And If I Love You?

2 Capítulo 2 - parte 1


Notas iniciais
Monas! Olha quem voltouuu... Japaaa!! Uhuuuul nem demorei muito, sim? O CAPÍTULO FOI DIVIDIDO EM DUAS PARTES ENTÃO A SEGUNDA PARTE DO SPOILER DO CAPÍTULO PASSADO, SÓ IRÁ SER NA PARTE DOIS! sobre os spoilers no final dos capítulos, decidi que quando quiser ser mais boazinhas e se vocês merecerem, coloco uma coisa ou outra (cara de má) QUERO AGRADECER AS LINDAS: - Jujardim2015 - Tay - Melody SUAS QUEENS DA MINHA LIFE! Me deixam tão happy com os comentários maravilhosos! E MDS!! Obrigado também à quem está acompanhando! Quem não foi no show da R5, levanta a mãozinha O/, chorei, ah se eu chorei. Mas bem não vim para dizer do quão desastroso foi o dia 12 de dezembro pra mim, além disso era meu aniversário! Masss os textinhos das bfs tavam tão diwosos que melhoram muito meu dia e me deram uma inspiração dos deuses! Agradeçam a elas! Bem em mais delongas amoras... ENJOOOYYY!!! Boa Leitura♥

Pov's Austin

Eu a olhava atentamente, estava claro que eu não à queria aqui.

Mas seus olhos marejados levavam toda à minha atenção, eu não sabia o que fazer. Ela chorava mas e agora?

– Ally! Venha aqui, já arrumei o sede u quarto, fui até minha casa e peguei um pijama meu, não se preocupe em devolver e ah pode deixar que amanhã você continuará aqui, jamais que iria deixar você morar na rua. — Escutei Cassidy gritando de dentro da casa e sorri. Ela sempre com seu jeitinho de bondade ajudando à todos, era o que eu mais amava nela.

Olhei uma última vez para seus olhos chorosos, talvez uma última tentativa de entendê-los e entrei em casa, sendo seguido.

Quando Ally finalmente subiu olhei para Cassidy sem expressão.

– Austin, você é meu professor e acima de tudo meu amigo. — Ouvir aquilo fazia meu corpo se contorcer em tristeza.

Continuei a olhando. Já havia ouvido aquilo por 3 anos, porque não mais um? Mesmo que cada uma de suas palavras fosse como cortes, eu não conseguia afastá-la, sei que ela nunca lembraria, mas a esperança sempre me corroía.

– Mas Austin, você sabe o quanto eu a amo, não sabe? — Mas é claro que eu sabia! Como não saber com a pilha de CD's, DVD's e Discos de Platina de Allyson Dawson escondida em meu quarto, junto de todas as suas outras coisas que ela deixou.

Revirei os olhos já sabendo que eu cederia em seguir.

– Eu liguei para os pais dela... E eles me pediram para... Sabe, hã, não deixá-lá na rua, por... Eu disse que você aceitaria, já que eu sei que você nunca deixaria alguém na rua e...

– Quanto tempo?

– Hã?

– Fala Cassidy, quanto tempo?

– Três meses. — Seu sussurro foi tão baixo que eu não pude escutar nada mais que zumbidos.

– Quanto tempo?!

– Três meses! — Ela gritou. Ouvi passos descendo as escadas e nem ao menos virei meu rosto para ver quem era. Eu já sabia.

– Três meses?! — Gritamos juntos desesperados.

– Mas...

– Eu aceito. — Disse convicto. Pelas minhas contas se eu tivesse a Estrelinha Mimada na minha casa, Cassy com certeza viria quase todos os dias, isso seria uma esperança, uma chance.

– O que?! — Ela olhava para todos os cantos nervosa.

A forma desesperadora que ela procurava para resolver seus problemas, cada vez mais me irritava.

Qual é? Ela vai morar na minha casa e está reclamando?

Eu tinha uma enorme vontade de ir até ela e gritar coisas do tipo: "Quem quis dar uma de vida louca e fugir foi você!" ou "Está reclamando? Então que vá dormir na rua!"

