falar, chamando minha atenção: — Ah...Claro...O anjo...Que merda Jimmy! Achei que eu ia ter uma piada pelo resto do mês — esse tinha um pouco de todos, mas não parecia ser um mal-encarado feito Brian e tão louco feito o Jimmy.

Então percebi que chegou a minha de vez de falar alguma coisa. Todos olharam para mim esperando, só que eu apenas sabia olhar especialmente para os três na minha frente, ainda absorvendo novas informações.

– É nessa hora que você diz que gostou e virou nossa fã — o mais alto do três brincou dando um passo a frente — A proposito, eu sou Matt e estes são Johnny e Zacky — algo me dizia que ele só estava tentando ser gentil porque já ouviu falar de mim.

– Eu sou Melinda...- também me apresentei como se não soubessem. -E desculpa mas...Tenho que ouvi vocês uma segunda vez para ao menos entender o que você canta, principalmente. Aqueles berros...Espero que aproveite muito sua garganta, vai ficar sem ela algum dia — tentei ser sarcastica e deu certo, mesmo soando idiota arranquei risos deles.

– Mal gosto pra música, este deve ser o seu problema, Freira — Matt retrucou, tentando me intimidar com o apelido.

Eu só sorri, dando de ombros. — Não ligo de torna uma pessoa de bom gosto então.

– Isso seria um grande desafio...

– Acho que não. Eu aprendo rápido — o interrompi, enfrentando alguém uns bons metros maiores que eu.

– É disso que gosto! Bem-vinda Melinda! — Jimmy entrou no meio, aprovando-me. — Manda ele se fuder e esta tudo certo.

Eu sorri pela primeira vez gostando de fazer parte de algo e aceitando as boas-vindas. Meus olhos foram para a pessoa entre os meninos na roda mal feita, para saber se eu era bem-vinda por ele também, e percebi que Brian já me olhava.

É, eu acho que gosto daqui.


Notas finais
Obrigada por todos os reviws gente, eu estou amando escrever esta história e saber que vocês também estão curtindo *-* ♥