Notas iniciais
Oi, oi galera! Boa tarrrrde!! Como vocês estão?? Eu não sei escrever muita coisa com ação, rs. Então me digam por favor no que melhorar ok?? Espero que tenham gostado do capítulo. Tô postando porque sei como é ruim ficar na curiosidade! Hahaha. Comentem, favoritem e acompanhem o desenvolvimento da fic

Três dias após Oliver ir atrás da Liga dos Assassinos. Três dias sem notícias.

Eu estava na casa de John e de Lyla, cuidando da pequena Sara enquanto o casal arrumava a Ceia para o Natal. Eu não comemorava muito o Natal, mas o casal de amigos convenceu a mim, a Roy e a Pecado, uma amiga de Roy, a passarmos no Natal com eles. Para que ninguém ficasse sozinho – a não ser Oliver. Resolvemos que a cidade não poderia ficar sem o Arqueiro, mas faríamos o possível para que essa noite fosse reservada para a família. Eu já havia ligado para minha mãe, mesmo que não fosse meu costume no passado... Hoje em dia sempre que havia um tempo livre da caverna e dos devaneios de onde Ollie poderia estar, eu ligava para ela. Checava se estava tudo bem e ela já fazia planos para retornar. Mesmo que eu não gostasse muito, talvez fosse exatamente o que eu precisava.

A campainha tocou e eu deixei Sara no sofá, logo indo até a porta e a abrindo. Roy e Pecado sorriram para mim e entraram, recebendo um sorriso em resposta. Logo estávamos os três na sala, brincando com a pequena Diggle, enquanto o casal terminava de colocar a mesa. John nos serviu gemada e suspirou. Ele sentia falta de Oliver, era engraçado como em um ponto da sua vida você não consegue mais imaginar sua vida sem certas pessoas. E naquele momento, eu não imaginada a minha vida sem eles. Sem a família Diggle, sem Roy, sem Pecado – que a havia se tornado mais presente nos nossos dias, quando não estávamos na caverna – e principalmente sem Oliver, e tinha medo de me acostumar a ficar com sua ausência, porque era tudo o que tínhamos.

A certeza de que ele estava vivo. Porém a incerteza de se ele conseguiria voltar para nós. Por mais que acreditássemos que logo ele estaria aqui, era complicado de entender.

Na rádio tocava alguma música de Natal e todos sentamos na sala, conversando e esperando mais um pouco. Eu havia deixado uma mensagem para Oliver, pedimos que ele voltasse, caso tivesse a oportunidade. Era uma época para reunirmos a família, e por mais que estivéssemos todos ali, nossas cabeças estavam em outro lugar. Menos a da pequena Sara, que mexia no cabelo de Pecado.

Ouvimos o som da campainha do novo e nos olhamos, eu segurei a respiração enquanto John caminhava até a porta. Logo todos estavam de pé na sala e John entrava acompanhado. Acompanhado de Nyssa. Eu segurei a respiração e meu estomago gelou. Roy ficou mais atrás, onde tinha a localização de uma arma, Lyla tomou a frente de Pecado e de Sara e eu só conseguia pensar no que poderia ter acontecido a Oliver.

– Seu arqueiro conseguiu. Derrotou meu pai, Ra’s Al Ghul e mais metade da Liga, que lhe foi importa como batalha, antes de ter a oportunidade de tentar lutar de novo com meu pai. Ele sumiu com o corpo de meu pai, para que não utilizássemos do Poço de Lázaro de novo. – Ela suspirou e voltou seu olhar a mim. – Porém ele não retornará agora. Ainda é complicado. Meu pai tinha muitos aliados fora da Liga, que estão perseguindo o Sr. Queen, eu me tornei sua aliada, pois com a morte do meu pai eu tomaria conta dos Assassinos, mas não foi o que ocorreu. Ele pediu para que os avisasse e pedisse para que tomassem cuidado. E desejou a vocês um Feliz Natal.

Logo ela saiu pela mesma porta que entrou, sem que fosse levada. Eu estava em choque, Roy me sentou no sofá e Lyla me levou um copo de água. Por quê? Ele havia vencido, deveria estar em casa! Comemorando. Comemorando sua vitória, comemorando conosco. Suspirei e encostei minha cabeça no sofá, não seria tão fácil tê-lo de volta.

2 DIAS ATRÁS – OLIVER QUEEN’S POINT OF VIEW.

Eu estava viajando há um dia quando cheguei a Liga dos Assassinos.

Todas as suas espadas foram apontadas para mim, mas as ignorei. Assim como ignorei os comentários de que eu estava morto, perguntas de como eu havia sobrevivido. Eu só caminhava pelo corredor e respirava o mais calmo que conseguia. Eu tinha que tentar, tinha que lutar pela minha vida, pela minha família.