Mas me controlei, sabia que se perdesse o controle agora só iria piorar não só o humor de Ally como o de Cassidy também.

– Perai, eu que estou fazendo a caridade de deixar você ficar por três meses na minha casa e é você que tem os ataques?

– Austin! — Cassidy repreendeu. — Olha Ally, não ligue para o que esse idiota fala...

– Ei, eu ainda sou seu professor, sabia?

– ...esse maravilhoso fala, mas eu conversei com a sua família e já planejamos tudo, apartir de amanhã você será outra pessoa, uma irreconhecível pessoa, ninguém nunca saberá que você foi Ally Dawson, o que é uma pena.

Cassidy falava animada, mas as poucos seu humor ia abaixando, sua capacidade de mudar de humor tão rapidamente me fascinava.

Ally apenas balançava a cabeça relativamente como se prestasse atenção, o que era pura mentira, eu sinceramente não a entendia e nem pretendia entender.

Meu modo de pensar nesses três anos, era totalmente bobo e apaixonado, mas eu não tinha culpa se a queria, se a queria muito. Mas a imagem dos olhos de Allyson marejarem, fazia meu estômago se revirar e eu instantaneamente me sentir culpado.

Já estava mais que irritado por isso, o que tinham de tão especial aqueles olhos? Nada.

– Como conversou com meus pais? — Ouvi a morena perguntar.

– Eles te ligaram logo depois que você subiu e eu atendi seu celular. Acho melhor eu já ir indo, amanhã virei novamente e iremos ao Shopping, logo depois você não será mais Ally Dawson.

Ela se despediu com um aceno, pegou suas coisas e foi embora. Foram tantas as vezes que ela já havia passado por essa mesma porta feliz da vida, tantas as vezes em que nós saímos e entramos pela mesma junto e mesmo com todo o sentimento que eu tinha ao lembrar, ela nem se deva o luxo de lembrar meu nome inteiro.

– Boa noite. — Ally disse por pura educação e subiu. Ela se abraçava e olhava para todos os cantos pensativa, eu sabia que estava desconfortável, mas não me importava, a casa não era dela.

Subi logo em seguida caindo duro em minha cama, me cobri e me deixei levar aos pensamentos. Eu me mexia e remexia, virava e revirava, mas o sono não me dava ao menos um "Oi".

Suspirei cansado e abri a gaveta da cômoda ao lado, de lá tirei a aliança decorada em prata com um diamante azul, significava a Lua, Austin Moon. "Nunca me esquecerei de você, não importa o que aconteça", obviamente o destino resolveu brincar com a frase de Cassidy.

O fato da Loira não lembrar, me fazia pensar inúmeras vezes se ela sentia mesmo todo o amor que falara.

Pra ser sincero, eu já não sabia de mais nada nos últimos três anos, minha vida era sobre uma rotina incansável de trabalho e casa, casa e trabalho, meus amigos viviam reclamando que eu não vivia mais desde o acontecido, era a mais pura verdade. Mas eu já não me importava, não me importava à minha vida social ou as coisas novas que eu poderia experimentar, eu não queria.

À única coisa que eu realmente queria era ela, e era exatamente a única coisa que eu não poderia ter.

Fechei meus olhos pela milésima vez tentando inutilmente dormir, até o sono se fazer presente me levando junto.

***

Pov's Allyson

Caí da cama instantaneamente ao escutar um estrondo vindo da casa ao lado.

Me levantei e abri minha mochila correndo de pressa, à única coisa que rondava em minha mente era: Austin, Austin, Austin.

Onde o loiro estaria? Estaria bem?

Coloquei o primeiro moleton que encontrei e fui até o quarto ao lado. Abri a porta e encontrei o mesmo dormindo calmamente, suas mãos relaxadas, os lábios entreabertos e seus cabelos loiros caindo sobre sua testa, o deixando lindamente fofo.

Era incansável olhar seu peito subindo e descendo calmamente, seu maxilar relaxado e sua respiração leve, olhando assim nem parecia a pessoa que estava me recusando um abrigo ontem, olhando assim ele parecia somente Austin Moon, um professor comum, lindo e calmo.

