And If You Hear Me
3 Capítulo 3
Notas iniciais
O ninja, ainda por cima do loiro, pegou seu cinto que antes servira de venda, e passou pelas laterais do rosto do outro, criando assim, uma mordaça. Tendo o corpo abaixo de si sob seus domínios, passou a mão pelas costas do mago, descendo um pouco, acariciando levemente as partes dele que passavam por debaixo da sua mão, e achando caminho, desceu esta até a frente, encontrando o membro alheio, ainda encoberto pelas roupas, para então acariciá-lo por cima dos panos, recebendo gemidos abafados como resposta; alguém estava bem excitado. É, parece que não era só ele o sado-masoquista ali.
Com uma habilidade descoberta, retirou a roupa restante naquele corpo para que pudesse abusar dele, e logicamente, terminou de tirar as peças de pano que ainda repousavam sobre o seu próprio.
O mago não havia saído de sua posição, mas encontrava-se corado.
- E pensar que você ainda se da o direito de corar depois do que fez comigo – Kurogane riu-se o fazendo ficar mais vermelho ainda – Não se preocupe – deitou-se sobre as costas dele, deixando as mãos escaparem para a sua excitação novamente – Vou brincar com você também.
Phi limitou-se a gemer. Aquele ninja o estava enlouquecendo. Seus toques, suas mãos, sua respiração batendo em seu pescoço, tudo nele o tirava do sério.
O moreno retirou seu tronco de cima do outro corpo e parou de tocá-lo para fazer com que ficasse numa posição melhor para o que estava por vir.
O loiro apenas deixou-se levar por Kurogane, e quando viu, estava com a cabeça e os braços apoiados no colchão, e seu quadril totalmente levantado, deixando-o completamente exposto.
Sentiu a língua quente do ninja na sua entrada. Não, ele não estava fazendo isso! Era... Era... Era tão... bom.
Kurogane viu aquele pequeno orifício tão exposto para si, que não resistiu em tocá-lo. Primeiro separou as nádegas com as próprias mãos, e depois foi circundando aquela entrada tão apertada com a língua, para depois começar a penetrá-la com o mesmo músculo.
Quando sentiu que estava bem lubrificada, o ninja lubrificou o próprio dedo, e começou a adentrar ali. De início, o loiro pareceu desconfortável, mas logo se acostumou.
Viu que ele tentava resmungar alguma coisa em meio aos gemidos, e acabou retirando a mordaça improvisada.
- Kurogane! – gemeu.
- O que foi? – aumentou o ritmo.
- Ma-mais! –corou.
Logo o moreno adicionou mais um dígito, e os movimentos ficaram mais intensos, e o mago encontrava-se bem mais relaxado.
- Kuro! – pediu mais uma vez – Para de brincar!
- Mas eu não estou brincando! –retirou os dedos.
Ouviu um gemido de reprovação e riu quando o loiro moveu seu corpo em busca da mão que antes o excitava.
- Vem logo! – pediu.
- O que? – provocou passando os dedos na glande.
- Kurogane, me come, agora!
O ninja jurou que ao ouvir aquilo poderia ter um orgasmo, mas segurou-se para deixar a diversão acontecer.
Virou o corpo do mago para cima, e posicionou-se.
Viu seu corpo ser virado e o moreno preparar-se olhando para si, e incitou-o a continuar.
Kurogane não esperou mais e começou a penetrá-lo adentrando cada centímetro lentamente. Quando deu por si, encontrava-se completamente engolido.
Olhou para Phi, e aquilo o chocou de certa forma. O loiro mordia as costas da mão, e duas lágrimas rolavam pela sua face contorcida levemente de dor.
- Phi eu-
- Shh – fez o mago – só... deixa eu... me acostumar, ok? – respirou fundo.
Não que não estivesse preocupado, pelo contrário, mas é que sentir-se dentro daquelas paredes, e sendo esmagado daquela forma o estava tirando do sério.
Doía, não iria negar, mas ele já tinha passado por coisas piores, e sabia que o moreno não faria algo para machucá-lo.
Esperou o desconforto passar enquanto sentia o ninja mordiscar um de seus mamilos e brincar com o outro. Logo uma sensação prazerosa foi tomando conta de si.
Sua respiração se alterava levemente enquanto tentava distraí-lo incitando seus mamilos, mas não pode se conter quando o loiro resolveu iniciar um movimento um tanto perigoso naquele momento.
Gemeu.
Parou o que fazia para fitar aquele rosto que tanto ocupava sua mente.
- Phi – gemeu rouco – não brinca comigo – pediu.
- Vem Kurogane. Bem fundo. Agora – disse autoritário exalando luxúria.
É, o modo com que aquela maldita coisinha branca de olhos azuis disse seu nome foi demais para si, e descontou-lhe uma estocada intensa logo de primeira.
- AAAAAH –gritou o loiro num misto de sensações.
- Você não pediu? Então agora vamos brincar! – manteve um ritmo nas estocadas que se tornavam mais fortes.
Podia sentir o quanto Kurogane estava excitado dentro de si. Era como uma ligação que ele jamais possuíra com outro alguém. Era único e inigualável.
O ninja se retirou de dentro dele por completo, e jogou seu corpo virado para baixo novamente.
- Mas o qu- AAAAAH – não pode conter-se quando o moreno arremeteu-se fundo dentro dele.
Kurogane entrava e saia rapidamente do loiro, e para tornar as coisas um pouco mais divertidas, puxou ambos os braços dele para trás, e segurou impedindo qualquer movimento.
- KUROGANE! AHHH! PA-PARA COM IS- ISSO! –mal consegui terminar a frase e sentiu ser tocado num ponto diferente dos outros – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH F-faz de novo! – suplicou.
É, parece que tinha conseguido achar o ponto mágico.
Passou então a estocar direcionando ali, vendo as reações do mago.
- KURO! EU... EU VOU...
- Vem Phi, nós vamos juntos – sussurrou na orelha dele, e foi o limite.
Phi sentiu o corpo tremer, e seu baixo ventre ser fisgado. Logo o orgasmo tomou conta do seu corpo e acabou por derramar seu fluído no lençol.
Kurogane sentiu-se ser esmagado tentadoramente, e também não agüentou, deixando-se derreter dentro do loiro, desacelerando os movimentos para prolongar a sensação do orgasmo.
Os corpos caíram exaustos na cama, e o loiro deixou um gemido de desaprovação escapar sem querer quando o ninja retirou-se de dentro dele.
- Hn.
Kurogane sorriu por dentro.
- Tudo bem, pode dormir. Repetimos outro dia – disse e passou a mão pelas madeixas loiras, entrelaçando os dedos com o outro logo depois.
Continua...
Notas finais
espero que alguém leia, e que goste :3
e PARABÉNS PRO REITA LINDO.
30 ANOS NÃO É FÁCIL, MAS MESMO PELANCUDO EU VOU AMAR VOCÊ.
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