Quando entrei na sala que a meu ver era o local que Ra’s Al Ghul ficava Nyssa me olhou assustada, se armou com a espada mais próxima a ela e eu levantei o braço, fazendo um sinal de que ela parasse. Al Ghul virou-se para mim com um sorriso incrédulo.

– Eu retornei, não tive uma morte tão honrosa assim. – Ele soltou um ‘‘Como?’’ e eu voltei a falar. – A minha morte honrosa será em Starling, na minha cidade, protegendo o meu povo, protegendo a minha família. Não será nenhum de seus assassinos e muito menos você que irá acabar com esse pensamento. Descobri sua arma secreta e agora sei como posso te derrotar, de forma que você não volte mais e todas as minhas falhas e as falhas de Malcolm Merlym sejam perdoadas.

Al Ghul soltou um sorriso e deu dois passos a frente.

– Que comecem então suas lutas.

Tudo o que havia dentro das minhas memórias eram as vitórias que eu tinha contra os assassinos da Liga. Eu estava cansado, desde a montanha eu não tinha certeza de que dia era, mas sabia que estávamos perto do Natal. Pensei em Thea, ela deveria estar com Merlym, pensei nos meus amigos que faziam de tudo para deixar a cidade segura e pensei em Felicity. Com esse pensamento agarrei o Arco que havia pegado para as minhas batalhas e comecei a olhar em volta, procurando qualquer coisa que pudesse me ajudar a montar mais flechas.

Logo que comecei o meu trabalho houve uma batida na porta do quarto onde eu estava. Peguei o primeiro objeto pontiagudo, que não fosse uma das minhas flechas e abri a porta. Um dos assassinos estava ali, com um sorriso sarcástico na cara e a espada apontada para mim. Suspirei e fechei os olhos rapidamente. Seria uma longa noite.

O assassino deu o primeiro golpe, cortando a gola da camiseta que Felicity tinha separado para mim, o olhei e fiz um sinal de desaprovação. Logo estávamos batalhando em círculos, e como todos os outros que foram destinados a batalhar comigo, esse tinha uma rotina de ataques. Primeiro a esquerda no braço, depois direita na perna e então tentava cravar a sua espada em qualquer lugar do meu corpo, para que eu ficasse em desvantagem.

Antes que ele me atacasse na perna direita, apontei a ‘arma’ que eu tinha pegado no quarto. Posicionei-a em sua mão e enfiei em um de suas ligações nervosas. Fazendo com que ele perdesse o movimento da mão, deixando a espada cair. Dei dois socos em seu corpo fazendo com que ele se distanciasse. Tomei impulso e peguei sua espada, o colocando em direção a parede.

– Se fosse em minha cidade você continuaria vivo, se você não tivesse sido treinado só pegaria alguns anos de prisão... Ou então só tomaria um susto. – Eu falei devagar, em um tom grave. Abaixei a cabeça e retomei a falar. – Mas você está em casa e terá uma morte honrosa como todos os outros que tentaram me derrotar, antes que eu pudesse lutar com Ra’s Al Ghul.

Ao dizer isso, passei a espada pelo seu braço e cravei-a em seu coração. Retirei a espada do corpo e a limpei em sua própria roupa, pegando-a para mim. Retornei ao meu quarto e logo passei o pequeno e pesado guarda roupa como um peso para porta, para que eu não fosse surpreendido enquanto tentava descansar.

Uma flecha passou pela pequena janela do quarto e eu a fechei.

Espero que tenha se divertido herói. E espero que você consiga derrotar meu pai, Ra’s Al Ghul, porque caso não consiga todos os outros sofrerão. Tente dormir. Aquele que você conhece por Maseo estará vigiando a sua porta. Estamos do seu lado, pois descobrimos coisas que não dão mais os mesmos objetivos para a Liga, devemos restaurá-la.

Sei que não foi você que matou Sara,

Nyssa.

Respirei fundo e deitei o colchão que estava jogado de qualquer jeito no chão. Tirei o celular da mochila e vi que tinha uma mensagem de Felicity. Suspirei e coloquei o celular perto da orelha para que pudesse ouvi-la.

‘‘Oi Oliver, espero que ainda esteja vivo, é claro que você está, certo? Estamos preocupados... Eu estou preocupada. Daqui dois dias será Natal, passaremos na casa dos Diggle, se você puder aparecer... Ou mandar noticia. Espero que esteja bem. Estou te esperando...’’

E com isso eu consegui cair no sono, pela primeira vez em dias.