Me aproximei devagar para não acordá-lo quando pisei em algo duro e redondo. Gemi baixinho de dor e levantei meu pé para ver o que era.

Mas que diabos era aquilo?

Uma aliança? Porque Austin teria uma aliança?

Me lembro bem de não ter visto nada em seus dedos ontem.

Peguei o objeto brilhante com um reluzente diamante azul e o observei melhor. Era lindo, simples mas bonito.

Sorri deslumbrada.

Olhei em seu orifício e quando li tais sobrenomes, meu sorrido se desmanchou num piscar de olhos.

Moon and Turner.

Eles eram casados?! Oh meu Deus!

Pareciam tão normais e confortáveis ontem enquanto conversavam. Não havia nenhum vestígio de anel nos dedos finose delicados de Cassy.

Minha cabeça girava sem torno das opções. Mas será possível, casados? Se sim, isso explicaria todos os olhares bizarros que eles trocavam, ou melhor que Austin lhe dava.

Aos poucos minha cabeça começou a trabalhar constantemente como juntar 1+1 e estava claro que era verdade, mas ao mesmo tempo parecia ser mentira. Se Austin gostava tanto de Cassidy do jeito que demonstrara, porque não moram juntos? Porque ambos não usam aliança

Grrrrrrr.

Isso com certeza nem é da minha conta, para que tanto interesse Allyson?

Ainda olhava a linda aliança, de quem quer que fosse, era tremenda sorte em tê-la.

Escutei algo tateando sobre o colchão.

Droga, droga, droga. Mil vezes droga!

E agora? O que eu diria? "Eu acordei porque achei que você tinha se matado e acabei descobrindo que você é casado com Cassidy".

Não, não, não. Se antes ele já não gostava de mim, imagina depois disso?

Até que ele me puxou pelo braço me fazendo deitar de costas para ele. Céus, o que ele planeja fazer?

Estremeci com seu toque por debaixo do moleton... Ah porra.

– Cassy... Estava com tantas saudades. — Murmurava enquanto beijava e mordiscava meu pescoço.

Então era isso o que ele fazia com ela ao acordar? E o que vinha depois?! Se Cassidy foi embora por esse motivo, ela sem sombras de dúvidas é uma idiota. Oh isso é melhor que comer chocolate!

O senti me puxar para mais perto, me fazendo sentir sua ereção. PORRA E AGORA?

– Austin...

– Hm...?

Seus beijos quentes sobre minha nuca e clavícula, me faziam suspirar.

Isso era errado... Mas ao mesmo tempo... Tão bom.

– Austin... É... Ah meu deus... E-eu n-não... Sou a Cassy...

Suas mãos habilidosas de encontro com a minha pele, não me deixava pensar direito, muito menos pará-lo.

Mas quando em sua mente se apareceu a famosa "lâmpada" de idéia, uma luz se ascendeu em seu consciente e ele me empurrou bruscamente.

Nos olhamos e olhamos para nossas roupas, tendo a certeza que não havíamos transado, bem... Que ele não havia transado e enfim gritamos:

– Ahhhhhhhhhhhhhhh!

Nos olhamos novamente e levantamos, saí o mais depressa possível e voltei ao quarto de hóspedes.

Tranquei a porta e escorreguei pela mesma, absorvendo exatamente tudo que havia acontecido.

De todos os meus problemas... Por mais que esse seje o mais insignificante, era considerado o pior de todos pra mim.

Eu não fazia idéia de como olhar para cara do Austin depois, mas por hora a culpa era dele. Aonde raios ele achou que eu fosse Cassidy? Eu nem ao menos sou loira!

Isso fez com que mais um motivo fosse citado na lista do amor platônico de Austin Moon, por Cassidy Turner.

***

Depois de tanto pensar resolvi me dar de morta e fingir que nada aconteceu, primeiramente ele se sentiu confuso e incomodado, mas logo depois entendeu e agiu da mesma forma.

O dia se prosseguiu assim: Nos ignoramos, falando somente o necessário, cada um em seu quarto e nos ignorando novamente.

