Angel
6 VI
Marlene bebeu, dançou, flertou e beijou Sirius Black naquela noite. Não necessariamente nessa ordem. Tudo em sua cabeça parecia uma confusão deliciosa das mãos dele em sua cintura e de seus lábios em seu pescoço. Era bom demais para ser algo mundano.
— Essa fantasia de anjo combina demais com você. — Ele havia dito, com voz rouca. — Parece que você poderia me levar do céu ao inferno em apenas alguns segundos. Por quê?
Ela sorriu maliciosamente, mordendo o lábio inferior.
— Porque eu poderia. — Literalmente. — E você nem mesmo perceberia, Black.
— Estou ansioso por isso, McKinnon.
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