Ainda assim me sentia incomodada, a casa não era minha, o quarto não era meu, pra falar a verdade nem os chinelos eram meus!

Primeiramente eu estava perdida, segundamente primeiramente.

Quando eu estava à ponto de desintegrar na cama, uma loira maluca adentra o quarto e simplismente se esparrama por cima de mim. Minha reação?

– Ally! Não acredito que me empurrou, sua maluca, olha o estado dos meu cabelos agora! Quem mandou puxá-los?

Eu ria desesperadamente, a mesma parecia ter saído da terceira guerra mundial.

– Oh coitadinha, machucou loirinha? Quer que eu chame Austin? Tenho certeza que ele vai saber o jeito certo de cuidar de você. — Sorri maliciosa, levantando uma sobrancelha.

– Ah é mesmo? Que eu saiba não fui eu que acabei na cama dele.

Pelos deuses, como ela soube?

Olhei ao redor procurando por câmeras, mas o que achei foram só o papel de parede creme.

– Quem sabe eu não tenha vindo hoje de manhã ver se você estava bem, pelo que vi você estava mais que bem, não? — Minha bochechas ficaram tão vermelhas, que era possível alguém dizer que havia levado duas chineladas na cara.

– Cassy...

– Nada de Cassy, ah Ally sua safada! Aquele olhar dele, bem que eu sabia que era pra você. — Pra mim? Mal sabia que era pra ela.

– Okay, Okay. A cena de hoje de manhã já foi esquecida e considerada insignificante para ambos. Então o que te traz aqui?

Ela cessou os risos quase que na hora, e arregalou os olhos parecendo lembrar-se de algo.

– Ah meu deus! É mesmo, espere só um minuto.

E assim ela saiu apressadamente, como se fosse tirar o pai da forca.

Balancei a cabeça negativamente sorrindo, me apeguei a ela tão rapidamente. Pensei.

– Cassidy Lauren Turner, se você não dizer o que quer tanto de nós agora, considere-se morta! — Escutei alguém gritar estridente do lado de fora da porta.

Nós? Quem é esse nós?

De repente a porta de abre e eu me deparo com quatro cabeças femininas, e duas masculinas.

Uma era Cassy, outro Austin, havia um ruivo, duas loiras e mais duas morenas.

Tanto as duas morenas, quanto as duas loiras, eram lindas, uma delas tinha seus cabelos compridos e encaracolados, com um vestido florido e sapatilhas, a outra loira tinha seus cabelos prendidos em maria-chiquinhas, e um sueter totalmente colorido, com uma saia estampada e meias com listras rosa e verde, era um estilo considerávelmente estranho, mas quem sou eu pra dizer algo, já as morenas, uma era mais robusta e continha várias estampas animal acompanhada de uma legging preta, a outra continha uma blusa verde mar com pérolas verdes na gola V, uma calça jeans preta e um salto da mesma cor, o ruivo se associava ao mesmo estilo da Loira com maria-chiquinhas, suas roupas coloridas chamavam demasiada atenção.

Mas meu olhar paralisou em Austin, sem camisa, uma calça de flanela cinza, seu corpo na medida certa me dava tanta tensão. Seus lábios entreabertos e seus cabelos magunçados me faziam respirar fundo demasiada vezes.

Os jovens desconhecidos estavam embasbacados, paralisados, parecendo processar tudo que viam.

– Eu disse para esperarem eu explicar. — Lamentou Cassy.

Antes mesmo de eu conseguir pronunciar algo os cinco pularam em cima de mim, fazendo todos caírem.

– Você é Ally Dawson! Ally Dawson! Mãe estou vendo Ally Dawson, aqui na minha frente! — Gritou o ruivo pegando o celular.

O quê? Ally Dawson, Dez? Eu já não disse pra você parar com essas suas fantasias?– Ouvi a mãe dele dizer e segurei o riso.

– Mas mãe...

Mas nada Dez, tchau.

Ele resmungou algo e pegou um tipo de pão verde de seu bolso... Espera? Estava estragado?!

– Meu sanduíche! A seis meses eu procuro por ele, desde que eu voltei de Los Angeles.

– Eca! — Todos fizemos cara de nojo quando o mesmo comeu o pão verde.

– Um dia ele ainda consegue ser normal, deus. — Disse a morena robusta, com cabelos cacheados.

– É Trish, você consegue garota. Faça esse favor à nós e tente com Carrie. Já tentou macumba? — Todos rimos com o comentário de Cassidy. — Agora saem! Saem de cima dela, xô xô xô. — Ela puxava todos em cima de mim e empurrava pro lado.

– Ei! — Reclamavam e resmungavam eles indignados.

Quando chegou em mim ela me puxou e abraçou.

– Minha. — Decretou e Dez fazia caretas e resmungava como uma criança atrás dela.

– Chega, chega. — Disse Austin aparecendo, se fazendo presente.

Até aquele momento eu já nem lembrava que o mesmo estava ali.

– Olha só, nem parece que é professor mandando desse jeito. — Ironizou a morena de blusa verde.

– Gente calma, acho que tenho direito de saber o nome de vocês, sim? — Disse cansada de não conhecê-los.

– Ally conheça, Dez, Trish, Carrie, Piper e Kira. Nossos amigos. — Apresentou Cassy apontando para cada um deles.

– Oi jovens engraçados, tá explicado porque são amigos de Cassidy Turner. — Eles riram comigo e a loira fingiu estar magoada. — Mas e aí, porque a visita?

– Sabe que não não sei? Talvez porque uma das cantoras mais famosas do mundo que simplesmente desapareceu, esteja hospedada na casa do meu irmão. — Piper coçava o queixo com uma falsa cara pensativa depois de suas palavras.

Então eram irmãos? Percebi uma semelhança entre ambos.

Rimos novamente. Nunca havia rido tanto quanto estou rindo com eles, eu não sei, são tão engraçados, espontâneos e sinceros que me fazem rir pelo vento. Estava mais que óbvio que eu estava adorando, que o acontecido de hoje de manhã nem mais atormentava minha mente. Foi um erro. Ele achou ser Cassidy e não Allyson Dawson. Estava mais que satisfeita com as minhas conclusões. Ele continuava sendo indiferente com seu olhar frio, eu começaria a ser também.

– Cabeçuda, eu lhe disse ontem que iríamos sair, vamos logo! Não esqueça dos óculos escuros e o casaco preto. — Exclamou Cassidy saindo do cômodo sendo acompanhada por todos igualmente um bando junto de seu líder.

Dez continuava parado me encarando bobo, eu ria incontrolavelmente pela sua cara e ele continua lá, me olhando como se eu fosse um personagem místico de Star Wars.

– DEZ! — Voltaram e arrastaram o ruivo ainda atordoado.

Ria e ria, meu rin iria saltar à qualquer momento e quando cessei lembrei de algo e sorri comigo mesma.

– E GENTE! — Gritei como se fosse a coisa mais importante do mundo, fazendo todos voltarem apressados se amontoando na porta. — EU NÃO SOU ALLY DAWSON, OK? NÃO DO LADO DE FORA.

Eles reviraram os olhos com um olhar de "Sério?" e voltaram.

Eu os havia conhecido hoje, havia rido como nunca e acima de tudo havia me divertido tanto que já os considerava meus melhores amigos.

O que me fazia ter certo medo, e se algum dia eu for embora? E se eles forem embora?

Tantos acontecimentos num dia só, poderia ser cansativo o que for, mas nunca havia me sentindo tão livre, sincera e verdadeira desde o começo de minha carreira.

Notas finais
E ai? O que será esse pessado de Cassidy e Austin?? SÓ SABERAM NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS HÁ HÁ HÁ HÁ (nosss nunca dei uma risada tão escrota na vida!) E O QUE FOI AQUILO DE MANHÃ?? COMO DIZ ROCKY LYNCH "O MELHOR CAFÉ A MANHÃ É SEXO DE MANHÃ" mentira, sou de deus. O que acharam dos novos personagens? Prometo dizer mais sobre eles no próximo! Amo vocês! Comentem, favoritem e recomendem! Mas enfim gente, até o próximo capítulo! Byeeeee